
A esquizofrenia do programa de Governo de Marina Silva (2) é patente. Nele, procura-se conciliar objetivos radicalmente antagônicos. Um daqueles objetivos seria combinar um suposto “desenvolvimentismo” com o incontestável ultraconservadorismo macroeconômico. O papel aceita tudo, mas os projetos são ideologicamente conflitantes, e a conta não fecha.
A polaridade conservadora é conhecida: Banco Central independente e “tripé” macroeconômico puro-sangue. A pretensa polaridade ‘desenvolvimentista’ aparece, por exemplo, no objetivo de “criar o ambiente necessário a um novo ciclo de desenvolvimento” (Eixo 2), no qual “nenhum programa de governo faria sentido se não estiver ancorado no ‘bem-estar da população’”. Dessa forma, “as políticas sociais são o motor de uma visão de justiça e redução das desigualdades, pela garantia de acesso universal e digno a bens e serviços públicos relevantes, direito inalienável de cada cidadão” (Eixo 4).
A entrevista concedida por Marina Silva ao jornal Valor Econômico (11/9/2014) (3) revisita esse poço de contradições. A candidata desautoriza seu principal assessor econômico, e afirma que fará concomitantemente aumento do gasto social e ajuste fiscal. “Com certeza o que Giannetti estava dizendo é que essas coisas acontecerão juntas”. O assessor pelo menos foi honesto: avisou que priorizaria o ajuste macroeconômico. (4)
Essa decisão decorre de uma “conta que precisa ser feita antes”, não considerada pelos seus adversários do PT e do PSDB: “é a conta negativa de não fazer as escolhas de investir na saúde, educação, segurança, transporte digno, qualidade de vida e serviços que os brasileiros estão cobrando (…). Como é que alguém reivindica governar para deixar tudo como está? Nós estamos fazendo uma escolha”.
No caso da educação, compromete-se com a aplicação de 10% de recursos e com a antecipação da meta de universalizar a educação de tempo integral. Também se compromete com as mudanças na regra do “fator previdenciário”: “não vamos nos conformar com a ideia de que os aposentados deverão ser punidos”.
O espaço fiscal para cumprir os ambiciosos objetivos sociais previstos no programa de governo (estimados em mais de R$ 140 bilhões) viria do “combate à corrupção”, da melhoria na “eficiência do gasto público” e (pasmem!) da redução da taxa de juros: “a redução de um ponto percentual nos juros, na taxa Selic, significa cerca de R$ 25 bilhões. Este dinheiro circulando na economia alimenta o processo que nos ajuda a ir criando o espaço fiscal para os investimentos” (sic).
A ampliação do espaço fiscal também seria fruto de “políticas macroeconômicas que façam com que o Brasil possa crescer”. O crescimento proporcionaria a “ampliação do orçamento (necessária) para que possamos fazer os investimentos”. Além disso, o crescimento reativará a competitividade da indústria nacional, hoje “reduzida a pó”. Como crescer? Para Marina é muito simples: basta a “credibilidade” da “nova” política econômica.
Segundo a candidata, o baixo crescimento atual deriva do descrédito do governo que “não fez a lição de casa”: “Quando as demais economias do mundo começam a se recuperar do tsunami com que foram assoladas (…) o Brasil vive o tsunami de não ter feito o dever de casa”.
Observe-se que sua visão contradiz as conclusões do recém-divulgado relatório “Governança Global e Policy Space para o Desenvolvimento” (Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento – Unctad), segundo as quais a recuperação da economia global continua fraca, seis anos após o início da crise internacional de 2008. Para 2014, a UNCTAD prevê que o crescimento dos países desenvolvidos e dos países da América Latina deve ser em torno de 1,8% e 2%, respectivamente. (5)
Não sobra pedra sobre pedra desse pretenso viés “desenvolvimentista”, quando a entrevista passa a tratar da ultra ortodoxa gestão do “tripé macroeconômico” (meta de inflação, superávit primário e câmbio flutuante), a cargo dos “homens de bem” que estarão à frente do Banco Central Independente (austeridade monetária) e do Conselho de Responsabilidade Fiscal (austeridade fiscal).
Segundo a candidata, a autonomia do Banco Central (BC) serve “para recuperar credibilidade, para que o país volte a ter investimentos, volte a crescer”. No seu governo, o BC estaria “a serviço da sociedade para ajudar a controlar a inflação, preservar o emprego e investimentos”. O Estado não deve “governar apenas para os fortes” e sim “com justiça para todos” – é Marina Silva, taxativa.
Essa visão bipolar parece um caso típico de “autoengano” que já foi tema até de livro, (6) que aborda as “mentiras que contamos a nós mesmos”. Segundo o autor, “mentimos para nós o tempo todo” e “só levamos realmente a sério os argumentos que sustentam nossas crenças”. Para superar esse estado de alma, é preciso analisar os caminhos que nos levam até ele. Seguindo a risca as recomendações do autor, vamos aos fatos.
