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O Xadrez do “nosso” Sérgio Moro e a máfia dos transplantes

Peça 1 – o Sérgio Moro anti-tucano

“Pau que dá em Chico dá em Francisco”, diz o Procurador Geral da República Rodrigo Janot. Mas não dá em Aécio, Serra, Alckmin, Aloisio – porque não são Chico nem Francisco.

A parcialidade do Procurador Geral da República e da Lava Jato, leva parte da opinião pública a procurar um juiz de direito para chamar de seu, alguém que tenha a mesma parcialidade de Sérgio Moro, o mesmo espírito persecutório, o exercício permanente do sadismo blindado pelos instrumentos de Estado,  contra os que são enquadrados como adversários.

Que sirva de aviso para tucanos e petistas o que se passou em Poços de Caldas, no episódio conhecido como “a máfia dos transplantes”.

Lá, o alvo foi tucano, o ex-deputado federal Carlos Mosconi, ligado a Aécio Neves. E o Sérgio Moro de Poços foi o juiz de direito Narciso Alvarenga Monteiro de Castro.

Peça 2 – os antecedentes

Em abril de 2.000 ocorreu o incidente envolvendo um menino, Paulo Veronesi Pavesi,  que teve uma queda e morte cerebral. O menino foi acudido no Hospital Pedro Sanches, particular. O pai aceitou doar os órgãos. O corpo foi encaminhado, então, para a Santa Casa. Nesse ínterim, o Hospital Pedro Sanches enviou uma conta salgada para o pai, incluindo os gastos com o transporte até a Santa Casa.

O pai, sujeito claramente desequilibrado – como tive condições de comprovar na época – reagiu com uma campanha virulenta, acusando a Santa Casa de ter retirado os órgãos do menino em vida.

Na época, o Fantástico tinha descoberto o filão dos escândalos com procedimentos médicos mais complexos. Tentou criminalizar a atuação do notável doutor Pasquini, da Santa Casa de Curitiba, criou o personagem da enfermeira assassina, também no Paraná, e investiu contra o grupo de transplante de Poços. O então Ministro da Saúde José Serra se valeu do episódio para acertos de conta político e para aproveitar a onda lançada.

O grupo de transplante da Santa Casa de Poços de Caldas surgiu antes da nova lei do transplante. Houve uma adequação da lei que se prolongou até 2006.

Em 2002, o Ministério Público Federal investigou o caso Pavesi e não encontrou nenhum indício de atividade criminosa.

Em 2006, uma sentença do TRF 1 (Tribunal Regional Federal da 1a Região) esclareceu a situação. O desembargador federal Olindo Menezes, relator, liquidou com a teoria conspiratória da organização criminosa que assassinava pacientes para comercializar seus órgãos:

Mostrou que o grupo de transplantes trabalhava pioneiramente desde 1992. Quando foi promulgada a nova lei, “somente a Santa Casa de Poços de Caldas, em todo estado de Minas Gerais, cumpriu o prazo para o pedido de renovação, mas o enviou ao órgão estadual, em lugar do federal”.

“Portanto, o que foi exposto na inicial como indício de séria irregularidade, do desejo de realizar transplantes mesmo sem autorização, supostamente por tratar-se de prática lucrativa, pois investigava-se denúncia de tráfico de órgãos, pode ser entendido de outra forma. Uma equipe pioneira, que vinha realizando transplantes em Poços de Caldas há anos, teve dificuldade em adequar-se à novas formalidades do setor, embora tenha demonstrado preocupação em atender ao que manda a lei”.

“(...) Enfim, quando se põe de lado a suspeita de má-fé, os fatos ganham contornos mais nítidos e mais próximos da realidade. É mais fácil imaginar médicos pioneiros em técnica avançada de cirurgia, e por isso mesmo estudiosos e dedicados à profissão, enfrentando dificuldades com a crescente normatização da atividade, do que mercenários inescrupulosos, capazes de traficar órgãos por ganância, ou desidiosos irresponsáveis que permitem que o tráfico ocorra sem mover uma palha.

“(...) A longa investigação levada a cabo a partir da iniciativa do Ministério Público Federal não comprovou a ocorrência de tráfico de órgãos, de enriquecimento dos médicos que realizavam os transplantes pelo SUS em Poços de Caldas ou de lesão ao patrimônio público. Foram encontradas irregularidades, como serão sempre que for feita investigação com igual profundidade em qualquer serviço público de saúde do país, que, para dizer o mínimo, não prima pela qualidade desses serviços”.

Peça 3 – chega o juiz Narciso

Em 2012, o juiz Narciso chegou à cidade e,  de ofício (isto é, sem ser provocado), decidiu desarquivar o caso. Era um caso federal, ele transformou em estadual. O promotor da cidade não viu motivos para oferecer nova denúncia. Narciso o denunciou ao CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público), dizendo que fazia parte da mafia.

De imediato, denunciou 15 médicos por formação de quadrilha. E ordenou que a sentença fosse publicada em todos os jornais da cidade, expondo todos os médicos mencionados.

Não se ficou nisso. Na época, houve o suicídio de Carlão, diretor da Santa Casa. O juiz Narciso pretendeu incriminar outro médico. Conseguiu uma testemunha, doente assistido na hemodiálise, para acusar o médico de assassinato.

