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Banco do Brasil

Governo Temer ataca os bancos públicos e se afasta de políticas sociais, por Emir Sader

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Da Rede Brasil Atual

 
por Emir Sader
 
Bancos públicos surgiram e se fortaleceram quando havia governos que assumiam responsabilidades no plano social, mas atualmente somente os interesses mercantis são referência para quem está no poder

O governo do golpe orquestrado por Michel Temer ataca tudo o que tem a ver com a esfera pública, em favor da esfera mercantil. Contra a educação pública e a favor da educação privada. Contra a saúde pública e a favor dos planos privados de saúde. Contra a cultura pública e a favor da cultura mercantil.

Com os bancos essa atitude é central nesse governo, que tem sua política econômica dirigida pelos interesses do capital financeiro, dos bancos privados. A outra face do ataque às políticas sociais é o ataque aos bancos públicos.

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Agroecologia vê com preocupação mais um pacote do governo para o agronegócio

Políticas que prevêem a redução do uso de agrotóxicos e os pequenos produtores deverão ser prejudicados pelo novo pacote (Foto ARQUIVO/EBC)

da Rede Brasil Atual

Agroecologia vê com preocupação mais um pacote do governo para o agronegócio

Acordo entre o Banco do Brasil e as Ematers, que prevê criação de correspondentes bancários nessas entidades, deve atrair médios e grandes produtores e deixar de fora os pequenos, já excluídos
 
por Cida de Oliveira, da RBA

São Paulo – A Associação Brasileira de Agroecologia (ABA) manifestou hoje (25) preocupação com o projeto do Banco do Brasil de facilitar ainda mais a concessão de crédito aos grandes produtores rurais. Na última quinta-feira, já às vésperas do carnaval, diretores do setor de agronegócio do banco se reuniram com o presidente da Associação Brasileira das Entidades Estaduais de Assistência Técnica e Extensão Rural (Asbraer), Argileu Martins da Silva, para discutir a criação de correspondentes bancários nessas entidades. De acordo com a Asbraer, o objetivo é facilitar o crédito rural e serviços para os produtores de médio porte, além de padronizar a concessão de crédito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).

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Itaú se torna maior banco do país, superando o Banco do Brasil em ativos

 
Jornal GGN - O Itaú Unibanco atingiu um total de R$ 1,425 trilhão em ativos em dezembro do ano passado, superando o Banco do Brasil em R$ 4 bilhões e se tornando a maior instituição financeira do país. 
 
O banco das famílias Setubal e Moreira Salles já havia chegado a esse posto em 2008, quando houve a fusão com o Unibanco. A liderança durou pouco tempo, já que logo depois o Banco do Brasil comprou metade do banco Votorantim, assumindo novamente o primeiro posto. 
 
A perda da liderança do BB ocorre após a instituição anunciar uma forte queda em seus lucros no final do ano passado, influenciada pelas despesas com o plano de aposentadoria incentivada, redução nas concessões de crédito e crescimento das reservas contra eventuais calotes.

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Desde começo da reestruturação, Banco do Brasil já fechou 217 agências

 
Jornal GGN - 217 agências bancárias do Banco do Brasil foram fechadas desde o anúncio da reestruturação da instituição, que pretende encerrar as atividades de 402 unidades até março.
 
O plano de reestruturação foi anunciado em novembro do ano passado e também prevê a transformação de 379 agências em postos de atendimento, além da extinção de 31 superintendências regionais. 
 
O objetivo do banco é economizar em torno de R$ 750 milhões, que deverão ser investidos no atendimento digital, já que, segundo o BB, cada vez mais correntistas usam computadores e celulares para realizar suas operações bancárias. Também é planejado a abertura de 255 escritórios e agências de atendimento digital. 

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Ataque aos bancos públicos serve para justificar privatizações

Jornal GGN - As negociações entre o governo federal e o governo do Rio Grande do Sul sobre um pacote de recuperação fiscal revelam que a era das privatizações retornou, com o Banco do Estado do Rio Grande do Sul, o Banrisul, na mira para ser vendido para a iniciativa privada. 

“Com a crise dos estados, vão aproveitar para vender o que ainda é público. Estão ressuscitado até a ideia de fundir a Caixa ao Banco do Brasil”, afirma a pesquisadora Maria Cristina Penido de Freitas.

