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Maria do Rosário protocola novo projeto para criminalizar homofobia

Sugerido por Gunter Zibell - SP

Da Revista Fórum

Maria do Rosário vai buscar a unidade para aprovar o projeto e diz que o Congresso Nacional ainda é movido por muito preconceito

Por Marcelo Hailer

A deputada federal e ex-ministra dos Direitos Humanos, Maria do Rosário (PT-RS), protocolou na noite de ontem (21) o projeto de lei 7582/2014, que visa tornar crime os atos de intolerância contra LGBT e outros grupos vulneráveis. Momentos depois de apresentar o PL, Rosário conversou com a reportagem da Fórum e declarou que pretende buscar a “unidade” para aprovar a matéria.

Maria do Rosário também comentou que, por conta da ausência de dispositivos que protejam a população LGBT, existe um aumento cada vez maior da discriminação e da violência. “Essas pessoas estão desprotegidas diante da violência por que o Estado não lhes dá segurança e nem igualdade na sua cidadania. Então é preciso sim assegurar essa igualdade ao segmento dos LGBT”, defendeu a parlamentar.

A propositora da lei ainda comentou não acreditar muito no discurso daqueles que buscam fomentar ódio para aumentar o seu eleitorado. “Vejo que o apoio político baseado no fomento à intolerância pode ser enfrentado com uma postura de unidade e eu espero encontrar lideranças católicas, evangélicas, de todas as religiões que sejam favoráveis ao projeto”, comentou Maria do Rosário.

Fórum  Hoje você protocolou o PL 7582/2014 que visa tornar criminalizar atos de intolerância e de ódio. Qual vai ser o trâmite dele?

Maria do Rosário – Isso, crimes de ódio e de intolerância. Ele foi recebido pela mesa diretora da Câmara que escolhe por quais comissões vai tramitar para receber o parecer.

Fórum – Frente a todo o trâmite complexo que o PLC 122 teve na Câmara, de que maneira você pretende articular o seu projeto?

Rosário – Demonstrando que ele é um projeto voltado à dignidade humana, que não propõe o ódio a nenhum segmento e que é importante para que o Brasil supere a violência. Porque não acredito que alguém possa se colocar a favor da violência e contra um projeto como esse.

Fórum – O texto do seu PL visa abranger a todos os grupos que são historicamente subalternizados e difamados pela sociedade. Isso foi uma estratégia política para neutralizar o discurso fundamentalista?

Rosário – Sim e não. Sim, porque acredito que nós precisamos demonstrar para a sociedade que intolerantes são os setores que se apresentam a partir de uma visão fundamentalista do mundo e só querem olhar a si próprios. Por isso, trabalhei no projeto de lei a liberdade de orientação sexual, a liberdade religiosa… O direito de todos devem estar em equilíbrio, então, neste sentido sim, é uma estratégia. Mas não exclusivamente, porque acredito nisso mesmo, não se trata apenas de estratégia. Realmente acredito que a gente deve gerar uma cultura de respeito e  não usaria a palavra tolerância, pois as pessoas precisam saber que é preciso muito mais que tolerar umas às outras, as pessoas precisam ser movidas pela consideração e pelo respeito mútuo.

Fórum – No texto você também cita que há uma ausência de normas da lei que protejam os grupos mais vulneráveis, principalmente os jovens das periferias e a população LGBT. Podemos dizer que a ausência de leis e alguns discursos de parte da sociedade incentivam e permitem a violência contra estes dois grupos?

Rosário – Sim. A sociedade brasileira tem muito claro quais são os segmentos protegidos pela lei. As pessoas sabem que o racismo é crime, sabem que existe uma lei Maria da Penha, que existe o Estatuto da Criança e do Adolescente, sabem que uma pessoa com deficiência não pode ser agredida. Portanto, todos os segmentos sociais mais vulneráveis que já viveram a cultura da violência receberam um núcleo de leis, menos o segmento de homossexuais, lésbicas, travestis e transexuais e isso tem reforçado os patamares de violência e de preconceito. Estas pessoas estão desprotegidas diante da violência por que o Estado não lhes dá segurança e nem igualdade na sua cidadania. Então é preciso sim assegurar essa igualdade ao segmento dos LGBT.

