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Após reforma, Bradesco e Caixa abrem PDVs e colocam bancários em alerta

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Foto: Agência Senado

Da Rede Brasil Atual

 
Banco público já havia tido quase 5 mil adesões em plano aberto ainda este ano. Apenas de janeiro a maio, setor financeiro eliminou perto de 10 mil postos de trabalho
 
Com quase 10 mil vagas eliminadas apenas neste ano, o setor financeiro prepara-se para mais redução de postos de trabalho. Imediatamente depois da sanção do projeto de "reforma" trabalhista, agora Lei 13.467, Bradesco e Caixa Econômica Federal anunciaram programas de demissão voluntárias. O banco público havia encerrado em março um programa que teve 4.645 adesões, de acordo com a Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa.
 
No caso do Bradesco, o programa de demissão voluntária (PDV), anunciado na quinta-feira, mesmo dia da sanção da lei, começou hoje (17) e vai até 31 de agosto. O banco não divulgou metas de adesão, afirmando apenas, em nota, que o plano "não afetará o elevado padrão de qualidade dos serviços prestados aos seus clientes e usuários".
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Caixa espera que mais de 5 mil funcionários entrem no novo PDV

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Foto: José Cruz/Agência Brasil
 
Jornal GGN - Nesta segunda-feira (17), a Caixa Econômica Federal reabriu seu Programa de Desligamento Voluntário (PDVE), com a expectativa de adesão de 5,5 mil funcionários. 
 
O banco abriu um PDV em fevereiro deste ano esperando alcançar 10 mil funcionários, mas somente 4,4 mil aderiram. Com o novo programa, a Caixa pretende completar o objetivo de reduzir 10 mil dos cerca de 30 mil empregados que trabalhavam na empresa no início. 
 
Os trabalhadores terão até o dia 14 de agosto para aderir ao PDV. O incentivo financeiro, de caráter indenizatório, equivalerá a dez remunerações base do empregado, com limite de R$ 500 mil e considerando como referência o dia 31 de junho. 
 
O benefício será pago em parcela única, sem incidência de Imposto de Renda (IR), recolhimento de encargos sociais e contribuição à Fundação dos Economiários Federais (Funcef).

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Metroviários e bancários vão aderir à greve geral desta sexta em SP

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Foto: Paulo Iannone/Sindicato dos Metroviários
 
Jornal GGN - Os metroviários de São Paulo decidiram que farão uma paralisação de 24 horas nesta sexta-feira (30), junto com as mobilizações da greve geral promovida pelas centrais sindicais contra a reforma trabalhista e a reforma da Previdência. 
 
O sindicato da categoria afirma que as atividades serão paralisadas a partir da meia noite de sexta nas linhas 1-azul, 2- verde, 3-vermelha, 5-lilás e 15-prata. A linha 4-Amarela, administrada pela empresa ViaQuatro, deverá funcionar normalmente.
 
Na CPTM, os ferroviários das linhas 7-rubi e 10-turquesa realizarão uma assembleia na quinta (29) para definir se participam das mobilizações.  
 
O Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferroviárias da Zona Sorocabana, responsável pelas linhas 8-diamante e 9-esmeralda, afirma que que não irá aderir à greve. Os ferroviários das linhas 11-Coral e 12-Safira não informaram se irão paralisar as atividades, assim com os motoristas de ônibus, que ainda não se posicionaram. 

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Reforma da Previdência beneficia os bancos e prejudica mais as mulheres, por Juvândia Moreira

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Do Justificando

Reforma da Previdência prejudica mais as mulheres e beneficia os bancos

por Juvândia Moreira

A proposta de reforma da Previdência enviada pelo governo Temer ao Congresso Nacional conhecida como PEC 287 tem consequências muito mais profundas e dramáticas do que o trabalhador pode imaginar.

Trata-se de uma verdadeira transformação na forma como a sociedade brasileira decide se organizar a partir da Constituição Cidadã de 1988. Em resumo, pretende-se acabar com uma organização social em que todos, e com o amparo do Estado, se responsabilizam por garantias mínimas de vida, inclusive e principalmente em momentos mais delicados, como na velhice.

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TST toma decisão histórica e prejudica bancários

Jornal GGN - Na última segunda-feira(21), o Tribunal Superior do Trabalho tomou uma decisão sobre o divisor aplicável para o cálculo das horas extras dos bancários, afetando trabalhadores da categoria em todo o país.

