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O jogo de coerção do juiz Sergio Moro

Juiz federal aproveita a fragilidade do réu, que chora em desabafo sobre seu estado de saúde, pedindo a conversão da prisão preventiva em domiciliar, para coagi-lo a confessar
 
 
Jornal GGN - Apontado como um dos 11 lobistas ligados à Diretoria de Serviços da Petrobras, o empresário Mário Frederico Mendonça Góes desabafou durante uma audiência com o juiz federal Sérgio Moro, responsável pela condução da Operação Lava Jato. "Eu estou ficando fraco, cada vez mais", disse, chorando. A audiência foi marcada para pedir a conversão da sua prisão preventiva para domiciliar devido a problemas de saúde do acusado. O advogado de Góes deixa claro que o réu não falaria sobre as acusações naquele momento, e que aguardaria para a defesa no inquérito. Após a demonstração de fragilidade do empresário, Sergio Moro inicia um diálogo afirmando que, se Góes colaborasse, seria analisada a revogação da prisão preventiva.
 
No áudio afirma, categoricamente, que  prisão preventiva é "instrumento utilizado para o crime de colarinho branco", objetivando com ela a "boa vontade em esclarecer" as acusações. O juiz federal ainda defende a ideia de que o ônus da prova cabe ao acusado: "o juízo não tem nenhuma notícia do concreto em que pese a afirmação da defesa de boa vontade em esclarecer, resolver essa situação em mostrar que não existe risco de reiteração [da prática do crime]", disse.
 
Inicialmente, o empresário afirma que não se nega a responder o processo e desabafa sobre seu estado de saúde: "Infelizmente, eu to ficando fraco, cada vez mais. Eu tenho problema, eu operei a coluna lombar, eu tenho problema cervical. Para sentar é complicado, tenho que ficar quase sempre deitado, porque sentado é muito complicado. Então o que eu vinha fazendo, eu estava com a minha vida normal. Não estou reclamando, de jeito nenhum, das pessoas, do sistema carcerário. Dentro da legalidade, eu sou tratado com dignidade. Mas é diferente, minhas comidas eu não consigo. Tenho colite, diverticulite, tenho uma série de problemas digestivos. Tenho problema de posicionamento, de articulação, eu não posso ajudar a pegar nada, em cima, em baixo, levantar. Então isso vai me consumindo um pouco", disse.
 
Quando Mário Góes afirma que os problemas o prejudicam, inclusive, a colaborar no processo de investigação, Sergio Moro encontra a brecha para iniciar a coerção.
 
- Eu tento ajudar a descobrir, ver e mostrar, esclarecer, mas eu me sinto cada vez menos capaz de fazer as coisas. Então por exemplo, no exame deve ter, meu coração dispara a noite, eu sinto coisas estranhas; diz o executivo.
 
- Um dos motivos para a preventiva seriam as contas offshore e que, até hoje, o juizo não teria nenhuma notícia concreta sobre elas; disparou o juiz.
 
- Tudo isso será muito bem esclarecido no decorrer do processo; respondeu Góes.
 
- Porque o problema que o juízo vê é que essas contas para prevenir reiteração delitiva, e essas contas não sei se estão ativas, inativas...
 
Nesse momento, o advogado do empresário interfere afirmando que esse assunto será abordado no interrogatório, e que o pedido atual não era de revogação da prisão, mas de conversão em domiciliar, o que para a defesa atenderia aos mesmos propósitos argumentados para a detenção do executivo.
 
- Certo, veja doutor, aqui é um crime de colarinho branco e são os instrumentos utilizados pra esses crimes, segundo pelo menos o Ministério Público nessas contas no exterior, o juízo não tem nenhuma notícia do concreto em que pese a afirmação da defesa de boa vontade em esclarecer, resolver essa situação em mostrar que não existe risco de reiteração. Então, se estamos discutindo a prisão preventiva, esse era um elemento importante a ser esclarecido nessa audiência; insiste Sérgio Moro.
 
- Eu volto a dizer, a defesa não pede a revogação da prisão preventiva nesse momento, apenas a conversão da prisão preventiva em domiciliar, o que me parece que atende aos mesmos propósitos da fundamentação da decretação. De outro lado, a existência ou não dessas contas, que o próprio juízo reconhece que não tem notícia, na verdade são objeto mérito da acusação; afirma o advogado.
 
- Sim, mas é um instrumento; fala o juiz.
 
- Vamos abordar sobre ela [acusação] somente no inquérito, vossa Excelência; rebate o advogado. 
 
- Mas aí é como eu disse doutor, é o instrumento do crime, o juízo imputa importantes esclarecimentos, caso se pretenda a reavaliação dessa questão. Mas, tudo bem, eu vou levar em consideração, estou colocando a oportunidade para o acusado, certo?; mais uma vez tenta Sérgio Moro.
 
Em seguida, o juiz federal conclui a audiência: "O Ministério Público tem alguma questão a colocar? Está bem, esse documentos foram colocados, eu confesso que não os avaliei, vou abrir vista ao Ministério Público para manifestação, e decido, depois, em seguida. E reitero a posição do juízo, a questão dos instrumentos para a prática do crime, segundo o Ministério Público, ainda estaria à disposição do acusado, e esse foi um dos elementos que levaram a decretar a prisão preventiva. Então, fica aí uma sugestão eventual de avaliar essa situação pela defesa e pelo acusado, certo senhor Mário?", finaliza, em sistemática insistência, Sergio Moro.
 
