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O “mascate” que virou de ponta cabeça a geopolítica brasileira, por J. Carlos de Assis

Aliança pelo Brasil

O “mascate” que virou de ponta cabeça a geopolítica brasileira

por J. Carlos de Assis

Nunca estive pessoalmente numa comitiva presidencial de acompanhamento do ex-Presidente Lula em suas viagens internacionais, que devem ter sido mais de cem em seus dois períodos de governo. Entretanto, ouvi vários relatos de convidados, participantes e jornalistas. O Presidente era recebido, sobretudo na África e na América do Sul, como uma personalidade mundial da mais elevada importância, um portador de dignidade e de esperança para cada um dos habitantes pobres e geralmente esquecidos desses países.

Mais importante, porém, para os interesses estratégicos brasileiros, eram as conexões que Lula estabelecia com as economias locais. O Presidente levava em sua comitiva, muitas vezes, dezenas de empresários industriais e de construção, escolhidos entre os que tinham efetiva possibilidade de desenvolver negócios e  vender e comprar produtos e serviços. Nunca soube de qualquer concessão de privilégios individuais. As oportunidades eram para todos, obviamente beneficiando mais os que tinham condições de aventurar-se na economia externa.

O Presidente se dizia um mascate em favor da economia brasileira. Fez o que nenhum outro presidente, antes dele, jamais esboçou fazer. A tradição dos nossos presidentes era o circuito Washington, Londres, Paris. Lula intuiu que não é aí que está o interesse nacional. Desses países temos tudo o que comprar, pouco para vender. Nossos mercados naturais estavam e estão na África e na América do Sul. Aliás, a respeito dessa última, as próprias contas externas estão aí para testemunhar esse acerto estratégico.

Um grande estrategista empresarial, cujo nome não citarei, observa que o ex-Presidente percebeu um ativo fundamental para o incremento de nossas relações externas na África e na América do Sul. Somos um país plural, sem preconceitos. Fomos colonizados, e odiamos o papel de neocolonizadores que algumas potências ocidentais continuam a desempenhar nesses continentes. Os brasileiros do setor de construção são benvindos e amados, ao contrário, por exemplo, de um frio canteiro de obras norte-americano.

Não é raro que, junto às obras, brasileiros estabeleçam relações de amizades com os locais, muitas vezes tornando-se padrinhos de casamento ou de batismo de casais que ali residem. Isso não existe com empreiteiras de outras nacionalidades. Daí se tratar de um campo aberto para nossas relações econômicas, em geral decididas no plano político pelos governantes, essencialmente por simpatia conosco, já que seria social e politicamente injustificável buscar fornecedores e construtores neocolonialistas.

Insista-se que a relação de Lula com as empreiteiras para que abriu espaço no exterior nunca teve uma conotação de favorecimento pessoal. Ele trabalhava para todas, para o Brasil. O Instituto Lula, que recebeu importantes doações depois que ele saiu do governo, na verdade foi montado como uma extensão privada desse trabalho. Lembro-me, a propósito, da primeira concorrência que a Odebrecht perdeu no Chile. Eu assistia, como repórter, a um seminário no Hotel Glória e vi o velho Norberto num canto da sala. Ele era avesso a jornalistas. Assim mesmo, me aproximei e lhe perguntei sobre a perda da concorrência para construção da hidrelétrica chilena. “Claro, disse ele, o Reagan ligou para Pinochet e me derrubou”.

Décadas mais tarde, soube o que Reagan, eleito mas ainda antes da posse, havia oferecido para que fosse vencida a concorrência por uma empresa norte-americana da preferência pessoal dele: simplesmente, relaxar a pressão em defesa de direitos humanos que o Presidente Carter vinha exercendo contra Pinochet. Enquanto coisas como essa fazem parte do repertório das relações das empresas norte-americanas com os países vassalos, nós temos que suportar o ataque de promotores brasileiros da Lavajato a nossas próprias empresas no exterior por suposta corrupção de autoridades e empresas locais.