Em entrevista concedida em meados de 2014, Eduardo Campos, então candidato a presidência pelo PSB anunciou seus planos de reduzir a meta de inflação para 4% (em 2016) e 3,5% (2018) (7). Para cumprir esse propósito seria dada autonomia legal ao BC.
Após a morte de Campos, Marina Silva falou do “peso da responsabilidade” e demonstrou vontade de levar adiante o projeto construído por ele. Claro, elementar, que manter a inflação num patamar inferior ao atual (única missão do BC independente) requer juros básicos nas alturas (único instrumento de política monetária do BC independente). O poder econômico agradece pelos lucros especulativos com títulos do Tesouro Nacional.
Juros básicos altos (já chegaram a 44% nos anos de 1990) trarão recessão, desemprego, e redução das receitas governamentais. Com câmbio flutuante, o Real será valorizado e comprometerá a competitividade da indústria. A elevação dos juros ampliará novamente a dívida pública liquida como proporção do PIB (caiu de 60% para 33%, entre 2002 e 2014). A meta de superávit primário terá forçosamente de ser ampliada, para pagar parcela dos encargos financeiros, restringindo as possibilidades do gasto social. Serão necessárias novas reformas liberalizantes para suprimir direitos sociais universais (previdência, saúde, educação, mobilidade etc.).
Mas os meandros do “autoengano” levam à absurda suposição de que superávit primário seria obtido, pasmem, pela redução dos juros (“fazendo uma política de redução de juros, cria-se um processo virtuoso na economia”). O ajuste fiscal também seria possível pela adoção de outras “políticas combinadas” com o objetivo de ampliar a “eficiência do gasto público”, combater o “inchamento da máquina pública”, estimular “um novo modelo de gestão” e “reduzir ministérios” com base em “critérios altamente rigorosos, sem prejuízo dos serviços e daquilo que a sociedade espera do Estado”. Para esclarecer os eleitores, seria oportuno que a candidata apresentasse estimativa da economia que adviria dessas medidas (em proporção do PIB).
A autonomia legal do BC fortalecerá o poder econômico em detrimento da política, da democracia e dos esforços para um projeto de desenvolvimento com justiça social. Como afirmou André Singer, trata-se de uma ação deliberada do poder econômico “de subtrair a soberania popular do centro da política que é a política econômica”. Em outras palavras, a democracia deixa de ter ação sobre o núcleo da política econômica.
Sequer nos EUA, meca do liberalismo econômico, o Federal Reserve Bank tem como única missão manter a inflação dentro da meta. Um dos seus propósitos é atuar para influenciar “as condições monetárias e de crédito na economia em busca do emprego máximo, preços estáveis e taxas de juros de longo-termo moderadas”. Um olho no gato, outro no peixe. Marina faz diferente: quer dar autonomia legal ao gato.
Não há nada mais velho e ultrapassado que a “nova” economia defendida pela candidata. Baseia-se no enganoso “culto da austeridade”, remédio clássico seguido no Brasil dos anos de 1990 e que está sendo aplicado na Europa desde 2008 com resultados catastróficos (na opinião de Paul Krugman, crítico insuspeito). (8)
Mas o ímpeto “social-desenvolvimentista” tem inúmeros outros capítulos. Um deles é a Reforma Tributária. A candidata promete mandar, “no primeiro mês do governo, uma proposta de reforma tributária para o Congresso com base no princípio da justiça tributária, transparência e simplificação”.
Mas ninguém explica como sairá da “sinuca de bico” quanto à governabilidade, na qual está enredada. Foi o que lhe perguntou a jornalista que a entrevistava: “se não fizer alianças tradicionais, ficará na minoria e corre o risco de crises constantes; se formar maioria, não abandona a promessa de nova política e decepcionará eleitores?”.
Para Marina, a saída é simples. Basta deixar o “terreno da opção” e adentrar no “terreno da escolha”. Na opção, “pega-se o que já existe e o que é mais vantajoso para você”. No caminho “da escolha”, “escolhe-se o que ainda não existe e você trabalha para construir”. Assim, a governabilidade requer apenas esforços para “renovar os procedimentos na política e contribuir para renovar a política”. Nesse sentido, pretende “instituir um governo com base em um programa e não em um cheque em branco, que depois buscará governabilidade com base na distribuição de pedaços do Estado”.
E a candidata Marina Silva arremata a entrevista com uma confissão: “Eu sou uma mulher de fé, e a Bíblia é um livro que marca profundamente a minha história. Sou movida a fé e a determinação”. Que Deus nos abençoe!
Referências:
(1) Economista, doutor em Ciências Econômicas pela Universidade Estadual de Campinas. Atualmente é professor do IE-UNICAMP e pesquisador do Centro de Estudos Sindicais e do Trabalho (CESIT) desta instituição, coordenador da rede Plataforma Política Social – Agenda para o Desenvolvimento (www.plataformapolicasocial.com).
(2) http://marinasilva.org.br/programa/
(6) Eduardo Giannetti. Autoengano, São Paulo: Cia da Letras, 1997.
