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Apagão atinge três regiões do país, mas é ignorado pela imprensa

Jornal GGN - No último domingo (16), uma falha em um equipamento da subestação de Ibiúna (SP), ligada ao sistema de Furnas, provocou um apagão que afetou estados na região Sul, Sudeste e Centro-Oeste e também parte do Paraguai.

O problema foi registrado às 19h50 e o abastecimento foi normalizado às 20h24. De acordo com Itaipu, o sistema de alívio de carga precisou ser ativado por razões de segurança. O Operador Nacional do Sistema (ONS) afirma que o apagão durou mais de dez minutos no Brasil, mas não precisou quantas cidades foram afetadas.

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Programa de FHC contra apagão viabilizou propina na Petrobras, diz Cerveró

A propina que a Alstom pagou a delatores da Lava Jato por ter sido favorecida na compra de equipamentos para a construção emergencial de usinas, pela Petrobras, tem relação com a crise energética e o lançamento do PPT (Programa Prioritário de Termeletricidade) por FHC

Jornal GGN - Os detalhes não estão na delação assinada por Nestor Cerveró junto à Lava Jato e tampouco foram explorados pela imprensa, emboram constem no depoimento do ex-diretor da Petrobras, gravado pela Lava Jato e entregue ao Estadão para publicação em 6 de junho. No vídeo, é solicitado a Cerveró que faça uma contextualização de um dos assuntos tratados no anexo 32 de seu acordo de cooperação: as propinas da Alstom e GE e o favorecimento ao filho do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) pela Petrobras, durante a gestão do tucano. É quando Cerveró associa o programa frustrado de FHC para evitar o apagão com a janela de oportunidades para corrupção.

O depoimento foi dado à Lava Jato em dezembro de 2015. Nele, Cerveró conta que atuava na Petrobras desde o início da década de 1990, e já conhecia Delcídio do Amaral antes de ele ter sido nomeado por FHC, ainda que a contragosto, para uma diretoria na estatal. Seu patrocinador, à época, foi Jader Barbalho, pelo PMDB, e apesar de tucano, Delcídio era desprezado pelo PSDB.

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Dilma ao GGN: privatização, apagão e Estado de exceção

Das primeiras assinantes do jornal GGN, a ex-presidente Dilma Rousseff entra em contato para uma reclamação: a afirmação de que ela era impermeável aos movimentos sociais, embora tivesse implementado várias políticas sociais relevantes.

Dilma apresentou um conjunto de exemplos para retificar essa visão. Aproveitei o contato para uma entrevista maior, onde ela abordou temas relevantes. Previu os problemas que poderão ocorrer no setor elétrico, com a privatização de ativos da Petrobras fundamentais para a manutenção do equilíbrio energético. E manifestou sua preocupação com a caminhada acelerada para o estado de exceção.

Sobre os movimentos sociais

Não é verdade que os movimentos sociais deixaram de participar da formulação de políticas  públicas. Quando houve a tentativa de criminalização de repasse de dinheiro para ONGs, fizemos legislação formalizando. Diziam que queríamos substituir o parlamento pelos movimentos sociais.

No Minhas Casa Minha Vida 2 houve a participação direta dos movimentos populares. O 1 foi feito fundamentalmente com empresas. No 2 houve participação de vários movimentos sociais, como o MTST (Movimentos dos Trabalhadores Sem Teto), com a União Nacional dos Movimentos de Moradia, com a Confederação Nacional de Moradores. Conseguimos fazer 200 mil residências com os movimentos. Na inauguração do Itaquerão, o Guilherme Boulos (do MTST) me pegou pedindo verticalização dos projetos, proposta interessantíssima para São Paulo. Como há despesas de condomínio e IPTU, ele propõe que se deixasse o térreo para lojas comerciais, para abater as despesas.

