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Apartamento

Suspeito de operar propina a Temer, Edgar vendeu imóvel "subfaturado" a FHC

Edgar Safdié, apontado pela PF como o homem que seria acionado por Rodrigo Rocha Loures para receber propina da JBS, foi sócio da empresa que vendeu apartamento a FHC por 43% de seu valor de mercado. Seu pai, Edmundo Safdié, foi réu por lavagem de dinheiro em favor de Celso Pitta e teve seu banco envolvido no trensalão tucano
 
 
Jornal GGN - O Edgar que a Polícia Federal apontou em relatório ao Supremo Tribunal Federal como principal suspeito de ter sido acionado por Rodrigo Rocha Loures (PMDB) para receber propina da JBS em esquema envolvendo Michel Temer foi sócio da empresa que vendeu, em 2005, um apartamento ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB).
 
Edgar Rafael Safdié e seu pai, Edmundo Safdié, falecido no ano passado, controlavam a empresa Bueninvest, criada em 1990. Segundo informações da junta comercial de São Paulo, Edgar só deixou a sociedade em 2010, cinco anos após a venda de um imóvel em Higienópolis para FHC.
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Lava Jato será denunciada por tentativa de intimidar defesa de Lula

Advogados prometem alardear nos órgãos nacionais e internacionais a perseguição a Roberto Teixeira pelo MPF em Curitiba

Foto: Fotos Públicas

Jornal GGN - A defesa de Lula promete denunciar aos órgãos nacionais e internacionais a tentativa de intimidação encampada pela Lava Jato em ação penal em que o ex-presidente é acusado de supostamente receber propina da Odebrecht. Isso porque, mesmo contra depoimentos colhidos na frente do juiz Sergio Moro, o Ministério Público Federal insiste em dizer que o advogado Roberto Teixeira ajudou a lavar dinheiro de esquema de corrupção na Petrobras ao prestar consultoria na negociação de imóveis.

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Zanin: Depoimentos a Moro comprovam isenção de Lula na Lava Jato

Foto: Ricardo Stuckert
 
 
Jornal GGN - O advogado Cristiano Zanin Martins, que defende Lula dos processos da Lava Jato que tramitam na Vara Federal do juiz Sergio Moro, emitiu nota à imprensa, nesta segunda (12), afirmando que novos depoimentos colhidos pelo magistrado comprovam que o ex-presidente não tinha conhecimento de esquema de corrupção na Petrobras.
 
Zanin destacou as falas de duas testemunhas. A primeira, Fábio Barbosa, que compôs o Conselho de Administração da Petrobras, apontou que nunca foi detectado por funcionários da Petrobras ou do governo Lula a existência do que esquema que foi revelado pela Lava Jato. 
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TRF-4 atende Lula e manda Moro refazer depoimentos da Odebrecht

Foto: Lula Marques/PT
 
 
Jornal GGN - O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) atendeu parcialmente um pedido da defesa de Lula e determinou que audiências que ocorreram na Vara Federal conduzida por Sergio Moro, nesta segunda (5), sejam refeitos. Isso porque a força-tarefa da Lava Jato só informou poucas horas antes do início das oitivas que havia anexado mídias e delações premiadas à ação penal em que Lula é acusado de receber propina da Odebrecht. Como Moro negou adiar as audiências para que os advogados pudessem analisar esses documentos, foi preciso recorrer ao TRF-4.
 
De acordo com informações do DCM, o desembargador João Pedro Gebran Neto explicou que não tomou a decisão antes das 14h, horário em que as audiências foram realizadas, porque o processo só foi distribuído para ele às 13h22 do dia 5. Já que as oitivas ocorreram, o juiz mandou repetir "o ato (depoimentos) após as defesas tomarem conhecimento do conteúdo integral das mídias anexadas”, fixando o prazo de três dias para que os advogados tomem conhecimento do que foi anexado.
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Lava Jato usou "fofoca" para denunciar Lula a Moro, diz defesa

Jornal GGN - A defesa do ex-presidente Lula acusou a Lava Jato de usar "fofoca" para embasar a ação penal em que o petista é acusado de receber propina da OAS. No segundo processo que tramina na Vara Federal de Sergio Moro, Lula é suspeito de ter sido beneficiado com a compra de um apartamento vizinho ao seu, em São Bernardo do Campo, com dinheiro do esquema da Petrobras.

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Dono da UTC afirma que Lula não teve participação em propina na Petrobras

Foto: Lucio Bernardo Junior/Câmara dos Deputados

Jornal GGN - Ao juiz Sergio Moro, o empresário Ricardo Pessoa, delator da UTC na Lava Jato, isentou o ex-presidente Lula de participação no esquema de corrupção na Petrobras que ajudava a abastecer o caixa do PT. Segundo Pessoa, Lula nunca tratou de propina por obras da estatal, nem o ex-ministro Antonio Palocci. Quem cuidava da arrecadação junto ao empresário era o ex-tesoureiro João Vaccari Neto.

