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Temer obtém maioria para anular delações da Odebrecht no TSE


Foto: Anderson Riedel/Fotos Públicas
 
Jornal GGN - Se o placar desta quarta-feira (07) contabilizava uma disputa acirrada entre os votos favoráveis e os contra ao pedido que pode absolver Michel Temer no julgamento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a sessão logo pela manhã desta quinta já indicou a garantia de 4 ministros contra 3 que devem concordar com a defesa do presidente.
 
O tema iniciado nesta manhã foi a última das questões preliminares levantadas pelo advogado de Temer: a alegação de que o processo sofreu modificações desde a petição inicial de 2015, com o acréscimo das provas, como as delações da Odebrecht e dos marqueteiros de campanha Mônica Moura e João Santana.
 
Acompanhe o ao vivo do julgamento aqui
 
Ainda na manhã de ontem, três ministros indicavam que seriam contra o uso de tais depoimentos na ação de cassação: além de Gilmar Mendes, Napoleão Nunes Maia Filho e Admar Gonzaga. Do lado de lá, mostravam concordância com o relator os ministros Rosa Weber e Luiz Fux. Restava dúvidas sobre o posicionamento do ministro Tarcisio Vieira.
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Ao vivo: TSE analisa questão que pode absolver Temer

Jornal GGN - O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) retoma nesta quinta-feira (08) o julgamento do processo de cassação da chapa Dilma Rousseff e Michel Temer e que pode encurtar o mandato do presidente.

Os ministros analisam primeiro a última das questões preliminares, que pode impactar diretamente no resultado da ação. Isso porque, até o momento, os membros do TSE descartaram todos os pedidos da defesa de Temer, deixando para hoje decidir se houve a ampliação das acusações desde a petição inicial, de 2015.
 
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"Não quero ser julgado por interpretações", diz Lula em Curitiba

Á uma mutidão que o esperou por mais de cinco horas, o ex-presidente disse acreditar que após "dois anos de massacre", eles teriam alguma prova: "mas não tinham nada"

Jornal GGN - "Eu não quero afrontar ninguém, eu sou um cidadão que respeita as leis, eu respeito a Constituição. A única coisa que eu peço em troca é que ele me respeite como eu respeito", disse o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em pouco mais de dez minutos de discurso, na Praça Santos Andrade, em Curitiba.

Lula discursou a uma multidão que o esperava, após quase cinco horas de depoimento prestado ao juiz Sérgio Moro, na Justiça Federal de Curitiba. Sem citar detalhes de como foi o interrogatório, o ex-presidente disse que estava impressionado que após "dois anos de massacre", acreditava que seus acusadores "iam mostrar uma escritura, um pagamento, alguma prova". "Mas não tinham nada", completou.

O ex-presidente indicou que o juiz da Vara Federal, Sergio Moro, teria demonstrado conclusões sobre o processo do triplex do Guarujá: "o tal do apartamento que ele diz que é meu". E ironizou o teor das perguntas feitas pelos procuradores ou pelo magistrado de primeira instância, de que se ele, o ex-presidente, conhecia o Vaccari [João Vaccari Neto] e outros políticos do PT. "É lógico que eu conheço e não tenho vergonha das pessoas que eu conheço", acrescentou. 

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TVT ao vivo: inauguração popular da transposição do São Francisco

O evento é um contraponto a inauguração oficial realizada semana passada por Michel Temer. A obra começou em 2007, durante a gestão de Lula, para beneficiar 12 milhões de pessoas que vivem no semi-árido nordestino. 

 
Jornal GGN - Acompanhe a partir de agora, ao vivo, pela TVT, a transmissão do ato político para a inauguração popular da transposição das águas do rio São Francisco, diretamente do município de Monteiro, no interior da Paraíba.
 
O evento é um contraponto a inauguração oficial realizada semana passada por Michel Temer. A obra começou em 2007, durante a gestão de Lula, para beneficiar 12 milhões de pessoas que vivem no semi-árido nordestino. 
 