Assista ao diálogo da audiência completo aqui: https://youtu.be/3jHCwHIINM0
 

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113 comentários

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Gina Ferreira

Tribunal da Inquisição 2.0

Gente... Estou lendo um dossiê dos "processos" do bispo Torquemada, não é? Isso não pode estar acontecendo, em pleno século 21, não é?

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Está! Os irmãos Marinho das

Está! Os irmãos Marinho das Organizações Globo, os "príncipes do Brasil" assim querem; assim será feito.

Aldous Huxley não estava delirando quando escreveu seu Admirável Mundo Novo. E sim profetizando.

Quem manda não são mais os três Poderes; sequer, propriamente o quarto poder, e sim quem tem o seu monopólio.

Bem vindo à ditadura perfeita.

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pilistrika

Isso que ele faz é legal?

Isso que o Sérgio moro fez nesta audiência é legal? O motivo da pergunta, é que pelo que entendi nas falas desta audiência, é que ela foi solicitada pelo advogado de defesa do acusado para tratar da conversão da prisão preventiva em prisão domiciliar e que portanto nesta andiência não caberia interrogatório e muito menos gambira! visto que se percebe claramente na fala do senhor Sérgio moro a proposta de gambirar a a conversão da prisão em troca da confissão do acusado. Ora! se a audiência não era para interrogatório, baseado em que lei o Sérgio Moro pode gambirar a conversão de uma prisão preventiva em domiciliar? Com a palavras os senhores juristas!

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João Carneiroo

Ora, a prisão preventiva foi

Ora, a prisão preventiva foi decretado com base na possibildiade do réu acessar tais contas no exterior e esconder o dinheiro, fruto de atividade ilícita. Acertou o magistrado ao questionar o réu acerca dessas contas, uma vez que estas são o único motivo de tal prisão.

Deve, assim, o Juízo analisar os laudos, requisitar seu próprio laudo, principalmente na questão do coração, haja vista que é mais urgente, e analisar se é caso de permitir a prisão domiciliar (o que por outro lado pode permitir que o réu mexa nas supramencionadas contas).

Lementável a noticia que alega suposta tentativa de coerção do magitrado. Ora, quem viu o video entende a serenidade do Juiz, respeitando o advogado, e não insistindo na resposta do acusado, apenas sugerindo que resolvida a questão das contas, não haveria falar em prisão preventiva.

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Toma lá da cá.

De fato o juiz foi muito educado e cortês com o réu e sua defesa, os deixou falarem a vontade até os 9m20s, quando propôs uma barganha ao acusado: dê-me detalhes das - supostas - contas que eu analiso o pedido de prisão domiciliar.

Chega a ser horripilante as expressões usadas pelo juiz, pedindo à defesa sinais de "boa vontade", consubstanciada em confissão ou delação acerca do mérito da acusação (as supostas contas, se estão abertas, se foram ecerrradas, quem as movimenta, etc). A partir dos 10m15s temos a confirmação de que o juiz usa a prisão como forma de coerção, quando diz que o juízo reputa importante esses esclarecimentos (sobre as contas) caso se pretenda a reavaliação dessa questão (prisão domiciliar).

Não me interessa se o tal Góes é culpado ou inocente - isso só o trânsito em julgado da última decisão sobre o mérito do processo dirá - mas me interessa se um juiz usa a prisão preventiva como forma de coerção para confissão ou delação. E esse juiz está fazendo isso de forma cínica, só faltou dizer: quem quer rir tqm que fazer sorrir.

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Gardenal

Agora faz todo sentido aquela

Agora faz todo sentido aquela faixa que um midiota exibiu em Brasília dizendo "TORTURA SÓ NA  HORA CERTA". 

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amilton

PIOR QUE NA DITADURA!!!

E o CNJ, serve para quê?

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Arthemísia

Reza uma lenda que um

Reza uma lenda que um ex-governador pernambucano dizia aos quatro ventos: aos amigos, tudo; aos inimigos, a lei. Minha adaptação livre: aos amigos, a liberdade; aos inimigos, a interpretação (porque a lei já voou no pau há muito tempo.)

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james

A Literatura da Mocinha

Lei é lei, mas existe a literatura que permite condenar ou inocentar, conforme a preferência do juiz.

É o que diz a mocinha sinistra, quer dizer, ministra.

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Messias Franca de Macedo

  ... Agora, "o lhano" "juiz

 

... Agora, "o lhano" "juiz do 'braZ$il"!  Depoimento do deputado federal Jutahy Magalhães Junior (PSDB/BA) https://www.youtube.com/watch?v=k-fE3OmeqBg

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paulmoura

por muito menos

Nassif,

realmente é de apavorar a desfaçatez do Juiz.E isso ainda em vídeo com todas as letras, virgulas e trejeitos.Então um Juiz vai para uma audiência sem tomar conhecimento dos elementos apensados no processo e que "exclusivamente" dizem respeito a mesma?Onde estava o Juiz que foi liberado de receber novos processos, para dar celeridade a atual investigação?Talvez dando entrevistas para a mídia ou prefaciando um livro qualquer.Não é o cúmulo dos cúmulos dos sacripantas!Por muito menos o tribunal de Nuremberg teria sido anulado.

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Cesar Saldanha

Querendo ou não todos viram

Querendo ou não todos viram que esse sádico não está nem aí com o estado de saude do interrogado. Esse carniceiro gosta é de ver e assistir a morte de alguém que ele odeia bem devagarinho, simplismente só para conseguir uma prova nem que seja a mentira. Estamos voltando aos anos de chumbo da decada de 70. Deveria ganhar o título de Fleury Moro. 