As chapas dos exames de arteriografia - que atestavam a morte cerebral do menino -foram recolhidas pela Polícia Federal nas investigações de 2002, mas sumiram do inquérito. Em vez de mandar apurar o sumiço das chapas, já que havia documentação comprovando que a PF havia retirado da Santa Casa, o juiz Narciso ignorou a mais importante prova da defesa.

“Como já disse e reafirmo: eu próprio, juiz desse caso e do processo do júri, NUNCA vi tais chapas em nenhum dos autos mencionados e conforme certificado nos autos (f.4508 do vol.18) também não se encontram nas dependências da Secretaria. Nunca apareceram realmente” (fls. 46 da sentença, doc. 1).

Ignorou o sumiço das chapas e também as explicações do Complexo MG Transplante:

“A equipe de transplante renal e o estabelecimento Santa Casa de Poços de Caldas encontravam-se corretamente autorizados para realizar retirada e transplante de rim pelo Ministério da Saúde/SNT - Sistema Nacional de Transplantes. Estas autorizações foram suspensas após o inicio dos questionamentos divulgados pela imprensa”.

(...) As notificações de potenciais doadores da cidade de Poços de Caldas sempre foram comunicados ao MG Transplantes em Belo Horizonte, inclusive com disponibilização para a referida CNCDO Estadual de outros órgãos sólidos (fígado e coração), cujos transplantes não eram realizados na regional Sul. As notificações e as doações preenchiam os quesitos básicos legais e eram sempre acompanhadas pelo plantonista do MG Transplantes em Belo Horizonte”.

O MG Transplantes acompanhava e coordenava as doações ocorridas em Poços de Caldas, assim como a distribuição dos órgãos, atendendo às listas de espera ,e a viabilidade da utilização do órgão ou tecido. considerando a distância entre os estabelecimentos de retirada e transplante e o local onde se encontrava o receptor mais adequado. na forma da lei, inscrito na Lista de Espera. As equipes credenciadas eram designadas de acordo com escala previa e/ou vinculação legal do paciente com as mesmas”.

Nessa mesma direção se manifestou a Associação Médica de Minas Gerais:

“Vale dizer que o Conselho Regional de Medicina de MG e o Conselho Federal de Medicina, já analisaram os casos que estão sendo julgados e em nenhum deles foi encontrado evidencia de infração ética ou de condutas que abreviassem ou colocassem em risco vidas de pacientes”.

Peça 4 – o exercício continuado da crueldade

De nada adiantaram os laudos.

Três médicos foram condenados a penas de 14 a 18 anos de reclusão. Em 2014 foram presos no Presídio de Poços.

A partir daí sua vida foi transformada em um inferno. O médico Cláudio Fernandes foi preso três vezes, passou dois meses em um presídio em Três Corações. Tem quatro filhos e uma esposa médica. Para visitar o marido, a esposa tinha que tirar toda a roupa e passar por revista humilhante.

A perseguição aos médicos prosseguiu no próprio Presídio.

A perseguição foi tanta que, temendo pela própria vida, os médicos pediram, para serem transferidos para Três Corações. Narciso exigiu imediatamente a volta dos prisioneiros a Poços.

Foi tal o assédio sobre o diretor do Presídio de Poços, Adriano Souza Silva, visando retaliar os médicos – que este entrou com uma representação contra o juiz junto ao CNJ.

Depois de rebeliões e superlotação no presídio, assim que assumiu a direção Adriano tentou implementar uma política de reeducação de detentos. Montou um projeto de fabricação de móveis de junco sintético, fabricado por um reeducando.

Como represália, o juiz Narciso denunciou o diretor adjunto Baruk Francisco Pinto como responsável pela “remoção de órgãos e tecidos”, incluindo no inquérito da suposta “máfia dos transplantes”.

Disse o juiz:

“O Baruk do Presídio64 e o condenado PAULISTA (um dos envolvidos com a morte de Andreia, que depois ficava posando de bom moço para a direção, fazedor de móveis de bambu, mas, na verdade, um bandido de quatro costados, que já cumpriu pena em diversos presídios do país) tentaram emplacar uma história para confundir os julgamentos a mando possivelmente do vereador Local”.

Na representação enviada ao CNJ, o diretor do presídio relata visitas de Narciso, ocasião em que ordenou que os médicos fossem mudados de cela periodicamente, para impedi-los de dormirem em camas. Ordenava também que os médicos “fossem colocados no seguro” (?) comprometendo a saúde e a integridade físicas dos detentos”.

Quando os médicos foram transferidos para Três Corações, o juiz Narciso ameaçou o diretor do Presídio em Poços, caso não os trouxesse volta.

Conclusão do diretor:

“Diante da conduta externada pelo magistrado, não há dúvida de que, além de julgar , processar ou absolver, vem desenvolvendo supostas manobras  em desfavor dos três sentenciados contaminando os princípios da Legalidade, Moralidade, Eficiência e, sobretudo, o princípio da Impessoalidade”.

Ao mesmo tempo, Narciso absolveu o antigo diretor do presídio, Marcelo Henrique de Souza, de um processo por tortura. Na sentença, escreveu que “ de fato, o diretor Marcelo, principal réu neste processo, não rezava pela cartilha tradicional  corrente nesta Comarca: do beija-mão aos pretensos  donos da cidad ; de comparecer  a programas de TV “laranjas” do coronelato”.