Na verdade, o “mascate” virou de ponta cabeça as relações geopolíticas brasileiras no rumo dos interesses nacionais. Seu indiscutível carisma junto às massas internas projetou-se no mundo. Quando chegava a um país como Nigéria, os presidentes dos países vizinhos deslocavam-se para falar com ele e estabelecer relações políticas e econômicas. Isso, rigorosamente, jamais aconteceu na história deste país. E é este homem que se tornou alvo de um juiz e um bando de promotores federais cuja folha corrida em suposto serviço ao Brasil consiste em destruir empresas e a estrutura jurídica secular do habeas corpus, da presunção de inocência, do devido processo legal, criando a jurisprudência da presunção da culpa.

J. Carlos de Assis - Economista, doutor pela Coppe/UFRJ.

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24 comentários

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Antes de Lula, praticamente

Antes de Lula, praticamente todo o nosso comércio era feito com os EUA, mais uma vez a geopolítica brasileira dos últimos anos (hoje criminalizada pelas "forças ocultas") mostrou-se acertada quando, devido a crise de 2008 em todo o mundo, aqui foi uma marolinha por causa da diversficação do nosso comércio exterior e fortalecimento do mercado interno, bem como medidas tais como a queda das alíquotas para produtos, atos que aqueceram a economia, o que, também, via Operação Zelotes, virou crime. 

 

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...spin

 

 

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era republicana

o pior para esses

o pior para esses perseguidores de hoje e seus descendentes

é ler nos livros de história que lula foi um dos maiores estadistas  deste país...

será cantado em prosa e verso principalmente pelos

cantadores nordestinos e pelos cordelistas...

para os traidores, só autos-de-fé tipo calabar e joaquim

aquele que,.além de famfgerado  joaquim,  era silvério.

os eternos traidores dos reinos da morocracia.......

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"O MASCATE QUE VIROU DE PONTA

"O MASCATE QUE VIROU DE PONTA CABEÇA A GEOPOLÍTICA BRASILEIRA"  

Muuito mais que isso, há mais de trinta anos criei inúmeros novos amigos por causa da convergência política estimulada por Lula, mas também esfriei amizades antigas com pessoas pr´pximas (até familiares) .

Masm me sinto ótimo assim .

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Mais números, menos conversa

O gráfico abaixo compara a evolução das exportações entre o Brasil e a África (excluindo Oriente Médio) e os países da OCDE, no período de 2006 a 2015. A fonte dos dados é o AliceWeb do MDIC, que infelizmente aparenta ter um problema em 2012, por isso excluí esse ano.

À exceção do ano de 2009, em que é razóavel dizer que o efeito da crise de 2008 foi muito mais intenso nos países desenvolvidos que na África (à época se beneficiando - como o Brasil - do boom das commodities), as curvas de crescimento/queda nas exportações são surpreendentemente iguais. Minha singela pergunta é: cadê o efeito do "mascate"? Por que as exportações para a África não dispararam em relação às que vão para os países da OCDE? E se consideramos que o PIB da África neste período cresceu muito mais que o da OCDE, fica ainda mais difícil identificar que efeito o "mascate" teve na prática no comércio internacional do país. Se alguém tiver números concretos que provem o contrário, gostaria muito de vê-los ...

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Antes que queime suas valvulas

 Há, eu mostro o link! Gráficos existem de monte. Cada qual mostra o que interessa.https://brasilfatosedados.wordpress.com/2011/03/05/exportacoes-brasil-paises-ricosdesenvolvidos-e-pobresem-desenvolvimento-e-mercados-selecionadosusa-america-latina-china-europalo-africa-oriente-medio-e-mercosul-evolucao-nominal/  

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Caro robô de papel

Mostra os dados antes de 2006. Que tal na década de 90. O que eu vejo foi uma ascenção da curva apartir de 2006. Aparentemente como Moro, tu velho robota teve medo de mostrar. Outra coisa, explica para nos, usando seus microchips da década de 90, os 400 bilhões em reservas cambiais, os investimentos do Brasil em educação, construção, sociais e todas as obras do PAC sem vender um patrimônio público como fez FHC. 

