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Banco Central

Moro não consegue congelar 94% do que calculava de Lula

Quantia foi vasculhada, sem sucesso, nas quatro contas do ex-presidente e até um carro de mais de 30 anos ficou de fora do bloqueio
 

Foto: Ricardo Stuckert/ Instituto Lula
 
Jornal GGN - Ao decidir bloquear as contas e bens do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o juiz da Vara Federal de Curitiba, Sérgio Moro, conseguiu congelar apenas 6% da quantia que previa para a condenação de Lula. O magistrado do Paraná também dispensou reter o carro do lider petista, por ser uma caminhonete antiga, de 1984.
 
No despacho que integra o processo que condenou Lula a 9 anos e meio de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, o juiz federal pediu o sequestro de três apartamentos de Lula em São Bernardo do Campo, no ABC paulista, sendo um deles a própria residência do ex-presidente, e pediu ao Banco Central que congele um limite de até R$ 10 milhões em contas encontradas relacionadas a ele.
 
O pedido de Moro ocorreu no dia 14 de julho e tramitava em segredo de Justiça. Seria uma forma de reparação de danos à Petrobras, no âmbito da Operação Lava Jato. Mas ao vasculhar as quatro contas bancárias de Lula, o Banco Central conseguiu detectar pouco mais de 6% do limite imposto pelo magistrado: 606.727 reais e doze centavos.
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18 anos depois, o caso do Banco Marka

18 anos depois, o caso do Banco Marka

Caro Nassif,

Estava relendo seu artigo publicado no longínquo 06/05/1999, “O BC e o Banco Marka”, onde você analisou  as operações realizadas pelo Banco Central em 14/01/1999, época da rumorosa mudança da política cambial.

Ressalto a precisão da sua análise e conclusões, no que se refere ao Banco Fonte Cindam (não estou me ocupando aqui da outra instituição).

A propósito, decorridos  dezoito anos daquele marcante e indelével episódio, no último dia 21 de junho de corrente ano a 3a. Turma do Tribunal Regional Federal da 1a. Região reconheceu a legalidade das aludidas operações realizadas e deu provimento às apelações feitas por nós, pelo Banco Central do Brasil, pela BM&F e outros, nos termos do elucidativo voto do eminente Desembargador Ney Bello.

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Banco Central: atividade econômica caiu 0,51% em maio

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Foto: Marcos Santos/USP Imagens
 
Jornal GGN - Divulgado nesta sexta-feira (14), o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) dessazonalizado mostra uma queda de 0,51% na atividade econômica em maio na comparação com abril. 
 
Na comparação com o mesmo mês do ano passado, houve aumento de 1,4%, na série sem ajuste e de 0,04% com ajuste. Nos 12 meses encerrados em maio, o recuo foi de 2,23%, e, no ano, de 0,05%, nos dados sem ajuste.
 
O IBC-Br avalia a atividade da economia com informações da indústria, comércio e serviços e volume de impostos, e ajuda o Banco Central a tomar decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic. 

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As relações de Palocci e do BTG Pactual, por Luis Nassif

Não tenho motivos pessoais para gostar de Guido Mantega. Pequeno, mesquinho, inseguro, foi o primeiro Ministro da Fazenda, desde que iniciei a carreira de jornalista econômico, a me colocar na lista negra. Ele e Alexandre Tombini, presidente do Banco Central.

Mas não bate bem esta história de Antônio Pallocci, de que Mantega montara uma central de vazamento de informações financeiras.

Vamos entender um pouco mais esse jogo.

Desde que se criou o chamado Open Market brasileiro – venda diária de títulos públicos e privados – há vazamentos de informação. No governo Sarney, Maílson da Nóbrega tinha um esquema de vazamento de informações, não apenas no Banco Central, mas na Receita Federal – que dispunha de um índice de correção.