Fórum – Você acredita em uma reação violenta da bancada evangélica?

Rosário – Creio que todo o meu trabalho será para desconstituir resistências, vamos pela democracia. Mas, no entanto, vejo algumas pessoas que nem sei se acreditam no que defendem, que tendem a questionar uma matéria como essa para ganhar apoio de setores políticos fomentando ódio. Mas vejo que o apoio político baseado no fomento à intolerância pode ser enfrentado com uma postura de unidade e espero encontrar lideranças católicas, evangélicas, de todas as religiões que sejam favoráveis (ao projeto).

Fórum  Por que esse debate, da criminalização da homofobia, não avança no Congresso Nacional?

Rosário – Porque o Congresso Nacional está movido por uma onda de preconceito muito grande. Nós precisamos defender firmemente o direito e a liberdade religiosa, mas ao mesmo tempo devemos defender o Estado Laico. As decisões dos representantes da população não podem ser tomadas pensando exclusivamente nas religiosidades e digo isso como uma pessoa que tem fé e grande parte das pessoas do Brasil, independentemente da orientação sexual, tem fé. Agora, a fé não pode ser motivo para intolerância e quando a gente vota uma matéria não pode fazê-lo pensando nos fiéis da igreja. Quando fazemos a lei temos que ter em mente o direito de toda a população.

 

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Zanchetta

Eu só queria saber se CSI

Eu só queria saber se CSI Maria do Rosário já se desculpou com a polícia de São Paulo...

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Orlando

Aline C. PaivaSou negro. E

Aline C. Paiva

Sou negro. E conheço os problemas dos negros. Na pele...

Todos os exemplos, que você pegou, são de racismo e não de "homofobia". E alguns deles eu, como negro, sinto na pele.

Do mesmo modo, ainda me lembro de que por ocasião do debate pelas cotas/ações afirmativas para negras no Brasil, o Gunter se mostrava, grosso modo, contrário, ou melhor ele defendia cotas sociais. Em função de ausência de dados concretos de violência contra LGBTs, eu, tenho reservas à leitura LGBT da violência contra gays e lésbicas.

Enfim, boa parte das mortes violentas de LGTs, tidas como "homofobia", na verdade não o são. No entanto, entram na estatistica do movimento LGTS como uma atitude politica e estratégica.

Abs. 

[[[Pergunte ao rapaz que tomou uma lâmpada fluorescente na cara em plena Avenida Paulista o que ele acha do seu comentário.

Pergunte às calouras obesas da UNESP submetidas a um trote chamado "rodeio das gordas" o que elas acham do seu comentário.

Pergunte a qualquer mãe dos 111 executados no Massacre do Carandiru o que elas acham do seu comentário.

"Sessenta por cento dos jovens de periferia sem antecedentes criminais já sofreram violência policial.

A cada quatro pessoas mortas pela polícia, três são negras.

Nas universidades brasileiras, apenas dois por cento dos alunos são negros.

A cada quatro horas um jovem negro morre violentamente em São Paulo." 

(Racionais MCs, Capítulo 4 Versículo 3, 1997)]]]]

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Sempre fui favorável a cotas raciais

http://jornalggn.com.br/blog/luisnassif/sobre-imigrantes-racismo-no-brasil-e-nacionalismo

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"Se você pode sonhar, você pode fazer" - Walt Disney

Homofobia, racismo,

Homofobia, racismo, conservadorismo, quem tem ainda tem tempo pra isso? Estamos no século 21, Let's move on!

Ao invés de se preocupar com a orientação sexual dos outros vá fazer um crochê, um tricô, esculturas de epox, faça alguma coisa, vá se distrair.

Quanto a lei, penso que estamos no Brasil.

E por conta disso, começo a pensar que quando não queremos, ou não temos condição de resolver um problema, criamos uma lei.

Ficar criando leis está começando a virar um atestado de incompentência.

 

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basílio

Não acredito na eficácia de

Não acredito na eficácia de leis e mais leis ditas para proteção específica de segmentos da população ou de  supostas minorias.

Acredito que enquanto não aplicarmos severamente as leis existentes para punir quaisquer atos ou estímulo de agressão, segregamento, humilhação pública, desrespeito ou de manifestação de ódio contra qualquer pessoa ou grupo, independente de denominação ou classificação (as vezes arbitrária ou subjetiva), nada trará resultados.