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é isso que querem destruir:

é isso que querem destruir: o futuro desse pais, de forma que defender Lula não é defender apenas uma liderança que representa parte da população brasileira, é sim, sem a menor sombra de dúvida, é defender nossos intereresses geopolíticos e estratégicos: que este pais deixe de lado esse ódio disseminado pela Globo e não siga rumo ao próprio matadouro

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...spin

 

 

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Krug72

Dois errados não fazem um

Dois errados não fazem um certo. A despeito de ter feito coisas positivas, os eventuais delitos devem ser julgados e punidos caso seja necessário. A Madre Tereza pode ter feito muitas coisas pela humanidade, mas isso não lhe dava o direito de pegar uma metralhadora e atirar a esmo. 

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Caro Fred

Para de assustar o sonos dos adolecentes da década de 80 e volta ao século 21. Depois de mais de 10 anos de investigação (início do mensalão 2005), qual a acusação contra o Lula. Quando voce escreve eventual, quer dizer Globo e Moro e cia. Quantos aos tucanos as provas já ficaram indecentes, não eventual, mas aí você não cobra esta quadrilha isonomia investigativa não?

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Este Mascate

Possui uma  qualidade  que não se pode tolerar. VISÃO ! em todos os sentidos, e amor pelo seu país, o que não é tolerado por quem prefere viver sob o tacão estrangeiro.

Mesmo usando uma frase que já tornou-se popular demais p/ o meu gosto, vou repetí-la  por não achar nada melhor.

CAMBADA DE VIRA-LATAS

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lenita

Exatamente, Assis. Seu post

Exatamente, Assis. Seu post serve como um ótimo adendo ao do Nassif sobre o fator geopolítico da lavajato. Interesses externos poderosos encontraram seu par perfeito nos coxinhas provincianos ignorantes e falso moralistas. No fundo o Moro e seus procuradores não passam disso e nada conseguiriam sem a ajuda vinda de fora

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Juliano Santos

Uma pequena Historinha sobre o “mascate” Lula

Uma pequena Historinha sobre o “mascate” Lula

Antonio Russo Neto (*), Seu Toninho, era proprietário do Frigorífico Independência, sede administrativa e financeira em Cajamar/Jordanésia (SP). Atendi seu Toninho no período de 2000-2004, através do BB Corporate Campinas. Na época, o Independência – que fechou/quebrou em 2008, por outros motivos – era o quarto maior exportador de carne bovina, vivíamos o auge por conta do mal da vaca louca na Europa, e o Brasil ocupou o mercado europeu.

Seu Toninho era amigão do Lula, e causou espécie quando, em 2002,  gravou dois vídeos para a campanha presidencial bem na porteira de uma das dezenas de fazendas, em Nova Andradina (MS), e depois dentro de um dos frigoríficos. Perguntei a ele como os demais empresários do seu relacionamento haviam reagido àqueles vídeos. Ele respondeu bem humorado que muitos deles ligaram questionando se não tinha medo da esquerda, ao que ele respondeu que medo ele tinha era da Direita.

Seu Toninho fazia parte das comitivas presidenciais que acompanhavam o Presidente Lula nas viagens internacionais. Em uma delas, estava indo pela primeira vez para a Venezuela, do então Hugo Chávez, grande compradora da carne brasileira. Seu Toninho contou para mim, entre gargalhadas, que no trajeto até Caracas Lula sentou-se ao lado dele e daquele seu jeito sempre bem humorado, bateu na perna dele e falou: “Toninho, quero que vc venda muita carne pro Chávez, agora toma cuidado, pagamento só à vista ou carta de crédito, porque aquele espanhol é embrulhão”. O termo que Lula usou foi exatamente esse, “embrulhão”, em meio a muitas risadas. Isso foi em 2003.

Assim era o nosso mascate, um brasileiro apaixonado pelo Brasil. Enquanto isso, o FHC vai ao exterior falar para uma plateia de investidores norte-americanos para não investir no Brasil, que é arriscado.

 

(*) Antonio Russo Neto foi suplente da Senadora Marisa Serrano (PSDB-MS). Com a nomeação da Senadora para o TCE do MS, Seu Toninho assumiu o Senado por poucos meses, também renunciou por problemas de saúde. 

