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BNDES

Sob ameaças de arrolar BNDES em crimes, JBS deve ser alvo de processos do banco


Foto: Reprodução
 
Jornal GGN - Em ações que devem desvalorizar a imagem do principal delator de Michel Temer, Joesley Batista é alvo de uma tentativa de ação movida pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), em plenas acusações de que a JBS escondeu crimes praticados pelo banco público federal.
 
Um dos braços de participações do banco, o BNDESPar pedirá por assembleia de acionistas a abertura de um processo por responsabilidade civil contra controladores e ex-administradores da companhia por supostos danos causados "em razão dos atos ilícitos confessados" em delação premiada.
 
A reunião será realizada no dia 1º de setembro, envolvendo os acionistas, incluindo o BDNESPar, que é o maior minoritário da empresa, com 21,3% das participações no banco público. Os alvos da ação seriam, além do dono da JBS, Joesley Batista, também Florisvaldo Caetano de Oliveira e Francisco de Assis e Silva.
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A manipulação das estatísticas no Brasil, por Luis Nassif

Nesses tempos de big data, de abundância de estatísticas, é chocante a pobreza da discussão econômica do país, especialmente em relação aos gastos públicos, despesas correntes, investimentos e financiamentos.

O jogo ideológico consagrou alguns economistas que se especializaram em contas públicas, Previdência, cálculos de subsídios. Todos eles, invariavelmente, analisam os dados a seco, sem nenhuma preocupação em estender as analises para as chamadas externalidades positivas ou negativas.

Vamos a alguns exemplos.

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No RJ, quase metade dos servidores estão com salários atrasados

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Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
 
Jornal GGN - Na última sexta-feira (21), servidores da Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro receberam os salários de maio, com mais de dois meses de atraso. Entretanto, eles ainda estão sem receber os valores do mês passado e o 13º salário de 2016. 
 
Segundo a Secretaria de Fazenda, 204.579 funcionários estaduais, quase metade do total de servidores, ainda não receberam o salário de maio integralmente. Os vencimentos de junho estão atrasados para 216.127 trabalhadores, incluindo ativos, inativos e pensionistas. No total, o Rio deve cerca de R$ 1,06 bilhão para os servidores.
 
Na área da saúde, os servidores receberam somente R$ 550 relativos ao mês de maio. Já os funcionários ativos da educação do Departamento de Ações Socio-Educativas (Degase) estão com os salários de maio e junho em dia, além dos servidores ativos, inativos e pensionistas da segurança – incluindo policiais militares e civis, bombeiros, agentes penitenciários e demais funcionários das secretarias de Segurança e Administração Penitenciária e órgãos vinculados.

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Governo tem dificuldades para bancar fundo que paga o seguro-desemprego

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Foto: Gabriel Jabur/Agência Brasília
 
Jornal GGN - Por meio de nota técnica, o governo admitiu que tem dificuldades em bancar os recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) que são utilizados para pagar o seguro-desemprego e o abono salarial. 
 
A nota técnica foi elaborada pela equipe econômica e enviada para o deputado Betinho Gomes (PSDB-PE), relator aa Medida Provisória que pretende alterar a taxa de juros do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) que remunera o FAT. 
 
A nova taxa proposta pelo governo, chamada de Taxa de Longo Prazo (TLP), acompanharia os índices das NTN-Bs, títulos públicos atrelados à inflação. Em entrevista para o jornal O Estado de S. Paulo, o presidente do banco, Paulo Rabello de Castro, afirmou que a taxas seria “mais nervosa” que a atual e prejudicaria a previsibilidade de quem pretende tomar empréstimos.

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BNDES é autorizado a comprar ações de empresa de saneamento do Rio de Janeiro

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Foto: André Telles/Governo do RJ
 
Jornal GGN - O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) foi autorizado pelo presidente Michel Temer a comprar ações da empresa de saneamento do Rio de Janeiro, a Cedae. As ações serão compradas pelo valor de R$ 3 bilhões e o objetivo é socorrer as finanças do governo do RJ.
 
A medida ainda vai ser analisada pelo BNDES, como o governo fluminense e com a própria empresa de saneamento antes de ser aprovada. O ministro Moreira Franco vai se reunir com o governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) e a diretoria do banco para debater a proposta. 
 
A ideia é que, através da BNDESPar, o banco compras as ações da Cedae e depois finalize a privatização da empresa. A aquisição acionária serviria como uma antecipação de fundos para que governo do RJ pague os salários de servidores e fornecedores. 