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Comentários
A mulher que fala com clareza
dom, 14/09/2014 - 01:36
"Osmarina, a mulher que fala com clareza, decretou “Vamos governar com os nomes que estão no banco de reservas do PT e do PSDB. Os homens e mulheres de bem virão para nosso governo”. Sabedoura que no PT não existe alguém de bem, a Fada Florestal, com a languidez esotérica que lhe é peculiar, aponta apenas para nós a árdua tarefa de reconstruir a nação.
Não decepcionaremos Osmarina, Neca, Lara Rezende, Malaphaya, Gianetti, Rands e as fileiras do Clube Militar. Haveremos de transformar a economia em paz de espírito e a paz de espírito em adoração ao Senhor.
Glória a Deus
Haleluiah…"
Do Blog do Professor Hariovaldo :
http://www.hariovaldo.com.br/site/2014/09/12/finalmente-chegou-a-nossa-vez/
Demarchi
até onde esse poço de
sab, 13/09/2014 - 23:29
até onde esse poço de contradições nos levará?
Marina Silva quer o cargo de
sab, 13/09/2014 - 12:16
Marina Silva quer o cargo de Presidente. Ela quer entrar para História do Brasil, mesmo que que venha a ser despejada do Palácio do Planalto a força em razão de destruir as esperanças, os empregos e as vidas de milhões de brasileiros. Marina Silva quer ser salva do anonimato ainda que para isto tenha que fazer o país naufragar no caos. Ela é a versão feminina e enfeada de François Hollande, aquele socialista de merda que aderiu ao neoliberalismo, produziu desemprego e se tornou o mais impopular presidente francês das últimas décadas.
A diferença entre Marina Silva e Hollande é sutil. Enquanto o Presidente francês pode contar com a emigração de milhares de desempregados e descontentes para o Brasil, Marina Silva não poderá safar-se com uma emigração de brasileiros para a França. Além da crise de desemprego na França, todo mundo sabe que os brasileiros recebem melhor estrangeiros do que os franceses (que tem se tornado cada vez mais xenófobos nos últimos anos).
Educação cívica urgente!
sab, 13/09/2014 - 07:30
Se depender da cultura política do nosso eleitorado corremos riscos em cada eleição.
A entrada da religião (até Malafaia quer fundar partido próprio) é um sinal sério para esta situação. Brasil poderá virar um "Aiatolado" em qualquer momento se não melhoramos a educação e a comunicação política entre o governo e o povo, sem aquela tecla SAP manipuladora do PIG.
Produção crescente no pré-sal
sab, 13/09/2014 - 06:02
----A produção da camada pré-sal atingiu em agosto o valor de 532 mil bpd.
No dia 25 de agosto foi registrada a maior produção diária no pré-sal das Bacias de Santos e Campos, no valor de 581 mil bpd. Essas vazões também incluem a parte operada pela Petrobras para seus parceiros, e foram obtidas após a entrada em produção do poço LL-28 no FPSO Cidade de Paraty, que elevou o patamar de produção dessa unidade para 95 mil bpd, com três poços.----
Produção de petróleo no Brasil cresceu 2,7% em relação a julho
Rio de Janeiro, 12 de setembro de 2014 – Petróleo Brasileiro S.A. – Comunicados e Fatos Relevantes---Produção de petróleo e gás natural em Agosto-(pdf)
http://investidorpetrobras.com.br/lumis/portal/file/fileDownload.jsp?fil...
Petrobras informa que a produção consolidada de petróleo e gás natural da Petrobras, no Brasil e no exterior, alcançou 2 milhões 759 mil barris de óleo equivalente por dia (boed) em agosto, aumentando em 2,2% a produção registrada em julho, que foi de 2 milhões e 699 mil boed.
Produção de petróleo no Brasil cresceu 2,7% em relação a julho
A produção de petróleo da Petrobras no Brasil atingiu em agosto a média de 2 milhões 105 mil barris/dia (bpd), aumentando em 2,7% a produção de julho, que foi de 2 milhões 49 mil bpd. Com relação à produção total de petróleo operada pela Petrobras no Brasil, que inclui a parcela operada pela Companhia para seus parceiros, foi atingido em agosto o valor de 2 milhões 232 mil bpd – valor 3,7% superior aos 2 milhões 152 mil bpd que haviam sido alcançado no mês de julho.
A produção total de petróleo e gás natural da Petrobras no Brasil foi de 2 milhões 551 mil boed, indicando um aumento de 2,9 % em relação a julho (2 milhões 479 mil barris boed). A produção total de óleo e gás natural operada pela Petrobras no Brasil, por sua vez, foi de 2 milhões 736 mil boed no mês de agosto, 3,9% acima do volume obtido em julho (2 milhões 634 mil boed).
