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Armando Rodrigues Coelho Neto
ARMANDO COELHO

Lula condenado. Leitura emocional de uma sentença torpe, por Armando Coelho Neto

Lula condenado. Leitura emocional de uma sentença torpe

por Armando Rodrigues Coelho Neto

O que me sobra de experiência por três décadas na PF, me falta na magistratura. Não sou pessoa adequada para comentar uma sentença judicial. Recordo que durante os debates sobre a PEC 37 (expurgada, esquecida e desconhecida), quando se perguntava sobre o poder investigativo da PF, bastava apontar o artigo 144 da Constituição Federal. Quando se fazia a mesma pergunta em relação ao Ministério Público, era necessário escrever uma tese, pegar uma decisão aqui, um fragmento interpretativo ali. Em suma, há algo de errado quando é preciso explicar muito. Eis que Sérgio Moro, para condenar o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva falou demais no desnecessário (desenvolver tese) e de menos onde tinha que ser claro: apontar a prova.

Gosto muito de historinhas pessoais. Quando trabalhei numa determinada região do Brasil, tomei conhecimento de que um grupo de pessoas estaria se organizando para enviar um aparelho de som para minha casa. A encomenda viria de São Paulo em nome de meu sogro que nunca tomou conhecimento do assunto. Na prática, um bando de puxa-saco “querendo fazer média” ou me julgando “mais um”. O plano não se concretizou e nem foi o primeiro. Nesse sentido, posso imaginar quanto o juiz Moro é assediado, quantos convites recebe para jantares, palestras, comendas, isso e aquilo. Posso deduzir quanto a tudo isso recusou. Se eu, um humilde delegado fui intensamente assediado por mais de três décadas na PF, posso deduzir que o “Caso Tríplex” foi mais um caso desses.

É possível que Lula possa até ter “balançado”, mesmo sendo homem de perfil simples, desprovido de ganância - ainda que a liturgia do cargo tenha dele exigido algum requinte depois. Ganância, não. Lula é um soldado que foi para guerra fazer um resgate histórico, e, nela, precisou ferir e foi ferido. Lincoln para acabar a guerra nos Estados Unidos precisou comprar votos. Não sei que anéis deu para salvar dedos, mas Lula de há muito não é mais Lula. É patrimônio do Partido dos Trabalhadores e do povo brasileiro, razão absoluta para não ter sua imagem maculada. Nesse sentido, tanto Lula quanto o PT têm a ideia do que seria perder o único nome praticamente imbatível em troca de uma “apartamento de BNH melhorado”, no dizer de Paulo Maluf.

O suposto tríplex do Lula soa como a mala de dinheiro de Roseana Sarney, que não pagava sequer uma campanha para vereador, mas a ruma de cédulas de dinheiro espalhadas na mesa, com transmissão da TV Globo em horário nobre encheu de espanto os olhos dos mais humildes. O único patrimônio real de Lula é imaterial, um bem maior nacional que Moro, deliberadamente, se negou textualmente a julgar ou considerar. Até o ministro Marco Aurélio, para mandar Aécio Neves de volta ao senado, levou em conta sua discutível história política. Mas, Moro fez questão de ignorar e mergulhou, aparentemente, num delírio paranoico-messiânico, num ensimesmado surto de “fiz minha parte”.

A sentença de aparência técnica razoável, aqui ali ganha ar infantil, raivosa, especulativa até se tornar modorrenta.  Poderia ter sido proferida antes ou depois de 12 julho para não coincidir com a gatunagem contra os direitos dos trabalhadores. Moro poderia ter condenado Lula a oito ou dez anos, mas foi nove, deixando no ar um cheiro de “nine” – a jocosa e mórbida alusão ao dedo que falta em sua presa. Moro encerra o caso Triplex de forma melancólica, ainda que com o apelo midiático como iniciou, inspirado pelo ódio catalisado por Aécio Neves, com quem Moro aparece em fotos de causar inveja em propaganda de creme dental.

O esquema criminoso do submundo da política de tão público não precisa ser demonstrado. E, a despeito de qualquer doutrina especulativa, pelo menos para o caso, é inexorável definir a objetiva participação dos autores, individualização de autores e penas, para ninguém ser punido por erro ou no lugar de outrem. Em razão do cargo, da pessoa e das circunstâncias, definir de forma objetiva a ação delituosa do ex-presidente seriam ou são requisitos dos quais não se poderia abrir mão. Em seu lugar, porém, decisões e teses isoladas que se amoldam à parcialidade e politização - nódoas inarredáveis da Farsa Jato.

