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Apartamento

Odebrecht só disse que perdeu chave do sistema de propina após Lula pedir acesso

Foto: Ricardo Stuckert

Jornal GGN - A defesa de Lula informou nesta quinta (17) que entrou com um pedido junto ao juiz Sergio Moro para obrigar a equipe do procurador Deltan Dallagnol a revelar as mensagens trocadas com o Ministério Público suíço a respeito do sistema My Web Day, usado pela Odebrecht para registrar pagamentos de propina. Na nota, o advogado Cristiano Zanin levanta suspeitas sobre a história de que a turma de Dallagnol não teve acesso ao sistema porque a Odebrecht perdeu a chave.

De acordo com o informe, a Odebrecht e o MPF só deram a desculpa de que não têm mais acesso à íntegra do material que foi encontrado na Suíça 5 dias após a defesa de Lula pedir para conhecer as informações que constam no sistema. A estratégia de Zanin é mostrar que no My Web Day não tem nenhuma propina endereçada a Lula, ao contrário do que afirma a força-tarefa da Lava Jato.

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Moro abastece ações contra Lula com dados da Odebrecht vazados para O Globo

Foto: Lula Marques

Jornal GGN - O juiz Sergio Moro abasteceu inquéritos que tramitam em Curitiba contra Lula com informações da delação da Odebrecht, informa o jornal O Globo desta sexta (4). Segundo o periódico, Moro já abriu cinco inve cstigações por causa das colaborações da empresa, a pedido do Ministério Público. Dados pinçados sobre o sítio de Atibaia e favores a Lula foram anexados por iniciativa do juiz em ações penais já em andamento.

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TRF4 altera decisão de Gebran a pedido da defesa de Lula

Foto: Divulgação

Jornal GGN - A 8ª Turma do Tribunal Regional Federal (TRF-4) alterou uma decisão tomada pelo desembargador João Pedro Gebran Neto, atendendo a um pedido da defesa de Lula. Gebran havia recebido uma solicitação para que as testemunhas de acusação da força-tarefa da Lava Jato em ação penal contra Lula envolvendo a Odebrecht fossem ouvidas antes das testemunhas de defesa. O recurso acabou sendo analisado depois das audiências, que tiveram de ser refeitas. Gebran, portanto, acatou parcialmente o pedido, mas declarou o recurso ao TRF-4 prejudicado. Agora, a 8ª Turma corrige a decisão.

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Começa a ruir a história da "conta de Lula e Dilma" criada por Joesley Batista

Joesley Batista era o único controlador da conta e usou o dinheiro que lá existia para comprar 2 barcos, apartamento em Nova York e pagar a cerimônia de seu casamento, em 2012. Depois, disse à Lava Jato que a conta era para Dilma e Lula
 
 
Jornal GGN - A delação da JBS contra Dilma e Lula acaba de ficar ainda mais frágil, após a colunista Mônica Bergamo publicar, nesta quinta (27), que o dinheiro depositado em uma conta no exterior foi usado para bancar luxos de Joesley Batista.
 
Joesley era o único controlador da conta atrelada a uma offshore em seu nome e, segundo a colunista, gastou o dinheiro comprando um apartamento em Nova York, 2 barcos e até pagando despesas de sua cerimônia de casamento, em 2012. 
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Para evitar ida de Lula a Curitiba, Moro pede para interrogá-lo em vídeo

Foto: Reprodução
 
 
Jornal GGN - O juiz Sergio Moro vai interrogar Lula novamente, mas agora em processo que envolve suposto pagamento de propina feito pela Odebrecht em favor do ex-presidente. Depois de condenar o petista no caso triplex, Moro quer evitar um contato presencial e pediu à defesa de Lula para fazer a audiência por videoconferência, no dia 13 de setembro, às 14h.
 
A desculpa do magistrado, segundo despacho proferido nesta quinta (20), é que a presença de Lula em Curitiba geraria "gastos desnecessários" com segurança pública. Na audiência do triplex, todo um aparato foi montado com ajuda da Polícia Militar.
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Suspeito de operar propina a Temer, Edgar vendeu imóvel "subfaturado" a FHC

Edgar Safdié, apontado pela PF como o homem que seria acionado por Rodrigo Rocha Loures para receber propina da JBS, foi sócio da empresa que vendeu apartamento a FHC por 43% de seu valor de mercado. Seu pai, Edmundo Safdié, foi réu por lavagem de dinheiro em favor de Celso Pitta e teve seu banco envolvido no trensalão tucano
 
 
Jornal GGN - O Edgar que a Polícia Federal apontou em relatório ao Supremo Tribunal Federal como principal suspeito de ter sido acionado por Rodrigo Rocha Loures (PMDB) para receber propina da JBS em esquema envolvendo Michel Temer foi sócio da empresa que vendeu, em 2005, um apartamento ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB).
 
