Revista GGN

Assine

balanço

Venezuela: o balanço dos dois extremos da Constituinte

Se os números indicam dois polos que não constroem o retrato da realidade, fotografias e discursos de extremos tampouco favoreceram o cenário do que foi este 30 de julho na Venezuela
 

Montagem com fotografias da Reuters e EPA
 
Jornal GGN - O governo de Nicolas Maduro fala em mais de oito milhões de venezuelanos, que representam quase a metade dos eleitores (41,5%), que votaram nos 545 membros da Assembleia Constituinte da Venezuela. Do outro lado, a oposição contesta os números e estima uma participação de 12% dos venezuelanos em cenário de riscos, ameaças e conflitos com a polícia, que ocasionaram a morte de 10 pessoas neste domingo (30).
 
O 30 de julho não era celebrado nem por parte dos setores da esquerda, como a UST, nem pela oposição de extrema direita, que evidentemente não reconhece os resultados e já convoca protestos nesta semana que devem tornar sobretudo a zona leste de Caracas, berço da oposição, palco de mais violência e caos. Enquanto as ruas seguem em muros de insatisfações e conflitos, entre hoje e esta quarta-feira (02), o governo empossará a Assembleia Constituinte.
 
"Temos Assembleia Constituinte! Oito milhões de votos no meio de ameaças. Foi a maior votação que teve a revolução bolivariana em 18 anos. O povo deu uma lição de coragem, de valentia. O que vimos foi admirável", foram as palavras de Maduro, na Praça Bolívar, em Caracas, no discurso para centenas de apoiadores que se concentraram no local.
Média: 2.8 (8 votos)

Balanço Temer: Faltam 157 deputados para STF julgar o presidente

 
Jornal GGN - Serão necessários 342 votos de deputados na Câmara para a aprovação do processo contra o presidente Michel Temer no Supremo Tribunal Federal (STF). Diante de balanços realizados em diversos jornais, um grupo de artistas defensores do #ForaTemer criou um site com o posicionamento dos parlamentares.
 
O objetivo do "342 Agora", além de ter um balanço isento sobre a resposta de cada deputado, é o de perssionar os parlamentares a votarem "sim" pelo envio da denúncia contra o mandatário à Suprema Corte, deixando ao Judiciário o julgamento se Temer cometeu ou não o crime de corrupção.
 
Descrevendo-se como uma "ação suprapartidária", o site foi divulgado nesta segunda-feira (10), trazendo o placar atual de 185 deputados favoráveis à investigação, 129 contra e 199 indecisos. 
Média: 5 (2 votos)

Crise política atingiu também o Supremo; relembre fatos marcantes de 2016

Por André Richter

Da Agência Brasil

O ano de 2016 foi marcado pela crise política nos poderes Executivo e Legislativo, mas quem esperava que o Supremo Tribunal Federal (STF) teria papel secundário na vida política do país, já que as atenções estavam voltadas para o outro lado da Praça dos Três Poderes, se enganou.

No últimos 12 meses, a Suprema Corte brasileira foi chamada a garantir a governabilidade do país, mas trouxe para dentro do tribunal a instabilidade dos outros Poderes. O STF teve que tomar decisões que interferiram no cenário político conturbado.

Leia mais »

Média: 5 (2 votos)

Lava Jato tem 58 inquéritos que ainda não tiveram denúncias apresentadas

Jornal GGN - Um balanço feito pelo gabinete do ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, mostra que a operação ainda tem 58 inquéritos que não tiveram denúncia apresentada. Desse total, 34 estão em tramitação, 25 aguardam ações da Polícia Federal ou da Procuradoria Geral Da República e 18 foram redistribuídos ou declinados à 1ª instância. Um inquérito ainda está pendente de redistribuição, seis foram arquivados e oito foram apensados (anexados) a outros processos. Os dados foram publicados pelo Conjur.

Leia mais »

Média: 1 (2 votos)

O chanceler José Serra tem deixado a desejar

Folha faz balanço dos 100 primeiros dias de Serra como ministro de Relações Exteriores indicando que tudo o que o tucano fez até agora foi atacar governos bolivarianos e criar embaraços

Jornal GGN - Neste domingo (28), a Folha de S. Paulo decidiu lançar luz sobre os atos de José Serra (PSDB) como chefe do Ministério das Relações Exteriores para produzir uma análise sobre os 100 primeiros dias de gestão do primeiro chanceler não diplomata nos últimos 14 anos. O resultado do balanço mostra que Serra tem deixado a defesar.