Como política não se faz sem dinheiro, e não foi o PT quem inventou isso, os autos mostram que aquele partido foi beneficiado e alguns petistas boca de jacaré também. Mas, numa sentença, não vale essa de se o PT levou 1% em contratos, e se Lula é PT, “logo levou algum”. É nesse ponto que a sentença condenatória ganha ares de matéria de jornalão. O texto, em narrativa e conclusão, endereça o leitor ao título: “Lula é ladrão e o tríplex é dele”. Palmas para o PowerPoint! Acabou a corrupção no Brasil! “We don’t need another hero”!

Mas, sentença não é matéria de jornalão e precisa de provas admitidas no direito. É aqui que o bicho pega. Sérgio Moro desqualifica logo de plano a prova material exigível: registros de propriedade, anotações, escrituras. Mas, sugere que a prova no Direito Civil, “no caso”, não serve para o Penal... Inicia a teoria do ódio, pois Carteira de Identidade é documento civil e é com ele que se prova no Direito Penal que fulano não é beltrano. Se o imóvel está em nome de terceiro, está penhorado ou com gravame qualquer em nome de outrem não é do Lula. Na falta de documentos que se provem posse, domínio, controle. Mas, diante da falta de documento, Moro diz que houve “ocultação singela” de bem...

Moro se justifica demais na sentença e nega parcialidade. Mas, enroscou-se em campanhas, fez apelos à mídia, tolerou a execração de um réu sob seu ofício magistral, foi aplaudido por isso e gostou muito: ganhou medalhas e notoriedade. Só isso o tornaria parcial, não houvesse também claro alinhamento ideológico. Moro pediu apoio da mídia para elaborar o que já tinha pronto na cabeça. Ninguém escreve uma sentença daquela do dia para a noite. Mas, Moro tem pressa e, coincidência ou não, várias de suas decisões coincidiram com fatos políticos, até em vésperas de pleito eleitoral. Diz que a imprensa a quem chamou e municiou apenas cumpriu seu papel e que isso não é parcialidade. Mas, precisou decidir de acordo com a narrativa dela. “Livre interpretação”.

Eis o que o maior líder do país é acusado de um crime com definição prevista em lei, mas que a adequação da conduta à norma (exigível em lei) é diáfana, difusa, sem local e hora, quase metafórica.

A sentença revela Sérgio Moro como um ser humano precário, distante da vida real. A leitura torpe que faz de Lula o distancia das raízes nacionais. Vê ameaça e intimidação em reações naturais de quem se sente ofendido - o tal “jus sperniandi”. Até a frase “somos todos professores” de Cristiano Zanin recebe um maldoso negrito na sentença. É como se sentisse no direito de bater sem revide. Admite controvérsia na condução coercitiva de Lula e divulgação de gravações e se justifica muito. Mas, na falta de provas matéria de O Globo serve, como se notícia de jornal dispensasse de prova, em detrimento de escritura, penhores, gravames.

De outro giro, constata-se o superdimensionamento de mensagens entre terceiros, papeis sem assinaturas, protocolos de intenções, nenhum deles da lavra ou endosso do réu. Em última análise, seriam atos preparatórios não puníveis, por estarem no campo cogitações. Com as exceções legais, claro!

A condenação tem suporte no que soa pegadinha: uma testemunha foi obrigada a responder pergunta com duas respostas alternativas, ambas incriminatórias. Algo assim, ele “roubou para fazer o bem ou o mal”? Moro estranha Lula não saber por que o imóvel não foi posto a venda (Não seria melhor perguntar a OAS?). Anota contradição por Lula ter dito ora que desistiu do apartamento na primeira visita, ora na segunda. Esquece a máxima elementar que de uma história recontada muitas vezes é preciso captar a essência - só respostas ensaiadas são iguais.

Qual a essência? Na primeira ou na segunda vez Lula não comprou, não ganhou, não recebeu, não se beneficiou nem direta nem indiretamente. A rainha das provas (documental) é destronada na sentença e quem assume é a jabuticaba, a "Katchanga real" (obrigado Lenio Streck!, perdão juiz pela metáfora).

Indícios sugerem que quiseram dar um tríplex a Lula, mas nada prova que aceitou, recebeu, usufruiu, desfrutou. Desse modo, sem apontar um ato sequer de gestão na Presidência ou na Petrobras praticado por Lula; um papel sequer assinado por este, Moro converte sua convicção em prova e aponta Lula como beneficiário de “uma conta geral de propinas” decorrentes de contratos, em troca de favores indefinidos, não declarados, nunca escritos ou verbalizados. Quanto recebeu? Onde, quando, como?

Tudo ficou resumido a um tríplex no tucanistão do Guarujá, onde farofeiro não entra.

Em que pese o elogiável esforço dos oficiantes na busca da verdade real, escravos da condenação antecipada, faltou humildade para admitir inexistência de prova. E o tríplex se tornou numa espécie de viúva Porcina - aquela que foi sem nunca ter sido.