Edgar Rafael Safdié e seu pai, Edmundo Safdié, falecido no ano passado, controlavam a empresa Bueninvest, criada em 1990. Segundo informações da junta comercial de São Paulo, Edgar só deixou a sociedade em 2010, cinco anos após a venda de um imóvel em Higienópolis para FHC.
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Lava Jato será denunciada por tentativa de intimidar defesa de Lula

Advogados prometem alardear nos órgãos nacionais e internacionais a perseguição a Roberto Teixeira pelo MPF em Curitiba

Foto: Fotos Públicas

Jornal GGN - A defesa de Lula promete denunciar aos órgãos nacionais e internacionais a tentativa de intimidação encampada pela Lava Jato em ação penal em que o ex-presidente é acusado de supostamente receber propina da Odebrecht. Isso porque, mesmo contra depoimentos colhidos na frente do juiz Sergio Moro, o Ministério Público Federal insiste em dizer que o advogado Roberto Teixeira ajudou a lavar dinheiro de esquema de corrupção na Petrobras ao prestar consultoria na negociação de imóveis.

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Zanin: Depoimentos a Moro comprovam isenção de Lula na Lava Jato

Foto: Ricardo Stuckert
 
 
Jornal GGN - O advogado Cristiano Zanin Martins, que defende Lula dos processos da Lava Jato que tramitam na Vara Federal do juiz Sergio Moro, emitiu nota à imprensa, nesta segunda (12), afirmando que novos depoimentos colhidos pelo magistrado comprovam que o ex-presidente não tinha conhecimento de esquema de corrupção na Petrobras.
 
Zanin destacou as falas de duas testemunhas. A primeira, Fábio Barbosa, que compôs o Conselho de Administração da Petrobras, apontou que nunca foi detectado por funcionários da Petrobras ou do governo Lula a existência do que esquema que foi revelado pela Lava Jato. 
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TRF-4 atende Lula e manda Moro refazer depoimentos da Odebrecht

Foto: Lula Marques/PT
 
 
Jornal GGN - O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) atendeu parcialmente um pedido da defesa de Lula e determinou que audiências que ocorreram na Vara Federal conduzida por Sergio Moro, nesta segunda (5), sejam refeitos. Isso porque a força-tarefa da Lava Jato só informou poucas horas antes do início das oitivas que havia anexado mídias e delações premiadas à ação penal em que Lula é acusado de receber propina da Odebrecht. Como Moro negou adiar as audiências para que os advogados pudessem analisar esses documentos, foi preciso recorrer ao TRF-4.
 
De acordo com informações do DCM, o desembargador João Pedro Gebran Neto explicou que não tomou a decisão antes das 14h, horário em que as audiências foram realizadas, porque o processo só foi distribuído para ele às 13h22 do dia 5. Já que as oitivas ocorreram, o juiz mandou repetir "o ato (depoimentos) após as defesas tomarem conhecimento do conteúdo integral das mídias anexadas”, fixando o prazo de três dias para que os advogados tomem conhecimento do que foi anexado.
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Lava Jato usou "fofoca" para denunciar Lula a Moro, diz defesa

Jornal GGN - A defesa do ex-presidente Lula acusou a Lava Jato de usar "fofoca" para embasar a ação penal em que o petista é acusado de receber propina da OAS. No segundo processo que tramina na Vara Federal de Sergio Moro, Lula é suspeito de ter sido beneficiado com a compra de um apartamento vizinho ao seu, em São Bernardo do Campo, com dinheiro do esquema da Petrobras.

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Dono da UTC afirma que Lula não teve participação em propina na Petrobras

Foto: Lucio Bernardo Junior/Câmara dos Deputados

Jornal GGN - Ao juiz Sergio Moro, o empresário Ricardo Pessoa, delator da UTC na Lava Jato, isentou o ex-presidente Lula de participação no esquema de corrupção na Petrobras que ajudava a abastecer o caixa do PT. Segundo Pessoa, Lula nunca tratou de propina por obras da estatal, nem o ex-ministro Antonio Palocci. Quem cuidava da arrecadação junto ao empresário era o ex-tesoureiro João Vaccari Neto.

