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PSDB faz prévias para definir candidato a prefeito neste domingo

Da Rede Brasil Atual

Dividido, PSDB paulistano faz prévia domingo para tentar definir candidato à prefeitura

Três candidatos disputam a indicação tucana em prévia no domingo (28). Para presidente do diretório paulista, Pedro Tobias, "se discurso de João Doria convencer maioria, paciência"
 
por Eduardo Maretti, da RBA 

O PSDB corre contra o tempo e a pouca tradição em eleições para a prefeitura de São Paulo para emplacar um candidato e, além disso, conseguir unir o partido em torno de um nome competitivo para a sucessão de Fernando Haddad. A legenda realiza no domingo (28) a eleição interna para definir quem será o candidato. O vereador Andrea Matarazzo, o deputado federal Ricardo Tripoli e o empresário João Doria Jr. disputam as prévias. Não há favorito. Se nenhum dos três obtiver 50% mais um dos votos, a decisão vai ser só no segundo turno, entre os dois mais votados, em 20 de março.

Enquanto Matarazzo é apoiado por caciques do PSDB, como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e os senadores José Serra e Aloysio Nunes Ferreira, Tripoli conta com o deputado federal Bruno Covas e o presidente do Instituto Teotônio Vilela, José Anibal.

Já Doria se apresenta como "o novo", descontaminado da política tradicional, o homem da iniciativa privada, e não por acaso exibe o apoio do governador do estado, Geraldo Alckmin, como seu maior trunfo.

Para o presidente do diretório estadual do PSDB, Pedro Tobias, o PSDB já está atrasado na definição do nome. Embora ele não se manifeste a favor de nenhum dos três postulantes, nas entrelinhas, o dirigente e deputado estadual não deixa dúvidas sobre quem não apoia. “Se o discurso de João Doria convencer a maioria, paciência”, diz.

O clima no interior do PSDB não é tranquilo. Há duas semanas, a coluna “Painel”, da Folha de S. Paulo,revelou que o vereador Adolfo Quintas, aliado de Matarazzo, acusou o empresário João Doria de “cooptar” militantes do partido oferecendo R$ 2 mil por mês. Doria prometeu ir à Justiça para que o vereador confirme a acusação em juízo. Em debate realizado pelo jornal entre os três candidatos na terça-feira (23) o assunto voltou, levantado por um militante aliado de Matarazzo.

Desde a redemocratização do país, a capital paulista só teve dois prefeitos do PSDB, sendo apenas um deles eleito pelo voto direto. Em 1983, Mário Covas foi nomeado pelo então governador Franco Montoro. José Serra foi eleito em 2004, mas deixou a prefeitura 15 meses depois. Em março de 2006, ele abdicou da prefeitura em favor do vice, Gilberto Kassab, para disputar a eleição para o governo estadual (que venceu).

Acompanhe a entrevista de Pedro Tobias à RBA:

O debate realizado na Folha entre os três candidatos mostrou divergências e tensão. Como o sr. avalia o processo, nesse contexto?

O debate foi excelente, discordo um pouco do que falou a Folha, não foi agressão nenhuma. Debate de candidato é para colocar ponto de vista, ser contundente. É natural isso. Eu que ajudei a criar essa prévia quatro anos atrás. É um fato positivo.

Doria vai contra a tradição do partido?

Acho que precisa modernizar o partido. Quatro anos atrás em Congresso do partido sugeri várias mudanças, porque o mundo muda. Precisamos fazer uma administração moderna. Não sou contra João Dória, mais ligado à iniciativa privada, esse modernismo igual ao americano. Mas temos uma massa grande de pobreza, que precisa de ajuda do Estado. Aqui nós temos pobreza, analfabetos. O Estado não pode lavar a mão de tudo.

O sr., então, não é favorável ao Doria?