Os advogados dos médicos recorreram ao Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Mas a repercussão do caso na mídia local e nacional amarrou os desembargadores. Foram até o Conselho Nacional de Justiça. De Nancy Aldrighi ouviram comentários acerca de juiz polêmico. Mas ela própria não quis entrar em dividida, em um caso que ganhara repercussão na mídia, devolvendo ao TJMG.

Peça 5 – a fabricação de provas

Um dos pontos mais polêmicos da atuação do juiz Narciso, foi sua atuação no levantamento de provas, como se fosse um auxiliar da acusação – precursor de Sérgio Moro.

O clima conspiratório chegou até a morte de Carlão. Aproveitando o clima persecutório implantado pelo juiz, um certo José Alexandrino Apolinário apresentou-se como testemunha ocular do suposto assassinato de Carlão.

Narciso incluiu o testemunho na ação sobre os transplantes, embora constasse de um inquérito distinto.

“Também o inquérito policial reaberto que investiga a morte do administrador da SANTA CASA, Carlos Henrique Marcondes, ‘Carlão’, (...), vem avançando, mas ainda não na velocidade que seria a ideal” (fls. 27/28 da sentença, doc. 1). “Também descreve a já citada morte de ‘Carlão’, apontada como ‘queima de arquivo’ no dia em que teria uma reunião com a Mesa Diretora da IRMANDADE. Ficou constatado que ‘Carlão’ fazia gravações dos médicos e saberia de fatos escusos envolvendo os transplantes, venda de remédio e estaria para entregar o cargo e fazer denúncias à Polícia Federal quando foi morto” (fls. 38 da sentença, doc. 1).

A Corregedoria Geral da Polícia Civil resolveu investigar o que havia ocorrido. E aí conseguiu um depoimento espantoso de Apolinário. Narciso já havia sido informado por um repórter que Apolinário teria informações sobre a morte de Carlão.

Quando saía da Santa Casa, Apolinário recebeu uma carona do juiz Narciso. Depois, a esposa do juiz forneceu-lhe passagens de ônibus, de ida e volta a Belo Horizonte, a fim de prestar depoimento na Corregedoria Geral.

No depoimento, Apolinário admitiu que não havia testemunhado nada e que mentira no depoimento ao juiz Narciso. Atribuiu sua delação à inimizade que mantinha com o médico acusado.

A reação do juiz Narciso foi atribuir a mudança de depoimento à “máfia”.

A Máfia demonstrou também que ainda está em atividade atualmente, pois `plantou` uma testemunha, JOSÉ ALEXANDRINO APOLINÁRIO, que em depoimento prestado perante o coordenador do CAOCRIM, disse ter assistido ao assassinato de ‘Carlão’, chegou a citar o nome de MOSCONI22 e que temia ser assassinado pelo médico nefrologista, já condenado no CASO 1, João Alberto Goes Brandão”.

Paciente renal, Apolinário morreu logo depois.

Peça 6 – o desfecho

Enquanto esteve em atividade em Poços, o CNJ nada fez para impedir seus esbirros autoritários. Narciso acabou sendo transferido para Uberaba, alegando stress pós-traumático.

Lá, abriu um blog para continuar atacando os médicos. O TJMG mandou fechar.

Houve uma desestruturação financeira e familiar dos médicos vitimados pelo furor do juiz Narciso. Seus nomes saíram em vários veículos nacionais. As suspeitas foram reforçadas por reportagens continuadas da EPTV – a afiliada da Globo na região.

Pior: uma comunidade relativamente tranquila passou a conviver com o fantasma da suspeita. Era praticamente impossível a tese de uma organização criminosa atuando por anos em uma cidade de 170 mil habitantes, com todos se conhecendo, assassinando pessoas e traficando seus órgãos. Mas o juiz Narciso e os veículos da região trataram de espalhar as suspeitas.

Hoje em dia, a extrema parcialidade da Lava Jato e da PGR estimulam a visão da revanche.

Mas é difícil saber qual a maior ameaça ao país, se a parcialidade do sistema judicial, que permite a derrubada de uma presidente eleito, e a blindagem dos tucanos, ou se o poder selvagem que permite a alguns juízes de 1a instância praticarem o exercício ilimitado do sadismo.

 

 

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88 comentários

Comentários

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Nassif, só uma observação:

Nassif, só uma observação: são situações incomparáveis. Uma coisa é um juiz desequilibrado que atira pra tudo quanto é lado, sem um propósito político específico. Outra coisa é um juiz claramente tucano que, ao surfar nas ondas da mídia, trabalha contra um espectro ideológico represntado pelo PT. Não, definitivamente esse não é o "nosso" moro...

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amjr

A Maior Ameaça ao País

No último parágrafo do artigo, Nassif se pergunta retoricamente qual a maior ameaça ao País. Contudo, a resposta já está escrita no corpo da reportagem:

"Os advogados dos médicos recorreram ao Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Mas a repercussão do caso na mídia local e nacional amarrou os desembargadores."

Enquanto a repercussão gerada pela hegemonia dos meios de comunicação de massa ditar o certo e o errado, não há nada que possa tirar-lhe o título de "maior ameaça ao País". O resto é consequência...