O evento conta com a presença dos ex-presidente Lula, da presidente Dilma, além de outras autoridades como o ex-ministro Ciro Gomes e os governadores da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB), do Ceará, Camilo Santana (PT), da Bahia, Rui Costa (PT), e do Piauí, Wellington Dias (PT).
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Ao vivo: STF decide se mantém prisão de Eduardo Cunha

 
Jornal GGN - O Supremo Tribunal Federal (STF) deve julgar, na tarde desta quarta-feira (08), um recurso do ex-presidente da Câmara dos Deputados, o deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), contra a sua prisão preventiva, desde o dia 19 de outubro do ano passado.
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Ao vivo: Eugênio Aragão analisa crise do governo Michel Temer

Jornal GGN - Para discutir o atual cenáro de guerra das instituições brasileiras e os sinais para o fim de um governo de Michel Temer, Luis Nassif entrevista Eugênio Aragão. A entrevista está prevista para a tarde deste domingo (04), e poderá ser acompanhada ao vivo.

Professor adjunto da Universidade de Brasília (UNB) e subprocurador-geral da República, foi ministro de Justiça do governo da ex-presidente Dilma Rousseff. Aragão carrega vasto conhecimento em Direito Internacional, Responsabilidades do Estado e Investigações Penais. É Doutor em Direito pela Ruhr-Universität Bochum (Alemanha) e Mestre em Direito Internacional de Direitos Humanos (Inglaterra).
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Moro, Gilmar e senadores discutem Abuso de Autoridade: acompanhe

Montagem: Pragmatismo Político
 
Jornal GGN - Renan Calheiros (PMDB-AL) traz ao Senado Federal o juiz da Lava Jato, Sérgio Moro, e o ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, para debater a  Lei de Abuso de Autoridade, defendida por Renan e por outros senadores. O polêmico projeto que define os crimes e dá providências aos abusos divide opiniões.
 
Enquanto Moro já se manifestou publicamente contra a medida, Gilmar posicionou-se favorável. Contudo, não há previsões de como ambos irão argumentar no debate que será transmitido ao vivo pela página do Senado, com espaço para debates e discussões da população no Facebook.
 
Renan Calheiros adiantou, nesta quarta-feira (30), que a sessão temática também será transmitida ao vivo pelo Facebook, acompanhe abaixo. O vídeo também está disponível no Youtube.
 
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Ao vivo: Comissão do Senado vota PEC do Teto de Gastos

 
Jornal GGN - A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado vota, neste momento, a Proposta de Emenda à Constituição 55, que impõe limite de gastos da União, congelando-os por 20 anos e interferindo diretamente em investimentos na saúde e educação.
 
A Comissão votará o parecer favorável do senador Eunício de Oliveira (PMDB-CE), que manteve o texto aprovado pela Câmara dos Deputados, mantendo a ampla maioria da base de apoio de Michel Temer no Congresso.
 
Na sessão, os senadores de oposição Roberto Requião (PMDB-PR), Lindbergh Farias (PT-RJ), Gleisi Hoffmann (PT-PR) e Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) apresentam uma proposta alternativa à PEC. Trata-se de um estudo propondo um impacto fiscal de mais de R$ 50 bilhões, com medidas opostas à atual PEC.
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População segue desafiando a Globo e o golpe

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Ao vivo: Debate na Adunicamp sobre Ciência e Tecnologia Pública

 

Ciência e Tecnologia Pública: Caminho para uma Sociedade Igualitária

Data – 14/06 (terça-feira) | Horário – das 13h30 às 19 horas | Local – Auditório da ADunicamp

A recente aprovação da Lei 13.243/2016, denominada “Marco Legal da Ciência, Tecnologia e Inovação”, abre as portas para a privatização do ensino superior e da pesquisa pública brasileira.