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Cesar Saldanha

Querendo ou não todos viram

Querendo ou não todos viram que esse sádico não está nem aí com o estado de saude do interrogado. Esse carniceiro gosta é de ver e assistir a morte de alguém que ele odeia bem devagarinho, simplismente só para conseguir uma prova nem que seja a mentira. Estamos voltando aos anos de chumbo da decada de 70. Deveria ganhar o título de Fleury Moro. 

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Omni Ju Izette

A nova e onipresente Justiça FedeMoro e seus desfeitos feitos

O fato é que cerca de UM BILHÃO em multas (pra onde vão?) já fazem parte das condenações que os adolinquentes procuradores e juiz (parece que só temos um no Brasil no momento) deram para, evidentemente, quebrar uma das poucos setores competitivos que resta(va)m em nosso PIB "extra-commodities".

Enquanto se discute sobre "leniência" e desemprego de dezenas ou centenas de milhares, o omnijuiz e seus procuradorettes vão quebrando o Brasil, "fazendo justicia" (parcialíssima), atolando a Petrobrás, o pré-sal e de tabela a educação e saúde, estabelecendo discricionariamente multiplos das propinas como multas.

Vejam que interessante hipótese:

As empreiteiras X,Y,Z e K pagam propinas da 200 milhões a um enojado P.R.Costa, através de um bidelator reincidente Youseff, que evidentemente leva parte dessa bufunfa.

As empresas (que já pagaram os 200, seja do lucro, seja de sobrepreço) são condenadas, dentre outras coisas, a multas de até 10 vezes o valor delatado. Ou seja, perdem até 11 vezes os valores. O omnijuiz e seus procuradorettes até hoje não provaram se estes valores (ou quais deles) vieram como custo de venda (que abate do lucro) ou de sobrepreço (que onera o cliente). Portanto, condenem-se os envolvidos, mas não o restante!.

Os executivos que pagaram, o operador que intermediou e o bandido que levou a propina em nome de sua empresa serão premiados (!!!) com prisões domiciliares, devolverão parte da grana e ficarão (a título de "prêmio") com alguns milhõezinhos. Uma aposentadoria pra lá de confortável juntando os cacos que montaram na falseta.

As empresas, condenadas de novo (antes por seus donos ou executivos) a pagar o que já pagaram, agora múltiplas vezes, juntamente com a pré-condenação de não mais poderem operar e não receber o que contrataram, quebram.

E dezenas de milhares de outros executivos honestos, engenheiros, técnicos, staff em geral, operários, etc. perdem seus empregos (como de fato já tem perdido).

A Petrobrás suspende ou cancela dezenas de projetos estratégicos para o Brasil e perde bilhões (mas vai recuperar uns milhõezinhos da Justiça, quáquá). Quanto custa de prejuízo por ex. parar uma Comperj 80% pronta?

Resumo:

a) Bandidos tocarão sua vida com confortobem maior que a média.

b) Empregados honestos, competentes e trabalhadores ficam desempregados (e sem alternativas, pois não estão quebrando uma empresa, mas todo um setor da economia.

c) O país, até então com competitividade mundial, perde sua capacidade de fazer infraestrura. Abre espaço para as estrangeiras que dependend de 2018, entram babando.

d) A Petrobrás atrasa todo um cronograma (que estava adiantado) de exploração estratégica de uma riqueza estratégica para nossas divisas, impostos, PIB, cadeia nacional de suprimentos, know-how, ajuda à União e ... uma tal de "educação e saúde". Dependendo de 2018, pode ser privatarizada por depreciação forçada.

e) Nossa industria em alguma recuperação (naval, maquinas e equipamentos, etc.), que antes dos neoliberettes fernandisas chegou a uns 35% do PIB e hoje já está em 9%, volta a cair mais ainda. Seremos um país produzindo peidos de vaca, grãos de soja e exportação de minérios QUE SEQUER CONSEGUMOS CONSUMIR AQUI para agregar valor, pagando entre 10 e 100 vezes mais nos produtos que importamos (ou montamos aqui para lucr externo).

f) A população "desenvolvida" do país continuará mais ferrenhamente enojada com a "corrupção" do pêtê" e defensora da corrupção história e grandiosa deste gigante deitado em berço explêndido, quiçá defendendo a volta da ditadura, e ceramente em defesa dos bancos, empresários (estes sim) indolentes e a míRdia que lhes detona a cabeça com injeção direta e eletrônica.

g) O omnijuiz e seus procuradorettes são premiados por "fazerem a diferença"

E como fizeram!!!

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AT

A tempos penso em expressar

A tempos penso em expressar essa maracujá ia armada contra o Brasil o PT e o povo.
Brilhante análise argumentativa.

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Provar e provas!

Muitas vezes já se discutiu por estas bandas:

- quem acusa é que deve apresentar as provas;

- entretanto, no caso em tela, o investigado/indiciado/acusado é que tem que apresentar provas contra si, para poder ser liberado da prisão.

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"A neve e as tempestades matam as flores, mas nada podem contra as sementes" (Khalil Gibran – 1883-1931).

- as provas já foram

- as provas já foram apresentadas pela acusação e o réu tem plena ciência delas, tanto é que se comprometeu a refutá-las em outro momento, pois estava ali apenas para falar sobre sua situação de saúde.