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José Eduardo de Camargo

São muitos os seguidores de

São muitos os seguidores de Roland Freisler*, o juiz favorito de Adolf Hitler, nestes tristes, lamentáveis trópicos do Lévi-Strauss. *http://www.cartamaior.com.br/?%2FEditoria%2FPrincipios-Fundamentais%2FRoland-Freisler-1893-1945-licoes-da-biografia-de-um-juiz%2F40%2F29584

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Suspeitei de algo quando li o pai Pavesi atacando o Comunismo

e o PT.

Eu compartilhei tudo sobre o caso postado pelo Sr. Pavesi: as acusações, o seu blog (tudo). E fiquei surpreso, não atinei o que ele queria dizer com "comunismo" sobre a morte do filho.

    Agora fica esclarecido que ele é mentalmente perturbado.

   Eu tenho os livros Afundação Roberto Marinho, de Roberto Costa Machado e Jogo Duro, de Garnero. O que mais revolta é a  perseguição e destruição de pessoas. Tem jornalista canalha nesse Brasil.!!!!???.... 

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bahia 0207

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j.marcelo

Além de supersalários,se

Além de supersalários,se sentem superhomens,ôô quem poderá nos salvar?Elee o "Nassif Colorado",(ao menos apresenta os fatos para"constranger"os iníquos)valeu Nassifão!!

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CFM já definiu que exames servem para afirmar morte cerebral?

A coleção de matérias sobre o assunto é extensa, os interessados podem ler tudo em

https://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/10/02/cfm-sera-obrigado-a-explicar-morte-cerebral-folha-de-sao-paulo/

Inicia, assim, o levantamento a respeito do assunto, que é polêmico:

CFM será obrigado a explicar morte cerebral – Folha de São Paulo

02/10/2009 — Celso Galli Coimbra

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Comentários sobre a matéria da Folha

A declaração de morte encefálica não é igual para todos no Brasil. Esta declaração de morte, que não tem consenso na Medicina, e possui ela mesma em seu procedimento um teste (da apnéia) que tem por objetivo promover a morte do paciente com a finalidade de aumentar a oferta de órgãos para a indústra transplantadora, é declarada, pelo  menos,  de duas maneiras diferentes, e que têm como consequência desta diferenciação a possibilidade de salvar a vida de um grupo de pacientes e provocar a morte de outro grupo, segundo a possibilidade de prevalência dos interesses já referidos em  tratar o traumatizado encefálico severo como mera fonte de órgãos vitais para transplantes ou não.

Evidentemente, neste contexto, entra como fator decisivo a condição sócio-econômica do paciente e do hospital onde ele está internado. Ocorre a promoção da morte para um segmento de pacientes, enquanto, para outros, em iguais situações de saúde, o salvamento da vida.

Leia mais, no link

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Onde estão

Como estão, o que foi feito pelos médicos pessoas físicas e cidadãos?

Continuam encarcerados?

O que hoje acontece com eles?

Estão numa éspecie de limbo onde nem se pode nominá-los?

E o tal juiz Narciso?

Continua em exercício em alguma vara do país?

Ele é alguma coisa imune e impune?

Sem dúvida o relato é revoltante.

Mas, omite informações graves e faz  acusações difusas com analogias extrapolantes sem maiores factualidades.

Sim, se são fatos, e imagino que são,  cadê o resto da informação?

Quando assisti o filme 'O caso dos irmãos Naves', também baseado em fatos verídicos, fiquei revoltado, foi marcante, só que o acontecido ocorreu antes que eu houvera nascido.

Saber mais exatamente possível a natureza dos fatos relatados seria a melhor ajuda para todos nós, estejamos revoltados com toda nossa empatia, ou envolvidos nesse turbilhão apavorante, que, afinal, de uma forma ou de outra, poderia nos vitimar também.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Andre S T

0 caso dos irmãos Naves foi

0 caso dos irmãos Naves foi mais um caso de réu como inimigo, o lawfare que o conluio midiatico penal pratica contra Lula

http://justificando.cartacapital.com.br/2014/11/19/da-serie-os-maiores-e...

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Júnior Sertanejo

Um dia é da caça,outro do

Um dia é da caça,outro do caçador,reza a lenda.Desde ontem,a caça tem voado em ziguezague e o caçador vai chegar em casa com os alforjes vazios.

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Vc ta vendo coisas. O q ta

Vc ta vendo coisas. O q ta acontecendo. Sei la o golpe ta provocando muitos transtornos mentais tenho visto visto isso nas ruas e nao eh seu caso nao claro...

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Você com bom cadastrado já

Você com bom cadastrado já notou que as agressões são as únicas armas que se utilizam para contrapor o melhor comentarista do Blog.Agressões são as únicas armas dos desqualificados.

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Voce tem toda razao,e me tras

Voce tem toda razao,e me tras mais uma razao para nao me cadastrar,com essa historia de transtornos mentais.Se voce esta sentindo  uma dorzinha na testa,pode  descartar a hipotese de transtornos mentais.E coisa bem mais seria,e os sintomas dela,geralmente comeca com uma coceira nos cotovelos.

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Relaxa amigo. Só brinquei com

Relaxa amigo. Só brinquei com vc e perguntei se ta tudo bem com vc. So isso. Desculpa ai. Abraçao.

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Se você está a me pedir para

Se você está a me pedir para relaxar,é um sinal claro que a dor na sua testa começou a ceder.

