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2016 teve o maior número de deslocamentos forçados no mundo, diz ACNUR

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Foto: Dragan Tatic

Jornal GGN - Segundo relatório divulgado nesta segunda-feira (19) pela ACNUR, agência da ONU para refugiados, o ano de 2016 teve o maior número registrado de deslocamentos forçados provocado por guerras, violência e perseguições.

65,6 milhões de pessoas deixaram seus locais de origens em razão de conflitos, um aumento de 300 mil na comparação a 2015. Deste total, 22,5 milhões dizem respeito aos refugiados, a maioria vinda de países em conflito, principalmente Síria e o Sudão do Sul.
 
Outros 40,3 milhões são pessoas que se deslocaram dentro de seus próprios países. A Síria aparece novamente com um deslocamento expressivo, assim como o Iraque e também a Colômbia. 
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Projeto Humanitário ganha reconhecimento da ACNUR

Foto: Débora Peroni

Jornal GGN – Após as apresentações de crianças refugiadas do Coral Somos Iguais, idealizado a partir do Projeto Humanitário de Daniela Guimarães, a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) reconheceu oficialmente e declarou apoio à iniciativa, que visa auxiliar os imigrantes nas condições de trabalho, saúde, educação e cultura no Brasil. O show que emocionou a todos aconteceu neste mês de dezembro, em São Paulo, sob a regência de João Carlos Martins.

O Coral formado por 25 crianças da Síria, Angola e Congo interpretou músicas eruditas e clássicos como “Se Essa Rua Fosse Minha”, “Quero Ver” e “The Lord Be Magnified”. No final das apresentações o tenor Jean William ainda acompanhou Isabel, uma refugiada do Congo, de 15 anos, para interpretar “Noite Feliz”. Na plateia do evento estavam o maestro Roberto Minczuk, Milu Villela, o Ministro Nelson Jobim, Marluce Dias e Walter Torre, além de Luiz Fernando Godinho, representante da ACNUR.

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ONU alerta: número de refugiados no mundo chegou a 65 milhões em 2015

Jornal GGN - Sessenta e cinco milhões de refugiados no mundo. Esta é a cifra apresentada para pessoas forçadas a deixar seus lares e a fugir de conflitos, perseguição e violência. Este número de 2015 é cinco milhões acima do que a quantidade de refugiados do ano anterior.

Este é um aumento alarmante da situação, destacou a ACNUR, a agência da ONU que se ocupa deste tema, por ocasião do Dia Mundial do Refugiado.

Em seu informe anual sobre as tendências globais dos deslocamentos, também deixa visível a situação das Américas.

Neste sentido, assinala que um aumento da violência proveniente das gangues, do narcotráfico e do crime organizado em El Salvador, Guatemala e Honduras está forçando milhares de pessoas a fugir para o México e Estados Unidos.

Em 2015, as solicitações de asilo do chamado Triângulo Norte alcançaram quase 110 mil, em comparação com 21 mil em 2012. Uma cifra cinco vezes maior, disse a agência.

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No DF, projeto conserta e doa bicicletas para refugiados

Da Agência Brasil

Refugiados de vários países que vivem no Distrito Federal receberam ontem (10) 34 bicicletas para facilitar o deslocamento pelos espaços urbanos. As bicicletas são usadas e foram consertadas para a doação, feita pela organização não governamental (ONG) Rodas da Paz. O projeto é feito em parceria com a Agência da Organização das Nações Unidas para Refugiados (Acnur) e com o Instituto Migrações e Direitos Humanos (IMDH), ONG que auxilia os migrantes.

O coordenador do projeto de doações e conselheiro da Rodas da Paz, Rafael Barros, afirma que a ideia é que os refugiados contem com um meio de transporte acessível. “[Com a bicicleta] você não precisa mais gastar com transporte público. Além disso, há pessoas que não têm condições de comprar um carro. Andar de bicicleta é também um jeito de conhecer a cidade”, comenta. Já Luiz Fernando Godinho, porta-voz do Acnur no Brasil, destaca os benefícios sociais do uso da bicicleta.

