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Banco do Brasil

Com PDVs, governo demitiu mais de 50 mil nas estatais nos últimos anos

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Programas de demissão da Petrobras tiveram a adesão de 15 mil funcionários. Foto: Tânia Rego/Agência Brasil
 
Jornal GGN - Com programas de demissão voluntária e aposentadorias incentivadas, o governo federal desligou 50.364 funcionários das empresas estatais nos últimos anos. Este montante é equivalente a 77% do total que os PDVs lançados nos últimos três anos pretendiam demitir.
 
Somente na Petrobras, foram dois programas de demissões com a adesão de 15 mil funcionários. A estatal reduziu em cerca de 30% dos empregados que tem hoje, chegando a 49.385, contra quase 57 mil em 2014. 
 
De acordo com o jornal O Estado de S. Paulo, depois da Petrobras aparece o Banco do Brasil, que desligou 14.285 em dois programas realizados em 2015 e 2015. 

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Aécio recebia 2% de propina em esquema no Banco do Brasil desde FHC, diz delator

Foto: George Gianni/PSDB
 
 
Jornal GGN - Condenado no Mensalão, Marcos Valério fez um acordo de delação com a Polícia Federal que expõe, mais uma vez, a seletividade e partidarismo da Lava Jato. Isso porque, segundo O Globo desta quinta (20), Valério entregou material que pode render investigações sobre corrupção no governo FHC, envolvendo contratos do Banco do Brasil, Fundacentro e Eletrobras. Além disso, desnudou os esquemas que financiaram ilegalmente a carreira política de Aécio Neves (PSDB).
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Banco do Brasil fechou 551 agências e cortou quase 10 mil vagas em um ano

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Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Da Rede Brasil Atual

 
Balanço mostra que instituição superou "meta" de fechamento de locais de atendimento. E a Petrobras eliminou 13 mil postos de trabalho no mesmo período

Relatório divulgado nesta quinta-feira (11) pelo Banco do Brasil (BB) mostra que a instituição eliminou 9.900 postos de trabalho em um ano, até o primeiro trimestre, e fechou 551 agências, mais do que a meta anunciada há alguns meses (aproximadamente 400). O corte no número de "colaboradores" supera 13 mil se incluídos os estagiários. O lucro líquido nos três primeiros meses do ano atingiu R$ 2,443 bilhões, crescimento de 3,6% em relação a igual período de 2016.

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Vencedora de licitação do Banco do Brasil vaza dias antes do resultado

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Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
 
Jornal GGN - A Multisolution, empresa que nunca havia conquistado nenhuma conta de publicidade no poder público, foi a vencedora da conta do Banco do Brasil, a maior licitação da área no país, estimada em R$ 500 milhões. O jornal Folha de S. Paulo afirma que soube do resultado desde a semana passada.
 
O jornal registrou o resultado em cartório no último dia 20, uma quinta-feira, e também colocou um anúncio cifrado em suas próprias páginas de classificados. A Folha afirma que houve direcionamento dentro do BB para que a Multisolution estivesse entre as empresas contratadas.

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Governo Temer ataca os bancos públicos e se afasta de políticas sociais, por Emir Sader

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Da Rede Brasil Atual

 
por Emir Sader
 
Bancos públicos surgiram e se fortaleceram quando havia governos que assumiam responsabilidades no plano social, mas atualmente somente os interesses mercantis são referência para quem está no poder

O governo do golpe orquestrado por Michel Temer ataca tudo o que tem a ver com a esfera pública, em favor da esfera mercantil. Contra a educação pública e a favor da educação privada. Contra a saúde pública e a favor dos planos privados de saúde. Contra a cultura pública e a favor da cultura mercantil.

Com os bancos essa atitude é central nesse governo, que tem sua política econômica dirigida pelos interesses do capital financeiro, dos bancos privados. A outra face do ataque às políticas sociais é o ataque aos bancos públicos.