A declaração foi feita no processo em que Lula é acusado de receber propina da Odebrecht por comandar o esquema de corrupção na Petrobras. O ex-presidente teria sido beneficiado com a compra de um terreno para o Instituto Lula - que nunca foi utilizado para tal finalidade - e a locação de um apartamento vizinho ao seu, em São Bernardo do Campo (SP).

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TRF anula decisão de Moro que obrigava Lula a ouvir 86 testemunhas

Fotos: Lula Marques/Filipi Araujo

Jornal GGN - Sergio Moro sofreu mais uma derrota com pouca repercussão na grande mídia, nesta quinta (4), quando o Tribunal Regional Federal da 4ª Região anulou a decisão de obrigar Lula a comparecer à oitiva de 86 testemunhas de defesa, em Curitiba, no processo em que ele é acusado de receber propina da Odebrecht.

Segundo informações da defesa de Lula, o juiz Nivaldo Brunoni, do TRF, anotou que "não parece ser razoável exigir-se a presença do réu em todas as audiências de oitiva das testemunhas arroladas pela própria defesa, sendo assegurada a sua representação exclusivamente pela sua defesa técnica”.

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Após Cerveró pagar R$ 6 milhões, Moro devolve apartamento em Ipanema

Jornal GGN - Condenado por Sergio Moro a cinco anos de prisão por lavagem de dinheiro, o ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró conseguiu reaver com o juiz de Curitiba um apartamento em Ipanema que havia sido sequestrado durante a operação da Lava Jato. 

A coluna Radar publicou nesta quarta (8) que, em troca do apartamento, Cerveró teve de depositar em uma conta judicial o valor de R$ 6 milhões. O pagamento foi imposição do Ministério Público Federal.

A coluna observou que, pelo visto "as finanças da figura não minguaram no pós Lava Jato". A sentença contrasta com a polêmica em torno da suposta compra de silêncio de Cerveró pelo senador cassado Delcídio do Amaral. O episódio rendeu a Lula um processo por obstrução de Justiça, em Brasília.

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Sequestro de apartamento: oficial tentou cumprir ordem de Moro durante luto de Lula

Ordem para sequestro se deu em 19 de dezembro de 2016, mas oficial de Justiça só tentou cumprir em fevereiro, três dias após a morte de Marisa Letícia

Jornal GGN - Um apartamento vizinho ao de Lula, em São Bernardo do Campo (SP), foi sequestrado no dia 10 de fevereiro a mando do juiz Sergio Moro, responsável pela ação penal em que o ex-presidente é acusado de receber vantagens indevidas da Odebrecht por meio deste imóvel e de um terreno que seria destinado ao Instituto Lula.

Segundo reportagem do Estadão, a ordem de sequestro foi assinada por Moro em 19 de dezembro de 2016, no mesmo dia em que Lula virou réu pela segunda vez nas mãos do juiz de Curitiba - e quinta vez, se somadas as ações que correm em Brasília (uma da Lava Jato por obstrução de Justiça, e duas das operações Janus e Zelotes, por tráfico de influência e venda de medida provisória).

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Testemunhas desmontam o caso do triplex do Guarujá e Moro induz acusação

 
Jornal GGN - Em fase de audiências de testemunhas, o juiz Sérgio Moro, da Vara Federal de Curitiba, ouviu nesta segunda-feira (13) outros depoentes do caso do triplex do Guarujá. A exemplo do que ocorreu até agora, todas as testemunhas desmontaram a denúncia da Lava Jato contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
 
A Moro, a defesa de Lula afirmou que o questionário ao ex-presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, eram "perguntas de um inquisidor, e não as perguntas de um juiz". Os advogados interromperam o magistrando quando ele estava induzindo a testemunha a afirmar que a escolha da diretoria internacional da estatal, em 2008, foi uma indicação política. Mas Gabrielli apenas afirmou que foi uma decisão do Conselho Administrativo e que lá não se discutia questões partidárias.
 
A atuação de Moro teve início quando Gabrielli negava as teses dos investigadores da Lava Jato de Lula teria influência no esquema de corrupção. Contou que a uma reestruturação já estava sendo pensada na Petrobras e que ficou sabendo que a indicação de Jorge Zelada por Nestor Cerveró era do PMDB apenas por meio da imprensa. Mas Moro insistiu:
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