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ONU alerta pra riscos de violência contra mulheres refugiadas na Europa

Da Acnur

Mulheres refugiadas que se deslocam pela Europa estão correndo riscos, afirma a ONU

Mulheres e meninas refugiadas e migrantes que se deslocam pela Europa enfrentam graves riscos de violência sexual e de gênero, destacou um relatório conjunto divulgado pela Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), o Fundo de Populações das Nações Unidas (UNFPA) e a Comissão para Mulheres Refugiadas (WRC, sigla em inglês).

O ACNUR, o UNFPA e a WRC realizaram uma avaliação de campo sobre os riscos envolvidos na trajetória de mulheres e meninas refugiadas e migrantes na Grécia e na Macedônia, em novembro de 2015, e concluíram que as mulheres representavam o grupo mais vulnerável e que necessitavam de medidas adicionais de proteção.

O relatório aponta que diversas mulheres e meninas refugiadas e migrantes já haviam sido expostas a diferentes formas de violência sexual e de gênero tanto em seu país de origem, quanto em seu primeiro país de refúgio, assim como ao longo da viagem de chegada à Europa.

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Segundo Acnur, mundo tem a pior crise de refugiados desde a Segunda Guerra

Da Agência Brasil

Os atuais campos de refugiados, construídos para abrigar temporariamente pessoas que deixam seus países fugindo da guerra, da fome e de perseguições política, social e religiosa, têm se transformado em situação duradoura, e esse é um dos piores dramas da atual política de refugiados e apátridas (pessoas que não têm nacionalidade) no mundo.

A avaliação é do oficial de Proteção do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur) no Brasil, Gabriel Godoy. Atualmente, segundo ele, perto de 45% dos refugiados no mundo vivem uma situação prolongada de refúgio, que afeta mais de 25 mil pessoas por um período superior a cinco anos.

“Infelizmente, os campos de refugiados construídos para dar uma resposta imediata para as vítimas que cruzam as fronteiras e buscam em um país vizinho a oportunidade de reconstruir suas vidas têm se tornado uma solução que passa de temporária para duradoura”, afirmou durante o debate Fronteiras do Século 21 e a crise migratória, incluído na programação do Projeto Emergências, promovido pelo Ministério da Cultura, por meio da Secretaria da Cidadania e da Diversidade Cultural (SCDC), na Fundição Progresso, no centro do Rio.

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A crise de refugiados na Europa move-se de país a outro sem solução

Jornal GGN – A Agência da ONU para os Refugiados (ACNUR) alertou que o caos e a confusão ocorrem devido à ausência de uma resposta europeia coerente e única à emergência enfrentada pelo continente com o fluxo de refugiados que chegam em seu território.

O porta-voz do ACNUR em Genebra, Adrian Edwards, falou em uma coletiva de imprensa sobre os tumultos ocorridos na fronteira entre Sérvia e Croácia, que culminou com o fechamento de alguns pontos de entrada croatas, e a situação dramática observada na fronteira húngara, onde a polícia usou gás lacrimogêneo e outras medidas antidistúrbios contra os migrantes.

“A crise cresce e se desloca de um país a outro sem solução. Enquanto isso, o sofrimento e os riscos para milhares de refugiados e imigrantes aumentam e a incerteza e falta de informação alimenta seu desespero, o que aumentam probabilidades de incidentes graves, alimentando a hostilidade contra as pessoas que fogem de perseguições e conflitos, e eles precisam de ajuda”, disse ele.

Edwards avisou que esse cenário só beneficia os traficantes de pessoas e outros delinquentes que buscam tirar vantagem da população mais vulnerável.

O porta-voz acrescentou, ainda, que o ACNUR congratula-se com a decisão do Parlamento Europeu de apoiar os planos de realocação de 120 mil pessoas mais nos países do continente.

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Aumenta o fluxo de refugiados para países ricos

Jornal GGN – As crises no Iraque e Síria e a instabilidade no Afeganistão, Eritrea e outros países continuam levando milhares de pessoas a buscar refúgio nos países mais ricos, segundo revela um informe divulgado hoje pela Agência da ONU para os Refugiados (ACNUR).