Crescimento da produção
O crescimento da produção decorreu, principalmente, do aumento do volume produzido pelas plataformas P-55, no campo de Roncador (Bacia de Campos), P-58, que começou a operar em março no Parque das Baleias (área norte da Bacia de Campos), e FPSO Cidade de Paraty, em Lula Nordeste (Bacia de Santos).
No mês de agosto, 11 novos poços offshore iniciaram a produção nas bacias de Santos e Campos e, com eles, um total de 47 novos poços já entraram em operação no ano de 2014. Com a chegada da embarcação do tipo PLSV (Pipe Laying Support Vessel) NO 105, da McDermott, em 30 de agosto, a frota da Companhia atingiu 15 embarcações.
Produção crescente no pré-sal
A produção da camada pré-sal atingiu em agosto o valor de 532 mil bpd.
No dia 25 de agosto foi registrada a maior produção diária no pré-sal das Bacias de Santos e Campos, no valor de 581 mil bpd. Essas vazões também incluem a parte operada pela Petrobras para seus parceiros, e foram obtidas após a entrada em produção do poço LL-28 no FPSO Cidade de Paraty, que elevou o patamar de produção dessa unidade para 95 mil bpd, com três poços.
Paradas de produção para manutenção e Novas plataformas
Cumprindo planejamento da Companhia, em agosto foram executadas paradas para manutenção em algumas plataformas, o que resultou na interrupção temporária de 25 mil bpd na produção média do mês. Entre as unidades que tiveram a produção interrompida para manutenção, destacam-se: P-56, no campo de Marlim Sul e P-19, no campo de Marlim. Essas unidades já retornaram à sua produção normal.
Produção de gás natural
A produção diária de 71 milhões 22 mil metros cúbicos de gás, em agosto, superou em 4% a produção do mês anterior, que foi de 68,3 milhões m³/d. A produção de gás operada pela Petrobras, que inclui a parcela operada para as empresas parceiras, alcançou 80 milhões 151 mil m³/dia, 4,7% acima dos 76,6 milhões m³/dia de no mês de julho. Registre-se o início da exportação de gás da P-62 em 30 de agosto.
Produção no exterior em agosto foi de 208 mil barris de óleo equivalente
No exterior foram produzidos, no mês de agosto, 208 mil barris de óleo equivalente por dia (boed), representando uma queda de 5,3% em relação aos 219,7 mil boed produzidos no mês anterior.
A produção média de óleo em agosto, de 115 mil barris de óleo por dia (bpd), ficou 4,3% abaixo dos 120,1 mil bpd produzidos no mês anterior e a produção média de gás natural no exterior foi de 15 milhões 807 mil m³/d, 6,6 % abaixo do volume produzido no mês de julho, que foi de 16 milhões 921 mil m³/d.
Essas reduções são devidas, predominantemente, a uma menor produção de gás e líquidos (LGN e condensado) no Lote 57 do Campo de Kinteroni, no Peru, como consequência de uma menor demanda por exportação de GNL a partir desse país.
Produção informada à ANP
A produção total informada à ANP foi de 10.507.616,94 m³ de óleo e 2.604.926,66 mil m³ de gás em agosto de 2014. Essa produção corresponde à produção total das concessões em que a Petrobras atua como operadora. Não estão incluídos os volumes do Xisto, LGN e produção de parceiros onde a Petrobras não é operadora.
url:
http://investidorpetrobras.com.br/pt/comunicados-e-fatos-relevantes/prod...
2014---distribuição de renda
Como ficará o crédito imobiliário no caso de vitória da Marina?
sab, 13/09/2014 - 03:47
Nesses últimos dias tem ficado claro uma coisa: a Dilma não vai mais apanhar calada.
Mas a Dilma deve falar na próxima oportunidade no que vai acontecer com o crédito imobiliário se a Marina ganhar as eleições.
Por exemplo, como ficará a situação dos brasileiros da classe média que compraram um apartamento em 2012, 2013 e 2014 para receber o imóvel em 2015, 2016 e 2017, pensando em obter um financiamento através da Caixa Econômica, Banco do Brasil ou mesmo de um banco privado para liquidar o saldo devedor?
A Marina vai lançar o mercado imobiliário numa baita de uma crise. E vai lançar no desespero do desemprego milhões de trabalhadores da construção civil.
Quem deve responder sobre
sab, 13/09/2014 - 11:23
Quem deve responder sobre isso é a Osmarina, não a Dilma.
Até parece que ela andou lendo algumas redações de Português
sab, 13/09/2014 - 03:31
de vestibulandos, que são um amontoado de frases desconexas. Um verdadeiro tributo a Estanilau Ponte Preta. Qual universidade deu um diploma a esta mulher? A cada dia mais eu admiro o Lula. Um cara que mal tem segundo grau mas que nunca disse este tipo de asneira. Com o tempo o Lula foi aprendendo e hoje até no Português ele é um craque. Isto sim se chama inteligência. Marina, apesar do tempo mostra que é tremendamente limitada e que não sabe sequer o que significa coerência interna de um discurso. Quando a coisa aperta ela apela para a ajuda da fé e recorre à Biblia Sagrada. Queiram os deuses que esta mulher não consiga chegar à Presidência de nosso país. Espero que isto realmente não aconteça e que terminada esta campanha ela se resigne em ser uma pastora de sua igreja.