Quem agride outrem, salvo em ato de legítima defesa, deve ser condenado, pegar uns bons anos de cadeia e/ou uma multa que lhe despedasse o bolso.

Não vai ser nenhuma Lei Maria da Penha, em minha opinião, que evitará que animais covardes agridam mulheres, mas sim a certeza da punição dura e sem perdão.

Um homem ou uma mulher que seja agredido por outros não é menos (nem mais) grave do que um gay na mesma situação, sejam eles brancos, negros ou amarelos.

O mesmo raciocínio vale para qualquer outro segmento da sociedade ou indivíduo.

Só a educação e/ou a certeza da punição contém impulsos de animais.

De todo modo achar que essas coisas politicamente corretas, apenas por serem politicamente corretas na teoria, vão funcionar num lugar que nem sistema penitenciário descente tem, em que o sistema judiciário é lento e injusto e que a polícia não resolve nem 10% dos casos de homicídio é uma anedota trágica.

É aí que está a raiz de boa parte dos problemas.

Estamos em um dos lugares mais violentos do mundo, se não o mais violento, responsável por mais de 11% dos homicídios globais, isso com uma população de cerca de menos de 3% da população planetária.

A primeira coisa a fazer é a classe dominante, que se diz elite, política e econômica, tomar vergonha na cara, ter um mínimo de cidadania  e começar a trabalhar por um país melhor para todos em vez de pensar exclusivamente em autopromoção e dinheiro no bolso.

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Demagogia eleitoral

Maria do Rosário volta à carga; e o Gunter também (embora o seu candidato Presidencial é apoiado pelos defensores da “cura Gay”).

A Maria do Rosário pagou mico, recentemente, ao condenar antecipadamente e fomentar ódio e manifestações pelo suposto assassinato de Gay. Houveram marchas de protesto e etc. Este blog ferveu de caça às bruxas e de declarações incendiárias. Foi tão sério que alguém falou aqui no blog: “o rapaz tinha que ter sido assassinado” para dar razão a tanto exagero. A própria família do rapaz veio a reconhecer, depois de assistir aos vídeos que mostram os últimos minutos do rapaz, de que não houve assassinato nenhum.

 

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Criminalizar o sujeito e não a ação delituosa

Forma esperta de criar grupos com direitos especiais, vivendo na tribuna da sociedade, no Alfaville da nação, no camarote do mundo. É uma tentativa de minorias espertas de tornar criminoso a um sujeito por causa do que ele possa pensar em relação ao LGBT, mas não pela sua ação efetiva, pois – em tese - uma ação delitiva é sujeita a punição independentemente de quem seja o infrator: negro, branco ou LGBT. Qual é o objetivo de criar uma segunda lei pelo mesmo delito? A população sair na rua com medo de contrariar um desses “seres superiores”? Com tanta lei especial, se você vai de carro sem freio e aparece pela frente um Gay, um cachorro, um pivete de raça negra, um judeu, e a sua mãe, sai mais em conta atropelar a mãe, a não ser que ela tenha carteirinha de algum movimento feminista.

 

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Maria Regina

Concordo plenamente com você,

Concordo plenamente com você, Alexis. 

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NNN

Liberté, ÉGALITÉ, fraternité...

Vou preparar um PL igualzinho para a teutofobia, argentinofobia e a nipofobia.

Alemãozada, argentinaiada e japaiada: uni-vos! :-)

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De quantos casos de morte por essas pretensas fobias vc soube?

É piada, né? O smiles indica isso. Porque, se nao for, francamente! 

E acho que nao se deveria brincar com isso... 

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NNN

PS

Se voce notou o 'smiley" poderia também ter notado a palavra igualdade em maiúsculas, no assunto.

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O q vc quer dizer c/ isso? Nao se pode igualar coisas diferents!

Se nao há ataques a esses grupos, nao faz sentido estabelecer proteçao para eles. Parece que bebe... Era a sério? 

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NNN

Pêndulo...

Qual a tua dificuldade para separar a parte séria (meu "grito" por igualdade) da jocosa?