Segundo dados fornecidos por 44 governos da Europa, América do Norte e também asiáticos, quase 331 mil pessoas solicitaram asilo nos países industrializados entre janeiro e final de junho, o que representa um aumento de 24% em relação a igual período do ano anterior.

Se continuar esta tendência, a ACNUR calcula que este número poderia elevar-se para 700 mil pessoas este ano, o maior volume em duas décadas e algo que não se via desde a guerra na antiga Iugoslávia, nos anos 1990.

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ACNUR pede ajuda para aqueles que se arriscam no Mediterrâneo

Jornal GGN – A Agência da ONU para os Refugiados (ACNUR) pediu aos países europeus que façam um esforço coletivo para ajudar e proteger aqueles que arriscam suas vidas no Mediterrâneo depois de fugir da Líbia, Egito ou Síria.

Neste contexto, a ACNUR pediu medidas legais e seguras que possam ajudar às pessoas afetadas por conflitos em seus países ou são perseguidas, para que não se vejam obrigadas a colocar em risco sua vida tentando, desesperadamente, chegar à Europa.

 Entre as medidas alternativas se incluiria o reassentamento, a admissão por razões humanitárias, facilitar a reunificação familiar e promover programas de vistos de trabalho ou estudo.

O alto comissário da ONU para os Refugiados, Antonio Guterres, e a enviada especial da ACNUR, Angelina Jolie, visitaram no domingo o centro de resgate naval em Malta, um fim de semana em que se registraram mais naufrágios e perda de vidas no Mediterrâneo.

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ACNUR afirma que crise humanitária na Síria é a maior da nossa era

Jornal GGN – Quase a metade da população da Síria teve que abandonar suas casas por causa da violência e há mais de 3 milhões de pessoas refugiadas em outros países, o que constitui a maior crise humanitária da nossa era, declarou ontem a Agência da ONU para Refugiados, a ACNUR.

Cerca de 6,5 milhões de sírios deslocados permanecem no país. Mais da metade dos que foram forçados a abandonar suas casas são crianças, ressaltou a Agência.

A grande maioria dos refugiados sírios se concentram em países vizinhos e o Líbano acolhe o maior número deles, mais de 1,14 milhão. Turquia abriga a 815 mil sírios e, na Jordânia, chegaram a 608 mil desde que começou o conflito, há mais de três anos.

Além dos 3 milhões de refugiados registrados, um milhão a mais do que o registrado há um ano, calcula-se que centenas de milhares de pessoas mais saíram da Síria fugindo do conflito.

“Há sinais preocupantes que indicam que o progresso na Síria é cada vez mais difícil. Temos sido informados de que muita gente se vê obrigada a pagar subornos em postos de controle, que proliferam na fronteira, com valores cada vez mais elevados”, disse Melissa Fleming, porta-voz da ACNUR em Genebra.

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O levantamento da situação de refugiados no Brasil

Jornal GGN - Refúgio é um direito facultado a estrangeiros pela convenção de 1951 da Organização das Nações Unidas (ONU) e que foi ratificada por lei no Brasil, em 1997. Com 5.208 refugiados abrigados no Brasil, o país cresceu muito em relação ao passado, mas ainda está aquém da média mundial. Mesmo abaixo da média, o país abriga refugiados de 79 nacionalidades, sendo o maior grupo o de colombianos, com 1.154 no total. O Brasil é, ainda, um dos países participantes do programa de reassentamento do Acnur (Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados).

O aumento de solicitações de refúgio é reflexo das condições internacionais atuais. Segundo Paulo Abrão, secretário nacional de Justiça, o agravamento da crise no Oriente Médio e nos países africanos, bem como no continente sul-americano, contribuem para isso.

Andrés Ramirez, representante da Acnur no Brasil, também concorda que o acirramento de conflitos no Oriente Médio é “fator fundamental para esse fluxo”, mas que não se deve descartar que o Brasil também marcou presença maior no cenário internacional.

A lista de países em turbulenta crise humanitária é grande, e a Acnur lembra que os pedidos aumentaram no mundo inteiro. Leia a matéria do site O Estrangeiro sobre o tema.

