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Como fazer durar uma espera, por Volnei Antonio Dassoler

do Psicanalistas pela Democracia

Como fazer durar uma espera

por Volnei Antonio Dassoler

E eis que um incêndio na madrugada de 27 de janeiro de 2013 fez com que a cidade gaúcha de Santa Maria da Boca do Monte se tornasse tragicamente conhecida como Santa Maria da Boate Kiss. Um conjunto de falhas nos procedimentos de prevenção e segurança na casa noturna resultou na morte de 242 pessoas e deixou centenas de feridos, muitos deles com importantes sequelas físicas e psíquicas. De acordo com a perícia, a maioria das mortes foi causada por asfixia em decorrência da inalação de monóxido de carbono e cianeto. Desde então, esse acontecimento se incorporou, forçosamente, às histórias pessoais e da cidade que compartilharam o mesmo destino. De lá pra cá, muito do que acontece no cotidiano transcorre tendo como pano de fundo trauma e culpa.

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As dificuldades no julgamento do caso da Boate Kiss

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Foto: Leandro LV/Wikimedia Commons
 
Jornal GGN - Em gravação feita por um dos familiares das vítimas da boate Kiss, o promotor de Justiça Joel Dutra aparece falando que tem convicção de “mutretas” entre o dono da boate e fiscais da prefeitura de Santa Maria (RS).
 
“Que ele tem conhecimento lá (na prefeitura) e que fez mutreta lá dentro, isso eu tenho certeza que aconteceu. Mas como vou provar isso?”, diz Dutra na reunião com os familiares das vítimas, ocorrido em 2013, meses depois da tragédia que matou 242 pessoas. 
 
Entretanto, das 28 pessoas apontadas como responsáveis pela tragédia que matou 242 pessoas, em 2013, apenas oito foram processados pelo Ministério Público, sendo que nenhum fiscal da prefeitura foi denunciado. 

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Procuradora de Santa Maria culpa vítimas por mortes na boate Kiss

Fachada da boate Kiss, onde um incêndio em 2013 matou 242 pessoasFachada da boate Kiss, onde um incêndio em 2013 matou 242 pessoas

Jornal GGN - Mirela Marquezan, procuradora de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, disse o impensável: "Certamente diferentes fatores contribuíram para esta diferença de condutas e desfechos, sendo, um deles, o estado de sobriedade ou de embriaguez de cada um dos frequentadores do estabelecimento, fato que deve ser bem analisado em cada caso concreto". Ou seja, ela sugeriu que a embriaguez colaborou para as mortes dos jovens na boate Kiss. Foram 242 pessoas que perderam suas vidas.

Mirela sugere ainda que, se não estivessem em estado alterado, os jovens conseguiriam sair da boate, como tantos outros. Isto é, ela culpa as vítimas por suas mortes. 

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Processados por promotores, pais de vítimas da Kiss podem ser julgados antes de réus da tragédia

 
Jornal GGN - Advogados de acusação e defesa acreditam que os pais das vítimas da boate Kiss, em Santa Maria (RS), deverão ir a julgamento antes dos réus da tragédia. 
 
Os familiares são processados por promotores e um ex-promotor da cidade gaúcha por calúnia e difamação e podem ser punidos antes da eventual condenação de  quatro réus por homicídio no incêndio em janeiro de 2013, que deixou 242 pessoas mortas. 
 
Os parentes das vítimas acusam o Ministério Público de se omitir diante das irregularidades na boate. Em um dos casos, Irá Beuren, mãe de Sílvio, 31 anos, morto no incêndio, publicou um artigo em 2015 onde apontava para o fato de que um dos advogados da Kiss é filho de um promotor que trabalhava na promotoria quando a boate começou a ser investigada por poluição sonora. 

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Ação da boate Kiss contra banda é extinta

Do Migalhas

Ação da boate Kiss contra músicos da banda Gurizada Fandangueira é extinta

Juiz de Santa Maria/RS considerou abuso de direito da casa noturna.

"Processo judicial não é palco para pantomimas." A frase, destacada pelo juiz de Direito Rafael Pagnon Cunha, da 4ª vara Cível de Santa Maria/RS, é a advertência do magistrado ao abuso de direito ao propor uma ação.

A decisão, proferida neste sábado de carnaval, traz duras críticas à ação ajuizada pela empresa Santo Entretenimento Ltda. (cujo nome fantasia é Boate Kiss), contra os músicos Marcelo de Jesus dos Santos e Luciano Augusto Bonilha Leão - que são réus no processo criminal ao qual também respondem os donos da casa noturna, Elissandro Calegaro Sphor e Mauro Londero Hoffmann.

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Estadão atribui a tragédia de Santa Maria à banda Kiss

Jornal GGN - A foto retrata a banda de rock Kiss.  E já foi devidamente retirada da versão online do jornal.

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Ex-dono da boate Kiss quer indenização do poder público

Jornal GGN - Elissandro Spohr, um dos sócios da boate Kiss e réu no processo sobre a tragédia ocorrida na boate em janeiro de 2013, pede indenização contra o poder público. Ele quer responsabilizar o Estado do Rio Grande do Sul, a prefeitura de Santa Maria, um promotor de justiça, o prefeito, secretários e funcionários públicos por negligência, alegando que a tragédia só aconteceu porque os órgãos públicos nunca apontaram problemas na estrutura do prédio.