- para mudar para o regime de prisão domiciliar ele tem apenas que apresentar laudo médico validado. Agora, se não é capaz de conseguir esse laudo, o juiz apenas o informou de que há um outro caminho que vale para qualquer acusado em situação similar: qual seja, explicando os fatos narrados pela acusação, no caso a movimentação em suas contas no exterior. Isso não tem nada que ver com produzir provas contra si mesmo. Já parou pra pensar que ele pode ser inocente? Desde quando um juiz não pode lembrar a um réu que ele tem direito à liberdade se comprovar sua inocência ou pelo menos satisfazer o pedido de informação da Justiça?

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Ai que preguiça..

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João de Paiva

Tolo ou de má-fé. O acusador,

Tolo ou de má-fé. O acusador, no caso a PF e o MP, é que precisam provar as acusações. Se o magistrado estivesse com essas provas, não precisaria coagir o acusado a delatar ou dizer coisas que ele (juiz) quer ouvir. Na verdade, diante da fragilidade e da insufiência das provas que possui em mãos, o magistrado que obter confissão por meio de tortura psicológica do réu. Temos aqui o cúmulo da arbitrariedade e do desrespeito ao princípio constitucional da presunção da inocência. 

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Tolice ou má fé foi seu comentário.

O juiz apenas informou ao réu sobre a forma mais simples de obter a flexibilização de sua prisão preventiva ou mesmo a revogação desta: provando sua inocência. Ele não pediu uma confissão, mas uma explicação do réu sobre a movimentação financeira de suas contas no exterior. Isso está muito claro no final do video, inclusive na réplica do juiz ao advogado do réu.

É você e outros aqui que insistem em enxergar esse pedido de explicações como confissão, porque partem do pressuposto que o réu é culpado e temem que ele produza provas contra si mesmo. Vocês falam em presunção de inocência mas tratam o réu como se fosse alguém incapaz de gerir seu próprio patrimônio de forma idônea e transparente, sendo por isso vulnerável a qualquer ação da Justiça - em suma, vocês o tratam como se fosse um marginal. E não existe pior má fé do que essa.

Mas, isso pode surpreendê-los: ele pode ser inocente sim senhor. E, como lhe lembrou o juiz, neste caso seria do seu próprio interesse explicar todos os fatos ao invés de se calar como fez no interrogatório diante da CPI. Você falou em tolice, pois bem, é difícil haver tolice maior que alguém acusado injustamente se recusar a falar ou explicar seus atos perante o juiz, esperando calado que a acusação tente provar sua própria versão dos fatos. Nem mesmo num regime autoritário e corrupto um acusado se portaria de forma tão tola.

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Ai que preguiça..

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evandro condé de lima

Continuo sem entender.

"Provando a inocência". Afinal, ele está preso por quê? Ter conta no exterior? Movimentá-las? Isto é motivo para manter o cara preso?  Não acredito. Tem de explicar a origem do dindin? Então deve haver provas que ele recebeu dinheiro de propina e o remeteu. Se não há provas o cara tá preso com base em...? 

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Elelê

O Paulo Barusco, sócio dele, já deu os nomes das empresas em paraísos fiscais, deu os números das contas e os extratos. Mostrou o comprovante da compra de dois aviões em sociedade com ele e outras cositas más.

E você ainda está achando que ele precisa apresentar provas ?

O problema é que o doentinho aí, não quer abrir mão dessas continhas milionárias nem dizer de onde veio o dinheiro que está lá. E ainda por cima, quer ficar em liberdade para continuar operando. 

Benza Deus !

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Só dói quando eu rio. 

Prova pra que?

Moro: "consta da acusação que o sr teria essas contas off-shore no exterior, mas até hoje o juízo não tem nenhuma notícia concreta sobre elas."

É verdade, o Moro já tem tanta convicção das contas que resolveu apenas dar uma debochada da cara do réu, que apresentou um pedido de domiciliar por alegado problema de saúde mas foi compelido a confessar um delito para poder "revogar a preventiva."

Primeiro informa ao Moro que a domiciliar não é preventiva revogada, é modo de cumprimento da preventiva. Se ele quiser tratar de mérito de preventiva para buscar delação precisa que a defesa antes faça pedido de revogação da pp.

Depois diz ao Moro que a alegada delação do correu Paulo Barusco já é suficiente para condenar o réu, que ele não precisa da delação dele ou outro elemento de prova, e que tá se confundindo quando afirma textualmente que o "juízo não tem nenhuma notícia concreta sobre as contas".

Vc vai ser de uma serventia enorme pro país, vai ajudar a combater a impunidade desses safados...

Lei e princípios pra que? A minha e a sua moral e indignação importam mais....

 

 

 

 

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O sujeito distorce as

O sujeito distorce as palavras do juiz de forma tão tosca, e ainda quer posar de defensor da integridade intelectual dos membros do blog. É muita modéstia mesmo.

Quando Moro diz que "o juízo não tem nenhuma notícia concreta sobre elas [as contas]", é óbvio que ele está se referindo a explicações do réu sobre essas contas e não que ele não tem informação nenhuma. Se não tivesse informação nem teria mencionado as contas pra início de conversa. Qualquer pessoa minimamente letrada e bem intencionada compreenderia isso, mas você distorce para tornar seu argumento ridiculo de coerção minimamente verossímil.