 

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São muitos os que atravessamos a existência na Terra sem muitas preocupações com os próprios atos.
     Vivemos como se o nosso agir, a nossa postura perante a vida não fosse nossa exclusiva responsabilidade.
     Por esse motivo, despreocupados com qualquer tipo de consequência, vivemos com o único propósito de amealhar, tirar vantagens pessoais.
     Não falamos dos que se entregam, de forma explícita, a questões ilegais como o roubo, o furto ou tráfico.
     Dizemos de nós, os que na intimidade de grandes corporações, no luxo de escritórios bem montados, atuamos no desvio de dinheiro público, na montagem de balanços forjados, na estruturação de contratos fraudulentos.
     Tudo porque imaginamos a vida como um grande jogo onde aquele que consegue mais para si é o grande vencedor.
     Outros de nós atuamos no mundo preocupados em agir de forma legal. Trata-se, no entanto, de uma atuação no limite da legalidade, na preocupação de não sermos pegos pela justiça, de não respondermos perante tribunais e juízes.
     Não medimos esforços na busca de brechas na legislação, para encontrar meios de conseguir vantagens e o que haja de melhor para nós mesmos.
     Temos ciência de não estarmos contra a lei, entretanto, serão apenas códigos humanos a nos ditar os limites de nossas ações.
     Porém, não podemos nos esquecer de que a vida aqui na Terra não é patrimônio que nos pertença.

 Renascemos nas lides terrenas e retornamos à pátria espiritual sob o rigor da lei Divina.
     Dessa forma, todas as experiências terrenas estão sob a tutela dessa lei, cuja finalidade maior é o aprendizado e o crescimento intelectual e moral de cada um de nós.
     Ao concluirmos a experiência física, seremos convidados a prestar contas de como agimos, de todo o realizado ao longo dos anos que nos foram dados a viver.
     Natural que assim seja, considerando que tudo o que dispomos na Terra, incluindo nosso corpo físico, é a título de empréstimo. Nada nos pertence. Somos apenas arrendatários.
     Portanto, se andarmos no mundo burlando os limites da lei, haveremos de responder, perante as leis humanas e no além túmulo.
     Poderá ocorrer que, mesmo extrapolando os limites da moralidade, do correto, do respeito ao próximo, os tribunais da Terra não nos alcancem. E poderemos nos vangloriar de haver enganado a lei dos homens.
     Mas, inevitavelmente, responderemos perante nossa consciência quando essa se defrontar com nossos desacertos morais. Sempre haveremos de prestar conta de nossos atos.
     Diz o bom senso, então, que antes de agirmos, nos perguntemos se o que fazemos é legal, moral.
     Necessário analisar se nossos atos não prejudicam o próximo, não atribulam a outrem, se não causam dificuldades a alguém.
     Tudo que fizermos carrega o peso de nossa intencionalidade e haveremos de responder pelas consequências.
     Importante nos questionarmos a respeito de nossas próprias ações, quais os valores que escolhemos para nossas decisões.

  Afinal, serão eles que dirão da nossa felicidade ou desdita, no agora, logo mais ou em momentos mais distantes.
     Pensemos nisso.
 
      Redação do Momento Espírita.
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FORMATAÇÃO E PESQUISA:  MILTER -30-07-2017
 

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                                 JUSTIÇA DO BEM

 

As leis divinas nos informam que seremos responsabilizados por cada mal que causarmos ao próximo e dentro desta mesma lógica, não é justo que soframos nem um pouco mais do que aquilo que devemos. É baseado nestas leis divinas que as sociedades humanas, apesar de pequenos retrocessos momentâneos, vão aos poucos se tornando cada vez mais solidárias e é evidente que no geral vivemos em sociedades muito mais tolerantes e que possuímos hoje muito mais segurança, dignidade e direitos básicos do que possuíam os homens da idade média ou dos tempos bíblicos.

Porém, esta nossa solidariedade e compaixão com o sofrimento alheio se desfaz rapidamente quando testemunhamos espíritos sofredores pagando pelos seus crimes perante a justiça dos homens. As pessoas costumam ter uma reação de satisfação com o sofrimento daqueles que violam as leis humanas, sejam eles bandidos “pé-de-chinelo”, mas principalmente com os bandidos do colarinho branco no meio político, maior ainda é a satisfação quando o criminoso pertence a um “time” com uma ideologia política contrária à nossa.

A ideia por detrás desta diferença de tratamento com aqueles que sofrem ao terem de responder por uma violação à lei, é a de que este criminoso provocou aquela situação e portanto seu sofrimento é merecido. Mas se realmente acreditamos na justiça de Deus, será então que não devemos acreditar também que todo e qualquer sofrimento é sempre merecido? Deixa de fazer sentido a ideia de que uns sofrem por merecerem e portanto não são dignos de pena, enquanto outros sofrem sem merecer e por isto são dignos da nossa compaixão. Se Deus existe e é justo, todo sofrimento deve ser de alguma forma merecido.