Elissandro pede uma indenização de R$ 528 mil, o equivalente a 40 salários mínimos, pelas autorizações para o funcionamento irregular da boate. Ele diz que o valor será destinada à Associação de Vítimas e Sobreviventes da Trágedia de Santa Maria.

Enviado por evandro condé de lima

Do Uol

Réu no caso Kiss, ex-dono da boate quer indenização

Um dos sócios da casa noturna que pegou fogo em 2013 pediu R$ 528 mil. Ele culpa o Estado do Rio Grande do Sul pela tragédia
 
Réu no processo criminal sobre a tragédia da Boate Kiss, em 27 de janeiro de 2013, Elissandro Spohr, o Kiko, um dos sócios da casa noturna, entrou com um pedido de indenização contra o poder público na tarde desta segunda-feira, 25. Ele quer responsabilizar o Estado do Rio Grande do Sul, a prefeitura de Santa Maria, um promotor de Justiça, o prefeito, secretários e funcionários públicos por negligência.
 
Kiko pede cerca de R$ 528 mil em indenização, valor referente a 40 salários mínimos a serem pagos pelos responsáveis, segundo sua defesa, pelas autorizações para o funcionamento irregular da boate. A quantia, promete, será destinada à Associação de Vítimas e Sobreviventes da Tragédia de Santa Maria (AVTSM), conforme declaração assinada por Kiko. O ex-sócio da Kiss diz acreditar que a tragédia só ocorreu porque os órgãos públicos nunca indicaram problemas na estrutura do prédio que pudessem colocar em perigo a vida de seus frequentadores.

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Veja fotos das homenagens às vítimas da Boate Kiss em Santa Maria

Jornal GGN - A primeira sequência de fotografias traz as homenagens que começaram hoje (27), por volta das 3h da manhã - horário em que começou a tragédia de Santa Maria, um ano atrás, na Boate Kiss.

Familiares e amigos das 242 vítimas se reuniram em caminhada. Foram pintados 242 silhuetas no chão, em frente à boate, para que as pessoas tenham dimnesão do número de mortes. Além dos corpos, um coração branco foi pintado e coberto por velas, com os amigos e famílias ao redor, em vigília.

A segunda sequência de imagens é a caminhada do centro da cidade até o prédio do Ministério Público, aonde pediram que se cumpra a justiça no julgamento dos responsáveis pela tragédia da Boate Kiss.

Fotografias: Fernando Frazão/Agência Brasil

 

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Sirenes e emoção marcam madrugada de homenagem às vítimas da tragédia de Santa Maria

A comoção tomou conta da Rua dos Andradas quando, por volta das 3h desta segunda-feira, uma sirene alta soou na Avenida Rio Branco, a poucos metros da boate Kiss, em Santa Maria. Os familiares e amigos das vítimas que se concentravam em frente à casa noturna, na mesma hora em que o incêndio começou, há um ano, saíram em caminhada e se agruparam na esquina para assistir ao discurso dos integrantes do Movimento do Luto à Luta. 
 
Muito emocionadas, as pessoas se abraçaram, pediram por justiça e, juntas, gritaram "Acorda Santa Maria". Em seguida, as cerca de 200 pessoas que enfrentavam uma garoa e uma dor que parecia não cessar, aplaudiram e entoaram um canto de justiça em lembrança às 242 vítimas da tragédia.
 
 
Colaboradores do movimento foram chamados ao palanque improvisado em um dos canteiros da avenida e reforçaram os pedidos de justiça feitos pelos pais e demais familiares das vítimas que falaram ao microfone.
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Comissão aprova regras de segurança para boates e ambientes fechados

Para evitar que se repitam tragédias como a ocorrida na Boate Kiss, a Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio da Câmara dos Deputados aprovou proposta (PL4923/13) que define regras nacionais para a segurança em ambientes fechados onde ocorram eventos com grande número de pessoas.
 
As normas vão valer para boates, danceterias, casas de espetáculos, igrejas, auditórios, bares e restaurantes com capacidade para 200 pessoas ou mais.
 
O incêndio na boate Kiss foi um acidente que matou 242 pessoas e feriu 116 outras na cidade de Santa Maria, no Rio Grande do Sul. O incêndio ocorreu na madrugada de 27 de janeiro deste ano e quando um dos integrantes de uma banda que se apresentava na casa noturna acendeu um sinalizador.
 
Rigor para alvarás
 
O texto aprovado reúne 15 projetos de lei que foram apresentados depois da tragédia. Leia mais »
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Ministério Público denuncia bombeiros envolvidos no acidente da Boate Kiss por falsificar alvará

Jornal GGN - Três integrantes da Brigada Militar foram acusados pelo MP-RS (Ministério Público do Rio Grande do Sul), de violar o artigo 312 do Código Penal Militar, “que tipifica como crime a declaração falsa com a finalidade de alterar a verdade em documento público”. As análises foram expostas em coletiva de imprensa na sede do MP-RS, em Santa Maria pelo subprocurador-geral de Justiça para Assuntos Institucionais, Marcelo Lemos Dornelles, e pelos promotores de Justiça que assinam a peça jurídica, Joel Oliveira Dutra e César Augusto Pivetta Carlan, na última segunda-feira (19).  Leia mais »

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