Que seja (o Doria), mas aqui nós temos pobreza. Eu chamo esse povo de “dona Maria”, que não tem sindicato, não tem família, não tem dinheiro, não tem nada, e precisa ser protegido. Mas não temos dinheiro para todo mundo e precisa de saúde pública para a gente pobre. Hoje, infelizmente, a filha de dona Maria não vai ao SUS, mas alguém que conhece vereador, que conhece alguém, sempre encontra vaga para se encaixar. Mas a filha de dona Maria, não.

Mas Doria defende privatizações generalizadas de tudo, enquanto Matarazzo, não.

É só minha opinião pessoal. Se o discurso de João Doria convencer a maioria, paciência. Minha opinião é de que o Estado não pode ser grande, tem que ser mínimo. Mesmo assim, ele precisa fiscalizar, cuidar dessa gente mais humilde. Não pode deixar à mercê da iniciativa privada.

Podemos credenciar hospitais com essa iniciativa de organizações sociais que começou em São Paulo na época do Covas. Excelente ideia: organizações sociais 100% SUS. É dinheiro público, precisamos fiscalizar, controlar, orientar onde vai ser o gasto.

Eu sou a favor que o Estado em si fique mínimo, mas no rumo da política da saúde, da educação, o Estado tem que dar palpite. Quem executa pode ser a iniciativa privada, mas o Estado lavar a mão é errado.

E a acusação sobre o suposto pagamento de Doria para receber apoio?

Jornalista provoca. Não quero entrar nessa coisa, é muito pequena, não vou entrar nesse mérito.

Em novembro de 2015, o sr. disse que janeiro já era tarde para o PSDB escolher o nome para disputar a prefeitura. O partido está bastante atrasado na escolha do nome?

Espero que ganhe alguém no primeiro turno, senão vamos para 20 de março. Não podemos perder tempo. Espero que no fim de semana saia um (candidato) no primeiro turno. Resolve, acaba a briga interna. Nossos opositores vão ser de fora, do PT, Russomanno (PRB). Não o Matarazzo, João Dória ou Trípoli. São todos do mesmo partido. Não sei se no primeiro turno vai-se conseguir metade mais um. Mas quem decide isso é o (diretório) municipal.

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10 comentários

Comentários

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Ivan de Union

AAAAAAA E CIO, cham cham

AAAAAAA E CIO, cham cham cham!

AAAAAAA E CIO, chum chum chum!

AAAAAAA E CIO, cham chim chum!

AAAAAAA E CIO, chum zum zmmm

AAAAAAA E CIO, zzzzzzzzzzzzzzzzz...

Mmmmmmmm...

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James

QUE VENÇA O PIOR!

QUE VENÇA O PIOR!

 

Ou seja, que termine empate.

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Que venca o pior ? Tás

Que venca o pior ?

Tás brincanco !

Qualquer um dos três, para se tornar um candidato ruim terão que melhorar muito.

Seu voto: Nenhum

Consagre os seus sonhos e projetos ao Senhor, e eles serão bem sucedidos, creia.

gAS

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Sairé

Dois mil reais por mês? Estás brincando!

O clima no interior do PSDB não é tranquilo. Há duas semanas, a coluna “Painel”, da Folha de S. Paulo,revelou que o vereador Adolfo Quintas, aliado de Matarazzo, acusou o empresário João Doria de “cooptar” militantes do partido oferecendo R$ 2 mil por mês. Doria prometeu ir à Justiça para que o vereador confirme a acusação em juízo. Em debate realizado pelo jornal entre os três candidatos na terça-feira (23) o assunto voltou, levantado por um militante aliado de Matarazzo.

O Dória não vai conseguir comprar ninguém do PSDB pagando 2 mil reais por mês. Isso é ninharia, Dória!. O pessoal do PSDB sabe se valorizar. Serás derrotado com certeza.

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Ernesto São Paulo

Amanhã saberemos o próximo

Amanhã saberemos o próximo prefeito de São Paulo.... rs

Seu voto: Nenhum
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Luciana Mota

Pra perder qualquer um

Pra perder qualquer um serve.