Depois quer ensinar ao juiz como proceder na audiência, é muita petulância. O réu não apresentou nada e pediu para mudar seu regime de cárcere por piedade, e o juiz piedosamente lhe informou que existe outro meio, que é colaborando com a Justiça. Ninguém estava discutindo mérito coisíssima nenhuma, nada de concreto foi indagado, o juiz estava informando ao réu um direito que lhe assiste e que é de conhecimento de todos, e justificando sua decisão de manter a prisão porque o réu se recusou a dar explicações solicitadas em interrogatório prévio. Mas para os senhores falar a verdade numa audiência virou coerção. É o que dá ser piedoso demais com gente vil.

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Ai que preguiça..

Meu Deus

"Quando Moro diz que "o juízo não tem nenhuma notícia concreta sobre elas [as contas]", é óbvio que ele está se referindo a explicações do réu sobre essas contas e não que ele não tem informação nenhuma. Se não tivesse informação nem teria mencionado as contas pra início de conversa"

Prezado, aprenda o que é informação (possível indício de prova) e notícia concreta (prova definitiva). Depois volta.

"O réu não apresentou nada e pediu para mudar seu regime de cárcere por piedade, e o juiz piedosamente lhe informou que existe outro meio, que é colaborando com a Justiça."

Meu caro, a defesa APRESENTOU E JUNTOU UM LAUDO MÉDICO aos autos, daí pediu a audiëncia para a prisão domiciliar, qual a sua dificuldade em entender algo tão simples?

"e justificando sua decisão de manter a prisão porque o réu se recusou a dar explicações solicitadas em interrogatório prévio."

Interrogatório prévio?? KKKKK, sensacional, mudou-se o art 400 do CPP sem reunirem o congresso, agora tem um interrogatório antes, outro depois da instrução...,muito bom...

Entenda de uma vez, a defesa pediu APENAS para o juiz aferir o estado de saúde, leia de novo, ESTADO DE SAÚDE do acusado, pessoalmente, já que juntou um laudo médico e pediu a domiciliar. Não há discussão sobre mérito de preventiva ou de processo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Prezado, aprenda o que é

Prezado, aprenda o que é informação (possível indício de prova) e notícia concreta (prova definitiva). Depois volta.

Prezado, aprenda a ler ou deixe de ser pérfido. O juiz pediu ao réu explicações sobre as acusações que lhe foram imputadas, o que é o rito mais básico de qualquer processo criminal numa democracia. Mas você usou o pedido dele para concluir que ele não tem provas e portanto a prisão preventiva é injusta. Só na tua cabeça o juiz iria dizer ao réu que não tem provas contra ele e quer que ele as produza. Não sei sinceramente se você está tentando ofender a inteligencia do Moro ou a sua própria..

Meu caro, a defesa APRESENTOU E JUNTOU UM LAUDO MÉDICO aos autos, daí pediu a audiëncia para a prisão domiciliar, qual a sua dificuldade em entender algo tão simples?

O laudo foi juntado no final da audiência e ainda terá de ser validado pelo MPF e pelo juizo. Até lá, ninguém o conhece e ele não produz efeito jurídico nenhum, logo não tem relevância nenhuma para este debate. Entendeu?

Interrogatório prévio?? KKKKK, sensacional, mudou-se o art 400 do CPP sem reunirem o congresso, agora tem um interrogatório antes, outro depois da instrução...,muito bom...

Goes e vários outros acusados da Lava Jato foram interrogados pela CPI da Petrobras em 11 de maio de 2015 e essas informações foram repassadas ao juiz Moro. Na ocasião, como todos os demais, ele se calou, logo não prestou as informações que a Justiça necessitaria para flexibilizar ou mesmo anular seu encarceramento provisório. Esse é o interrogatório prévio a que me refiro e que é de conhecimento público. "Sensacional", neste caso, só seu desconhecimento mesmo.

Entenda de uma vez, a defesa pediu APENAS para o juiz aferir o estado de saúde, leia de novo, ESTADO DE SAÚDE do acusado, pessoalmente, já que juntou um laudo médico e pediu a domiciliar. Não há discussão sobre mérito de preventiva ou de processo.

Entenda de uma vez, todos aqui entendemos isso perfeitamente e não tem nada que ver com a discussão, até porque o laudo não produz efeito algum antes de ser validado pelo juiz e MPF. A discussão aqui se refere ao direito e pertinência do juiz de justificar sua decisão de manter o réu em prisão preventiva e informar a esse réu, que clama por um benefício cautelar ao qual não faz jus (posto que sua condição de saúde ainda está por ser provada), como alcançar esse benefício de outra forma. Em suma, o debate é sobre a "coerção" do Dr. Moro. Você tem algo a dizer sobre o tema do debate, ou vai ficar insistindo no que todo mundo sabe e já percebeu que não passa de cortina de fumaça para fugir do assunto?

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Ai que preguiça..

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Arthemísia

Pobre Bento, por enquanto

Pobre Bento, por enquanto Alex está ganhando todas.

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Comparando com o futebol

Alex é a Alemanha X  Nhô Bento o Brasil.

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Tá mais pra Alex 7 x 1 blog

A tese do teu amigo, que ele sustentou até o último post (quando finalmente cocordou comigo), é que havia um laudo médico validado e o juiz tinha conhecimento dele (ou deveria ter) pois foi apresentado antes da audiência. Se isso é verdade, a tese de que o juiz praticou coerção contra o réu, defendida por você e tantos outros aqui, cai por terra. Se o réu tem um laudo que atesta sua condição frágil de saúde, Moro é obrigado a autorizar sua transferência para prisão domiciliar e se não o fizer cabe apelação à 2ª instância com evidente prejuízo à isenção do juiz no processo, que pode causar seu afastamento. E se o juiz é obrigado a acatar o pedido do réu, ele não tem poder nenhum para exercer coerção. Lógica, amigo. Alex brilhantemente destruiu o argumento de vocês, e quando percebeu a lambança voltou atrás. 7x 1 é pouco, acho que foi 20 x 0 pela quantidade de posts dele e a nulidade das acusações de vocês contra o juiz. Sds

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Ai que preguiça..