Solidária, a Folha tratou de ouvir um especialista em política externa que justificou os resultados tímidos - se não desastrosos - da política de Serra para o MRE: a questão é que o tucano é um "ministro interino". Enquanto o impeachment de Dilma Rousseff não tiver um desfecho, disse Alberto Pfeifer, coordenador-adjunto do Gacint (grupo de análise da conjuntura internacional) da USP, não dá para Serra "ser saliente lá fora".

Leia mais »

Média: 3 (12 votos)

Balanço das prévias da votação final do impeachment

 
Jornal GGN - O julgamento final do impeachment contra a presidente afastada Dilma Rousseff começa nesta quinta-feira (25), às 9h, pelo Senado. Até agora, 48 senadores já se declararam favoráveis ao afastamento definitivo, faltando seis votos para totalizar dois terços do Senado e confirmar esse resultado. Aliados de Dilma acreditam ser possível a queda de Michel Temer.
 
O número de senadores que já manifestaram o voto pelo impeachment ainda não soma os 54 necessários. Mas a tendência, hoje, é de que o processo seja aprovado. O governo interino de Temer já se considera vitorioso, calculando 61 votos do total de 81 senadores. Por outro lado, parlamentares do PT, PCdoB e aliados de Dilma não desistem de reverter o cenário.
 
No último placar realizado pela Folha de S. Paulo, nove senadores ainda não afirmaram o voto final. Entre eles, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), que deve votar pela saída definitiva. Também não declararam o posicionamento José Maranhão (PB) e João Alberto Souza (MA), do PMDB.
 
E foi justamente pensando no voto de cada um dos parlamentares, que é decisivo, que a presidente afastada chegou a criar um desentendimento com os aliados do PCdoB. Dilma pediu ao presidente do PT, Rui Falcão, que a cúpula do partido atendesse a alianças com municípios do Maranhão para campanhas deste ano.
Média: 2.3 (6 votos)

100 dias de Temer, um governo abençoado pela tolerância

Jornal GGN - Nesta sexta-feira (19), a Folha de S. Paulo publicou uma página inteira no caderno Poder dedicada a um balanço raso do governo de Michel Temer (PMDB), que sobreviveu aos 100 primeiros dias sem grandes arranhões. Pudera. A blindagem da grande mídia, um dos setores que patrocinou o impeachment de Dilma Rousseff (PT), é parte do roteiro.

João Feres Junior, quando da edição fraudulenta de uma pesquisa do Datafolha para dar a Temer alguma aceitação entre populares, disse ao GGN que a imprensa vive um "esforço duplo". "Tem de elogiar Temer ou fazer cobertura neutra, com destaque para política econômica ou coisas positivas e, ao mesmo tempo, tratar Dilma como passado."

Leia mais »

Média: 4 (6 votos)

Temer atribui balanços negativos da economia à demora do impeachment

 
Jornal GGN - Após os resultados dos balanços de baixas arrecadações e o anúncio do maior déficit primário da história no primeiro semestre, além dos sinais já manifestados pelo mercado, com a elevação dos gastos públicos, o presidente interino Michel Temer aproveitou esta sexta-feira (29) para justificar o cenário na demora para o impeachment. "Quanto mais demora a avaliação do impedimento, mais prejudicial para o país. Quando antes solucionar, mais benéfico", defendeu.
 
"Dizem que quando terminar o processo do impeachment o investidor saberá com quem vai falar e isso vai incentivar o investimento. Dizem que há muita gente aguardando exatamente o processo de agosto", completou o interino.
 
Temer contrariou as declarações recentes a agências internacionais e entrevistas de que o governo não pode e não irá interferir no cronograma do julgamento do Senado para o afastamento definitivo de Dilma. 
 
"Essa questão do impeachment no Senado não depende da nossa atuação. Depende da avaliação política –não uma avaliação jurídica– que o Senado está fazendo. Nós não temos e não poderíamos ter influência nesse processo", disse.
 