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O mundo mágico de Osmarina
sab, 13/09/2014 - 02:47
Num passe de mágica no dia da sua posse todos os países lá fora recuperarão suas economias e tudo começará a crescer. Aqui, a credibilidade recuperada pela sua presença messiânica fará com que tudo se resolva desde o controle da inflação a investimentos. Os "homens de bem" resolverão todos os problemas do Brasil. Deus nos salve dessa Poliana do Acre.
Está tudo muito claro na
sab, 13/09/2014 - 01:10
Está tudo muito claro na proposta da Marina em relação aos juros: eles vão descer a subida ou subir a descida. Entenderam?.
Assunto já tratado
sab, 13/09/2014 - 00:38
Assunto já tratado por mim e vários outros neste blog: TEREMOS QUE FAZER DE TUDO PARA ELEGER DILMA OUTRA VEZ.
Não há nada mais a discutir, tendo em vista os adversários - AECIN e MARINADA.
Eu ainda acredito (vejam voces, que eu jamais imaginaria chegar a isto nisto), que a Marina repesenta um perigo maior para o BRASIL do que o Aecio. Ela representa a loucura de um governo messianico, orientado pela biblia e pelo pastor Malafaia e tendo como guru econômico o Gianetti e sua pretenção de um governo orientado pelo PIF, porem totalmente voltado ao mercado. A intermediação com as forças do poder seria feita pela "educadora" Neca do Itauùuuu!
Não seria necessário ter uma maioria na Câmara e Senado, pois tudo será arranjado divinamente, saida da "opção" e entrando na "escolha". Para que partidos e representantes para apoiá-la?
Pretendo gastar com programa sociais ao mesmo tempo que apoiará o "tripé".
ISTO NÃO É UM SAMBA DO CRIOLO LOUCO, NÃO SENHORES, ESTA PRETENÇÃO É UM LOUCURA DESVAIRADA! E sendo loucura, sabemos ao que levará - ao mesmo que o Jânio e o Collor. Não tinham partidos, não tinham projetos, não tinha nenhuma idéia, a não ser - QUERO SER PRESIDENTE. Assim sendo o golpe político, jurídico ou militar (ou os tres juntos novamente) acontecerá e ficaremos mais 20 anos sob a tutela fascista de uma minoria.
julião
marina deu um tapa na cara dos trabalhadores pobres!
sex, 12/09/2014 - 22:22
Tudo para os poderosos! Tudos para os privilegiados! É isto o que significa o neoliberalismo desvairado com que marina se comprometeu.
E o povo que sofra com desemprego em massa, redução de salários, precarização do trabalho, redução de aposentadorias e corte de benefícios sociais... enquanto os banqueiros nadam na grana fácil.
marina quer roubar dos trabalhadores pobres e doar para os especuladores milionários.
"“O acordo é baixar a meta, a
sex, 12/09/2014 - 21:37
"“O acordo é baixar a meta, a Marina já deu um ok para isso”, disse Rands, acrescentando que ainda não se chegou a um percentual específico como alvo a ser alcançado."
Baixar a meta é proposta "mercadista" desde o primeiro mandato do Lula. No geral o jogo funciona assim:
1) SE a meta for baixada para, por exemplo, 3,5% com margem de até 5,5% - e considerando uma inflação igual a que temos tido, estouraríamos a meta logo no primeiro ano;
2) Ao mesmo tempo, os assessores de Marina acenam com um "tarifaço": inflação na veia, mas inflação de
preços administrados. O que quer dizer isso? Que os preços sobem mesmo que você jogue os juros em 1.000% ao ano;
3) Para controlar a inflação, Marina desde o ano passado vem falando no santificado "tripé econômico"; uma das pernas é justamente a subida de juros para controlara inflação, então...
4)... PRESTO! Retração econômica autoinduzida logo em 2015. Juros mais altos para controlar uma inflação que não baixará, porque não se trata de consumo, inclusive porque esse já se retrairá com um forte aumento da gasolina - que se reflete em TODOS os preços.
5) Ao mesmo tempo, o Real SE VALORIZARÁ. Como essa mágica? Simples, juros mais altos atraem dinheiro externo, dos "investidores", e o câmbio será "flutuante" (especuladores adoram essa palavrinha). Até aqui, enquanto Marina brinca de reinventar a roda e convencer os "melhores" de todos os partidos e os Setúbal estiverem rindo à toa, o que acontece com a Dívida Pública?
6) Vai subir degraus e mais degraus. Para combater o aumento do déficit público e produzir um lindo superávit primário, para "ganhar a confiança dos mercados" (FHC rides again), cortará em tudo, mas EPA! Onde ela terá que cortar?