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Agroecologia vê com preocupação mais um pacote do governo para o agronegócio

Políticas que prevêem a redução do uso de agrotóxicos e os pequenos produtores deverão ser prejudicados pelo novo pacote (Foto ARQUIVO/EBC)

da Rede Brasil Atual

Agroecologia vê com preocupação mais um pacote do governo para o agronegócio

Acordo entre o Banco do Brasil e as Ematers, que prevê criação de correspondentes bancários nessas entidades, deve atrair médios e grandes produtores e deixar de fora os pequenos, já excluídos
 
por Cida de Oliveira, da RBA

São Paulo – A Associação Brasileira de Agroecologia (ABA) manifestou hoje (25) preocupação com o projeto do Banco do Brasil de facilitar ainda mais a concessão de crédito aos grandes produtores rurais. Na última quinta-feira, já às vésperas do carnaval, diretores do setor de agronegócio do banco se reuniram com o presidente da Associação Brasileira das Entidades Estaduais de Assistência Técnica e Extensão Rural (Asbraer), Argileu Martins da Silva, para discutir a criação de correspondentes bancários nessas entidades. De acordo com a Asbraer, o objetivo é facilitar o crédito rural e serviços para os produtores de médio porte, além de padronizar a concessão de crédito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).

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Itaú se torna maior banco do país, superando o Banco do Brasil em ativos

 
Jornal GGN - O Itaú Unibanco atingiu um total de R$ 1,425 trilhão em ativos em dezembro do ano passado, superando o Banco do Brasil em R$ 4 bilhões e se tornando a maior instituição financeira do país. 
 
O banco das famílias Setubal e Moreira Salles já havia chegado a esse posto em 2008, quando houve a fusão com o Unibanco. A liderança durou pouco tempo, já que logo depois o Banco do Brasil comprou metade do banco Votorantim, assumindo novamente o primeiro posto. 
 
A perda da liderança do BB ocorre após a instituição anunciar uma forte queda em seus lucros no final do ano passado, influenciada pelas despesas com o plano de aposentadoria incentivada, redução nas concessões de crédito e crescimento das reservas contra eventuais calotes.

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Desde começo da reestruturação, Banco do Brasil já fechou 217 agências

 
Jornal GGN - 217 agências bancárias do Banco do Brasil foram fechadas desde o anúncio da reestruturação da instituição, que pretende encerrar as atividades de 402 unidades até março.
 
O plano de reestruturação foi anunciado em novembro do ano passado e também prevê a transformação de 379 agências em postos de atendimento, além da extinção de 31 superintendências regionais. 
 
O objetivo do banco é economizar em torno de R$ 750 milhões, que deverão ser investidos no atendimento digital, já que, segundo o BB, cada vez mais correntistas usam computadores e celulares para realizar suas operações bancárias. Também é planejado a abertura de 255 escritórios e agências de atendimento digital. 

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Ataque aos bancos públicos serve para justificar privatizações

Jornal GGN - As negociações entre o governo federal e o governo do Rio Grande do Sul sobre um pacote de recuperação fiscal revelam que a era das privatizações retornou, com o Banco do Estado do Rio Grande do Sul, o Banrisul, na mira para ser vendido para a iniciativa privada. 

“Com a crise dos estados, vão aproveitar para vender o que ainda é público. Estão ressuscitado até a ideia de fundir a Caixa ao Banco do Brasil”, afirma a pesquisadora Maria Cristina Penido de Freitas.

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Após redução da Selic, bancos anunciam diminuição de juros de linhas de crédito

 
Jornal GGN - Após o anúncio do Banco Central que taxa Selic seria reduzida em 0,75 ponto percentual, saindo de 13,75% para 13% ao ano, o Banco do Brasil e o Bradesco divulgaram redução em suas taxas de juros em linhas de crédito para pessoas física e jurídica. 
 
O Bradesco diminuiu os juros da linha de Crédito Pessoal, voltada para pessoa física, com redução da taxa mínima de 2,84% para 2,78% ao mês e da taxa máxima de 7,78% para 7,72% ao mês. No cheque especial, a taxa saiu de 13,55% para 13,49% ao mês. 

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Mais de 7 mil funcionários se inscrevem em plano de aposentadoria do Banco do Brasil

Jornal GGN - Paulo Caffarelli, presidente do Banco do Brasil, afirmou que 7.760 funcionários entraram no plano de aposentadoria incentivada da instituição até esta quinta-feira (1). O banco espera que entre 9 mil e 10 mil trabalhadores aceitem deixar a empresa até o próximo dia 9.