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Se você está me pedindo para

Se você está me pedindo para relaxar,é um sinal claro que a coceira na testa deu um refresco.Da mira do meu fuzil de Sniper Americano do Sul,ainda não escapou um ou uma.

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Punitivismo medieval

O Brasil padece de um punitivismo desnecessário e medieval. O sistema judiciário não está aí apenas pararetirar bandidos perigosos da sociedade, mas também para exercer uma certa vingança sem sentido contra aqueles que desafiaram o sistema.

Cadeia deveria ser apenas para foras da lei que ofereçam risco para a sociedade se ficarem soltos, nada mais. Apenas para bandidos perigosos e violentos.

Crimes praticados sem violência deveriam ter medidas bloqueadoras que impedissem que o crime se repita de novo, e mais nada.

Pra que prender um médico que cometeu irregularidades em seu trabalho ? Não bastaria cassar ou suspender  o seu CRM, por alguns anos por que assim, ele não poderia mais atuar como médico e não poderia cometer irregularidade nenhuma.

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Pra que prender um motorista que atropelou invlontariamente uma pessoa, não bastaria suspender a sua habilitação por alguns anos, uma vez que sem ela, não poderia atropelar ninguém.

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Pra que prender um estelionatário, uma vez que seu crime não foi violento, não bastaria deixar em seu pulso uma pulseira que o identificasse como estelionatário por alguns anos, assim os outros saberiam e não fariam nenhum negócio com ele mais. Uma tarja no seu RG, CIC também por alguns anos serviria de aviso a qualquer um que fosse fechar negócios com ele para se precaver.

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Pra que prender políticos corruptos em prisões de segurança máxima? Será que há o risco deles atacarem violentamente alguém se ficarem soltos? Não bastaria cassar os direitos políticos deles e exigir de volta o dinheiro roubado, e caso não conseguissem devolver, seria descontado uma parcela de seus rendimentos até o fim da vida, ou até quitar a dívida.

Querem humilhar os corruptos fora da lei? tem maneiras mais produtivas e construtivas de se fazer isto, por exemplo condenando eles a trabalhos comunitários de nível baixo, lixeiro, limpador de banheiros, faxineiro.

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Devia-se evitar ao máximo prender pessoas.Por fim, só presos violentos iriam para trás das grades.

 

" A Educação  pelo medo, deforma a alma."

Coelho Neto

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Ze Guimarães

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Andre S T

O STF virou poder judiciario

O STF virou poder judiciario e afrontou a CF ao decidir pela prisao em definitivo na segunda instancia

Nao ha mais como reparar erros judiciais

http://g1.globo.com/mg/sul-de-minas/noticia/2016/03/prisao-de-medicos-da...

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Há sim

Fica tranquilo caro André, os erros judiciais serão reparados sim, se não for pela justiça dos homens, será então pela Justiça Divina. 

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Ze Guimarães

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Direito Penal do Inimigo : O

Direito Penal do Inimigo : O Brasil padece de um punitivismo desnecessário e medieval. O sistema judiciário não está aí apenas pararetirar bandidos perigosos da sociedade, mas também para exercer uma certa vingança sem sentido contra aqueles que desafiaram o sistema.

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Isso que vc descreve é o

Isso que vc descreve é o Direito Penal do Inimigo ou lawfare

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Q vc descreve no primeiro

Q vc descreve no primeiro paragrafo

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Junior Sertanejo

Se Nassif eu

Se Nassif eu fosse,contrataria imediatamente essa trinca de advogados,Zé Guimaraes,Andre S T e Eduardo Outro, para defende-lo junto a gang Curitibana.Sem duvidas,ele economizaria alguns milhares de reais.Tem um porém.Só não posso garantir que ele embarcaria de volta.

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O ponto aqui é menos o

O ponto aqui é menos o episódio poços-caldense e sim os riscos do juiz-inquisidor (inquisidor no sentido histórico do termo, aquele em voga no medievo e que era ao mesmo tempo investigador, acusador e julgador). O processo penal moderno, via Luzes, trouxe um salto qualitativo incomensurável. Agora é cada qual no seu quadrado, com atribuições próprias,  "juiz natural" (preexistente ao fato)  e paridade -igualdade- de armas entre acusação e defesa. 

Vê-se, portanto, que Moro et caterva são pré-Iluminismo. 

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Luiz Felipe Pereira Carneiro

Tudo bem , o juiz foi um

Tudo bem ,

o juiz foi um carrasco,mas o caso PAVESI não foi o único.

Foram peloo menos oito casos....

Todos eles foram armados pelo juiz?

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Andre S T

Tanto o caso Pavesi como os

Tanto o caso Pavesi como os demais carecem de săo desprovidos de credibilidade. Mais um caso Escola Base. É facil montar essas armadilhas quando ha um juiz narciso.

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Andre S T

Todas as acusaçoes carecem de

Todas as acusaçoes carecem de credibilidades o STF ja endossou o abuso com base na condrnacao em segunda instancia

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Janete

São como animais feridos

O pior é que o medo de serem descobertos (porque eles sabem quando estão perseguindo alguém, até enquanto a trama deles dá certo, tudo bem), mas não há nada que fique em pé se faltam peças importantes: materialidade das provas, e mesmo quando essas surgem (forjadas) em algum momento, os fios soltos destruirão toda a trama.