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Em dia de greve contra reformas, Goldfajn defende propostas em evento do Estadão

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Foto: José Cruz/Agência Brasil
 
Jornal GGN - No mesmo dia em que estão sendo realizadas greves e mobilizações contra a reformas trabalhista e da Previdência, o presidente do Banco Central (BC), Ilan Goldfajn, defendeu a aprovação das medidas ao participar de evento em São Paulo.
 
O presidente do BC disse que as reformas são importantes para sustentar a queda da inflação e também dos juros estruturais da economia.
 
Em fala no evento Finanças Mais, promovido pelo Grupo Estado, Goldfajn afirmou que o país tem “amortecedores robustos”, o que o torna menos vulnerável a impactos econômicos internos ou externos. 

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A contabilidade futurística animadora do BC e de Meirelles, por Roberto Requião

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Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A pitonisa alegra do Bacen e a numerologia suicida dos necromantes pós-modernos

ROBERTO REQUIÃO

O Banco Central tornou-se uma espécie de pitonisa alegre da economia brasileira. Como é absolutamente incompetente para conduzir a política monetária, especializou-se agora em projetar o crescimento futuro do PIB. Ele poderia estar nos explicando por que, a despeito da queda da inflação, mantém em níveis elevados e na verdade crescentes a indecente taxa de juros básicas no Brasil. Poderia nos explicar também porque deixa soltas as escorchantes taxas de aplicação do oligopólio bancário, espoliando a sociedade brasileira. Leia mais »

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Governo Temer manipulou dados de crescimento

Tudo o que a imprensa criticava – com razão – na manipulação dos índices estatísticos do governo Cristina Krischer, começa a ser praticado pelo governo Michel Temer.

Esta semana, o governo acenou com três boas notícias: a melhoria no índice PMC (Pesquisa Mensal de Comércio) e PMS (Pesquisa Mensal de Serviços), medidos pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e do IBC-Br (Índice de Atividade Econômica do Banco Central).

O fato foi saudado em manchetes de todos os jornais e ajudou a reforçar a ideia de que o país está à beira da recuperação, e esse movimento poderá ser comprometido pela não votação da reforma da Previdência.

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Copom reduz Selic em 1% e taxa vai a 11,25% ao ano

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Foto: Marcos Santos/USP Imagens
 
Jornal GGN - Nesta quarta-feira (12), o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) realizou um corte de 1% na taxa Selic, que saiu de 12,25% ao ano para 11,25% a.a.. Esta é a quinta redução seguida da taxa básica de juros e o maior corte em 8 anos. 
 
A decisão era esperada por analistas do mercado financeiro e a Selic volta para o nível de dezembro de 2014. Entre outubro de 2012 a abril de 2013, a taxa esteve em 7,25% ao ano, o menor nível da história. Depois, ela começou a ser reajustada até chegar a 14,25% a.a., em julho de 2015. O Copom só voltou a reduzir a Selic a partir de outubro do ano passado. 

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Copom se reúne hoje com expectativa de nova redução da Selic

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Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
 
Jornal GGN - Nesta terça-feira (11), o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) dá início à sua terceira reunião do ano para definir a Selic, a taxa básica de juros. O resultado será anunciado amanhã (12), após o segundo dia do encontro.
 
Atualmente, a Selic está em 12,2% ao ano. A expectativa é de intensificação nos cortes na taxa básica, devido à desaceleração da inflação.
 
No mês passado, o BC corte pela quarta vez seguida a Selic, reduzindo-a de 13% para 12,25%, o segundo corte consecutivo de 0,75%. Analistas do mercado acreditam que, com a inflação em baixa e o desempenho fraco da economia, o Copom deve adotar uma estratégia mais agressiva e realizar um corte de 1% ou até de 1,25% na taxa.

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Relatório do Banco Central: tá ruim, mas tá bom, por Marcelo Manzano

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Foto: José Cruz/Agência Brasil

Da Fundação Perseu Abramo

Relatório do Banco Central: tá ruim, mas tá bom

por Marcelo P.F. Manzano, economista

Na semana passada o Banco Central divulgou o seu Relatório de Estabilidade Financeira(REF),referente ao segundo semestre de 2016, no qual trata de medir a temperatura e a saúde do Sistema Financeiro Nacional.

