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APAEs

Berço de ouro, mentalidade autoritária: a "árvore genealógica" da Lava Jato

Foto: Fábio Pozzebom/Agência Brasil

Sugerido por Roberto

Por Daniel Giovanaz

No Brasil de Fato

Rafael Braga foi o único brasileiro preso nas manifestações de junho de 2013. Negro, pobre e morador de favela, o ex-catador de material reciclável foi condenado a 11 anos e três meses de prisão pelo suposto porte de maconha, cocaína e material explosivo. Quatro anos depois, não resta comprovado que, naquele dia, Rafael levava consigo algo além de produtos de limpeza. Ele continua preso, à espera de um novo julgamento.

Breno Borges, filho da desembargadora Tânia Borges, teve melhor sorte. Flagrado no dia 8 de abril com 129 quilos de maconha e 270 munições, além de uma arma sem autorização, o jovem branco foi julgado e solto em menos de uma semana. A mãe dele, presidenta do Tribunal Regional Eleitoral do Mato Grosso do Sul, é investigada por favorecimento na libertação do filho.

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Xadrez da Lava Jato em família

Peça 1 – as caixas pretas do Judiciário

Mais independente e sutil dos Ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), assim que explodiu a disputa entre o Procurador Geral da República (PGR) Rodrigo Janot e o Ministro Gilmar Mendes, sobre conflitos de interesse – de parentes em escritórios de advocacia com grandes causas no STF e na PGR – o Ministro Marco Aurélio de Mello declarou-se impedido de julgar qualquer processo em que atuasse o escritório de Sérgio Bermudes. Alegou que tinha uma sobrinha que lá trabalhava.

Foi um tapa com luva de pelica nas práticas históricas das altas cortes, de parentes de Ministros, desembargadores, Ministros do Tribunal de Contas e outros advogarem nos tribunais em que atuam seus padrinhos.

Hoje em dia, há duas caixas pretas rondando o Judiciário. Uma, das ações em família; outra, das palestras de cachês desconhecidos.

Uma terceira caixa preta surge com a Lava Jato.

Os maiores escritórios de advocacia do Rio e São Paulo, antes especializados nas áreas comercial, administrativa e de contratos, passaram a aceitar advogados criminalistas como sócios, para atender à enorme demanda provocada pela Operação Lava Jato.

São honorários milionários. Segundo advogados paulistas, conseguir uma causa de delação premiada de algum cliente mais poderoso pode render até R$ 15 milhões de honorários.

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PROGRAMA NACIONAL DE APOIO À ATENÇÃO DA SAÚDE DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA (PRONAS/PCD)

Ações da APAE Paraná defendidas por Marlus Arns

Ações da APAE Paraná defendias por Marlus Arns 

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Casos de APAEs atendidos pelo escritório Arns de Oliveira & Associados

Arquivo

Á ONU, esposa de Moro defenderá imagem inclusiva da APAEs

 
Jornal GGN - Ao longo de 2015 e 2016, o GGN mostrou como a Federação das APAEs (Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais) deixou de lado o objetivo principal, transformando-se em um grande lobby que se apropriou de amplo acesso a verbas públicas sem controles ou fiscalizações. Parte do amparo jurídico da Federação do Paraná esteve sob a responsabilidade de Rosângela Wolff de Quadros Moro, a esposa do juiz Sérgio Moro. Agora, Rosângela fará uma palestra na ONU em Nova York, para falar sobre pessoas com deficiência.
 
A esposa de Moro trabalha no departamento jurídico da Federação das APAEs, então controlada por Flávio Arns, o ex-secretário de Educação do Paraná (2011-2014) e ex-vice-governador de Beto Richa, epicentro das medidas de lobby em favor das APAEs contra a educação inclusiva.
 
Isso porque foi sob a gestão de Flávio Arns na educação paranaense, que as APAEs conseguiram obter R$ 420 milhões, sem rígidos controles, apenas para competirem com os investimentos do MEC (Ministério da Educação) na rede pública federal. 
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Sobre o jogo da CONFENEN com as APAEs e quem é Flávio Arns

Por Luiza

Comentário referente ao post Fachin nega liminar para escolas contra alunos com deficiência

Para quem quiser entender melhor o "jogo" sujo da CONFENEN junto com a Federação das APAEs (Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais) e o envolvimento da sinistra figura do ex-senador e ex-vice governador do Paraná, Flávio Arns e da participação da senadora Gleise Hoffmann, quando Ministra-Chefe da Casa Civil, não precisa ir longe ou pesquisar muito. Aqui no GGN você encontra muita informação. A manipulação política e eleitoral sobre a APAE envolvendo Arns é antiga.