7) Em emendas parlamentares? Pode ser - SÓ QUE NÃO. Nosso atual sistema é viciado em emendas e nem todo o messianismo de
Marina convencerá o "baixo clero", maioria em todos os Congressos eleitos no Brasil, a segui-la. Cortará nos juros pagos? Já vimos que não. Sobrará o quê para cortar? Tcham tcham tcham tchaaaam! Obras públicas e gastos sociais. Claro que a essa altura já teremos...
8)...alta da inflação, que tranquilamente estourará a meta inclusive rebaixada, alta dos juros tirando incentivos para que o setor produtivo invista (que segundo Gianetti "terá que desmamar") e preços mais altos inclusive em dólar. Mas não é só: o feliz desempregado dos "novos tempos da política" terá que lidar com dificuldade de refinanciar suas dívidas - de novo, os juros mais altos, maior dificuldade de encontrar recolocação, pois as próprias obras cortarão vagas em diversas áreas do país e, se ficar doente,
9) que não ponha muita fé no Mais Médicos: os assessores de Marina já vem contestando o "atual modelo" do programa, por contar com suspeitos cubanos, daquele povo imperialista - além do mais é um excelente programa para ter a verba cortada.
10) Não acaba aí. Mesmo com o país gemendo, esqueçam um alívio por baixa da SELIC, mesmo nesse segundo momento; NECAS de alívio. Isso por dois motivos:
10a) o BC "independente" terá um desempenho "técnico", ou seja, lutará gloriosamente para baixar uma inflação (na verdade, estagflação) criada pelo próprio governo Marina;
10b)em segundo lugar, assessores de Marina já preconizam "maior liberdade ao setor bancário privado". Ora, os bancos privados são TOTALMENTE livres para emprestar e investir como quiserem, mas qual a bronca deles? A suave redução de taxas e juros praticadas pelos bancos públicos, Caixa eBB. Adivinha quais bancos vão passar a cobrar mais e emprestar menos? Por fim,
11) MAIS uma rodada de inflação, dessa vez por conta dos aumentos de preços de produtos agrícolas. Ué, por quê? Porque entre as medidas do "desmame", fatalmente serão reduzidos os empréstimos (e/ou aumentados os juros) para investimentos em agricultura. O problema não é tanto com os grandes latifúndios, mas com os agricultores familiares, que têm pouca margem de manobra. Resultado: desemprego TAMBÉM no campo, MAIS inflação nas cidades.
X) Alguém acredita que nesse cenário haverá estabilidade política? E MCMV, etc
Z) Afinal, quando Marina encerrará o chororô de vitimização e passará a explicar no que consiste o seu "novo tempo"?
Taí, André. Você colocou tim
sab, 13/09/2014 - 02:27
Taí, André. Você colocou tim tim por tim. A mulher de fé será a mulher do pontapé na atual estabilidade econômica e social do país. Os pobres, coitados, pagariam - se a mulher do pontapé vencesse as eleições - todas as contas. A mesa estaria posta para os mais ricos se refestelarem. E o impressionante é que tudo o que ela propôs já foi aplicado em tempos não muito distantes. Seria a repetição de um filme de horror sem final, um pesadelo interminável. Fico pensando se ela tem noção de que 2 + 2 é igual a 4. O deslumbramento dela pelo Poder a está cegando. Ou, o que é muito pior, ela sabe sobre todas as consequências e não se importaria nem um pouco com isso. Quem botou na cabeça dela a viabilidade dessas medidas econômicas? Não é difícil descobrir, basta ver quem a está secundando. O fato é que ela tomou para si todos os mandamentos de seus atuais amigos. Imagino que se trata de uma questão que transcende a ligação política e deságua na amizade pura e simples. Não há, em suas relações com seus assessores, conhecimentos adquiridos em função de racionalidade e de viabilidade para a prática da governança. A fé, que ela brandiu, talvez se trate da fé em determinadas pessoas que lhe transmitem informações nas quais não enxerga defeitos, pois são seus amigos e jamais colocaria a palavra e o conhecimento deles em dúvida. Por mais que os pregadores afirmem a interferência divina em nossas vidas, os sábios e os filósofos já disseram há milênios que Deus é insondável. Ninguém nunca pôs os olhos Nele. Para um crente, ele se transmuta em algo no qual ele sente a presença divina. Mas é um amparo na solidão. Um consolo.
No caso dessa candidata, quando ela insiste na existência de homens de bem, eles se transmutam em pessoas nas quais sua fé está depositada. E, por ventura, a fé dela é a fé de todos? Como aferir a bondade dos homens? Não há parâmetros para tanto. Mas existe a fé, que é de caráter pessoal e intransferível, a não ser para quem segue alguma religião. No auge do nazismo, a propaganda foi tão contagiante e demolidora que quase todo o povo alemão passou a depositar sua fé em um homem absolutamente louco e completamente deslumbrado e obcecado pelo poder total de uma raça sobre todas as outras. Foi uma questão de fé que ultrapassou a própria política, pois não haviam outros partidos - daí a importância deles - senão o partido nazista. Sem partidos políticos a democracia deixa de existir. Uma das primeiras atitudes de Hitler foi destruir todos os partidos políticos. Todo poder e toda fé para o Fuhrer. E por que a fé? Porque a fé é cega, uma vez que não pode antecipar o conhecimento sobre o futuro. E daí advém aquela frase que é de uma tolice incomensurável, "Deus não quis" ou "Deus quis assim".