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Após redução da Selic, bancos anunciam diminuição de juros de linhas de crédito

 
Jornal GGN - Após o anúncio do Banco Central que taxa Selic seria reduzida em 0,75 ponto percentual, saindo de 13,75% para 13% ao ano, o Banco do Brasil e o Bradesco divulgaram redução em suas taxas de juros em linhas de crédito para pessoas física e jurídica. 
 
O Bradesco diminuiu os juros da linha de Crédito Pessoal, voltada para pessoa física, com redução da taxa mínima de 2,84% para 2,78% ao mês e da taxa máxima de 7,78% para 7,72% ao mês. No cheque especial, a taxa saiu de 13,55% para 13,49% ao mês. 

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Mais de 7 mil funcionários se inscrevem em plano de aposentadoria do Banco do Brasil

Jornal GGN - Paulo Caffarelli, presidente do Banco do Brasil, afirmou que 7.760 funcionários entraram no plano de aposentadoria incentivada da instituição até esta quinta-feira (1). O banco espera que entre 9 mil e 10 mil trabalhadores aceitem deixar a empresa até o próximo dia 9.

Na semana passada, o BB anunciou um plano de reformulação que inclui, além do incentivo à aposentadoria, o fechamento de 402 agências e transformação de outras 379 em postos de atendimento.

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Banco do Brasil fechará 222 agências no Estado de São Paulo

Jornal GGN - A maior parte das agências que o Banco do Brasil irá fechar está localizado no Estado de São Paulo. Em sua reestruturação, anunciada na última segunda-feira (21), o banco afirmou que 402 agências serão fechadas em todo o país, e 222 estão em cidades paulistas, 72 na capital.

Em 2008, o BB adquiriu o banco Nossa Caixa, aumentando sua estrutura em São Paulo. Em Santa Catarina, onde o BB comprou o BESC (Banco Estadual de Santa Catarina), serão fechadas 37 agências, número próximo ao do Rio de Janeiro, que terá 40 agências fechadas.

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Caixa também fará reestruturação com aposentadoria de 11 mil funcionários

Jornal GGN - Assim como o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal quer adotar medidas para reduzir custos, como aposentadoria incentivada para cerca de 11 mil funcionários. Entretanto, o presidente da instituição, Gilberto Occhi, afirmou que não há a intenção de fechar agências, conforme anunciado pelo BB.

O banco tem 3.700 agências, e, segundo Occhi, cerca de 100 delas não tem resultados satisfatórios. “Há outras medidas possíveis, como redução do tamanho da agência, transformá-las em postos de atendimento, transferência de local. A última alternativa é o fechamento da unidade”, disse, após reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES).

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Banco do Brasil quer aposentar 18 mil funcionários e fechar 400 agências

 
Jornal GGN - O Banco do Brasil realizará uma reestruturação que vai diminuir o número de agências e também incentivar a aposentadoria de até 18 mil funcionários. O objetivo da instituição é economizar R$ 2,7 bilhões em 2017, caso 10 mil trabalhadores entrem no plano de aposentadoria incentivada. 
 
Já com a adesão de 5 mil empregados a economia seria de R$ 1,875 bilhão, em um cálculo que leva em consideração a redução da estrutura física. 
 
O banco irá oferecer 12 salários mais indenização pelo tempo de serviço para os funcionários que entrarem no plano de aposentadoria. Atualmente, o Banco do Brasil conta com 109 mil funcionários.

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E quando o crédito seca nos bancos públicos? por Fernando J.

Nos momentos de crise, recessão econômica, compreende-se que a banca privada se retire do mercado de crédito, seja extremamente seletiva e restritiva. Porém, torna-se trágico e desastroso quando o maior banco público faz o mesmo.
 
 
E quando o crédito seca até nos bancos públicos? E as empresas?
 
Por Fernando J. 
 
 
"Sem consumo de governo (por conta da PEC 55), sem consumo das famílias (por conta do desemprego) e sem o impulso das exportações (por conta da apreciação cambial), de onde viria o crescimento? Da fé cega e da faca amolada dos cortes. Será um desastre continuado, fazendo a economia regredir uma década."
 