Mas é claro que é muito difícil para nós termos a mesma reação diante de um criminoso pego pela polícia, do que de uma pessoa com câncer. Mas a ideia de um Deus bom e de uma justiça divina impõem que ambos não podem estar sofrendo sem merecerem, e que de alguma forma este sofrimento será benéfico tanto para o criminoso quanto para o doente. No caso do criminoso, o motivo e o propósito do seu sofrimento estão bem claros, ele sofre porque violou as leis e prejudicou seu semelhante, seu sofrimento (em teoria) serve para que ele se regenere. Já no caso do doente, o motivo está quase sempre oculto em tramas que remontam a outras encarnações e é comum até mesmo duvidarmos da justiça divina quando testemunhamos o sofrimento de um parente próximo, muito mais difícil ainda quando se trata de pessoas muito jovens.

Mas se realmente acreditamos na justiça de Deus, então não podemos esquecer nunca que ambos são sofredores, que ambos sofrem por um motivo e não por mera obra do acaso, e principalmente que todos os que sofrem precisam e merecem nossa compaixão. Se Deus é bom e justo, então o sofrimento do doente ou do criminoso não pode ser um mero castigo, na forma de uma vingança, mas uma lição útil que de alguma forma trará um crescimento espiritual para ambos. 
Nossa inferioridade moral constantemente ainda nos faz esquecer destas verdades e nos contaminamos rapidamente por ideias que se baseiam num sentimento egoísta de vingança, sem preocupação real com o bem estar geral ou com a regeneração do criminoso para a sociedade. Devemos nos lembrar que Deus só permite o sofrimento daquele criminoso porquê de alguma forma ele será benéfico. Primeiramente servirá para lhe ensinar que o crime não compensa. Vai ajudar a deixar mais claro na sua mente ignorante onde fica a linha divisória entre o certo e o errado, afastando aquela distorção tão comum que fazemos ao considerarmos como certo tudo aquilo que é bom para nós. Vai também trazer uma oportunidade de arrependimento e mudança de rumos, mesmo que isto leve anos, décadas ou mesmo várias encarnações, mesmo até que o criminoso tenha que reencarnar num corpo doente.

Mas não é este tipo de sentimento que motiva editores e consumidores de jornais sensacionalistas. Recentemente a notícia da prisão de alguns dos homens mais ricos e poderosos do Brasil rendeu muitos trocadilhos e piadas nas capas de alguns jornais “populares”. Foram mostradas as fotos das celas, dos cortes de cabelo, da comida servida aos presos etc. Não vemos neste tipo de exposição nada que pudesse sugerir um suposto alívio dos responsáveis pelas matérias, com a interrupção da atividade criminosa que prejudica a sociedade, ou uma felicidade pelo fim da trajetória de erros do criminoso e o início forçado de sua regeneração. Só o que se viu foi a intenção clara de agradar aquele nosso sentimento pobre de vingança, que se alimenta da desgraça daqueles que consideramos nossos inimigos.

O cidadão honesto, que vive do fruto do próprio trabalho e sem prejudicar a ninguém, é capaz de reconhecer o certo e o errado e se manter firme aos seus princípios, não praticando nenhum ato parecido com aqueles crimes do colarinho branco típicos destes grandes empresários e políticos. Mas a sua indignação com a má conduta daqueles que encontraram maneiras de se apropriarem do dinheiro público, rapidamente se transforma num desejo de vingança. O cidadão de conduta irrepreensível perante a justiça dos homens, logo se perde nas cadeias mentais do ódio e do sarcasmo. Longe de se ver feliz com o início do processo de regeneração daquela alma sofredora, perdida no mundo do crime, ele se sente feliz é pela desgraça daqueles que ele elegeu como inimigo, justamente por se considerar uma pessoa de bem.
 
Nestes tempos de tantas reviravoltas políticas, em que o Brasil vai aos poucos deixando de ser mais um país, como tantos outros, onde o dinheiro permite a uma grande parcela da população viver sem se preocupar em respeitar as leis, é fácil nos contaminarmos por sentimentos inferiores quando assistimos à queda dos poderosos malfeitores. Mas é necessário sempre nos lembrarmos de que um cristão só pode aceitar qualquer tipo de punição a qualquer pessoa, se está for benéfica. A felicidade pela correta aplicação da justiça deve se basear em primeiro lugar no fato de que o criminoso vai finalmente ser obrigado a parar de cometer seus crimes e de se endividar mais ainda perante a justiça divina. Depois, por saber também que o criminoso vai ter a oportunidade de se arrepender e se libertar das ilusões egoístas do crime. Resumindo, a nossa felicidade não pode nunca ser motivada pelo sofrimento alheio, mas somente pelo bem que aquela punição temporária poderá em breve trazer para a alma daquele criminoso.