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Os riscos reais no setor elétrico

Especialista aponta os fatores conjunturais e estruturais que colocam sistema em estado de alerta  
 
 
Jornal GGN - O aumento da conta de luz para o consumidor, o baixo crescimento econômico e a diversificação das fontes que produzem energia no país tornam o cenário de hoje um pouco melhor do que o de 2001, quando o país foi obrigado a realizar uma forte campanha de racionamento para evitar uma maior frequência dos apagões elétricos que ocorreram naquela ano, é o que defende o professor do Departamento de Energia da Unesp e especialista em distribuição e comercialização de energia elétrica, Guilhermo Filippo.
 
Recentemente, o Operador Nacional do Sistema (ONS) solicitou às companhias que atendem 11 estados e o Distrito Federal que desligassem a energia por cerca de uma hora, no período da tarde. O evento foi o suficiente para lançar preocupação quanto ao atendimento da demanda ao longo do ano. O risco de apagão não é descartado pelo professor Filippo, que aponta como principal motivo a pior seca já enfrentada nas regiões Sudeste e Nordeste, nos últimos 80 e 60 anos, respectivamente. O baixo volume de águas nos reservatórios das usinas, nessas duas regiões, é que tem prejudicado a produção elétrica. Em São Paulo, as usinas de Ilha Solteira e Paraibuna, por exemplo, não estão sendo mais ligadas por total falta de água. 
 
O segundo motivo que põe em risco, hoje, a ampliação da oferta de energia no país são os resquícios do impacto da Medida Provisória 579, transformada na Lei nº 12.783/2013, para adiantar a renovação dos contratos de concessão de companhias de energia elétrica. A MP também reduziu, na época, a cobrança de energia elétrica em cerca de 20%. “Quando você reduz a tarifa faz uma sinalização errada para o consumidor de que ele pode gastar mais. Por isso o governo tinha que ter feito isso prevendo o aumento da demanda mais à frente”, explicou o especialista. 
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UOL distorce nota do ONS sobre apagão

UOL distorce nota do ONS sobre apagão

Por Geraldo Reco

O Governo Dilma está longe, muito longe, de ser perfeito. Existem inúmeros motivos para criticá-lo. A nossa querida imprensa, no entanto, prefere o caminho da manipulação inconsequente.

Os problemas com energia elétrica enfrentados pela país ontem servem como perfeito exemplo.

O UOL traz a seguinte chamada:

"Operador mandou cortar luz em regiões do país; motivo foi maior consumo".

Pelo título da matéria, quem tem mais de dois neurônios conclui que faltou energia, ou seja, a capacidade de geração de energia foi insuficiente para atender a demanda.  

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Variação de frequência causa apagão em 10 estados

Jornal GGN - Ontem, segunda-feira (19), um apagão de energia elétrica atingiu dez estados e o Distrito Federal.  O tempo de duração variou de acordo com a região e chegou a quase uma hora em alguns lugares.

São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina e Distrito Federal foram atingidos. A energia foi restabelecida, mas o evento levantou dúvidas sobre a segurança energética do país.

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) chegou a afirmar, em nota, que o problema foi decorrente de uma “elevação da demanda no horário de pico” e de “restrições na transferência de energia das regiões Norte e Nordeste para o Sudeste”. Por essas razões, teria ocorrido “mesmo com folga de geração no Sistema Interligado Nacional (SIN)”.

Ontem à noite, o novo ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, veio a público, mas endossou apenas a informação sobre restrição no sistema de transmissão.

Ele disse que o corte no fornecimento foi causado por uma falha técnica em um banco de capacitores na Interligação Norte-Sul.  “O pico de consumo houve. No entanto, se não tivesse havido esse problema técnico não teria tido[apagão]. Esse pico de consumo aconteceu na semana passada todos os dias e nós não tivemos nenhum problema”, afirmou.

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Eletropaulo e a falha nos serviços, por Motta Araújo

Enviado por Motta Araújo

 


Fonte: http://cdn.c.photoshelter.com/img-get/I0000HoN6XmqAHgI/s/750/600/LA19290...