Coube ao Diretor de Fiscalização do BC a tarefa de transmitir tranquilidade a respeito de números intranquilos do passado recente: o crédito nominal caiu 3,5% em 2016, o volume de recuperações judiciais foi recorde - alcançando 1.863 empresas - e a carteira de ativos problemáticos dos bancos cresceu assustadores 19% ao longo do ano.

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O modelo de gestão pública defendido por Ciro Gomes

'Brasil precisa de câmbio que estimule cultura de produção e puna o rentismo', aposta ex-ministro
 
 
Jornal GGN - Como Ciro Gomes atuaria na presidência da República? Nesta quarta e última parte da entrevista que o ex-ministro e ex-governador do Ceará concedeu ao GGN, o político falou da sua experiência na gestão do Ceará, de como conseguiu acabar com 100% da dívida imobiliária do Estado, ainda em 1994, em uma época de grande variação inflacionária e, depois, quando secretário de Saúde, na gestão de seu irmão Cid Gomes, ajudou a expandir a rede de policlínicas implantando consórcios intermunicipais de saúde e, com isso, acabar com as filas. 
 
Ciro também creditou a sua gestão e de seu irmão à boa colocação das escolas cearenses no Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), destacando que hoje, entre as cem melhores notas, 77 são de instituições do ensino público do Estado.
 
Assista a seguir:
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Moro interrompe defesa, mas Meirelles nega envolvimento de Lula em corrupção

Jornal GGN - O juiz Sergio Moro entrou em colisão com a defesa de Lula mais uma vez, nesta sexta (10), ao impedir que o ministro da Fazenda Henrique Meirelles, presidente do Banco Central durante os dois mandatos presidenciais do petista, respondesse se o governo Lula foi bom para o País ou se estava ocupado com desvios em nome do partidos e aliados.

Durante a audiência do caso triplex, em que Lula é acusado de receber vantagens indevidas da OAS, Meirelles disse que sua relação com o ex-presidente sempre foi "focada na política econômica e nessa relação nunca identifiquei nada que pudesse ser identificado como algo ilícito."

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Copom mantém ritmo de queda da Selic e taxa vai para 12,25%

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Jornal GGN - Nesta quarta, o Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) decidiu cortar novamente a taxa básica de juros em 0,75%, chegando a 12,25%. Este foi a segunda redução desde proporção desde outubro, quando o Banco Central deu início ao ciclo de redução da taxa Selic.
 
No comunicado, o Banco Central disse que trabalha com uma projeção de inflação oficial de 4,2% neste ano, abaixo do centro da meta, indicando também que pode intensificar o ritmo de cortes na Selic nos próximos meses. 

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Copom se reúne amanhã e mercado espera que Selic caia para 12,25%

 
Jornal GGN - O Comitê de Política Monetária (Copom) irá se reunir nesta terça e quarta-feira (22) para decidir sobre a taxa básica de juros da economia, a Selic. De acordo com o Banco Central, a expectativa das instituições financeiras consultados é que a taxa caia dos atuais 13% para 12,25% ao ano. 
 
O mercado espera mais cortes da taxa básica em razão da queda da inflação e de alguns sinais de retomada da economia. Até o final do ano, a expectativa é que a taxa esteja em 9,5% e em 9% em 2018. 

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Atividade econômica caiu 4,34% em 2016, aponta BC

 
Jornal GGN - Segundo o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), divulgado nesta quinta (16), a atividade econômica brasileira teve queda de 4,34% em 2016. O recuo é pior do que o resultado de 2015, quando a redução foi de 4,28%. 
 
Em dezembro, o índice caiu 0,26% na série com ajuste sazonal, após aumento de 0,10% em novembro. Leia mais »
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