Não podemos nunca nos esquecer de que a perfeição não é deste mundo. Somos todos filhos imperfeitos de Deus, vivendo num mundo de provas onde estamos ainda bastante sujeitos a errar. O verdadeiro cristão não possui inimigos, e a única felicidade que a notícia da punição de um criminoso pode trazer para o cristão, é a de saber que o arrependimento logo poderá resgatar aquela alma perdida e traze-la para o time dos homens de bem.


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Serjão

Parabéns, Armando Coelho Neto

Só um destaque:

mas Lula de há muito não é mais Lula. É patrimônio do Partido dos Trabalhadores e do povo brasileiro, razão absoluta para não ter sua imagem maculada.

 

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Maura

PARABÉNS Armando Rodrigues Coelho Neto!

Penso que Vc fez uma análise sensata, séria é digna de confiabilidade. Vc não fez uma análise diferente e conflitantes com as demais que li até agora. Até agora apenas os GOLPISTAS COSTUMEIROS comemoram e até alguns deles discordam....
Aguardo o próximo texto!

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Octavio Pires 1

A sentença é nula ou, pelo

A sentença é nula ou, pelo menos, devia ser anulada. Moro esparramou por ela considerações de ordem subjetiva inócuas e não ficou constrangido em usar a sentença para criticar a defesa por ela ter feito exatamente o papel de defender. Passou por cima, de modo bizarro, das considerações sobre o depoimento das testemuinhas de defesa e das provas apresentadas pela defesa, a saber, não tomou em consideração eventuais atenuantes que poderiam influir no cáculo da pena. Aliás, também  não informa sobre as atenuantes ou agravantes que usou para chegar ao cálculo da pena Além disso, mandou sequestrar um apto que já está penhorado e, se está dado em garantia, significa que o delator cometeu o crime e o MPF aceitou, de calúnia ou  fraude à execução, posto que não poderia dar ou prometer o imóvvel a qualquer título, a quem quer que seja, muito menos como pagamento de propina Ademais, se o imóvel está aqui em SP, ele não é competente para o julgamento do feito, mesmo que algum fato esteja ligado À PETROBRAS, e foi esta a razão de aqueles outros apalermados promotores aqui em SP levaram em conta para oferecer denúncia. E tantas mais quee agora não me recordo. De qualquer modo, pouco importa porque não acho que o Moro faria tudo o que vem fazendo se não houvesse algo com alicerce muito forte para sustentá-lo, caso contrário, estaria colocando em risco seu emprego, Maravilhoso emprego!!!! Ele parece ser e certamente é, apenas um peão dentro de toda essa suruba. Não querem o Lula em 2018 e pronto. A segunda instância também vai condená-lo, mas vai diminui a pena para mostrar "independência e autoridade!".

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Emocional ou doentia?

Quando Moro ataca as palestras de Lula e as transforma em propina, ele quer dizer explicita e implicitamente que não acha Lula capaz de dar palestras. Quando Moro, investe contra o Acervo presidencial ele quer dizer explicta e implicitamente, que aquele casal de operários pode ter levado as toalhas ou a louça do palácio. Não confirmada a hipotese , Moro ainda investe contra o acervo, tirando do acervo peças que julga  que estão acima do  operário. Este ato assim como como por exemplo expropriar a casa da Mãe de Dirceu, ou manter preso Vaccari, demonstra que existe um ódio doentio.

Se  alguém  me afirmar que uma pessoa  que jamais morou , jamais usufruiu e jamais comprou e ou recebeu documento de propriedade, esta na verdade mentindo  e usando de um subterfúgio, mesmo quando esta pessoa apresenta  um  documento do real proprietário, eu diria que este alguém  esta doente, que perdeu  a razão.  

Mas o pior de tudo  é que não perdeu a razão sozinho.

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Schell

Seria a primeira vez em que o

Seria a primeira vez em que o "laranja" do dito corrupto seria o (im)próprio corruptor; mais, sem transferir o produto da vantagem corrompida. Só em ritiba! Haja saco pra aguentar esse desMoronamento do (in)judiciário apequenado e associado deste país de merrecas.

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Lula condenado

Bom texto.

Do que se le na "sentença" fica a convicção de um explanacionismo rasteiro, eivado de contradições e "certezas" vindas de narrativas sem qualquer comprovação que levem à propriedade do imóvel para Lula.  É o explanacionismo em sua melhor forma: palavras contra provas, no caso ausência delas. Ali o negócio é abobrinha após abobrinha até que se ache um descuidado que se convença.