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Iraque: ONU tenta levar ajuda aos moradores sitiados em Amirli

Jornal GGN – O Escritório das Nações Unidas para Assuntos Humanitários (OCHA) informou que se esforça para levar ajuda à localidade iraquiana Amirli, que está sitiada, onde cerca de 20 mil pessoas, em sua maioria xiitas, vivem sob ameaça de serem aniquiladas pelo grupo extremista Estado Islâmico.

Kieran Dwyer, porta-voz da OCHA no Iraque, manifestou em entrevista para a Rádio ONU que essas pessoas sofrem com grande escassez de água, alimentos, e precisam de atenção médica. Até agora a ajuda que receberam foram por lançamentos aéreos.

“Até o momento não conseguimos chegar por terra, já que a região é controlada por grupos armados. Há uma situação de insegurança muito grave que nos impede de chegar até a localidade para proteger seus habitantes e oferecer assistência essencial”, disse Dwyer.

Além disso, a Agência da ONU para os Refugiados (ACNUR), lançou hoje uma campnha para ajudar a quase meio milhão de pessoas deslocadas no norte do Iraque. Para este fim, a agência estabelecerá uma ponte aérea da Jordânia para Erbil, no Curdistão iraquiano.

A partir desta quarta-feira e durante dez dias serão transportadas tendas, fogões e outros artigos de primeira necessidade, que serão distribuídos entre os refugiados.

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Mais de 60 milhões de meninas são estupradas a caminho da escola, diz ONU

Jornal GGN - Anualmente, em todo o mundo, mais de 60 milhões de meninas são estupradas durante o percurso até a escola. A informação foi divulgada na segunda-feira (25) pelo  Alto Comissário da ONU (Organização das Nações Unidas) para Refugiados, António Guterres, durante o lançamento da campanha internacional  “16 Dias de Ativismo contra a Violência Sexual e de Gênero”.
 
Neste ano, o tema escolhido é “Segurança na Escola”. Leia mais »
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ONU reconhece empenho brasileiro em receber sírios

Jornal GGN – O Comitê Nacional para Refugiados (Conare) anunciou há algum tempo sua decisão em conceder vistos humanitários para cidadãos sírios. A decisão foi bem avaliada pelo Alto Comissário das Nações Unidas para Refugiados (Acnur-ONU). Na sexta-feira, em Genebra (Suíça), o porta-voz da Acnur, Adrian Edwards, afirmou que as medidas do governo brasileiro vão “ajudar a acelerar a entrada destas pessoas no Brasil”. Para a Acnur, a medida anunciada pelo governo brasileiro “é consistente comas normas estabelecidas na lei brasileira de refúgio”.

Paulo Abrão, presidente do Conare, agradeceu o reconhecimento da agência da ONU e reafirmou o compromisso de solidariedade do Brasil. Segundo ele, “manteremos toda a nossa disposição em colaborar com o esforço internacional de proteção a todos aqueles que estiverem sob vulnerabilidade e suscetíveis a violação dos seus direitos humanos”.

Segundo as normas, a emissão de vistos de viagem será feita nas embaixadas e consulados do Brasil nos países vizinhos à Síria. Os pedidos de refúgio, por seu turno, deverão ser apresentados no momento de chegada ao Brasil. Os vistos humanitários são válidos por 2 anos e o visto especial também será estendido aos familiares do solicitante.

Segundo levantamento do Ministério da Justiça (MJ), o número de refugiados sírios no Brasil ainda é pequeno, com 280 pedidos já reconhecidos pelo Conare. Mesmo assim, o número de solicitações tem aumentado gradualmente, e não existem solicitações de refúgio pendentes. Todos os pedidos apresentados foram aprovados pelas autoridades brasileiras e, atualmente, o Brasil abriga cerca de 3 mil solicitantes de refúgio e aproximadamente 4.300 refugiados vivem no Brasil, a maioria vindo da Colômbia, República Democrática do Congo e da Síria.

Segundo o MJ o Brasil é o primeiro país das Américas a adotar esta medida em relação aos refugiados sírios. Segundo estimativas cerca de 3 milhões de brasileiros têm ascendência síria, vindos para o Brasil a partir de uma onda de imigração que ocorreu por volta do início do século 20.

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