Eles sabem disso, e por isso, que para ganhar notoriedade, assanham a mídia que adora destruir uma reputação, ainda mais quando conseguem exclusividade de informações.

Foi assim que se deu o GOLPE/2016. Toda a Grande imprensa unida por informações porivilegiadas, um vídeo, fotos, partes de documentos, tudo com "EX-CLU-SI-VI-DA-DE".

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Cristiano Pacheco

Difícil opinar, mas...

Nassif,

quem sou eu para atestar a veracidade dos fatos relatados por você ou pelo Narciso. Contudo, em algumas das suas linhas de argumentação, você usa de referências de autoridade para absolver os médicos. Por exemplo, menciona-se que o MP não aceitou denúncia ou que o CRM não condenou os médicos. Ora, por essa linha de argumentação, o Moro estaria super legitimado, pois as outras estâncias tem corroborado ilegalmente suas ações, bem como os órgãos de acusação, como MP, etc...Esse é o argumento da turma do golpe, que existem órgãos de controle acima do Moro e que estão aceitando suas denúncias. Também dizem que seria impossível uma conspiração a envolver tantas figuras concursadas, juízes de segunda instância, do STJ e do STF... Ou seja, se partimos do pressupostos que essas instituições (MP, Conselhos de Medicina, etc...) são SEMPRE sérios, bem embasados, todo esse Carnaval contra o PT tá legitimado. Aliás, no caso dos conselhos médicos ou qualquer órgão corporativo é muito raro aceitarem denúncias contra os seus, pode pesquisar... Acontece só naqueles casos escândalosos!! Por isso, acho esse aspecto da sua linha de argumentação furada, o resto sim tem serventia para reflexão.

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Pessoal, há muita confusão

Pessoal, há muita confusão por aqui.

O Nassif deixou bem claro que os médicos não são bonzinhos e cometaram sim irregularidades, como ficou provado.

A questão central do artigo é: Um juiz não pode agir contra a lei, cometendo irregularidades com o intuito de condenar A ou B ou C. Juiz deve ser imparcial e deve, ele também (pasmem !! ) se submeter à lei.

Ainda que houvesse mesmo uma quadrilha de tráfico de órgãos, ainda assim, a atitude tomada pelo juiz seria perniciosa.

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saulogeo

Ponto comum.

A Rede Globo.

Pauta até o STF.

Quando este monstro entreguista vai ser enfraquecido?

 

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Junior Sertanejo

Disse ontem em comentario não

Disse ontem em comentario não censurado,que Lula seria o protagonista das proximas eleições presidenciais,se houveraem.Vejam uma pesquisa que saiu a pouco,e verifiquem se a razão mais uma vez não me acolhe.

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Junior Sertanejo

De todos os comentarios da

De todos os comentarios da serie Xadrez,esse me pareceu bizarro.Não guarda qualquer contexto com a realidade.Serie o E.T. da serie.A cada dia vocês dessa legião de cadastrados,a contragosto,entendem por que eu jamais me cadastrei ou me cadastrarei em Blog algum.Justamente para evitar a deparar-me com situações como esta,e perder a lingua.No caso os dedos.

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Ô Junior se cadastra no blog

Ô Junior se cadastra no blog que o seu comentário sai direto. Eu muitas vezes fiz comentários desairosos e sempre foi publicado com as estrelinhas para designar o seu despropósito. O blog do Nassif, com seu principios humanitários e de liberdade de expressão, merece respeito. 

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Vera Lucia Venturini

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Júnior Sertanejo

Eu lhe respondi,o blog

Eu lhe respondi,o blog censurou.Confesso a senhora que cadastrado tem lá suas vantagens.Como na minha vida tudo que consegui,não recebi e nunca quis vantagem alguma,vou declinar seu convite,sabendo a Senhora,quando se deixa de publicar qualquer comentário,de quem quer que seja,se está praticando um ato de censura.

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Júnior Sertanejo

A senhora como comentarista

A senhora como comentarista não é nenhuma Brastemp,mas tem o crédito da razoabilidade,vámos combinar.Simpatizo com eles.Mas pelo visto não simpatiza com os meus,senão saberia minha posição sobre cadastramento.Vou lhe resumir um comentário que fiz ontem aqui,em cima do texto de Luís,cujo o título era Saudades de Lula.Fiz ressalvas sobre o esgotamento da série Xadrez.Vamos ao mais importante do meu comentário.Asseverei que Lula seria o protagonista das eleições presidenciais de 2018,se houverem por óbvio.Tenho sustentado solitariamente aqui,inclusive me parece,na contramão da editoria do Blog,que Lula é um político único,e outro candidato não pode ser,que não seja ele.Se deixarem,será uma eleição para arrebentar no primeiro turno pela primeira vez.Ele não tem adversário,senão a velha mídia.Pois bem Dona Vera,hoje sai uma pesquisa que Senhora já tomou conhecimento.Esses acertos na esfera política,Assim como previ a Vitória do emperucado exótico na eleição dos EUA,quando ele engoliu com quento uma candidata medíocre,da-me a primazia de ser imbatível nesse tipo de comentário,e daí advém o amor incondicional que os cadastrados me conferem,e a quantidade de comentários que são levados a lâmina.Me desculpe a modéstia,em política só Nassif tem o salvo conduto de me fazer questionamentos.Me perdoe,sou assim mesmo.Os erros são por conta do improviso,mando ver.