Má-fé VI

"que ele sustentou até o último post (quando finalmente concordou comigo)"

Eh verdade....vai ai a minha "concordância" no último comentário feito a vc:

"Ele recebeu, o cartório juntou antes da audiência, mas o seu herói fez a audiência sem ler o processo antes. Uma pena, o acusado merecia um pouco mais de consideração. Por isso o juiz CONFESSOU que apesar de juntado no processo ele não tinha avaliado ainda.

A propósito: Quem disse que a defesa não tinha juntado documento nenhum, só chorado, foi vc. Depois disse que o laudo foi juntado mas não foi "validado". Depois que juntou no final da audiência, daí te mostrei que o cartório juntou antes da audiência, mas o juiz não tinha visto.

É, eu que sou o último a saber...."

 

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Alex, a casa caiu

Meu ponto é o mesmo desde o início: para fins jurídicos não existia laudo até essa audiência. Foi você que passou trocentos posts debatendo o sexo dos anjos para provar que o laudo foi entregue (como se isso fizesse alguma diferença se o juiz ainda não o validou). E a verdade é que, se você está certo e havia um laudo médico desde o início e Moro sabia disso, então este tópico perdeu o sentido: Moro não pode exercer coerção alguma contra um réu que ele é obrigado a soltar por força de lei. É uma impossibilidade lógica, legal e material. Todos aqui estão errados e devem desculpas a Moro, graças a você. Sds

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Ai que preguiça..

Caiu não amigo - Má-Fé VII

"Meu ponto é o mesmo desde o início: para fins jurídicos não existia laudo até essa audiência."

Não, vc mente, alguns de seus ocos pontos desde o início:

1 - audiência era de interrogatório regular, não sobre a custódia domiciliar. ERRADO. Leia de novo o seu 1o comentário:

"O acusado começa a falar da própria saúde. Se fosse um juiz mais duro poderia mandar se calar e se retirar caso não tenha nada a responder sobre os crimes de que é acusado, pois se ele tem alguma coisa que reclamar das condições de encarceramento poderá fazê-lo no momento adequado - a audiência se presta a esclarecer os crimes."

A audiência NÃO ERA PRA ESCLARECER CRIME NENHUM, ERA SOBRE AS CONDIÇÕES DE SAÚDE O RÉU, por isso era evidente que sim, por mais que vc não queira, ele ia falar sobre SUAS CONDIÇÕES DE SAÚDE, como o fez.

2 - a defesa não apresentou documento/laudo nenhum ao juiz, o réu apenas chorou. Errado, apresentou, o cartório juntou e o juiz não leu.

"Juiz - 10 m 30 s - esses documentos FORAM JUNTADOS, eu confesso que náo os avaliei."

3 - a defesa apresentou o laudo no fim da audiência. Errado, ANTES da audiência, o cartório juntou, o juiz não leu a tempo.

"Moro não pode exercer coerção alguma contra um réu que ele é obrigado a soltar por força de lei."

ERRADO. Ele tentou, em vão, transformarr a audiência sobre a domiciliar (sáude do réu) para sobre requisitos da preventiva (indícios de prova do processo). Quebrou a cara pq a defesa insistiu no seu pedido. Se vc não entendeu ainda que isso é uma COAÇÃO pro réu confessar, porque estava abalado, eu lamento.

 

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A casa caiu, Alex. Reconheça.

Pode tergiversar a vontade, mas você destruiu o argumento dos demais comentaristas, Alex. Se, como você diz, Moro tem ciência de que existe um laudo médico que favorece o réu, não há coerção possível - o réu tem que ser solto e ponto (se quiser eu posso copiar aquele teu comentário onde você gasta mais de 20 linhas para explicar isso). Mesmo que o juiz fosse um imbecil por ignorar esse fato (como você parece querer insinuar agora), a defesa o rebateria no ato e a coerção seria impossível do mesmo jeito.

Entenda, não basta a intenção do criminoso para haver coerção, é preciso que a vítima seja psicologicamente vulnerável, o que é impossível se estiver numa sala auxiliada por um defensor que possa tranquliza-la e lembra-la sobre seus direitos a qualquer tempo, como é o caso. O princípio da razoabilidade não se sustenta, a não ser que você prove que o réu é um imbecil ou está incapacitado de dar ouvidos ao seu próprio advogado. Então você brilhantemente destruiu a tese de seus colegas de que Moro exerceu tentativa de coerção sobre o réu. Parabéns: eu não consegui convencê-los pela lógica, mas você acabou com eles usando a lei.

Em tempo: coação é bem diferente de coerção. Se teu novo argumento agora é que Moro coagiu o réu, então você deve ter visto outro video, no qual Moro puxou uma arma pro Goes, deu-lhe voz de prisão (de novo??) ou coisa parecida. Sds

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Ai que preguiça..

Pobre de mim mesmo

O gogó do Alex vale mais que a prerrogativa legal do MPF. Ele diz que o laudo foi juntado e tem que soltar e pronto, não interessa a opinião do MPF nem o juizo.
Sinceramente não sei porque a defesa não convidou o Alex pra audiência, com ele ali Moro teria validado o laudo sem ler. Gente que entende do riscado é outra coisa.