Ainda: em que planeta voce vive quando afirma que outros grupos (quaisquer grupos!) não são vítimas de violência, de todos os tipos, diga-se de passagem? Especificamente em relação aos homicídios: não é difícil entender que quem resolve matar uma pessoa já fez uma escolha moral muito mais importante e grave do que reparar em sua preferência sexual, etnia, religião, etc. E estas características nada tem a ver com as qualificações de homicídios já previstas em leis: premeditação, requintes de crueldade, etc.

Acho que criar leis para pretensamente proteger grupos definidos: a) criará "castas" de vítimas e de criminosos, b) não resolverá o problema da violência arraigada e espalhada linearmente em nossa sociedade e c) não diminuirá as fobias e preconceitos dos imbecis desta mesma sociedade. Este tipo de coisa não existe em sociedades que relevam a vida.

Mas fique a vontade para qualificar homicídios quanto a etnia, religião, preferências sexuais, clube de futebol, etc.. Voce pode apoiar estas leis de exceção, criadas por quem vive de dividir a sociedade (ministério da igualdade?), eu não, "capisce"?

PS: um pouco de calma te faria bem, não?

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Maria do Rosário, a intolerante-mor

O projeto petista para a supremacia gay - PL 7582/2014

 

Prisão de um a seis anos e multa, esta é a pena estabelecida no projeto de lei protocolado pela deputada petista e ex-ministra Maria do Rosário, para quem causar dano emocional ou diminuição da auto-estima de alguém que se enquadre em algum dos inúmeros grupos "minoritários". Aliás a mais branda delas.

 É um projeto de lei feito sob medida para o movimento gayzista. Repleto de diversionismos que buscam ocultar o seu real objetivo, porém basta o ler com atenção para ver como todo o poder do Estado será utilizado brutalmente contra os que não se submeterem à intolerância gay.   Também permitirá a censura aos livros religiosos, até mesmo à Bíblia, pois para o gayzismo ela é um livro de ódio, por criticar veementemente a sua prática sexual. Basta ler o artigo 5º.  Mais grave ainda, no seu artigo 6º equipara as ONGs aos entes públicos, união, estados e municípios na implementação das políticas da supremacia gay.  Na verdade isto é mais que um projeto de lei, é o projeto do lixo com o qual a esquerda pretende extinguir as práticas sociais, culturais e morais da sociedade brasileira.  PL 7582/2014 de autoria da deputada pelo PT, e ex-ministra da presidente Dilma, Maria do Rosário.  Estamos em ano de eleições, tão importante quanto enfraquecer a campanha presidencial do PT é evitar que o próprio e os demais partidos esquerdistas aumentem suas bancadas no Congresso Nacional. Sob pena de eterna submissão à perversão. 

 

 

 

 

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Orlando

Factóide LGBT

Acho que o movimento LGBT é extremamente competente em criar factóides. Ponto para eles.

1. A tal morte de LGBTs por "homofobia" é, não raro, envolta em falta de dados reais sobre os meandros das ocorrências. Ou melhor, qualquer morte violenta de um LGBT é creditada à "homofobia". No entanto, boa parte das mortes violentas de LGBTs ocorrem em função de brigas passionais, e no caso os dois são gays ou lésbicas ou afins. Ou em função de desentendimento entre garoto de programa e seu cliente, novamente, nesse caso os dois são gays ou lésbicas. Enfim, os boletins de ocorrência policiais não contemplam detalhes sobre o genero do agressor/agressora, logo, a estatistica de violência contra LGBTS é, no minimo furada ou duvidosa. Ademais, existe a possiblidade de morte violenta em função de latrocínio. Por fim, segundo dados contábeis do próprio movimento LGBT, por ano, no Brasil, morrem, num universo de cerca de 50.000 por 100.000 habitantes apenas cerca de 300 LGBTs por morte violenta - enfim, morrem mais velhinhas de forma violenta do que LGBTs. Essas 300 mortes violentas de LGBTs, confrontada com milhares de mortes violentas de jovens negros, justificaria, então, medidas mais duras para coibir a violência contra negros. Ou o contra racismo. No entanto, elas não são necessárias. a atual legislação já preve isso.

Enfim, como saber se as mortes violentas de negros são, efetivamente, só, em função do racismo?

