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Miriam Leitão colheu o que a Rede Globo plantou, aponta presidente do PT

Foto: Lula Marques/PT
 
 
Jornal GGN - Foi com um toque de acidez que a nova presidente do PT, senadora Gleisi Hofmann, emitiu nota sobre o episódio de constrangimento em um vôo da Avianca relatado pela jornalista Miriam Leitão, destacando o papel da Rede Globo na criação de uma atmosfera hostil em função de questões políticas. Gleisi apontou que Miriam colheu o que a emissora para a qual trabalha plantou.
 
No jornal O Globo, Miriam relatou que foi hostilizada, há mais de 10 dias, por delegados do PT que viajavam a Brasília para o Congresso nacional da legenda. Ela chegou a dizer que empurraram sua cadeira e a citaram nominalmente pelo "ódio" ao seu trabalho.
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A bolinha de papel de Mirian Leitão

Não gosto de me meter em brigas de jornalistas. Mas o episódio abaixo teve intenções políticas óbvias, que transcendem as meras quizílias corporativas.

Estamos em plena era das redes sociais. Hoje em dia, celulares captam PMs assassinando pessoas em ruelas escuras, políticos sendo escrachados na rua, em casa, em aviões. Um funcionário da United foi filmado retirando um passageiro do avião.

Segundo a jornalista Mirian Leitão, no dia 3 de junho, ou seja, dez dias atrás, ela foi escrachada em um avião da Avianca por um grupo do PT. Segundo Mirian, não foi uma manifestação qualquer, foram duas horas (!) de ofensas.

"Durante o voo foram muitas as ofensas, e, nos momentos de maior tensão, alguns levantavam o celular esperando a reação que eu não tive. Houve um gesto de tão baixo nível que prefiro nem relatar aqui. Calculavam que eu perderia o autocontrole. Não filmei porque isso seria visto como provocação. Permaneci em silêncio. Alguns, ao andarem no corredor, empurravam minha cadeira, entre outras grosserias”.

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Macri é acusado de tráfico de influência por beneficiar empresa aérea

Jornal GGN - Mauricio Macri, presidente da Argentina, está sendo acusado por um procurador de tráfico de influência e formação de quadrilha por beneficiar a empresa aérea Avianca, ligada a seu pai, o empresário Franco Macri.

Jorge Di Lello, da Procuradoria Criminal e Correcional Federal, pediu que Macri, seu pai, funcionários do governo, membros da Avianca e empresários do setor aéreo sejam investigados por supostos crimes na concessão de rotas aéreas na Argentina.

Em 2016, a empresa colombiana comprou a companhia aérea Macair Jato, de propriedade do conglomerado liderado pelo pai do presidente argentino.

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