É um arrazoado que, pelas inconsistências jurídicas, pleno de convicções e falto de provas, rebaixa assustadoramente o nível da Magistratura brasileira.

Um desastre.

Fica para ser provada, se possível, a posse/propriedade do citado imóvel pelo condenado.

A relembrar, aliás já notado por navegadores, a especialíssima forma de propina: um imóvel em construção onde d.Marisa adquiriu cotas em empreendimento cooperativo. Comum à época e, também corriqueiro, o dar com os burros n'água.  Só faltaram a nota pública de que a OAS estava pagando propina a um ex-presidente com a devida confirmação da aceitação.

Ridículo maior impossível. 

Seria uma peça digna do "grupo" ?

Assim resultou num "serviço" tosco, desconjuntado e de difícil, senão impossível, defesa.

Uma vergonha cara e melancólica para o Brasil.

 

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Milton Murilo

e sabemos muito bem porque fazem isso...

saca só : para tudo que não prestou do judiciário brasileiro,

a melhor resposta de reconhecimento de vícios e erros sempre veio da História

veja bem: quando não há mais tempo para corrigir

é por isso que os viciados em injustiça deitam e rolam na maior tranquilidade

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são tão cretinos...

que há até os que reconhecem publicamente: " uma aberração jurídica a ser corrigida pela História "

e os otários(?) danam a aplaudir

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todos discutindo no primeiro degrau...

e a sentença criminosa subindo de elevador para ser bem recebida

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Armando, me mate uma

Armando,

me mate uma curiosidade : Tu é de Pernambuco é ?

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Eles estão acima da Lei

O trabalho para encher os olhos e bocas de patos foi feito, ainda que muito mal e porcamente. A questão agora é até onde o MPF e Judiciario continuarão fazendo a sua propria lei? 

Também acredito como o senhor: flores, cartazes entusiasmados, quem sabe uns bonbons aqui outros acola, além de certos prêmios, não devem ter feito a Diferença.

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grande Maria Luisa, é isso aí...

ninguém faz com tantos vícios sem saber de antemão que mais acima só tem viciados em perseguição política

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pessoal pensa que é de baixo pra cima...

como em uma escada

e a Globo selecionando quem deve entrar no elevador ou não

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Ugo

troll demente

e sempre testa da cazzo

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Ugo

no lugar errado

no lugar errado

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PauloBR

Texto bom, mas...

... acho que não entendi a ironia: "Posso imaginar quanto o juiz Moro é assediado, quantos convites recebe para jantares, palestras, comendas, isso e aquilo. Posso deduzir quanto a tudo isso recusou." Olvidou o contubérnio morotucanogobal? Ou foi sarcasmo?

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André élebê

  Sarcasmo.

  Sarcasmo.

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ze sergio

Lula....

A Verdade vos libertará. 40 anos sob o comando de tantos párias e o Brasil chega a isto em pleno 2017. Resultados tucano e petista de Covas, Serra, Lula, Dilma, Alckmin, Genro, Arraes, Brizola, Amazonino.... Agora bandidos querem desacreditar as leis que eles mesmos escreveram. Querem condenar a Constituição que eles mesmos criaram. Juízes que eles mesmos indicaram. A Casa Grande ficou pequena para tantas Facções e Elites. Agora tem que abrigar filhos e netos. E bisnetos. Mas tudo sem Profissionalização da Politica, com alternância de poder, sem Personalismo, nem  Corporativismo, nem Nepotismo, irrigados a salários e pensões nababescas. Afinal como seremos AntiCapitalistas combatendo o Vil Capital, sem verbas para um bom Pró-Seco ou Vinhos italianos ou franceses, não é mesmo Ulisses? O Brasil se explica. O Brasil dos nossos (re)democrtasa da censura infame se explica muito mais. 

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Essa euforia toda com a condenação do Lula pelo juiz Moro não va

Essa euforia toda com a condenação do Lula pelo juiz Moro não vai durar muito tempo. A sentença foi tão tosca que qualquer acadêmico neófito em direito fica constrangido em ler essa aberração jurídica.

Esses heróis de ocasião forjados pela Casa Grande são perecíveis com prazo de validade muito curta. É provável que até as eleições 2018 essa farsa toda chamada Lava Jato e esse herói de pés de barro chamado juiz Sérgio Moro já estejam desmoralizados.

E quando o Comitê de Direitos Humanos da ONU se pronunciar sobre a perseguição do Lula pelo Sérgio Moro será uma pá de cau em toda essa história metirosa.

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Receio que não caro

Receio que não caro Wilton.

As sentenças do mensalão tambem foram toscas, nem por isso deixaram de ter efeitos.