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O tal do livre comércio

Como se pode notar "nossa"  Lava Jato e "nossa" imprensa se especializaram em criminalizar  exatamente os atos do mascate que mais peso tiveram na geopolítica. Pode-se notar que " nossa " Lava jato se especializou em criminalizar, todas as empresas, estatais ou não,  que tem importância geopolítica.  Portanto não me parece que seja uma insensatez inocente, mas sim um ato deliberado. E estas  açõess mostram quanto de fato os mentores disto tudo acreditam em livre comércio. Contra a penetração economica e política do Brasil usam "nossa" famosa quinta coluna.

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Poder judiciário: ignorante ou comprometido com o golpe?

Assis, quem acompanhou toda a política externa do presidente Lula concorda com sua visão. Espero que os verdadeiros patriotas tenham, também, acompanhado, especialmente porque ele não fazia mistério de seu trabalho e dava seguidas entrevistas sobre o assunto.

Não me conformo com esse judiciário (desinformado, ignorante ou comprometido?)  -  demonstração de uma visão punitivista e atrasada, que está trazendo o caos para o Brasil ! Triste e decepcionante !

 

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Eliane Na

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Ivan de Union

E nesse meio tempo a

E nesse meio tempo a LavaBunda eh a quadrilha favorita de 10 entre 10 "investidores" da bolsa de valores.

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Tiago Augusto Machado

Interesse Nacional

O Brasil não discute o que é de seu interesse,não existe debate sobre indústria nacional,remessa de lucros ao exterior,renda média,salário médio,esse debate deveria estar nas mesas das famílias,nos bares,nas escolas,afinal de contas trata-se de criação de riqueza,aumento da quantidade de melhores empregos.
O Lula foi ao exterior e fez lobby para as nossas empresas,elas aumentaram seu valor,pagaram melhores salários aos seus funcionários,brasileiros foram trabalhar em outros países,obviamente ganhando mais,trazem o dinheiro para o país.
Quando a GM,Ford,Fiat vendem carros aqui elas remetem o lucro para as matrizes,o $ não fica aqui,é a nossa riqueza indo embora,no caso das construtoras é o contrário,elas trazem a riqueza dos outros países para o país,é um dos poucos setores ainda sem presença estrangeira maciça,ou seja,é o único setor que realmente brasileiros podem se beneficiar com bons salários.No caso das multis que aqui se instalam os salários dos empregados brasileiros,mesmo aqueles que ocupam cargos gerenciais,não sao os mesmos que os salários dos empregados das matrizes.Não quero ser ufanista e dizer que o Brasil deve se fechar,mas é o q ocorre no mundo,sempre que uma empresa de outro país tenta ingressar no mercado interno há enormes dificuldades.
Economia é difícil de entender,mas sempre lembro daquela história que o forasteiro chega na cidade com 50 reais,ele deixa o $ na recepção do hotel da cidade e sobe para o quarto,aí o dinheiro passa a circular na cidade,o dono do hotel paga seu fornecedor de alimentos,este paga seu empregado fretista que acaba pagando uma conta que estava pendurada no mesmo hotel que o forasteiro deixou o $.O $ circulou e firou a economia,o q ocorre com a remessa de lucros é o contrário,é como se o dono do hotel,o fornecedor e o fretista dessem 150 reais ao forasteiro e esse dinheiro nunca mais circulasse na cidade. O que importa mesmo é circulaçao,foi isso que o Lula fez, na microeconomia o bolsa família fez uma verdadeira revolucao nas refioes mais pobres,o $ circulou e gerou riqueza,na macroeconomia o Lula tentou abrir mercados e trouxe a riqueza de outros países para cá,financiou as obras no exterior pelo BNDES para isso,desde que tais obras fossem feitas por empresas brasileiras,acredito que seja a origem do nosso crescimento nos 7 últimos 12 anos,até que em 2015 apareceu uma pessoa que só falava em ajuste,recessao de 3,8%,a pior em 25 anos,o governo tenta mudar essa política do ajuste,mas os erros foram tantos que o país não vai se recuperar tao cedo.