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Andre S T

Deve ter sido a captcha que

Deve ter sido a captcha que abduziu seu comentario.Nao creio que o blog tenha interesse em censurar a nao ser que se trate de ofensa baixaria injuria difamacao etc

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Júnior Sertanejo

Olhe Dona Vera,sabe por quê

Olhe Dona Vera,sabe por quê só Nassif tem condições de me questionar sobre temas políticos?Vou lhe dá uma informação.Quer saber os motivos das minhas razoáveis simpatias e vámos por assim dizer,sou um fã do emperucado exótico e Presidente eleito dos Estados Unidos,Donald John Trump.É que,com a vitoria dele,a Globo e Sérgio Moro ficaram com a brocha nas mãos,tipo cocô n'água.O Golpe foi mancomunado com Barak Obama Mamao,o cla Clinton e as ORGANIZAÇÕES GLPBO.Moro funcionaria como menino de recados.Eu não assisto a Globo há 13 anos,mas que a vê,afirmam de pés juntos, que os dois apresentadores patetas,vice versa,estão com olheiras
de noites isones.Os ventos Da.Vera já começaram a tomar outros rumos.Palavras de um Sertanejo quê conhece política,porque nasceu dentro dela,e quem lhe ensinou foi o maior Professor que meus velhos olhos pousaram.Para sorte minha era Papai,que a falta que me faz dilacera o meu coração.Me consolo com Lula,que era mais ou menos como ele.Aos poucos a senhora vai me conhecendo e quem sabe,mais adiante,me dará toda razão de não ter me cadastrado.

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Junior Sertanejo

Dada a simpatia que tenho

Dada a simpatia que tenho pela Senhora,volto a lhe dirigir meu breve comentario.Tenho aqui sustentado,que todas as Instituições Publicas Brasileiras,sem execção,estão tomadas por quadrilhas,que em comum,além da disputa sangrenta pelo espolio do butim,usam a pistola Ponto 40.Assevero peremptoriamente,que não há hipotese dessas quadrilhas não abrirem fogo,umas contra as outras,quando o bicho pegar,e já está pegando.Veja se a razão não tem estado constatemente comigo.Hoje pela manhã a Policia Federal deflagrou uma Operação de nome Leviatã para cima do Senador Lobão e seus satelites.Quero dizer,a Ponto 40 está comendo no birro para tudo quanto é lado.Será assim Dona Vera,até a aniquilação da ultima alma viva.A Senhora pela finura no trato,por certo,não tem o pleno conhecimento da extensão da carnificina que pode resultar quando todos estão armados com a pistola Ponto 40.Está começando a perceber porque só Nassif pode me questionar sobre temas politicos.Pois é.

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Júnior Sertanejo

Engraçado,Marcelo Resende de

Engraçado,Marcelo Resende de limitados recursos intelectuais,acabou de dizer a mesma coisa no seu programa mundo cão.Em todas as Instâncias do Poder Público brasileiro,está instalada uma quadrilha.Eu disse primeiro,quero crer.

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adolpho

Apoiado. Bizarrice total!

Apoiado. Bizarrice total!

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Junior Sertanejo

Que permita o Blog,a censura

Que permita o Blog,a censura imposta a dois comentarios que fiz, anteriores a esse,que nada contém de que a verdade,inclusive dita por um comentarita que me antencedeu,quando aborda o esgotamento da serie Xadrez,deixa o Blog em sitiação vexaminosa.Pimenta nos olhos do outros é referesco.Nem sempre nos olhos.Terrivel.

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C.Poivre

Tucano=crime

Onde há tucano, como no caso, há sempre suspeita de crime:

https://limpinhoecheiroso.com/2014/10/23/denuncia-tassia-camargo-apresen...

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Junior Sertanejo

A moda se consolidou,como já

A moda se consolidou,como já dito.Em menos de 48 horas,tive tres comentarios censurados pelo Blog.O ultimo por constatar o esgotamento da serie Xadrez e por entender que Nassif é teimoso.Atire a primeira pedra ai ai ai ai,aquele que não sofreu por amor.Luis não faz uma boa partida.

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Jean Genet, em seu livro de

Jean Genet, em seu livro de memórias Diario de Um ladrão, assim se refere a sua passagem pela Alemanha em 1937: "parecia-me que os deuses, presidindo às leis, não se revoltavam, simplesmente se admiravam. Eu tinha vergonha. Mas principalmente desejava entrar um país onde as leis da moral corrente fossem objeto de um culto, sobre as quais a vida tem os seus alicerces."

Ainda ontem o direito que não foi reconhecido para Dilma e Lula foi oferecido com pompa e submissão por um juiz do STF aos ladrões que comandam ao país. Somos definitivamente um país nazista onde as leis não são objetos de um culto que nos dê segurança.

Mas mais definitivo é a observação  que Jean Genet faz do povo alemão no período: "via o cérebro do mais escrupuloso dos burgueses berlinenses encerrar tesouros de duplicidade, de ódio, de maldade, de crueldade, de cobiça. Emocionava-me estar livre no meio de um povo inteiro em acusação."