Infelizmente, para o poder de fato, segurança jurídica não vem ao caso.

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Rui Ribeiro

Você tá otimista demais, Wilton

 

Os Esperançosos

 

 

Pelo que esperam?

Que os surdos se deixem convencer,

Que os insaciáveis lhes devolvam algo?

Os lobos por certo os alimentarão,

em vez de devorá-los!

E por amizade

os tigres solicitarão

que lhes arranquem os dentes!

É por isso que esperam!

 

Bertolt Brecht

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Gloria

Sr. delegado, tem uma

Sr. delegado, tem uma coisinha que não entendo. O Moro pode perseguir e condenar o Lula. Só que a PF não é só o Moro. E se nem todos são corruptos como esse juizinho mequetrefe, por que não aparece um juíz de verdade na PF e condena os verdadeiros e provados ladrões do PSDB?

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Porque não tem juiz na PF.

Porque não tem juiz na PF.

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Rui Ribeiro

Cumpri minha missão

O $érgio Moro não fez sua parte, quem fez a parte dele foram os Magnatas residentes acima do Trópico de Câncer. O $érgio Moro cumpriu sua missão histórica de acabar com a corrupção no Brasil.

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João de Paiva

Quem conhece Lei e Direito condenou o torquemada

Prezados,

Para a juristocracia golpista, para o PIG/PPV, para as oligarquias escravocratas, plutocratas, cleptocratas, privatistas e entreguistas, para  banca financeira nacional e internacional, para o altocomando internacional do golpe e para a ORCRIMFraudea Jato, o torquemada das araucárias é "herói", cumpriu o papel ue dele se esperava e entregou o "troféu" encomendado.

Mas para os grandes juristas - sejam eles grandes advogados, professores/acadêmicos, verdadeiros juízes  e verdadeiros promotores que prezam pelo Estado de Direito Democrático, delegados e ex-delegados que se norteiam por esse Estado de Direito Democrático - sérgio moro é um indigente, um verme, um criminoso vulgar que enlameia ainda mais a nada virtuosa atuação do judiciário brasileiro - sempre defensor e representantes das oligarquias escravocratas, plutocratas, cleptocratas, privatistas e entreguistas.

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Vladir

Legado

Moro pode condenar o Lula há quantos anos ele quiser. O Moro não vai conseguir destruir o legado do Lula. O legado do Lula está onde tu vês um poste de luz na frente de um rancho de capim, quando tu vês uma mãe com filho nos braços sorrindo graças à bagatela do Bolsa Família, tu não tem noção o prazer ver uma "negra fedorenta" estudando medicina, graças ao Enem. O que significa o Lula condenado quando tu vês uma criança que poderia ter morrido de subnutrição, brincando?

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Serjão

Coisas do Coração

Está cravado no coração dessas pessoas,

e está cravado no coração de milhões de nós.

Ẽ uma questão de honra, por todo aquele que não foi imbecilizado pela propaganda nazi, defender esse homem, obsediado pela alma do Brasil, de todas as formas.

Vale o sangue a derramar!

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...

E isso justifica todos os ilícitos praticados? Outras condenações virão, e bom que serão das canetas de outros magistrados.. para acabar com esse mi mi mi com o juiz Moro. O Brasil ainda é um país de sorte.. ele é o juiz o certo, na hora certa e para as pessoas certas, mais preciso não poderia ser. Tudo volta... ninguém está acima da lei do karma. Lula está colhendo os frutos de suas próprias ações, quer entedam ou não, quer aceitem ou não. O registro fica no ser e atrai as situações. Condenado pelas leis humanas, nas esteriras de tal lei intrínseca à vida. Aquele clichê: o crime não compensa. Perdeu sua moralidade. Poderia ficar registrado como o melhor presidente que o país já teve, mas fez escolhas viciosas. Acredito que a soma de todas as condenações chegará a uns 70 anos. É apenas uma questão de tempo. Cada um com suas próprias contas e escravidões. 

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Maura

Vc MEQUETREFE tá faltando de quem???

Do AÉCIO DO PÓ, DO TEMER, DA GLOBOSTA, ENFIM DAS QUADRILHAS FORMADAS POR PMDB/PSDB? 70 ANOS É MUITO POUCO PARA CADA UM DESSES GOLPISTAS...
MAIS PARA O MORO TUCANO SAVO NA ROLA MUSSOLINI DE MARINGÁ... é bem desejável. Esse GOLPISTA NOJENTO TERÁ QUE PAGAR POR TUDO QUE FEZ CONTRA O BRASIL, QUEBRANDO AS EMPRESAS E ATÉ "ASSASSINANDO" PESSOAS TAIS COMO DONA MARISA...ENTRE OUTRAS.
SUGIRO QUE VC VÁ PROCURAR AS PÁGINAS DOS GOLPISTAS PARA OPINAR...