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A cada viagem,a cada novo

A cada viagem,a cada novo negócio,os invejosos de plantão aumentavam a sua ira. Ver posts como estes,para eles,significa a derrocada total.

Até hoje eles não conseguem entender como um presidente que não tem nível superior,que não fala inglês e que falta um dedo,cosnseguiu falar de igual para igual com o mundo todo.

Esta é a diferença: De igual para igual.

 

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Álvaro Noites

Como Lula é um "outsider",

Como Lula é um "outsider", ele não possui os vícios de vassalagem que impregna a elite brasileira.

Quem tem oportunidade de trabalhar com estrangeiros pode facilmente notar o tom servil que alguns brasileiros, boa parte muito arrogantes com outros brasileiros, com que tratam estrangeiros (principalmente quando são europeus ou norte-americanos).

Beira as raias do ridículo a briga de tapa protagonizada por alguns brasileiros para "sciceronear" um estrangeiro à trabalho no Brasil.

Quem já não viu brasileiros dando dicas de prostíbulos à estrangeiros do norte?

Muitos brasileiros da elite ou da classe média alta possuem em seus subconcientes a convicção de inferioridade em relação aos estrangeiros do norte.

Entretanto, Lula não é assim, ele conversa de igual para igual com quem quer que seja. Quem não se lembra o modo meio descontraído que ele andava e conversava com um Bush ou um Sarkozy da vida?

Estrangeiros respeitam e adimiram brasileiros que, acima de tudo, se dão valor. Nisso Lula nada de braçada.

Isso é a causa do ódio, do ranço da elite brasileira: um "desclassificado" conseguiu fazer e ser o que eles jamais conseguirão. E eles sabem que jamais conseguirão.

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Roque

Geopolítica. Por isso o dedo

Geopolítica. Por isso o dedo do EUA por detrás de tudo. Zé Dirceu construiu a estratégia da chegada de Lula à presidência. Acabar com ele. Lula mostrou o caminho de autonomia ao país. Os EUA não toleram autonomia. Claríssimo. Além do PT, do restanto, poucos não são capachos dos EUA, Requião, Roberto Amaral...

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Armandolo

E tem mais, foram os ianques

E tem mais, foram os ianques os responaveis pelo petrolao

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veras

Um pouco de alegria

Para começar o dia.

Obrigada J. Carlos

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Dhiogo

Contato

Bom dia Professor José Carlos de Assis.

 

 

estou tentando urgentemente o seu contato, pois sou estudante de História e estou elaborando meu TCC sobre as corrupcoes durante o regime militar. porém eu preciso saber um pouco mais sobre você e nao encontro nada a respeito (antes de 1982 e após) gostaria de saber se vc recebeu algum tipo de perseguicao após fazer a reportagem em 30 de dezembro de 1982 sobre o caso Delfin. voce ja havia escrito alguma reportagem sobre corrupcao na folha de SP antes do caso Delfin? como era a censura neste período?

 

obrigado.

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pedro lorençon

E tem mais...

Lula e o Brasil não tentam impor o "brazilian way of life" , como fazem os estadunidenses. Assim podeira surgir uma nova liderança a abocanhar importante parte daquilo que os ianques julgam ser seu império. Lula é mais afeito ao lema liberal , apesar de ser chamado de comunista, do que os dirigentes da maior democaracia do mundo: Laissez fair, laisses entreé, laissez paisser". Todos têm a oportunidade com Lula. Por isto querem prende-lo.

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Parabéns Pedro

Estados Unidos praticam  uma democracia de araque : Tudo prá nós, nada prá eles. Mas não é assim que o dígno senador por sp josé serra pensa, além daqueles já mencionados à exaustão. Agora conseguiram capturar até MPF,STF, PF, dentre tantos partidos políticos. Será que não estão levando nadica de nada? Será um AMOR PURO ao carrasco de sempre ?

Pena que calaram a boca do Snowden e o outro que não recordo o nome. Eles tudo podem , fabricam os dólares !

 

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lenita

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