Esta Lei prevê que os Núcleos de Inovação Tecnológica (NIT) das Instituições Científicas, Tecnológicas e de Inovação (ICT)poderão ter estatuto de direito privado, vindo a receber recursos públicos para pesquisas privadas; utilizar mão de obra especializada (pesquisadores e técnicos) pagos com recursos públicos; e ter acesso à infraestrutura pública em atividades de pesquisa para interesses exclusivos de empresas privadas.

A implementação dessa lei representará o desmantelamento do caráter público do ensino superior e da pesquisa do país, contrariando os interesses dos trabalhadores e da maioria da sociedade brasileira em favor do capital privado e das transnacionais.

Tendo em vista a grave ameaça ao conhecimento e à ciência do nosso país, é fundamental uma ampla mobilização em defesa da “Ciência e Tecnologia Pública” voltada às necessidades da maioria da sociedade brasileira.

Preocupadas com essa situação, as instituições e entidades que promovem o evento “Ciência e tecnologia pública: caminho para uma sociedade igualitária” convidam os trabalhadores, estudantes, professores, pesquisadores e a sociedade em geral para fortalecer esse movimento em defesa do caráter público do conhecimento, da ciência e da tecnologia de nosso país.

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Ao vivo: Correspondentes do The Guardian debatem crise brasileira

 
Jornal GGN - A crise brasileira está na pauta da política internacional. Com o impeachment aprovado pelo Senado da presidente Dilma Rousseff, jornais de todo o mundo enviaram seus correspondentes ao Brasil, para acompanhar de perto a cobertura dos fatos. Um dos jornalistas que obteve destaque, por suas críticas diretas ao afastamento da presidente e ao sistema político brasileiro, Glenn Greenwald, do The Guardian, junto com o repórter do diário britânico Jonathan Watts debatem, na tarde deste sábado (21) o tema.
 
O evento aberto ao público, que pode interferir na conversa fazendo perguntas, é uma iniciativa da Agência Pública e ocorre na Casa Pública, com a intermediação da repórter Cláudia Antunes, que entrevistará os jornalistas estrangeiros.
 
A conversa será traduzida para o português e poderá ser acompanhada ao vivo aqui, a partir das 16h:
 
 
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"A luta pela democracia é o lado certo da história", diz Dilma após afastamento

 

Jornal GGN - "A luta pela democracia é o lado certo da história, jamais vou desistir de lutar", afirmou a presidente Dilma Rousseff no seu pronunciamento, na manhã desta quinta-feira (12), sobre o resultado da admissibilidade do processo de impeachment, votado por maioria no Senado. Na declaração, Dilma disse que nunca imaginou que em sua vida fosse "necessário lutar de novo contra o golpe no país", comparou a dor de agora com a da tortura do regime militar - "o que mais dói é a injustiça" - e mostrou receio de "o país ser dirigido pelo governo do sem votos".
 
Acompanhada de seus ministros, Dilma recebeu a notificação, pelo senador Vicentinho Alves (PR-TO), de seu afastamento por até 180 dias, ou seja, seis meses. Após o pronunciamento, Dilma deixa o Planalto, pela porta da frente, na entrada principal do Palácio.
 
"Não é uma entrevista, é uma declaração", introduziu a presidente Dilma Rousseff, vestida de branco, com expressões firmes, tentando segurar o abatimento. "E nesta condição, de presidente eleita pelos 54 milhões de cidadãos e cidadãs brasileiras, que eu vou pedir pra vocês neste momento decisivo para a democracia: o que está em jogo no processo de impeachment não é apenas o meu mandato", assim começou o discurso da presidente afastada.
 
"O que está em jogo é o respeito às urnas. O que está em jogo são as conquistas dos últimos 13 anos. O que está em jogo são os ganhos das classes mais pobres e a classe média. De jovens chegando às Universidades e escolas técnicas. Os médicos atentendo a população. A realização do sonho da casa própia com o Minha casa, Minha vida", seguiu. "O que está em jogo é o futuro do país".
 