Nos momentos de crise, recessão econômica, compreende-se que a banca privada se retire do mercado de crédito, seja extremamente seletiva e restritiva. Porém, torna-se trágico e desastroso quando o maior banco público faz o mesmo. O BNDES devolve ao tesouro R$ 100 milhões, e sinaliza que vai priorizar os financiamentos da desestatização. E o BB, que supostamente atenderia a média e pequena empresa, como fica? Desde 01.11, o Banco do Brasil, que já vinha operando de forma análoga aos bancos privados quanto a restrição creditícia, passou a exigir garantia real nas operações com empresas classificadas como risco C, garantia pessoal não mais, operações já concedidas permanecem até a liquidação, novas, somente garantia real. Ora, a esmagadora maioria do segmento MPE está situado no risco C, na prática significa que acabou o crédito. 
 
Acrescente-se a isso que, em cenários de crise, a Diretoria de Crédito dá uma volta no parafuso dos parâmetros de análises de clientes, fazendo com que aquela pequena empresa que nos últimos anos sempre foi risco B, caia para C no atual cenário, ampliando ainda mais a restrição de crédito sobre o segmento empresarial. 
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Temer transformará Caixa e BB em balcão de negócios, diz presidente da CUT

Jornal GGN - Em artigo, o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas, comenta a gestão do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal no governo Michel Temer, afirmando que o Planalto incentiva a elevação dos juros dos bancos públicos.

Em algumas linhas de crédito, os juros da Caixa e do BB são maiores que os dos bancos privados. Para Vagner, esta política reduz a competitividade dos bancos públicos e favorece as instituições privadas.

O presidente da CUT diz que a manutenção de altas taxas de juros é política, e a Caixa e o BB vão voltar a ser balcões de negócios e cabides de empregos para aqueles que apoiaram o golpe.

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Banco do Brasil prepara PDV e pode demitir 10 mil funcionários

Jornal GGN - O Banco do Brasil deverá lançar um novo plano de demissão voluntária, com a expectativa de atrair até 10 mil empregados, representando um corte de 9% no quadro de funcionários do banco.

Segundo a Folha de S. Paulo, a instituição planeja divulgar as regras de adesão ao PDV ainda em 2016, ou no começo do ano que vem. O Banco do Brasil não comenta o assunto oficialmente.

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Banco do Brasil confirma que Dilma não realizou operação de crédito

Ofício encaminhado ao Senado declara que a presidenta afastada não praticou nenhum ato a liberação do Plano Safra

Senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) usou a nova informação para criticar o impeachment durante reunião da Comissão
 
Jornal GGN - O Banco do Brasil enviou à comissão do impeachment do Senado um ofício declarando que a presidenta afastada Dilma Rousseff não praticou nenhum ato a liberação do Plano Safra. O documento atesta, portanto, que a executiva estaria absolvida por uma das razões para a destituição do seu mandato, discutida no processo do impeachment. A presidenta é acusada, entre outras coisas, de ter feito uma operação de crédito com o BB para pagar o Plano Safra, ação expressamente vetada por lei. 
 
A senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) usou a nova informação para criticar o impeachment durante reunião da Comissão Parlamentar que discute o tema. Segundo a parlamentar, no comunicado, o Banco do Brasil confirma que já havia encaminhado esclarecimentos sobre o tema ao Tribunal de Contas da União e que o atraso do pagamento de benefícios, com juros, pago ao BB pelo tesouro nacional não pode ser entendendo como empréstimo ao governo.
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Grazziotin: documentos do BB provam que não houve pedaladas

Da Agência Brasil

Senadora diz que documento do BB atesta que não houve pedaladas fiscais

Por Mariana Jungmann

A Comissão Processante do Impeachment retomou os trabalhos, após uma hora de intervalo, nesta tarde (17) com o comunicado por parte da senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) de que o Banco do Brasil (BB) enviou à comissão um ofício informando que a presidenta afastada Dilma Rousseff não praticou atos para a liberação do Plano Safra. Dilma é acusada, entre outras coisas, de ter feito uma operação de crédito com o banco para o pagamento do programa, o que é vedado pela lei.

“Nós já começamos a receber respostas a alguns requerimentos de informações aprovados aqui. Um deles, por exemplo, chega do Bando do Brasil, dizendo que não há atos praticados diretamente pela presidenta afastada, Dilma Rousseff, na liberação dos pagamentos para o Plano Safra. O Banco do Brasil mandou essa informação. Então, se não há ato dela, onde está o dolo? Não há o dolo”, disse Vanessa.

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