Na semana passada, o BB anunciou um plano de reformulação que inclui, além do incentivo à aposentadoria, o fechamento de 402 agências e transformação de outras 379 em postos de atendimento.

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Banco do Brasil fechará 222 agências no Estado de São Paulo

Jornal GGN - A maior parte das agências que o Banco do Brasil irá fechar está localizado no Estado de São Paulo. Em sua reestruturação, anunciada na última segunda-feira (21), o banco afirmou que 402 agências serão fechadas em todo o país, e 222 estão em cidades paulistas, 72 na capital.

Em 2008, o BB adquiriu o banco Nossa Caixa, aumentando sua estrutura em São Paulo. Em Santa Catarina, onde o BB comprou o BESC (Banco Estadual de Santa Catarina), serão fechadas 37 agências, número próximo ao do Rio de Janeiro, que terá 40 agências fechadas.

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Caixa também fará reestruturação com aposentadoria de 11 mil funcionários

Jornal GGN - Assim como o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal quer adotar medidas para reduzir custos, como aposentadoria incentivada para cerca de 11 mil funcionários. Entretanto, o presidente da instituição, Gilberto Occhi, afirmou que não há a intenção de fechar agências, conforme anunciado pelo BB.

O banco tem 3.700 agências, e, segundo Occhi, cerca de 100 delas não tem resultados satisfatórios. “Há outras medidas possíveis, como redução do tamanho da agência, transformá-las em postos de atendimento, transferência de local. A última alternativa é o fechamento da unidade”, disse, após reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES).

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Banco do Brasil quer aposentar 18 mil funcionários e fechar 400 agências

 
Jornal GGN - O Banco do Brasil realizará uma reestruturação que vai diminuir o número de agências e também incentivar a aposentadoria de até 18 mil funcionários. O objetivo da instituição é economizar R$ 2,7 bilhões em 2017, caso 10 mil trabalhadores entrem no plano de aposentadoria incentivada. 
 
Já com a adesão de 5 mil empregados a economia seria de R$ 1,875 bilhão, em um cálculo que leva em consideração a redução da estrutura física. 
 
O banco irá oferecer 12 salários mais indenização pelo tempo de serviço para os funcionários que entrarem no plano de aposentadoria. Atualmente, o Banco do Brasil conta com 109 mil funcionários.

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E quando o crédito seca nos bancos públicos? por Fernando J.

Nos momentos de crise, recessão econômica, compreende-se que a banca privada se retire do mercado de crédito, seja extremamente seletiva e restritiva. Porém, torna-se trágico e desastroso quando o maior banco público faz o mesmo.
 
 
E quando o crédito seca até nos bancos públicos? E as empresas?
 
Por Fernando J. 
 
 
"Sem consumo de governo (por conta da PEC 55), sem consumo das famílias (por conta do desemprego) e sem o impulso das exportações (por conta da apreciação cambial), de onde viria o crescimento? Da fé cega e da faca amolada dos cortes. Será um desastre continuado, fazendo a economia regredir uma década."
 
Nos momentos de crise, recessão econômica, compreende-se que a banca privada se retire do mercado de crédito, seja extremamente seletiva e restritiva. Porém, torna-se trágico e desastroso quando o maior banco público faz o mesmo. O BNDES devolve ao tesouro R$ 100 milhões, e sinaliza que vai priorizar os financiamentos da desestatização. E o BB, que supostamente atenderia a média e pequena empresa, como fica? Desde 01.11, o Banco do Brasil, que já vinha operando de forma análoga aos bancos privados quanto a restrição creditícia, passou a exigir garantia real nas operações com empresas classificadas como risco C, garantia pessoal não mais, operações já concedidas permanecem até a liquidação, novas, somente garantia real. Ora, a esmagadora maioria do segmento MPE está situado no risco C, na prática significa que acabou o crédito. 
 
Acrescente-se a isso que, em cenários de crise, a Diretoria de Crédito dá uma volta no parafuso dos parâmetros de análises de clientes, fazendo com que aquela pequena empresa que nos últimos anos sempre foi risco B, caia para C no atual cenário, ampliando ainda mais a restrição de crédito sobre o segmento empresarial. 
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