Dilma disse que "jamais em uma democracia um mandato de um presidente eleito poderia ser interrompito por atos legítimos de gestão orcamentária" e lamentou que o Brasil seja "o primeiro a fazer isso".
 
O discurso da presidente, agora afastada, buscou alertar o que está por vir. Atentou para o fato de que "o golpe não visa apenas destituir uma presidente eleita pelo voto direto", mas o que "querem, na verdade, é impedir a execução do programa escolhido pelos votos majoritários".
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Com ou sem impeachment, a crise continua, diz Leonardo Avritzer ao GGN

Atualizado às 13h

Jornal GGN - "Independentemente do resultado da votação de hoje, a crise continua", analisou o cientista político Leonardo Avritzer ao GGN. Doutor em Sociologia Política pela New School for Social Research, pós-doutor pelo Massachusetts Institute of Technology e professor titular da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Avritzer esclarece alguns pontos do cenário de crise política, que desencadeou o processo de impedimento contra a presidente Dilma Rousseff, que será votado pela Câmara na tarde deste domingo (17).

"A crise continua por dois motivos: Se a presidente conseguir barrar o processo de impeachment, na verdade, o que vai acontecer é que vão tentar outras estratégias. É possível que amanhã [Eduardo] Cunha diga que está aceitando outro pedido [de impedimento] e daqui a 40 dias a gente ter uma outra votação. Então, a vitória da presidente não consegue estabilizar o governo dela. (...) E a vitória do impeachment também não encerra [a crise], porque vai ao Senado e lá pode durar até 180 dias, e temos um problema semelhante: 80% dos brasileiros dizem em pesquisas que não querem também que o Michel Temer seja presidente, 58% dizem que querem o impeachment dele e, ao mesmo tempo, se tem uma fraude eleitoral absoluta, no qual o vice toma o poder para exercer um programa que não é o que foi eleito e que saiu das urnas. A alternativa Michel Temer é absolutamente inconsistente", afirmou.
 
 
"Temer vai ter o beneplácito da mídia, que foi parte desse processo a grande mídia e, de em parte, de alguns partidos de oposição, mas provavelmente ele não vai conseguir estabilizar a situação política do país nos próximos meses", completou. Com base nesse cenário, Avritzer defende a tese de que, se a presidente Dilma Rousseff sair vitoriosa na votação de hoje, ela deveria chamar novas eleições gerais, através de uma emenda constitucional.
 
O pré-impeachment
 
"Esse cenário [de impeachment] é resultado tanto de uma questão econômica, quanto de uma relação absolutamente deteriorada entre o Executivo e o Legislativo", disse o cientista político. Para ele, esse último fator se deve porque "a base congressual que a presidente elegeu na sua campanha não tem o mesmo programa que ela, então você tem uma disjunção absoluta entre Congresso e Presidente". 
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Senhora manifesta-se em transmissão ao vivo da Globo

Vídeo: Senhora invade link ao vivo. “O povo não é bobo, abaixo a Rede Globo”

Do Blog Netcina

A equipe de jornalismo da Globo foi surpreendida na tarde desta quinta-feira (7), durante um link ao vivo em São Paulo, durante o “SPTV – 1ª edição”. A repórter entrevistava uma pessoa, quando uma senhora passou na rua.

Ela andava normalmente, e quando viu as câmeras da Globo, virou e disparou: “O povo não é bobo, abaixo a Rede Globo”, grito de guerra de manifestantes esquerdistas, que acusam a Globo de manipular a informação no Brasil.

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AO VIVO: Ato em defesa da democracia e contra o golpe

Jornal GGN - O ato em defesa da democracia, dos direitos sociais e contra o golpe está ocorrendo em vários pontos do Brasil, na tarde desta sexta-feira (18). Em São Paulo, movimentos sociais e defensores do governo, contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff, concentram-se na Avenida Paulista.

Acompanhe, ao vivo, a cobertura do ato realizada pela CUT São Paulo:

 

A seguir, os Jornalistas Livres também fazem a sua cobertura:

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