Tomemos uma vasilha e ponhamos os ingredientes a seguir: Meia tonelada de fé vinda de helicóptero e dois quilos de política. Amigos! Saiam correndo! É uma mistura explosiva. Mirem-se no Oriente Médio e tenham uma breve consciência do Inferno de Dante.
Cafezá, eu achava que era
sab, 13/09/2014 - 10:20
Cafezá, eu achava que era fé, como você sustenta. Mas a coisa é tão brava que não sei se é só fé. Não é possível que seja isso ou apenas isso. Ok, alguns evangélicos buscam tanto apoio nessa tal de fé que passam a incorporar arrogantemente o tal "se deus é por nós, quem é contra nós?". Será o caso?
Marina é indiscutivelmente alguém que soube enfrentar obstáculos. Será que não sabe do potencial destrutivo de suas "propostas"? Estaria tão cegada assim?
É possível, André, que ela
sab, 13/09/2014 - 14:34
É possível, André, que ela saiba sim. Mas essa questão da fé existe mesmo. Muito antes dela se aventurar na busca pela presidência, já colocava a fé em seus discursos como sendo algo de vital importância para ela.
Ela não tem como prosperar;
sex, 12/09/2014 - 21:09
Ela não tem como prosperar; só cresceu enquanto o povo pernambucano pranteava o Eduardo e a Globo e seus áulicos puderam apregoar, Brasil afora, a opção Barrabás; para seu projeto de anular Dilma e o PT. "Queremos Marina"! Todos nós estamos lembrados daquela pesquisa sôfrega de "Boca de Túmulo" promovida pelo consórcio Folha-Globo. Foi o elogio da desastrada raposa, cujo objeto de cobiça acabou por cair em colo errado.
É isso
sex, 12/09/2014 - 20:51
Mário Magalhães é um jornalista bem cotado por aqui.Vejam o que disse disse no seu blog:
No tradicionalíssimo Clube de Engenharia, aqui no Rio, um aliado da candidata à reeleição Dilma Rousseff enche o peito e,microfone à mão, esgoela-se:“A candidatura de Dilma pode ser anulada pelo Ibama: ela abateu um tucano e uma anta''.Ao seu lado, sentada na mesma mesa diretiva dos trabalhos, Dilma ouve o que se pretende uma piada.Como Aécio Neves é filiado ao PSDB, partido simbolizado por um tucano, a anta só pode ser Marina Silva.
Na presença da presidente da República, uma ex-senadora é chamada de anta.E Dilma cala, mesmo tendo a oportunidade de pedir para seu companheiro manter algum nível de civilidade na campanha. Isto é, não apela contra a baixaria proferida pelo colega de coligação. Agora, imagine o barulho do noticiário sobre o discurso do aliado da presidente e o silêncio dela, recusando-se a confrontar a desclassificação agressiva e pública da concorrente ao Planalto. Quantas horas na TV, no rádio, na internet?
Quantas páginas de jornais, quantos posts? O mundo desaba, afinal Dilma foi condescendente com o recurso apelativo do correligionário que compartilhava a mesma mesa com ela.
“Quem cala consente'', diriam os comentaristas
http://blogdomariomagalhaes.blogosfera.uol.com.br/2014/09/12/aliado-de-m...
Sua história foi contada pelo avesso.
sab, 13/09/2014 - 07:55
Para que seja verdadeira, basta trocar os nomes . Procedimento rasteiro, num espaço onde é permitido mostrar sua preferência, mas, sem MENTIRA ! Que coisa feia!
Caiu do cavalo!
sex, 12/09/2014 - 21:35
Lamentável, Sr. José Adaílton,
,
sua "meia" notícia foi antecipada pela notícia completa.
Coisa feia, Sr. Adailton!
Mário Magalhães
sab, 13/09/2014 - 19:08
Eduardo CPQs
Mandei o link (esqueço que poucos ou quase ninguém aqui assina o UOL-PIG, porém desconheço se este conteúdo é restrito) . O artigo já tinha sido publicado na íntegra? Se foi eu não sabia. Moral da história: eu não sabia de nada!
Marina cala ao escutar agressão verbal contra Dilma
sex, 12/09/2014 - 20:14
http://blogdomariomagalhaes.blogosfera.uol.com.br/2014/09/12/aliado-de-m...
Em evento com Marina, aliado da candidata do PSB chama Dilma de antahttp://int.imguol.com/comentarios/noticias/sprite.png); background-color: rgb(41, 122, 204) !important; background-position: 3px -157px; background-repeat: no-repeat;">2
Mário Magalhães
12/09/2014 13:47Compartilhe109283 Imprimir Comunicar erro
Imagine a cena.