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Diretor do BNDES deixa o cargo e reclama de “ditadura” dos órgãos de controle

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Foto: Ascom/CGU

Jornal GGN - Ricardo Baldin, diretor das áreas de Controladoria, Gestão de Riscos e Tecnologia da Informação do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) decidiu deixar seu cargo no banco. 
 
Ele é o terceiro executivo a sair da instituição na gestão de Paulo Rabello de Castro, que assumiu a presidência do BNDES no lugar de Maria Silvia Bastos Marques, há pouco mais de um mês. 
 
Em entrevista para o Estadão, Baldin reclamou de um alto nível de estresse e de uma “ditadura de controle” sobre o banco, imposta por órgãos como o Ministério Público Federal e o Tribunal de Contas da União. 
 
“A ditadura do controle está perseguindo (o banco) e fazendo coisas que poderiam ser feitas de forma diferente", afirmou Baldin, dizendo também que o país “não pode ficar a reboque dos órgãos de controle”.

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Bancos dificultam empréstimos do BNDES para pequenos negócios

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Foto: Divulgação
 
Jornal GGN - Sob a justificativa do aumento da inadimplência, as instituições financeiras estão dificultando o acesso das pequenas empresas ao empréstimo do BNDES. Os bancos afirmam que o calote na linha mais barata quadruplicou nos dois últimos anos.
 
Com isso, houve uma queda de 60% nos desembolsos do Cartão BNDES para micro, pequenas e médias empresas entre janeiro e maio deste ano. O valor caiu de R$ 2,84 bilhões para R$ 1,15 bilhão, e, para lidar com a resistência dos bancos, o BNDES cogita parceiras com as chamadas fintechs, empresas tecnológicas que trabalham no setor financeiro. 
 
As instituições bancárias afirmam que a modalidade via cartão BNDES não paga os riscos de inadimplência, que são assumidos pelos bancos. Já os pequenos empresários reclamam que o cartão é “escondido” pelos gerentes com o intuito de oferecer produtos mais custosos. 

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MP do governo Temer pretende imobilizar o BNDES, por Thiago Mitidieri

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Foto: Divulgação
 
Jornal GGN - Em discussão no Congresso Nacional, a Medida Provisória 777 pretende alterar a taxa de juros aplicada pelo BNDES, a TJLP, pela TLP, se aproximando da taxa básica, a Selic. Os defensores da mudança afirmam que isso reduziria o “subsídio” do governo nos empréstimos do banco de desenvolvimento.
 
Em artigo no O Globo, Thiago Mitidieri, presidente da Associação dos Funcionários do BNDES, diz que a MP vai prejudicar o setor produtivo, que enfrentará mais obstáculos para o investimento, justamente em um momento de alto desemprego. 
 
Quem ganha é o setor financeiro, que vai ter um controle quase total sobre o mercado do crédito no país. A alteração fará com que o BNDES fique sem seu principal instrumento para ser um banco de desenvolvimento, diz Mitidieri. 
 
“No momento que o país mais precisa de um banco de desenvolvimento para financiar investimentos que possam contribuir para retomar o crescimento da economia, o governo está decidindo imobilizar o BNDES”, afirma. 

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Em guerra com a Globo, Temer decidiu cobrar as dívidas da emissora

Imagem: Reprodução
 
 
Jornal GGN - Fritado em rede nacional a reboque das revelações da Lava Jato, o governo Michel Temer decidiu declarar guerra à Rede Globo e estaria usando a máquina pública para vencer algumas batalhas. Segundo a coluna de Leandro Mazzini, em O Dia, nesta segunda (17), a União tem cobrado dívidas da empresa dos Marinho até mesmo com o BNDES.
 
"O presidente Michel Temer enviou o ministro Moreira Franco para conversar com a cúpula da TV Globo há dois meses, numa tentativa de trégua. Mas foi em vão. Temer então declarou guerra. E passou a ordenar a execução de eventuais dívidas da emissora com a União, de impostos e de financiamentos no BNDES. No contra-ataque, a emissora determinou a aproximação de seus principais executivos com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, na tentativa de fazê-lo presidente da República. Mesmo que seja por um ano, até a eleição direta."
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A curiosa história de Paulo Rabello de Castro, por Luis Nassif

É no mínimo curiosa a biografia de Paulo Rabello de Castro. Ele entrou no debate econômico no início dos anos 90, como um dos discípulos de Roberto Campos, ao lado de Paulo Guedes e outros.