Mas completou que os senadores, com sua ampla base de apoio, irão fazer uma avaliação das condições políticas de sua governabilidade. "Eu penso que o Senado vai avaliar as condições políticas de quem está hoje no exercício e de quem esteve no exercício da Presidência até um certo período", disse.
Média: 1 (3 votos)

Governo tem maior déficit primário da história no primeiro semestre

Da Agência Brasil

Por Wellton Máximo

A queda das receitas em meio ao crescimento de gastos obrigatórios fez o Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) registrar o maior déficit primário da história no primeiro semestre. De janeiro a junho, o resultado ficou negativo em R$ 32,521 bilhões. O rombo é bem maior que o registrado no mesmo período de 2015 (R$ 1,76 bilhões).

O déficit primário é o resultado negativo das contas do governo antes do pagamento dos juros da dívida pública. Apenas em junho, o Governo Central teve déficit de R$ 8,802 bilhões, negativo para o mês pelo terceiro ano seguido e também o maior déficit da história. Em junho do ano passado, a conta estava negativa em R$ 8,249 bilhões.

O resultado negativo em junho só não foi pior por causa da entrada, em junho, de R$ 5,2 bilhões referentes à renovação de concessões de usinas hidrelétricas. Realizado em novembro do ano passado, o leilão rendeu R$ 16 bilhões ao governo, dos quais R$ 11 bilhões haviam sido pagos em janeiro ao Tesouro Nacional.

Leia mais »

Média: 1 (1 voto)

Superávit comercial atinge US$ 1,488 bi em julho

Saldo acumulado ao longo do ano chega a US$ 25,140 bilhões

Jornal GGN - A balança comercial apresentou superávit de US$ 1,488 bilhão durante as duas primeiras semanas de julho de 2016, que totalizaram 6 dias úteis, de acordo com dados divulgados pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC). O resultado foi decorrente de exportações no valor de US$ 4,975 bilhões e importações de US$ 3,487 bilhões. No ano, as exportações somam US$ 95,228 bilhões e as importações, US$ 70,088 bilhões, com saldo positivo de US$ 25,140 bilhões. Leia mais »

Sem votos

Volume de negociações da bolsa perde força em maio

Balanço de negociação com estrangeiros tem queda, segundo Bovespa
 
Jornal GGN - A instabilidade gerada pelo cenário político nacional causou um impacto visível nas negociações da bolsa de valores. Segundo dados divulgados pela BM&FBovespa (Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros de São Paulo), o segmento Bovespa registrou a movimentação de R$ 159,58 bilhões ao longo do período, bem abaixo do total de R$ 166,80 bilhões apurado em abril. No fim do mês, o índice Ibovespa acumulou uma desvalorização de -10,09%, aos 48.471 pontos.
 
De acordo com os dados divulgados, a média diária de negócios realizados com ações foi de R$ 6,64 bilhões, o que corresponde a uma redução de ante os R$ 8,34 bilhões registrados no mês anterior. Ao todo, foram realizados 19,650 milhões de negócios, ante 20,752 milhões no mês anterior. Leia mais »
Sem votos

Balanço negativo do primeiro mês de Temer, por Michael Mohallem

Da Agência Brasil

Por Alana Granda

O primeiro mês do governo interino de Michel Temer foi de reação às críticas, resumiu o professor da Escola de Direito da Fundação Getulio Vargas, Michael Mohallem. “É um governo que começou com muita turbulência, apesar de já se esperar muita dificuldade”, disse Mohallem, em entrevista à Agência Brasil. O governo Temer faz um mês neste domingo (12),

O primeiro desafio de Temer, de construir sua base de governo e compor a nova equação, que significava reduzir o número de ministérios e, ao mesmo tempo, atender os interesses dessa ampla base, foi mais difícil do que se imaginava há 30 dias. “O processo de desgaste [com a possibilidade de extinção] do Ministério da Cultura, com a ausência de mulheres [nos ministérios] foi muito acima do que o próprio Temer esperava. Isso tudo tomou muito tempo da agenda. Foi um desgaste desproporcional”, afirmou o professor. Para ele, esse desafio ainda não está resolvido.

Os cargos do segundo escalão ainda não foram totalmente ocupados: secretarias importantes, como a do Ministério da Justiça, estão sem titular. Segundo o professor, esperava-se que essa fase fosse mais rápida, porque tinha começado cerca de 15 dias antes da votação doimpeachment de Dilma Rousseff e será um governo curto. “Existem desafios pendentes, o que é ruim. Temer poderia já ter virado essa página e não conseguiu ainda.”