 

2. O pessoal LGBT, no Brasil, tem um poder aquisitivo maior, do que a média dos brasileiros, logo, eles não tem tem tantas barreiras de preconeito ou perseguição como dizem.

[[[[[Não é novidade que os gays e as lésbicas viajam mais, tem melhores casas e automóveis, gastam mais em roupa e em produtos eletrônicos, pois contam com mais renda disponível. Os dados da comunidade LGBT brasileira mostram esta realidade.A nível mundial, se estima que a população  LGBT  possui um poder aquisitivo de três bilhões de dólares  Paul Thompson, fundador da LGBT Capital, disse que o mercado brasileiro LGBT alcança uma quantidade de 300 milhões  de dólares e está no auge. Esta estimativa  poe  o segmento gay do Brasil, somente atrás dos chineses (350 milhões de dólares), Europa (870 milhões de dólares) e Estados Unidos (750 milhões de dólares).]]]]]]http://futiloupolitizado.blogspot.com.br/2013/07/sociedade-etc-brasil-e-o-mercado-lgtb.html  Com o casamento entre pessoas do mesmo sexo no Brasil vai aumentar o número de pensões a viúvas e viúvos. Como não há a figura do marido ou esposa em casamento LGBT e sim a do companheiro, os casmentos homoafetivos terão pensão para qualquer um dos conjuges, isto o homem marido ou o homem esposa e/ou a mulher marido e mulher esposa. Num casamento heterosexual, via de regra, só a mulher recebe pensão de forma automática. Se no caso o marido quiser pensão terá que entrar com um processo. Enfim, os gastos da Previdência, no Brasil, vão aumentar e com o mesmo número de contribuintes. A conta não vai fechar. Simples, como sempre faz, o governo vai dificultar a aquisição de pensão para todos.

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Aline C Pavia

Lâmpada branca na cara

Pergunte ao rapaz que tomou uma lâmpada fluorescente na cara em plena Avenida Paulista o que ele acha do seu comentário.

Pergunte às calouras obesas da UNESP submetidas a um trote chamado "rodeio das gordas" o que elas acham do seu comentário.

Pergunte a qualquer mãe dos 111 executados no Massacre do Carandiru o que elas acham do seu comentário.

"Sessenta por cento dos jovens de periferia sem antecedentes criminais já sofreram violência policial.

A cada quatro pessoas mortas pela polícia, três são negras.

Nas universidades brasileiras, apenas dois por cento dos alunos são negros.

A cada quatro horas um jovem negro morre violentamente em São Paulo." 

(Racionais MCs, Capítulo 4 Versículo 3, 1997)

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André Sousa Reis

Baseado nessa premissa que tal acabar com a Lei Maria da Penha

E também com a criminalização do racismo, é cada uma que tenha a santa paciência!!!

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Orlando

André Souza Reis Violência

André Souza Reis

Violência contra a mulher é um fato histórico. E quase epidêmico. Sobretudo, na pirâmide social e economica de sexos, e generos, grosso modo, a mulher está abaixo de homens e LGTs. Ações afirmativas para corrigir os problemas de exclusão e violência da mulher são necessários.

Em relação ao negros, para ilustrar, eu diria que a violência, em todos os sentidos, é tão cruel e surreal, quanto a aceitação dessa violência [além da exclusão social e economica], como algo quase natural pela sociedade brasileira. Violência contra o negro no Brasil é assepcia étnica - ainda com ecos da eugenia do início do século XX no Brasil. Como diz o Emicida: Ser negro no Brasil é foda!!! Aqui negro é fuzilado dentro de seu carro pela polícia por que o "senso comum"/racismo diz que negro de carrão é bandido.

Enfim, no mesmo lugar que entra um gay/lésbica branco/a, às vezes, o gay/lésbica negro/a é barrado/a. Ou, o caso da estudante negra de mediciana da USP, este ano, que foi barrada na própria faculdade por ser negra.

Os números da violência "homofóbica, contra LGBTs, no Brasil, não se sustentam, pois, as estatisticas são dos grupos LGBTs que consideram qualquer morte violenta de LGBTs como sendo  "homofobia". Isso quando grande parte das agressões e, eventuais mortes, ocorrem dentro do próprio universo LGBTs, isto é, o parceiro que mata o parceiro ou o cliente gay qua mata o garoto de programa gay. E vice versa.