A declaração foi feita no processo em que Lula é acusado de receber propina da Odebrecht por comandar o esquema de corrupção na Petrobras. O ex-presidente teria sido beneficiado com a compra de um terreno para o Instituto Lula - que nunca foi utilizado para tal finalidade - e a locação de um apartamento vizinho ao seu, em São Bernardo do Campo (SP).

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TRF anula decisão de Moro que obrigava Lula a ouvir 86 testemunhas

Fotos: Lula Marques/Filipi Araujo

Jornal GGN - Sergio Moro sofreu mais uma derrota com pouca repercussão na grande mídia, nesta quinta (4), quando o Tribunal Regional Federal da 4ª Região anulou a decisão de obrigar Lula a comparecer à oitiva de 86 testemunhas de defesa, em Curitiba, no processo em que ele é acusado de receber propina da Odebrecht.

Segundo informações da defesa de Lula, o juiz Nivaldo Brunoni, do TRF, anotou que "não parece ser razoável exigir-se a presença do réu em todas as audiências de oitiva das testemunhas arroladas pela própria defesa, sendo assegurada a sua representação exclusivamente pela sua defesa técnica”.

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Após Cerveró pagar R$ 6 milhões, Moro devolve apartamento em Ipanema

Jornal GGN - Condenado por Sergio Moro a cinco anos de prisão por lavagem de dinheiro, o ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró conseguiu reaver com o juiz de Curitiba um apartamento em Ipanema que havia sido sequestrado durante a operação da Lava Jato. 

A coluna Radar publicou nesta quarta (8) que, em troca do apartamento, Cerveró teve de depositar em uma conta judicial o valor de R$ 6 milhões. O pagamento foi imposição do Ministério Público Federal.

A coluna observou que, pelo visto "as finanças da figura não minguaram no pós Lava Jato". A sentença contrasta com a polêmica em torno da suposta compra de silêncio de Cerveró pelo senador cassado Delcídio do Amaral. O episódio rendeu a Lula um processo por obstrução de Justiça, em Brasília.

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Sequestro de apartamento: oficial tentou cumprir ordem de Moro durante luto de Lula

Ordem para sequestro se deu em 19 de dezembro de 2016, mas oficial de Justiça só tentou cumprir em fevereiro, três dias após a morte de Marisa Letícia

Jornal GGN - Um apartamento vizinho ao de Lula, em São Bernardo do Campo (SP), foi sequestrado no dia 10 de fevereiro a mando do juiz Sergio Moro, responsável pela ação penal em que o ex-presidente é acusado de receber vantagens indevidas da Odebrecht por meio deste imóvel e de um terreno que seria destinado ao Instituto Lula.

Segundo reportagem do Estadão, a ordem de sequestro foi assinada por Moro em 19 de dezembro de 2016, no mesmo dia em que Lula virou réu pela segunda vez nas mãos do juiz de Curitiba - e quinta vez, se somadas as ações que correm em Brasília (uma da Lava Jato por obstrução de Justiça, e duas das operações Janus e Zelotes, por tráfico de influência e venda de medida provisória).

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Testemunhas desmontam o caso do triplex do Guarujá e Moro induz acusação

 
Jornal GGN - Em fase de audiências de testemunhas, o juiz Sérgio Moro, da Vara Federal de Curitiba, ouviu nesta segunda-feira (13) outros depoentes do caso do triplex do Guarujá. A exemplo do que ocorreu até agora, todas as testemunhas desmontaram a denúncia da Lava Jato contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
 
A Moro, a defesa de Lula afirmou que o questionário ao ex-presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, eram "perguntas de um inquisidor, e não as perguntas de um juiz". Os advogados interromperam o magistrando quando ele estava induzindo a testemunha a afirmar que a escolha da diretoria internacional da estatal, em 2008, foi uma indicação política. Mas Gabrielli apenas afirmou que foi uma decisão do Conselho Administrativo e que lá não se discutia questões partidárias.
 
A atuação de Moro teve início quando Gabrielli negava as teses dos investigadores da Lava Jato de Lula teria influência no esquema de corrupção. Contou que a uma reestruturação já estava sendo pensada na Petrobras e que ficou sabendo que a indicação de Jorge Zelada por Nestor Cerveró era do PMDB apenas por meio da imprensa. Mas Moro insistiu:
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Defesa denuncia inquérito oculto e relâmpago da Polícia Federal contra Lula

Jornal GGN - A defesa de Lula protocolou, na quinta (26), a defesa referente à acusação do Ministério Público Federal sobre pagamento de vantagem indevida pela Odebrecht na forma de um terreno para construção do Instituto Lula e a compra de apartamento vizinho ao que o ex-presidente habita em São Bernardo do Campo (SP). 