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Serjão

Maura

Deixe sem rebote que se perde no vácuo, no vazio, no nada.

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Joao Pianca

Estamos falando de manobras

Estamos falando de manobras políticas, estado de direito, poder da Globo e manipulação de massa. É difícil entender que honesto ou não, dentro de convicções não se condena um homem seja ele quem for? Do contrário é mais útil rasgar a constituição de 88, limpar a bunda com a democracia e ser feliz, alias, feliz e cego. Agora, se colocarmos em pauta as "leis karmicas" como base para condenar alguém, fico aqui a pensar: Pobre do João Goulart, foi condenado pelas leis Karmicas, exilado do seu País, forçado a viver aguniado e preocupado com o retrocesso no seu País e sofrimento do seu Povo. E advinha qual lei Karmicas matou Jango? Mídia PIG, Classe média, Burguesia, Mercado Internacional, FIESP. Jango foi condenado e recebeu seu Karma por valorizar a classe humilde, por enfrentar os barões colocando em pauta reformas estruturais e necessárias para o desenvolvimento equalitatario do Brasil, foi perseguido e condenado por pensar nos mais pobres. É esse o karma? Engraçado, que na época ele foi demonizado pela mídia, demonizado pela política internacional, demonizado pelos golpistas que eram comprados com emendas, ou benefícios cedidos de forma amigável pelos EUA. A história, assim como no caso Jango, tem o papel de resgatar a verdadeira trama, tem o papel de resgatar a imagem de bons homens que sofreram injustiças no passado. A minha pergunta é? Esperaremos a história dizer que estávamos errados, ou usaremos as lições que própria história já nos contou para não cometermos mais os mesmos erros? Eu fico com a opção 2, e você?

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André élebê

"O Brasil ainda é um país de

"O Brasil ainda é um país de sorte.. ele é o juiz o certo, na hora certa e para as pessoas certas, mais preciso não poderia ser."

 Perguntar não ofende: você é demente ou te pagam mesmo para falar tanta abobrinha?

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Maura

Demente e Corrupto deve ser Vc .

Vc precisa respeitar as pessoas que não conhece. O ARMANDO RODRIGUES COELHO NETO É UMA PESSOA COM MUITA EXPERIÊNCIA E CONHECIMENTO DA PF... ALÉM DO MAIS É ADVOGADO E JORNALISTA.
E VC QUEM É?????

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Paulo C Teixeira

Para você, Lula é culpado por

Para você, Lula é culpado por definição.

Provas não importam.

Provas em contrário também não importam.

Moral da história: é o crime que compensa!

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O Juiz certo na hora certa ...

... mas, a serviço de quem?

As leis humanas (dos humanos brasileiros) requerem provas.

O tempo, enquanto vingador do arbítrio, correrá pelos dois elos da sentença.

São as decisões do Moro que estão sendo revistas em várias instâncias.

"O tempo como o senhor da razão", caminhava no peito de um presidente cassado.

Só as razôes de Alagoas ainda lembram dele.

Sobre os serviços do "juiz certo na hora certa", os grandes conglomerados internacionais do petróleo e da construção civil agradecem; e a CIA e a NSA, que perfizeram a investigação que o Moro ganhou de presente num dos seus passeios pelo império, declinam do agradecimento: preferem permanecer nas sombras.

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Batata

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Rui Ribeiro

Ninguém está acima da lei mas Lula está sob o arbírtrio Moriano

Ninguém está acima da lei do karma, mas têm muitos pretos, pobres, putas e petistas sob o arbítrio dos poderosos. Enquanto isso, o Aécio Neves, que tem carreira política elogiável, e o Michel Temer, criminosos flagrados com a boca na botija, estão livres, leves e soltinhos da silva, no $enado e na Presidência da República, respectivamente.

Porque demora tanto a aplicação da lei do karma em relação a esses e outros criminosos?

Até parece que no Brasil não existe a impunidade dos poderosos. Lei do Karma é meu birro de óculos.

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...

... pois é, é a dinâmica do papel de cada um. Contudo, ninguém está imune ao efeito de suas próprias ações. O momento deles chegará.

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Rui Ribeiro

A sua hora também vai chegar

E nada garante que, na sua hora final, você vai sofrer mais do que as pessoas que sofrem injustiças.

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Ugo

troll demente

e sempre testa da cazzo

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Rui Ribeiro

A hora do ACM chegou, depois de muitas barbaridades

A hora do Sarney vai chegar depois que ele cometer muito mais atrocidades. Ele vai morrer quietinho, num leito altamente confortável, sem sentir dor.

Isso deve servir de consolo para as suas vítimas.

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