Na prática, a alteração do cálculo do divisor incide na questão do sábado, se o dia deve ou não ser considerado como um dia de descanso remunerado. Bancos estatais como o Banco do Brasil e a Caixa tem regulamentos claros sobre o sábado como dia de descanso, enquanto os bancos privados não tem regras claras nesta questão. Advogados trabalhistas estimam uma queda de 20% no valor da hora extra do bancário.

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Banco do Brasil quer aposentar 18 mil funcionários e fechar 400 agências

 
Jornal GGN - O Banco do Brasil realizará uma reestruturação que vai diminuir o número de agências e também incentivar a aposentadoria de até 18 mil funcionários. O objetivo da instituição é economizar R$ 2,7 bilhões em 2017, caso 10 mil trabalhadores entrem no plano de aposentadoria incentivada. 
 
Já com a adesão de 5 mil empregados a economia seria de R$ 1,875 bilhão, em um cálculo que leva em consideração a redução da estrutura física. 
 
O banco irá oferecer 12 salários mais indenização pelo tempo de serviço para os funcionários que entrarem no plano de aposentadoria. Atualmente, o Banco do Brasil conta com 109 mil funcionários.

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Reajuste dos bancários deve injetar até R$ 12 bi na economia, diz Contraf

Jornal GGN - De acordo com a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), o reajuste conseguido pelos bancários após 31 dias de greve - umas das maiores paralisações da categoria - poderá injetar R$ 12 bilhões na economia do país.

A campanha salarial dos bancários conseguiu reajuste de 8% nos salários para cerca de 504 mil trabalhadores, além de um abono de R$ 3.500, representado uma acréscimo de mais de R$ 5,7 bilhões no ano.

Com o aumento na participação de lucros e resultados (PLR), seriam mais R$ 5,4 bilhões, sendo R$ 2,127 bilhões com a antecipação do pagamento do benéfico, que deve ocorrer dez dias depois da assinatura da convenção coletiva da categoria.

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Fenaban faz nova proposta e bancários podem encerrar greve

Jornal GGN - Em reunião realizada ontem (5), a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) propôs para os bancários uma reajuste nominal de 8% nos salários com abono de R$ 3,5 mil. A greve dos bancários atingiu 31 dias e hoje, às 17h, a categoria realizará assembleia para decidir se mantém ou não a paralisação.

Os bancos ofereceram, além do reajuste, aumento de 10% no vale refeição e no auxílio creche e 15% para o vale alimentação. O acordo vale por dois anos, sendo que em 2017 haveria a correção integral de acordo com Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) acumulado, com aumento real de 1%.

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Bancários entrarão em greve na próxima terça

Jornal GGN – Os bancários decidiram que irão entrar em greve na próxima terça-feira (6) em assembleia realizada na noite de ontem (1). A categoria pede reajuste salarial de 14,78% - 5% de aumento real, descontada a inflação – reposição das perdas dos vales-alimentação e refeição e na participação dos lucros (PLR), além de um piso salarial de R$ 3,9 mil, proteção aos empregos e melhoria das condições de trabalho.

A proposta da Federação Nacional dos Bancos era de reajuste de 6,5% no salário e também nos auxílios refeição, alimentação, creche e também R$ 3 mil de abono, mas ela foi rejeitada pelos bancários. A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf) diz que a proposta dos bancos representa uma perda real de cerca de 3%.

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Bancários fazem nova rodada de negociações com Federação dos Bancos

Da Agência Brasil

Representantes do Comando Nacional dos Bancários e da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), que representam os banqueiros, voltam à mesa de negociações hoje (22), às 14h, depois de fracassada ontem (21) mais uma tentativa de acordo. Os bancários estão em greve há 17 dias.
 
Os bancos elevaram o percentual de reajuste de 7,5% para 8,75%. A categoria rejeitou porque o percentual está abaixo do pleiteado (16%) e da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor, que é 9,88%, representando perda de 1,03%.
 
Os bancários querem a reposição da inflação mais 5,6% de aumento real, piso salarial de R$ 3.299,66 e a Participação em Lucro e Resultados (PLR) de três salários-base, com parcela adicional fixa de R$ 7.246,82, entre outros itens como vales refeição e alimentação no valor de R$ 788 e melhores condições de trabalho, com o fim das metas individuais.

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Primeiro dia de greve paralisa 6 mil agências bancárias

Da Revista Fórum

 

De acordo com a Contraf-CUT, aproximadamente 27% das agências de bancos públicos e privados do país não funcionaram nesta terça-feira (6). Paralisação continua na quarta

Por Redação

No primeiro dia da greve nacional dos bancários, a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf/CUT) calcula que 6.251 agências de bancos públicos e privados paralisaram suas atividades. O número equivale a pouco mais de 27% das agências do país, que seriam hoje 22.975, de acordo com o Banco Central.