Leia mais »
Média: 2.5 (4 votos)

Petrobras fecha trimestre com prejuízo de R$ 1,25 bilhão

EBITDA trimestral cai 2%, enquanto endividamento líquido tem retração de 6%

Jornal GGN - A Petrobras teve prejuízo líquido de R$ 1,246 bilhão durante o primeiro trimestre do ano, revertendo o lucro de R$ 5,330 bilhões contabilizado nos primeiros três meses de 2015. No quarto trimestre de 2015, a perda chegou a R$ 36,938 bilhões.

Entre os motivos listados pela estatal para o prejuízo, estão as maiores despesas com juros e variações do dólar, que atingiram R$ 9,579 bilhões; queda de 7% na produção de petróleo e gás no Brasil e no exterior; queda de 8% na venda de derivados no país; alta de custos com depreciação de bens; e gastos maiores com equipamentos parados, especialmente sondas. Também prejudicou as contas da empresa o preço baixo do petróleo no mercado global.

O lucro bruto registrado caiu 6% em relação ao ano passado, atingindo R$ 21 bilhões. Segundo a companhia, "houve redução na receita de vendas, em função da queda de 8% na demanda de derivados no mercado doméstico, parcialmente compensada pelas maiores margens de diesel e gasolina, e pelo maior volume de exportações de petróleo e derivados (14%)". Também contribuíram para a menor receita de vendas a queda dos preços das exportações de petróleo e derivados, o menor volume vendido de gás natural, e a redução da geração de energia, devido à queda na demanda do setor termelétrico, além do recuo nos preços de energia elétrica.

Leia mais »

Sem votos

Banco do Brasil tem lucro de R$ 2,359 bilhões no primeiro trimestre

Carteira de crédito avança e inadimplência atinge 2,6%

Jornal GGN - O Banco do Brasil registrou lucro líquido de R$ 2,359 bilhões no primeiro trimestre deste ano, queda de 59,5% em relação ao mesmo período de 2015. Segundo o BB, a redução no lucro deve-se à Cateno, empresa criada em parceria com a Cielo para gerir contas de pagamento pós-pagas e a funcionalidades de compras via débito. Já o lucro líquido ajustado, que exclui os efeitos extraordinários, atingiu R$ 1,286 bilhão no primeiro trimestre.

A carteira de crédito ao agronegócio alcançou o recorde de R$ 179,5 bilhões, com crescimento de 9,8% em relação a março de 2015. O banco mantém-se como o principal agente financeiro do agronegócio no país, com 61,2% de participação nos financiamentos destinados ao setor.

A carteira de crédito para pessoas físicas encerrou março deste ano com saldo de R$ 185,3 bilhões, crescimento de 1,5% no trimestre e de 8,8% em 12 meses. As linhas de menor risco (Crédito Consignado, CDC Salário, Financiamento de Veículos e Financiamento Imobiliário) atingiram 75,7% do total da carteira orgânica.

Já a carteira de crédito ampliada de pessoa jurídica alcançou R$ 348,5 bilhões, decréscimo de 0,9% em 12 meses, respondendo por 44,9% do total. Ao final de março, as médias e grandes empresas (com TVM), somadas ao Governo representavam 73,9% do total da carteira de crédito ampliada pessoa jurídica, enquanto que a carteira MPE respondia por 26,1%.

Leia mais »

Média: 5 (3 votos)

Itaú Unibanco termina trimestre com lucro de R$ 5,235 bi

Carteira de crédito total desacelera 5,3%, para R$ 554,252 bilhões

Jornal GGN - Um aumento no volume provisionado para perdas com inadimplência e a queda na carteira de crédito afetou o lucro do banco Itaú Unibanco durante o primeiro trimestre. O lucro recorrente apurado pela instituição no período totalizou R$ 5,235 bilhões, queda de 9,9% sobre o registrado um ano antes.

Segundo os dados divulgados ao mercado, os principais efeitos positivos no trimestre em relação ao trimestre anterior foram o crescimento de 36,9% da margem financeira com o mercado e a redução de 8,1% das despesas não decorrentes de juros. Em contrapartida, tais efeitos foram compensados pelo crescimento de 18,2% das despesas de provisão para créditos de liquidação duvidosa e a redução de 44% das receitas com recuperação de créditos baixados como prejuízo.

O índice de inadimplência acima de 90 dias atingiu 3,9%, ante 3% em igual etapa de 2015 e o pico desde setembro de 2013. Leia mais »

Média: 3 (2 votos)