Ao juiz Sergio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, os advogados de Lula apontaram que a denúncia não tem "respaldo mínimo que lastreie" o processo, além de ter sido feita com base em um inquérito policial que tramitou de maneira oculta e em tempo recorde, sem nenhuma isenção.

Em nota à imprensa, a defesa observou que Lula era alvo de dois inquéritos da Polícia Federal de maneira oculta durante pelo menos oito meses. Os inquéritos 290/2016 e 1034/2016 foram instaurados em 15 de março de 2016 e a defesa só foi tomar conhecimento em 29 de novembro de 2016, quando a "data em que a autoridade policial expediu ofício requerendo esclarecimentos de Lula sobre a questão."

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Caso Iphan x Geddel: o papel da Advocacia Geral da União, por Rogério Marcos Santos

Por Rogério Marcos de Jesus Santos

Do Justificando

Depois da divulgação do depoimento do ex-ministro da Cultura Marcelo Calero, pela Polícia Federal, inclusive com informações que envolvem o próprio presidente da República e outros ministros, além do próprio Ministro Geddel Vieira Lima, o que mais chamou atenção foi o suposto envolvimento da Advocacia-Geral da União na construção de “uma solução” para o caso. Pelo menos, literalmente, foi isso que foi dito e apareceu na imprensa.

O espanto, por evidente, é de todo o conteúdo, mas, aqui, o ponto especifico a ser tratado diz respeito a afirmação de que a AGU poderia levar o caso a um bom termo.

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O que Temer fez no caso Geddel tem um nome: corrupção, por Jânio de Freitas

Jornal GGN - O caso Geddel, se não desponta como um crime de responsabilidade motivo de impeachment, pelo menos serve para mostra a "irresponsabilidade" de se ter colocado Michel Temer no poder.

Enquanto o desemprego acelera, o pré-sal é saqueado, direitos sociais são esvaziados, a maior empresa do Brasil é "fatiada", Temer passa a semana mergulhado na crise em torno de um apartamento que nem existe. Acompanhando a temperatuda da imprensa, que lhe deu ordem expressa para demitir Geddel e se comportar, se não quiser sair da presidência da mesma maneira como entrou.

Para Janio, o que Temer fez no caso Geddel, embora aliados políticos como Aécio Neves e FHC tentem amenizar, tem um nome: corrupção.

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Combinação entre crise moral e derrocada econômica pode ser devastadora, por Tereza Cruvinel

Jornal GGN - "A combinação entre a crise moral e a derrocada econômica pode ser devastadora" para Michel Temer, diz a colunista do 247 Tereza Cruvinel em artigo publicado na segunda (21), após o presidente insistir que vai manter Geddel Vieira Lima como secretário de Governo. Segundo a jornalista, Temer vai afundar se não saltar do barco de Geddel, já que nem os aliados políticos estão satisfeitos com a "desmoralização" do governo. Eles querem, ao menos, manter a "aparência" de que as coisas estão em ordem.

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Inquérito contra Lula apela com exposições, falta de provas e ilações

 
Jornal GGN - A conclusão do inquérito contra Luiz Inácio Lula da Silva e dona Marisa sobre o apartamento triplex no Guarujá, indiciando-os por supostos recebimentos de R$ 2,4 milhões da OAS, mostra que força-tarefa da Lava Jato dispensou a delação do ex-presidente da empreiteira, Léo Pinheiro, sustentando a tese de propina com lógicas narrativas, sem comprovações materiais. Antes de se tornarem réus de Sergio Moro, as peças ainda precisam passar pelo Ministério Público Federal (MPF) que elabora a denúncia.
 
Os artifícios usados pelos delegados da Polícia Federal como provas de que Lula recebeu valores ilícitos foram o depoimento do ex-diretor da OAS Paulo Gordilho e fotos do político com executivos da empreiteira. As reformas no apartamento 164 do edifício Solaris foram calculadas com documentos, entre eles recibos, faltando, contudo, a comprovação de que foram provenientes de recursos ilícitos ou de favorecimento ao ex-presidente. 
 
Mensagens interceptadas de Léo Pinheiro e de Gordilho também foram usadas no inquérito, indicando que as reformas foram feitas, mas novamente sem sustentar as teses de ilegalidades.
 
MISTURA DE INQUÉRITOS
 
Apesar de tratar de inquérito específico sobre o apartamento triplex no litoral paulista, em todo o documento é forçada a relação dessas reformas com as realizadas no sítio de Atibaia, no interior de São Paulo. Em determinado trecho, o nome de Fernando Bittar, por exemplo, é levantado em uma sequência de ilações:
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