Desde o início, mostrava ser o mais político (no sentido amplo) e de visão mais elaborada sobre desenvolvimento e ferramentas institucionais. Ao contrário dos colegas, não se fixava exclusivamente nas discussões sobre política monetária e fiscal.

Desenvolveu uma boa sensibilidade de mercado para trabalhar em cima de ajustes patrimoniais, comparações entre fluxos e estoques, com soluções criativas capazes de serem aplicadas por gestores mais ousados.

No início dos anos 90, encampei uma de suas propostas, o encontro de contas no setor público, acoplado a um modelo de privatização através dos chamados fundos sociais – reconhecendo os passivos históricos da União, estados e municípios com os fundos sociais.

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Paulo Rabello de Castro e o jornalismo do senso comum

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Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Uma das grandes pragas dessa era das redes sociais é o opinionismo desenfreado. Todos têm opiniões taxativas sobre tudo, pouco importa o grau de complexidade do tema e de desinformação do autor.

Desde os anos 90, teve início essa praga do populismo do colunismo. Em vez de explicar, interpretar, atender às dúvidas dos leitores, o colunista se colocava no mesmo nível do leitor, com as mesmas indignações e o mesmo nível de ignorância. É o chamado colunismo do senso comum.

A maneira como uma colunista da Folha ataca Paulo Rabello de Castro, no artigo abaixo, é significativa da ditadura do pensamento leigo, justamente onde deveria estar o escrito especializado. Em negrito é sublinhado, meus comentários  

Sem respostas

Paulo Rabello de Castro, presidente do BNDES há pouco mais de um mês, fala muito mas diz pouco. O economista é loquaz na defesa política do governo Temer e evasivo nas explicações substantivas sobre as operações do banco. A verborragia de Rabello já levou dois diretores a pedir demissão.

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A verdade sobre o BNDES

Funcionários do BNDES farão manifestação contra nova taxa de juros

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Foto: Divulgação
 
Jornal GGN - No dia 24 de julho, a Associação dos Funcionários do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (AFBNDES) vai realizar uma mobilização contra a Medida Provisória que cria uma nova de juros para o banco, a Taxa de Longo Prazo (TLP)
 
O governo de Michel Temer pretende substituir a atual taxa, a TJLP, sob o pretexto de que ela onera os cofres públicos, permitindo empréstimos a taxas menores que as de captação do recurso. Os funcionários do banco acreditam que a TLP terá impacto negativo nos empréstimos e, consequentemente, na economia brasileira. 
 
Idealizada na gestão de Maria Silvia Bastos, a TLP tem sido criticada pelo atual presidente do BNDES, Paulo Rabello de Castro. De acordo com O Globo, Rabello teria procurado parlamentares para propor mudanças na MP que tramita no Congresso. 

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Na contramão do governo, presidente do BNDES quer mudar nova taxa de juros do banco

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Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
 
Jornal GGN - Paulo Rabello de Castro, presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), quer mudanças na nova taxa de juros do banco, indo no sentido contrário do que a área econômica do governo de Michel Temer defende.
 
Rabello sugeriu alterações na Medida Provisória (MP) que estabelece a Taxa de Longo Prazo (TLP) para o relator da proposta, o deputado Betinho Gomes (PSDB-PE). A TLP foi desenhada para substituir a Taxa de Juros de longo Prazo (TJLP), que é a atual taxa básica dos financiamento do banco.
 
“A opinião do governo, até agora, é de total a apoio à MP. Eles que alinhem o discurso deles. Até agora era uma questão única no governo. Mas agora o presidente do banco me procurou para fazer ajustes. Eu estou aguardando as considerações que ele vai enviar, e vou analisar com atenção”, disse o deputado para o jornal O Globo. 
 
Os ministros Henrique Meirelles (Fazenda), Dyogo Oliveira (Planejamento) e o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn defendem a nova taxa de juros e já deram sinais de que não querem mudanças na MP.

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BNDES confirma demissão de dois diretores

da Agência Brasil

BNDES confirma demissão de dois diretores

Alana Gandra - Repórter da Agência Brasil

 O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) confirmou que dois diretores da instituição, Vinícius Carrasco, da área de Planejamento e Pesquisa, e Cláudio Coutinho, da área de Crédito, Financeira e Internacional, pediram demissão nesta sexta-feira (7).

Segundo a assessoria de imprensa do BNDES, não haverá pronunciamento oficial sobre a saída de Carrasco e Coutinho, que tinham sido convidados para os cargos pela então presidente da instituição, Maria Silvia Bastos Marques.

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