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Vera Lucia Venturini

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Eduardo Outro

Não sou advogado do Nassif

Não sou advogado do Nassif nem dos médicos acusados. Aliás, não sou advogado de ninguém pois não sou advogado. Aos fatos então: O Nassif traz um caso de sua cidade, demonstra estar a par há muito tempo, mostra documentos e conclui dando sua opinião. Está errado ? Pode estar. Ou certo ? Também pode. Mas se não fui convencido de que ele está certo não posso, sem provas, concluir que ele está errado. E quais as provas ? Não li o livro do infeliz pai, não o conheco para afirmar que é um desequilibrado, mas dá para crer que o escreveria para dizer, "olha, não foi bem assim, os médicos são inocentes" ? Ele apresentou alguma prova em seu livro ? Qual ? Se não, o livro não é prova. Também trazem para cá uma reportagem da Carta Capital, revista séria, de um jornalista sério. Essa eu li. Só que não passa de uma entrevista com o pai infeliz, e faco a mesma pergunta do livro, diria ele, "não foi bem assim" ? Apresentou alguma prova ? Entrevista não é prova. Conclusões: 1) Não estou convencido de que os médicos são totalmente inocentes. Muito menos de que são culpados. Fosse eu um juiz, in dubio pra quem mesmo ? 2) Alguns comentários me levaram a crer que juizes narcisosmoros frequentam este blog. Estou errado ?

PS.: Há um caso semelhante ao de Pocos de Caldas em Taubaté SP. Diversos médicos foram condenados, entraram com recurso e "ganharam" aumento da pena. Culpados ou inocentes ? Sei eu ? Só que li que uma testemunha declarou que quando um doador de orgào se debatia no leito, um médico teria declarado, "ainda vivo" ?, e de posse de um bisturi cravou-o no coracão da vítima ! Dá para acreditar ?

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Júnior Sertanejo

Pela Santa

Pela Santa Madrugada,Dudu.Ainda bem que você não é um honorável causídico.Nassif estaria nas masmorras de Curitiba,e de lá não sairia tão cedo.Papai que tinha a primazia pela alta intelectualidade,não ficaria nada satisfeito em ter seu o registro da OAB na mesma Seccional que a sua.Dos males o menor,você é um ilustre cadastrado do Blog do Nassif.Nem isso consegui,tenho 50% dos meus comentários censurados.

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Eduardo Outro

Sacumé né Juninho, não sou

Sacumé né Juninho, não sou cadastrado não e meus comentários além de não serem censurados vêm com um monte de estrelinhas, e você sabe por que, eu já lhe disse. Agora, não venha com choramingos, os seus, quando censurados, é que são proíbidos para maiores de 7 (sete) anos.

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Jackson da Viola

videozinho......

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João de Paiva

Vale como crítica ao juiz Narciso, não para inocentar médicos.

Prezados leiotores, prezado Luís Nassif.

Esta crônica-reportagem mostra como agiu/agia o Torquemada do Sul Mineiro, o juiz Narciso Alvarenga Monteiro de Castro.  Pelo exposto aqui e noutras reportagens sobre o caso que ficou conhecido como "Máfia dos Transplantes do Sul de Minas" fica clara postura  e atuação acusatória, persecutória, inquisitorial adotada por Narciso Alvarenga, que em tudo lembra o Torquemada paranaense, sérgio moro, porém com sinal trocado. É com esse enfoque que a crônica deve ser lida. 

Entretanto Nassif se deixa levar pelo emocional e carrega nas tintas, permitindo interpretar a matéria como uma peça de defesa dos médicos acusados, os quais são inocentes - como prescreve a Lei -, já que não provada a culpa e o cometimento dos crimes de que foram acusados. Mas o jornalista/analista se expõe muito ao defender uma categoria - a dos médicos - que sabemos ser capaz de cometer crimes horrendos (como recentemente vimos uma reumatologista do Sírio-Libanês e um neurocirurgião que trabalhava num hospital da Unimed, no interior paulista, em relação à esposa do Ex-Presidente Lula, que se encontrava em coma, numa UTI, à beira da morte). Não devem ser esquecidos casos como o de Roger Abdelmassih e outros envolvendo profissionais menos famosos e menos ricos.

Em síntese: do ponto de vista legal os médicos são inocentes, já que não provada a culpa e o cometimento dos crimes de que foram acusados. Mas daí não podemos assumir a defesa apaixonada desses profissionais, afirmando catègoricamente que são 'puros' e nada de irregular fizeram. O que a crônica mostra é que o juiz Narciso Alvarenga é um criminoso, assim como sérgio moro. E, pelo que temos visto, o que mais há no PJ brasileiro é juízes criminosos, do piso a que pertence sérgio moro à 'suprema côrte', hoje composta por 11 indivíduos que exalam odor de fossas e de enxofre queimado.

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Eduardo Outro

Concordo não, prezado João, a

Concordo não, prezado João, a defesa apaixonada do Nassif é porque na opinião dele, abalizada, os médicos são inocentes e receberam penas destrutivas de suas vidas. Você mesmo concorda que são inocentes "mas daí não podemos assumir a defesa apaixonada desses profissionais". Por que ? Porque são médicos, "categoria capaz de cometer crimes horrendos" ! Por causa de uns criminalizam-se todos ! Leniência contra alguns facínoras dessa classe não justifica condenacão de inocentes da classe. Preconceito explícito, caro João !

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