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Ai que preguiça..

Má-Fé III


"É impressionante, se mostra por A mais B que o juiz se equivocou (ou agiu de má-fé) "confundindo" pedido de domiciliar com revogação de preventiva, aproveitou para tentar uma delação, ainda que o réu alegue precário estado de saúde (a ser confirmado ou não pelo laudo)"

Escrito por mim em resposta a vc no dia de ontem.

 

 

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Ele não confudiu nada.

O juiz fala no começo do video que aquela audiência não se presta a discutir mérito, que o réu tem todo direito de se calar e que o único propósito da audiência é debater sua condição de saúde. Em seguida o advogado do réu fala a mesma coisa. A primeira coisa que Moro pergunta ao advogado é justamente sobre o laudo médico, sobre o qual não tinha conhecimento até aquele momento.

O único "erro" de Moro foi ser piedoso demais e dar conversa pro réu, que começou a falar sobre sua condição. Na ausência de um laudo médico o juiz não pode fazer nada por ele, então nem precisava ter dado conversa - fosse truculento como vocês o pintam aqui podia deixar o sujeito chorando e encerrar a audiência com um simples : acabou? Mas não, ele cometeu o "erro" de explicar ao réu porque o manteve naquela condição de encarceramento e lembra-lo que há outros meios legais de reverter isso. A turma aqui usou esse trecho pra dizer que ele estava fazendo coerção. É uma leitura possível - bem mal intencionada, mas possível. Da próxima vez Moro deve ter mais cuidado. Dispense os réus com chororô e tudo sem dar ouvidos nem explicações sobre seus atos. Pois transparência e compadecimento podem e serão usados contra você numa terra de vilania e chicana.

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Ai que preguiça..

Má Fé II

"O laudo foi juntado no final da audiência"

Defesa: 2m 50s - o réu foi submento a vários exames e nós já fizemos a juntada dos laudos aos autos do processo para efeito dessa audiëncia de custódia.

Juiz - nessa ação penal?

Defesa - exatamente Exa.

Juiz - aham

Defesa - inclusive, embora já esteja juntado aos autos, nós trouxemos a petição e os respectivos laudos.

Juiz - aham

Juiz - 10 m 30 s - esses documentos foram juntados, eu confesso que náo os avaliei.

Meu caro, numa boa, até a próxima.,...

 

 

 

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O juiz perguntou se o laudo

O juiz perguntou se o laudo foi juntado, logo não tinha conhecimento dele até audiência. Você pode reclamar da lerdeza dele em ler os documentos, é direito seu, mas nem você sabe quando o laudo foi entregue - isso nunca é dito no video. Para todos os efeitos no momento da audiência não havia laudo validado e seu gogó não vai mudar uma condição legal. No mais, respondi a todos seus pontos e você retrucou com o laudo que não tem validação da Justiça e ninguém viu, sabendo de antemão que, na ausência de um laudo validado que ateste o pedido do réu, a conduta do juiz no video foi irrepreensível. Compreendo agora sua estratégia: assim como Daniel Dantas que publicava boatos na imprensa e depois os usava como provas na Justiça, você se apega a um documento ainda sem valor para comprovar sua acusação leviana contra o juiz. E isso diz tudo sobre sua "boa fé" neste debate. Sds

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Ai que preguiça..

Gogó e Má-Fé IV

"mas nem você sabe quando o laudo foi entregue"

Está dito no vídeo com a anuëncia do juiz, JUNTADO ANTES da audiëncia. Por isso ao final o juiz abre vistas DIRETO AO MPF e não determina JUNTADA DE NADA. AFIRMA ainda textualmente que o laudo ESTÁ JUNTADO mas que ELE AINDA náo examinou.

É, vc tem toda a razão,  eu estou agindo como o Daniel Dantas...tá certo....

até a próxima.....

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falou mentira de novo

O juiz pergunta primeiro se o laudo foi juntado. A defesa diz que sim. Depois disso ele se desculpa dizendo que não o leu e só então reconhece que o laudo foi juntado - afinal a defesa o está informando disso naquele instante. Do diálogo infere-se que ele não tinha conhecimento de laudo algum até aquele momento, e em nenhum momento do video se mostra a data de entrega desse documento. Você está blefando de novo ao afirmar que sabe de algo que nem o juiz sabia, para criar a impressão de que ele ignorou propositalmente um laudo que favorecia o réu a fim de exercer coerção sobre ele. Igualzinho Dantas. Já saquei teu jogo. Até.

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Ai que preguiça..

Gogó e Má-Fé V

"mas nem você sabe quando o laudo foi entregue"

"O juiz pergunta primeiro se o laudo foi juntado. A defesa diz que sim. Depois disso ele se desculpa dizendo que não o leu e só então reconhece que o laudo foi juntado"

Eu sei sim, foi entregue e juntado pelo cartório nos autos do processo antes da audiência.

O Moro, que deveria saber dos documentos juntados no processo que ele conduz antes de realizar uma audiência que foi surpreendido na audiência pq não sabia da juntada que SEU CARTÓRIO JÁ TINHA FEITO ANTES DO ATO, pede desculpas por não saber e diz que vai examinar.

 

 

 

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Você escreveu trocentos post

Você escreveu trocentos post tentando me refutar dizendo que o juiz recebeu o laudo médico, e agora o critica por ele ter não saber desse documento. Que é exatamente o que eu venho afirmando desde o início dos meus comentários. Ou seja, você concordou com meu argumento.