“A proposta dos bancos de reajuste de 5,5%, na prática, está anulando os ganhos conquistados pela categoria bancária em 2013 e 2014”, avalia Juvandia Moreira, vice-presidenta da Contraf. De acordo com a entidade, a categoria obteve um aumento real acumulado entre 2004 e 2014 de 20,7%.

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Greve dos bancários se encerra em São Paulo

Jornal GGN - Os bancários de São Paulo, Osasco e Região aprovaram a proposta de acordo oferecida pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) e decidiram pelo encerramento da greve, que durou 23 dias – a mais longa paralisação desde 2004. O acordo atende os bancos privados, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal. No caso dos bancos públicos, eles também negociam questões específicas.

A proposta aprovada aumenta o índice de reajuste salarial para 8% (com aumento real de 1,82%), além da oferta de reajuste de 8,5% do piso salarial (ganho real de 2,29%) e de 10% no valor fixo da regra básica e sobre o teto da parcela individual da Participação nos Lucros e Resultados (PLR). O acordo também eleva de 2% para 2,2% o lucro líquido a ser distribuído linearmente na parcela adicional da PLR. As negociações feitas ao longo da última quinta-feira (10) com a Fenaban duraram 16 horas. A compensação dos dias parados será feita de segunda a sexta-feira, até 15 de dezembro, com uma hora extra.

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Comando de greve pede que bancários aprovem volta ao trabalho

Até segunda-feira (14), os sindicatos dos bancários anunciarão se aceitam ou não a proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) para terminarem a greve. A paralisação, que completou nesta sexta-feira (11) 23 dias, deverá ser encerrada, caso os sindicatos acatem a orientação do comando nacional de greve. Apesar de satisfeita com a proposta apresentada pelos bancos, a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf) lamenta a dificuldade nas negociações com bancos privados.
 
“Com a Fenaban, fizemos uma negociação coletiva que vale para todos bancários do Brasil, abrangendo cláusulas de aspecto mais econômico, e outra específica com cada banco público, onde foram discutidas questões sociais”, explicou à Agência Brasil o diretor da Contraf, Ademir Wiederkehr.
 
O diretor diz que a maior dificuldade de negociação com os bancos privados é histórica. Leia mais »
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Bancários mantêm greve por tempo indeterminado

Jornal GGN- O Sindicato dos Bancários de São Paulo Osasco e Região decidiu, na tarde desta segunda-feira (7), manter a greve, que dura 19 dias. De acordo com a categoria, cerca de mil trabalhadores votaram pela rejeição da proposta feita pela Fenaban (Federação Nacional dos Bancos), com aumento real abaixo de 1%. A paralisação segue por tempo indeterminado.
 
Segundo o último balanço da entidade de classe, houve a paralisação de 608 locais de trabalho ( 593 agências bancárias e 15 centros administrativos), com a adesão de, pelo menos, 32 mil trabalhadores. De acordo com o sindicato, o autoatendimento continua funcionando normalmente durante o período de greve.
 
Juvandia Moreira, presidente do sindicato e uma das coordenadoras do Comando Nacional dos Bancários, afirmou que a frente de negociação encaminhou documento à Fenaban solicitando uma nova proposta por parte dos bancos. “O lucro dos bancos nos últimos sete anos cresceu 120%, isso representa alta de 55% acima da inflação. Propor aumento real abaixo de 1% não é aceitável. Leia mais »
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Sem negociação greve dos bancários ganha adesão em vários estados

Jornal GGN - No 5º de dia paralisação, os bancários de São Paulo, Osasco e região constroem uma grande greve. Além de agências paradas em toda a base territorial do Sindicato dos Bancários de São Paulo, os complexos São João, Verbo Divino e CSA do Banco do Brasil (Bom Pastor), o Casa 2 (Centro Administrativo Santander), o Núcleo Alphaville do Bradesco, as concentrações Rerop e Traituba da Caixa Federal, bem como o CA Raposo, o Centro Tecnológico Operacional do Itaú e um contingenciamento do banco na Rua Fábia amanheceram com as atividades paralisadas nesta segunda-feira (23).

Segundo o servidor da Caixa Econômica Federal, Diogo Portugal, “desde a última proposta apresentada pela Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) há duas semanas e, rejeitada pela categoria, não houve mais nenhuma contraproposta”, relata o bancário. Leia mais »

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