No tradicionalíssimo Clube de Engenharia, aqui no Rio, um aliado da candidata à reeleição Dilma Rousseff enche o peito e, microfone à mão, esgoela-se:
“A candidatura de Dilma pode ser anulada pelo Ibama: ela abateu um tucano e uma anta''.
Ao seu lado, sentada na mesma mesa diretiva dos trabalhos, Dilma ouve o que se pretende uma piada.
Como Aécio Neves é filiado ao PSDB, partido simbolizado por um tucano, a anta só pode ser Marina Silva.
Na presença da presidente da República, uma ex-senadora é chamada de anta.
E Dilma cala, mesmo tendo a oportunidade de pedir para seu companheiro manter algum nível de civilidade na campanha. Isto é, não apela contra a baixaria proferida pelo colega de coligação.
Agora, imagine o barulho do noticiário sobre o discurso do aliado da presidente e o silêncio dela, recusando-se a confrontar a desclassificação agressiva e pública da concorrente ao Planalto.
Quantas horas na TV, no rádio, na internet? Quantas páginas de jornais, quantos posts? O mundo desaba, afinal Dilma foi condescendente com o recurso apelativo do correligionário que compartilhava a mesma mesa com ela.
“Quem cala consente'', diriam os comentaristas.
O contrário
Esta cena de fato aconteceu, nesta quinta-feira no Rio.
Mas, onde se leu Dilma, leia-se Marina, e vice-versa.
Eis a nota “Fino'', que saiu hoje no “Painel'':
“Do vice-presidente do PPL, Fernando Siqueira, em ato no Rio: 'A candidatura de Marina pode ser anulada pelo Ibama: ela abateu um tucano e uma anta'. A ex-senadora sorriu amarelo''.
Acrescento eu: “sorriu amarelo'', mas calou, sem repreender o dirigente de partido que integra a coligação que propõe Marina à Presidência.
A “anta'' a quem o aliado de Marina se referiu é, obviamente, Dilma Rousseff.
Ao lado de Marina, ele tratou a presidente da República como anta, e Marina calou.
Jornalismo
Não perderei tempo debatendo o mérito do tratamento ou o tratamento em si. Cada um que pense o que bem quiser.
Mas observo que somente numa nota do bravo “Painel'' eu soube do que aconteceu ontem no Rio (talvez tenha saído em outros veículos, mas sem maior repercussão).
Imagine se as personagens estivessem trocadas.
Também ontem, em sabatina a jornalistas de “O Globo'', Marina Silva disse ser vítima de um “batalhão de Golias contra Davi''.
Com o perdão da senadora, a julgar pela cobertura dos meios de comunicação nos últimos dias, se há um Golias nesse confronto, é ela mesma.
Gustavo Cherubine
E continua o massacre
sex, 12/09/2014 - 19:42
E continua o massacre contra Marina.
Corre o risco, pela primeira vez, uma candidata ser eleita por piedade.
O PT sempre foi um câncer peo país.
] Só que agora ,suas metástises estão espostas.
Gosta'ria muito de votar num partido de esquerda.
Mas com LulA Lamentando a morte do presidente dom Banco Santander e fazendo loas a banqueiros :'' nunca os banqueiros ganharam tanto como no meu governo''(sic ) não dá mais pra votar nos postes dele.
Deu ''tilt'' nos postes de Lula.
Vamos testar novas fontes de energia sem o PT.
a situação é critica
sex, 12/09/2014 - 19:41
Juros sobem ou juros descem ? o óbvio é que Marina não tem a menor condição intelectual para responder a pergunta. Com milhões dispostos a seguir a fada rumo ao abismo, fica este fenômeno do autoengano coletivo de proporções e consequências catastróficas . Conheço empreendedores bem sucedidos dipostos a correr o risco. Incrível o que anos de desinformação e mentiras da mídia venal causaram à população.
O Gunter gosta! rsrssrsrsr
sex, 12/09/2014 - 19:29
O Gunter gosta! rsrssrsrsr
Eu tenho uma solucao pra tudo
sex, 12/09/2014 - 19:28
Eu tenho uma solucao pra tudo muito mais rapida. A vara de condao de Harry Potter.
Segundo li...
sex, 12/09/2014 - 19:24
A senhora Osmarina, toma decisões, abrindo aleatoriamente a Bíblia! Que Deus nos ajude !!!
Duvido que os sonháticos
sex, 12/09/2014 - 19:16
Duvido que os sonháticos entendam o que a candidata declara. Creio que votam apenas contra o PT, porque não gostam do PT. Por que não gostam do PT? Porque não gostam, ué.
Deus nos livre
sex, 12/09/2014 - 18:26
de ter essa mulher como presidente. Autoengano é o mal que assola quem ainda acha que a Marina Silva é capaz de governar um país do tamanho do Brasil com o mínimo de racionalidade e lógica, tudo vai ficar a cargo de milagres.
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