1- http://jornalggn.com.br/noticia/a-lava-jato-e-a-influente-republica-dos-...

"No Brasil, a grande adversária da educação inclusiva é a Federação das APAEs (Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais) que transformou-se em uma força política que tem acesso amplo a verbas públicas sem passar por nenhuma forma de controle." (leia o artigo completo, vale a pena)

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As dificuldades a serem enfrentadas na educação inclusiva

Jornal GGN - A conciliadora e mediadora do Tribunal de Justiça de São Paulo, Floriza Fernandes, 45, mãe de uma menina com Síndrome de Down, enfrenta uma situação dramática com um colégio situado em Santo André, no ABC Paulista. Há alguns meses, Floriza foi procurada por uma funcionária que diz ter presenciado cenas de maus tratos contra a pequena de seis anos. O caso foi parar na Justiça.

Relatamos o ocorrido por ser uma situação comum a muitos pais de filhos com necessidades especiais.

Em entrevista ao GGN, Floriza contou que a filha estudava há quatro anos no Colégio. A escola não é exclusiva para crianças que precisam de cuidados especiais. No ato da matrícula, nenhuma taxa adicional foi cobrada. Para adaptar os materiais e exercícios às necessidades da menina, a instituição recebeu uma psicopedagoga e fonoaudióloga indicada por Floriza. Não houve nenhum problema de adaptações, segundo apontou.

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Os desafios para uma real educação inclusiva no Brasil

do Deutsche Welle

Educação inclusiva ainda é assunto polêmico no Brasil

Inclusão de alunos com necessidades especiais no ensino regular ganhou importância no Brasil após assinatura de Convenção da ONU sobre Direitos das Pessoas com Deficiência. Críticos querem manter dois sistemas paralelos.

O Plano Nacional de Educação (PNE) brasileiro prevê a inclusão de crianças com necessidades especiais em escolas regulares, mas a medida ainda é controversa no país quando se comemora o 16º Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, promovido pelas Nações Unidas (3/12). A polarização fica entre governo, apoiado por defensores da inclusão, e entidades que defendem a permanência de dois sistemas de ensino: o regular e o especial.

Para vários críticos que preferem a manutenção dos dois sistemas, a decisão da melhor escola para essas crianças cabe somente aos pais.

"Temos alunos com graves comprometimentos, principalmente com deficiência intelectual e múltipla, e para eles a escola especial é a única que possibilita realmente o acesso à educação com qualidade", afirma Fabiana Maria das Graças de Oliveira, coordenadora pedagógica da Federação Nacional das Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes).

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Lobby pode afastar crianças com deficiência do ensino regular

Sugerido por MiriamL

Do blog do Sakamoto

Congresso ameaça afastar crianças com deficiência do ensino regular 

Leonardo Sakamoto

Há um lobby em curso no Congresso Nacional que pode levar à segregação de estudantes com deficiência nas chamadas escolas especiais. Pesquisas científicas e a experiência mostram que os alunos com deficiência podem aprender mais em ambientes inclusivos. Ganham eles e ganha a sociedade com a redução da discriminação devido ao convívio.

Para tratar do assunto, pedi um artigo para a jornalista Patricia Almeida, coordenadora da agência de notícias Inclusive/Inclusão e Cidadania e membro do Conselho da Down Syndrome International. Ela participou dos esforços que levaram à ratificação da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência pelo Brasil. E, mais importante, é mãe de Amanda, de 9 anos, que nasceu com síndrome de Down:

O Plano Nacional de Educação (PNE), que norteará a política do setor nos próximos dez anos, está sendo debatido no Congresso Nacional. Para um grupo de brasileiros, aqueles com algum tipo de limitação, o plano pode não cumprir a meta de aprimorar a educação. Ao contrário, poderá ser visto como um grande retrocesso nas políticas de inclusão social e capacitação de pessoas com deficiência.

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