Luciana Mota

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orlando soares varêda

  Claro que dos aspirantes do

 

Claro que dos aspirantes do psdb a sangrar a Cidade de São Paulo, detentores da imagem simbólica mais autentica e verocímel desse partido de dandocas, é o acompanhante , patrocinador, e produtor de desfiles de cães da raça poodle das dandocas paulistanas. O impagavel vira-latas e bajulador da elite econômica mais predadora do País, esse rebotalho de gente chamodo de joão dória, com licença da palavra.

Quanto ao fato da velharia corrupta apoiar outros aspirantes, não tem o menor significado, trata-se apenas de preconceitos arcaicos, contra as formas mais atuais de praticar as mesmas badalheiras introduzidas pelo ultrapassado professor de merda fernando henrique baboso.

Orlando 

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Doria e Alckmin vão sair do PSDB barca furada

Prefiro o Doria dos três.

Seu voto: Nenhum (1 voto)

Follow the money, follow the power.

Cada um por si e Deus por todos

Anyone hoping this week’s G-20 meeting would yield some manner of “Shanghai Accord” to revive sluggish global growth, pull the global economy out of the deflationary doldrums and calm jittery markets that have seen harrowing bouts of volatility in the first two months of the year are disappointed on Saturday.

The joint communique issued by policymakers at the end of the two-day summit is bland and generic, with officials parroting vacuous promises to avoid competitive currency devaluations and maintain monetary policies aimed at supporting economic activity and price stability.

Officials pledged to “consult closely” on FX markets, a reference presumably to China’s “surprise” August 11 deval and the PBoC’s move in December to adopt a trade weighted basket as a reference point for the RMB, a move that telegraphed lots of downside for the currency.

The statement also “acknowledges” the fact that geopolitical risks abound and as Bloomberg noted this morning, “officials added a potential ‘Brexit’ to its long worry list in the communique.”

“That’s a win for Chancellor of the Exchequer George Osborne, who had sought to rally international finance chiefs behind the campaign to keep Britain in the European Union,” Bloomberg goes on to point out.

Anyone hoping this week’s G-20 meeting would yield some manner of “Shanghai Accord” to revive sluggish global growth, pull the global economy out of the deflationary doldrums and calm jittery markets that have seen harrowing bouts of volatility in the first two months of the year are disappointed on Saturday.

The joint communique issued by policymakers at the end of the two-day summit is bland and generic, with officials parroting vacuous promises to avoid competitive currency devaluations and maintain monetary policies aimed at supporting economic activity and price stability.

Officials pledged to “consult closely” on FX markets, a reference presumably to China’s “surprise” August 11 deval and the PBoC’s move in December to adopt a trade weighted basket as a reference point for the RMB, a move that telegraphed lots of downside for the currency.

The statement also “acknowledges” the fact that geopolitical risks abound and as Bloomberg noted this morning, “officials added a potential ‘Brexit’ to its long worry list in the communique.”

“That’s a win for Chancellor of the Exchequer George Osborne, who had sought to rally international finance chiefs behind the campaign to keep Britain in the European Union,” Bloomberg goes on to point out.



"Downside risks and vulnerabilities have risen," due to volatile capital flows and slumping commodities but - and this was a critical passage - “monetary policy alone cannot lead to balanced growth."

What?! We thought counter-cyclical Keynesian tinkering was the magic elixir. A cure-all that smooths business cycles and creates demand out of thin air. Now you’re telling us it “can’t lead to balanced growth” and implicitly that Paul Krugman is a snake oil salesman? This can’t be.

(Janet is not amused)

“The global recovery continues, but it remains uneven and falls short of our ambition for strong, sustainable and balanced growth," the statment continues, in a rather dour assessment of the economic landscape. "While recognising these challenges, we nevertheless judge that the magnitude of recent market volatility has not reflected the underlying fundamentals of the global economy," officials added. 

Right. If markets were "reflecting the underlying fundamentals" of this global deflationary trainwreck, things would probably be even more volatile. 

Predictably, everyone called on fiscal policy to save the day, in what amounts to a tacit admission that central banks have failed. "Countries will use fiscal policy flexibly to strengthen growth, job creation and confidence, while enhancing resilience and ensuring debt as a share of GDP is on a sustainable path," the statement reads.