Ademais, trepar, com qulquer um - e  ao ar livre, no Parque do Ibirapuera à noite, não é a forma mais segura de se levar uma vida segura. Ou travestis se prostituindo na quebrada noite em becos escuros. 

Enfim, até fatos concretos, sobretudo, amparados em pesquisas isentas, a tal violência "homofóbica" será apenas uma jogada, muito inteligente, de marketing politico em favor dos LGBTs. E só.

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Quem sabe agora vai... Por

Quem sabe agora vai...

Por sinal, adorei essa parte abaixo, até por já ter me manifestado no blog nesse sentido, da ausência de uma cultura de respeito ao próximo, independente de quem for. Tolerância sempre me passou uma visão de esforço para suportar algo, quando o foco deve ser a construção de um sentimento de natural de aceitação do outro.

Realmente acredito que a gente deve gerar uma cultura de respeito e  não usaria a palavra tolerância, pois as pessoas precisam saber que é preciso muito mais que tolerar umas às outras, as pessoas precisam ser movidas pela consideração e pelo respeito mútuo.

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Tolerância é um termo sempre inadequado,

pois tolerância se tem com o equívoco. Toleramos o bêbado que assedia em festas, toleramos o vizinho que faz barulho de madrugada, etc.

O certo é ser não-intolerante. O que é ser respeitoso.

É a intolerância que surge em relação a coisas boas ou que não fazem mal a ninguém. É a intolerância que é manipulada na política.

LGBTs e outros vulneráveis querem portanto respeito, não 'tolerância', pois não há nada conosco a 'tolerar'.

E, claro, que a intolerância seja coibida e desestimulada, ao contrário do que ocorre hoje onde é quase oficial.

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"Se você pode sonhar, você pode fazer" - Walt Disney

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agincourt

PL 7582/2014

Gunter, olha só, a Maria do Rosário passou mais de três anos chefiando a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República até ser defenestrada pela presidenta Lula e substituída pela dócil vai-pronde-mandam Ideli Salvatti.

Quem tu achas que tem mais peso para o lulopetismo: a bancada evangélica ou a Maria do Rosário, uma reles deputada?

Prognóstico: o PL 7582/2014 vai dormir na gaveta.

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Eu também acho que vai dormir na gaveta.

É óbvio que, dada a insegurança do governo em eleições para cargos executivos, agradar a bancada evangélica é a prioridade do governo. E isso nem é chantagem ou concessão, é proposital mesmo. Partidos que dependem de votos de massa se refugiam no conservadorismo popular. É assim na Rússia, na Turquia, no Equador.

O teatro atual na Câmara de Deputados é esse, projetos de interesse LGBT não vão pra frente para não prejudicar campanha "família" de aliados fundamentalistas do governo.

É para isso que o PT detém as presidências das comissões relacionadas: Direitos Humanos, Família e Seguridade Social, Constituição e Justiça. Para que não passe nada que constranja, mas também para que não se avance.

E esse projeto nem é sobre homofobia em particular, é sobre crimes de ódio e de preconceito em geral:

http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra;jsessionid=D...

Está sendo divulgado no facebook e para a imprensa como sendo contra a homofobia porque o PT percebeu que é muito criticado no assunto. Afinal, tirando dois políticos do PCdB, bastante comprometidos com o governo, não há mais nenhum militante LGBT conhecido nacionalmente que elogie o governo ou o PT em blogs ou redes sociais.

Mas acho bom que alguém do PT, ainda que seja apenas uma deputada, use direitos civis para tentar se reeleger.

Já é uma pequena evolução positiva em relação ao que vimos nos últimos 3 anos e meio.

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"Se você pode sonhar, você pode fazer" - Walt Disney

Avante, Maria do Rosário.

Avante, Maria do Rosário.

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Sou contra! A proteção já

Sou contra! A proteção já existe.

 

Estamos virando uma sociedade de castas. Ta bom já. Para!

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André Sousa Reis

Baseado nessa premissa que tal acabar com a Lei Maria da Penha

E também com a criminalização do racismo, é cada uma que tenha a santa paciência!!!

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