 

O DESMONTE DA ELETROPAULO - A São Paulo Tramway, Light and Power Co.Ltd. tem 115 anos de vida. Fundada em Toronto em 1899 a grande empresa faz parte da historia da ascensão da São Paulo rural do século XiX à São Paulo industrial do século XX. Seus bondes foram por 75 anos o meio de transporte dos paulistanos e a força elétrica abundante e barata foi o alicerce da industrialização de São Paulo. Leia mais »

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Mercadante analisa o derrotismo da mídia e as chances de Dilma

 

Na campanha de Dilma Rousseff, a argumentação econômico-financeira está sendo elaborada pelo Ministro-Chefe da Casa Civil economista Aloizio Mercadante.

Aqui vai um resumo de uma conversa de mais uma hora com Mercadante.

A cobertura da Copa

Mercadante invoca a cobertura da Copa pelos jornais para reforçar a tese de que parte da responsabilidade pela quebra das expectativas empresariais decorreu de uma cobertura terrorista da imprensa e do fato de esconder os pontos positivos do país e que, nesse período, a economia se robusteceu.

Pede que se compare a cobertura da mídia pré-Copa e os resultados alcançados. Leia mais »

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As diferenças entre o abastecimento elétrico atual e o de 2001

Do Valor

 
Por Rodrigo Polito
 
Comparar o cenário de abastecimento elétrico atual com aquele do período pré-racionamento em 2001 não faz sentido, segundo especialistas ouvidos pelo Valor. Apesar da semelhança do nível crítico de armazenamento dos reservatórios do Sudeste e Centro-Oeste, entre os dois períodos, o parque termelétrico atual é muito maior do que o existente há 13 anos. Por outro lado, o consumo de energia do país também é muito superior. "A nossa capacidade de geração termelétrica hoje é muito maior", afirma o coordenador do Grupo de Estudos do Setor Elétrico (Gesel), da UFRJ, professor Nivalde de Castro.
 
O Brasil possui hoje 36,5 mil megawatts (MW) de capacidade termelétrica a gás natural, óleo combustível, biomassa e carvão, além de cerca de 2 mil MW de potência de usinas nucleares. Na primeira semana de abril, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) previa acionar 17 mil MW médios de energia proveniente de termelétricas. Segundo Castro, apesar do crescimento substancial do parque termelétrico brasileiro, a maioria dessas usinas não foi projetada para operar continuamente, o que os técnicos do setor chamam de "operar na base".
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Lobão diz ser quase zero o risco de desabastecimento energético

A matéria saiu ontem.

http://economia.estadao.com.br/noticias/economia-geral,consumidor-tera-d...

Colocam uma frase fora de contexto na chamada. Aí, você lê a matéria, e vê que não é nada disso...

Consumidor terá de pagar para ter maior segurança energética, diz Lobão Após garantir que risco de desabastecimento era 'zero', ministro agora diz que há uma possibilidade mínima caso não chova14 de fevereiro de 2014 | 13h 17

Consumidor terá de pagar para ter maior segurança energética, diz Lobão Após garantir que risco de desabastecimento era 'zero', ministro agora diz que há uma possibilidade mínima caso não chova14 de fevereiro de 2014 | 13h 17 Anne Warth - Agência Estado

BRASÍLIA - O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, reconheceu nesta sexta-feira, 14, que há um risco mínimo de desabastecimento de energia no País, caso as condições climáticas sejam "absolutamente adversas". Na semana passada, Lobão havia dito que esse risco era "zero". Segundo ele, se o País quiser ter a sua disposição uma folga maior de energia, o consumidor terá que pagar por isso.

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Ministério confirma equilíbrio do sistema elétrico

Jornal GGN - O Secretário-Executivo do Ministério de Minas e Energia, Marcio Zimmerman, afirmou, em entrevista concedida na tarde de terça-feira, dia 4, que o Sistema Interligado Nacional brasileiro opera de acordo com o planejamento, estando em equilíbrio estrutural.  De acordo com Zimmermann, o sistema é planejado para operar em situações muito graves de atendimento e que o que aconteceu não se enquadra nesta categoria. “Por isso, estamos trabalhando com tranquilidade, dentro do que se espera”, afirmou ele.

Na mesma coletiva, o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim,  garantiu que não há problemas de fornecimento de energia elétrica, apesar do nível de afluência dos reservatórios das hidrelétricas não estar em condições ideais. “Felizmente, graças aos investimentos feitos pelo Governo Federal, estamos em um cenário confortável”, disse ele.