So countries will somehow adopt expansionary fiscal policies withoutresorting to deficit financing via debt sales. So, magic. Got it. 

Long story short, there is no "Shanghai Accord" akin to the 1985 Plaza Accord between the United States, France, West Germany, Japan, and the United Kingdom, which agreed to weaken the USD to shore up America’s trade deficit and boost economic growth. All we have here is a generic statement and empty promises. 

"Investor hopes of coordinated policy actions proved to be pure fantasy," said TCW's David Loevinger, a former China specialist at the U.S. Treasury. "It’s every country for themselves."

Yes it is which means the great yuan devaluation will continue unabated as will the competitive easing. 

This isn't a good thing for markets. As Citi's Steve Englander wrote yesterday, "they won't save the world but probably convince investors that global policymakers are sufficiently on the same page to add to global confidence." 

Well guess what? They didn't. We close with the likely read through for markets from Citi's Brent Donnelly:

  

The G20 draft communiqué looks like it is out and it seems pretty tepid / uninspiring. So the relevant question now is whether or not this 160-handle rally in SPX (!) is partially attributable to shorts squaring up ahead of the G20 meeting. I would say the rally in the past two days has had extra momentum because of G20 and now shorts should be looking to reestablish—so I think stocks should trade weak from here into Monday.
 

"Downside risks and vulnerabilities have risen," due to volatile capital flows and slumping commodities but - and this was a critical passage - “monetary policy alone cannot lead to balanced growth."

What?! We thought counter-cyclical Keynesian tinkering was the magic elixir. A cure-all that smooths business cycles and creates demand out of thin air. Now you’re telling us it “can’t lead to balanced growth” and implicitly that Paul Krugman is a snake oil salesman? This can’t be.

(Janet is not amused)

“The global recovery continues, but it remains uneven and falls short of our ambition for strong, sustainable and balanced growth," the statment continues, in a rather dour assessment of the economic landscape. "While recognising these challenges, we nevertheless judge that the magnitude of recent market volatility has not reflected the underlying fundamentals of the global economy," officials added. 

Right. If markets were "reflecting the underlying fundamentals" of this global deflationary trainwreck, things would probably be even more volatile. 

Predictably, everyone called on fiscal policy to save the day, in what amounts to a tacit admission that central banks have failed. "Countries will use fiscal policy flexibly to strengthen growth, job creation and confidence, while enhancing resilience and ensuring debt as a share of GDP is on a sustainable path," the statement reads.

So countries will somehow adopt expansionary fiscal policies withoutresorting to deficit financing via debt sales. So, magic. Got it. 

Long story short, there is no "Shanghai Accord" akin to the 1985 Plaza Accord between the United States, France, West Germany, Japan, and the United Kingdom, which agreed to weaken the USD to shore up America’s trade deficit and boost economic growth. All we have here is a generic statement and empty promises. 

"Investor hopes of coordinated policy actions proved to be pure fantasy," said TCW's David Loevinger, a former China specialist at the U.S. Treasury. "It’s every country for themselves."

Yes it is which means the great yuan devaluation will continue unabated as will the competitive easing. 

This isn't a good thing for markets. As Citi's Steve Englander wrote yesterday, "they won't save the world but probably convince investors that global policymakers are sufficiently on the same page to add to global confidence." 

Well guess what? They didn't. We close with the likely read through for markets from Citi's Brent Donnelly:

  

The G20 draft communiqué looks like it is out and it seems pretty tepid / uninspiring. So the relevant question now is whether or not this 160-handle rally in SPX (!) is partially attributable to shorts squaring up ahead of the G20 meeting. I would say the rally in the past two days has had extra momentum because of G20 and now shorts should be looking to reestablish—so I think stocks should trade weak from here into Monday.

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Follow the money, follow the power.

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OBS

Que propaganda...aff No final

Que propaganda...aff

No final do começo, estarão todos juntos, abertamente, no caso de 2º turno das eleições.

Propaganda para filiação!!

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