Antes tarde do que nunca.

É que, caso você não tenha percebido, mas a insistência no conhecimento do juiz sobre o laudo e na validade deste, que você afirmou aqui trocentas vezes, desmontaria todo o argumento central dos comentaristas de que Moro fez coerção. Pois ele não tem absolutamente NADA para pressionar o réu a confessar crimes se este possui laudo médico validado que lhe assegure o direito de ser transferido para prisão domiciliar. É uma inconsistência lógica.

Parafraseando você mesmo:

laudo médico -> direito subjetivo do réu -> juiz não pode recusar -> réu deve ser transferido

Entendeu? Não? Leia de novo!

Como exatamente você pretenderia explicar a coerção nessas circunstâncias? Não pode, simples.

Agradeça-me depois por te impedir de "demolir" todo a argumentação deste tópico com sua tese esdrúxula de que o juiz ignorou o laudo médico. Sds

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Ai que preguiça..

É muita incompetência

O cartório da vara federal, conduzida pelo "probo" juiz Moro, deve ser uma zona. Documentos são juntados, no rumoroso caso conduzido por ele, e ele não tem o menor conhecimento do fato. Parece marido enganado: É o último a saber.

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Má-fé V

"Você escreveu trocentos post tentando me refutar dizendo que o juiz recebeu o laudo médico, e agora o critica por ele ter não saber desse documento."

Ele recebeu, o cartório juntou antes da audiência, mas o seu herói fez a audiência sem ler o processo antes. Uma pena, o acusado merecia um pouco mais de consideração. Por isso o juiz CONFESSOU que apesar de juntado no processo ele não tinha avaliado ainda.

A propósito: Quem disse que a defesa não tinha juntado documento nenhum, só chorado, foi vc. Depois disse que o laudo foi juntado mas não foi "validado". Depois que juntou no final da audiência, daí te mostrei que o cartório juntou antes da audiência, mas o juiz não tinha visto.

É, eu que sou o último a saber....

 

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Explique a tentativa de coerção, Alex

Se o juiz tinha conhecimento do laudo então como você explica a tentativa de coerção?

Não pode: a coerção é impossível na presença de um laudo médico validado. O réu deve ser solto e ponto, e seu advogado está lá para informa-lo disso.

Reconheça que ao "provar" que o laudo existia e Moro sabia dele você acabou com o argumento dos seus colegas aqui, ou explique como é possível exercer coerção sobre uma pessoa que não está vulnerável (essa eu pago pra ver!) 

Vai fugir do debate até quando cara? Pelas minhas contas, é a 5ª vez que te pergunto isso e você foge. Posso perguntar de novo e bem devagar, se você ainda não entendeu.. sds

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Ai que preguiça..

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paulmoura

Juiz fraquinho esse

Juizinho franquinho esse, mais parece um delegado de policia muito mal formado.

Esses dias assisti a uma audiência dele. Chocante a falta de desenvoltura, a voz paquidérmica e fina e a total falta de argumentos que foram balbuciados entre pigarros de dúvidas.

Lastimável.

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paulmoura

Então tá

Então o Juiz vai pra uma audiência sem tomar conhecimento dos elementos que se trata. Acho que ele estava dando entrevista na glopobe ou prefaciando um livro qualquer.

É no minimo um desrespeito as partes.

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paulmoura

Parabéns

É claro que eles não tem nada de concreto  porque se tivessem já as teriam usado.

É assustador o que esta acontecendo e em plena audiência para transformar um prisão preventiva em domiciliar "aparece" tais ilações do Juizo? Que juizinho chinfrim.

Na inquisição não foram usados tais métodos de tortura.

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DUDE

É desanimador!

Não acredito mais em justiça.

Mesmo depois de 45 anos de exercício profissional como advogado.

É desanimador!

 

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Fabio SP

Se os juízes fossem como o

Se os juízes fossem como o Moro, o Brasil ainda tinha jeito...

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Os meretrícios agem conforme a vontade da Globo e cia...

Quem faz uso do Direiro Penal do Inimigo como tem feito Moro, para mim não passa se um crminoso tão ou mais perigoso que os réus que ele massacra com um ar de sadismo para gozo de globais..,..mas não é assim no lado da venus platinada,ois quem   roubou algo em torno 700 bilhões de reais dos cofres públicos num tempo bem maior que o periodo investigado pela Lava Jato (do qual foi excluido a Era Tucana) pode fica tranquilo pq é  céu de brigadeiro, aliás a zelite zelote que rouba continuará dando as cartas no CARF, essa porcaria inútil deveria acabar, que os afetados em seus direitos recorram ao Judiciário, há varas especiais para tratar do assunto, quer se crie outras

http://noticias.r7.com/brasil/zelotes-ministro-da-fazenda-discute-com-empresarios-mudancas-no-carf-27052015

A imponência dos envolvidos complica o andamento da investigação, que atinge o dobro dos valores da Lava Jato

http://www.cartacapital.com.br/blogs/blog-do-serapiao/os-maiores-sonegadores-7763.html

"São 74 processos investigados no valor de 19 bilhões de reais em dívidas de bancos, montadoras de automóveis, siderúrgicas e inúmeros grandes devedores que apostavam na corrupção de agentes públicos para burlar o pagamento de impostos."

http://www.cartacapital.com.br/blogs/blog-do-serapiao/corregedoria-investiga-juiz-da-zelotes-4789.html

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...spin

 

 

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