Comentando a perturbação no Sistema Interligado Nacional, que ocorreu às 14h03, ontem, na interligação das regiões Norte-Sudeste, o que interrompeu o fluxo de 5 mil MW, Zimmermann afirmou que o sistema reagiu bem, evitando que mais regiões fossem afetadas. Leia mais »

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Falha deixou onze estados sem energia na tarde de terça

Sugerido por Braga-BH

Do Estado de Minas

Falha provoca falta de energia em Minas e outros dez estados brasileiros

230 mil consumidores de um total de 7,5 milhões ficaram sem energia em Minas

Marina Rigueira

Minas Gerais e outros dez estados brasileiros ficaram sem energia na tarde desta terça-feira. De acordo com o Operador Nacional do Sistema elétrico (ONS) foi registrada uma falha em uma linha de energia, que liga o Norte ao Sudeste, o que provocou a falta de energia. Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Tocantins tiveram o fornecimento de energia afetado.

De acordo com a ONS, as empresas de energia afetadas pelo apagão foram: Eletrobras Eletronorte, INTESA, TAESA, FURNAS, RACTBEL, ENERPEIXE, LAJEADO, CEMIG-GT, CTEEP, CESP, ELETROSUL, Agentes Distribuidores e consumidores industriais da região Sudeste-Centro-Oeste/Sul.

Em nota divulgada na tarde desta terça, a ONS explicou que "às 14h03, uma perturbação no Sistema Interligado Nacional causou a abertura da interligação em 500 kV entre a Região Norte e as Regiões Sudeste/Sul, entre Colinas e Serra da Mesa, interrompendo o fluxo de 5 mil MW para essas regiões". Leia mais »

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Maduro reúne o alto comando militar pelo apagão que escureceu a Venezuela

O corte de luz foi provocado por uma falha em uma sub-estação da região centro ocidental, que deixou Caracas no escuro e a outros dez estados ao oeste do país

Por Alfredo Meza

Caracas - Um apagão, de repercussão ainda não determinada, deixou Caracas e ao menos dez estados da região mais ocidental da Venezuela no escuro às 20h10 (hora local). Neste instante o presidente Nicolás Maduro anunciava na televisão estatal uma nova etapa do “governo de rua”, um modelo de gerenciamento que consiste em uma turnê nacional de seu gabinete para verificar os problemas e buscar soluções rápidas.

“Estou em Miraflores (palácio do governo venezuelano, em Caracas) com minha equipe acompanhando o estranho apagão que começou no mesmo local da última sabotagem. Peço ao povo que esteja alerta”, escreveu Maduro em sua conta de Twitter enquanto reinava a escuridão em toda a capital venezuelana. Na urbanização de Cumbres de Curumo, no sudeste da cidade, se ouviram panelaços isolados como forma de protesto pela deterioração do serviço, mais notável na província venezuelana. Leia mais »

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Modelo matemático sugere risco maior de “apagão” elétrico

Jornal GGN - Um modelo matemático desenvolvido por uma equipe de físicos de Israel e dos EUA (Estados Unidos) sugere que as redes elétricas modernas podem ser mais vulneráveis a falhas do que se pensava, abrindo a possibilidade de um “apagão” sem precedentes. Em artigo publicado na revista Nature Physics, os pesquisadores constataram que modelos anteriores, que mostraram que as redes elétricas eram “robustas”, foram baseados em princípios aleatórios com maior ocorrência do que a normalmente encontrada em redes do mundo real, tais como a internet e sistemas elétricos.
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Falha no fornecimento de energia deverá ter motivo divulgado

Os fornecedores de energia elétrica estão na mira dos órgãos de defesa já há algum tempo. Falta de luz sem aviso e sem previsão de volta. O tema foi objeto de estudo culminando com projeto que obriga a divulgação, na internet, de informações sobre os motivos que ocasionaram a falha, os locais, o número de vezes, os horários de início e término das interrupções ocorridas. A notícia é da Agência Câmara.

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