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Onde explodirá a próxima bolha, por Jim O’Neill

do Project Syndicate

Onde explodirá a próxima bolha

por Jim O’Neill

9 de agosto de 2017, é o décimo aniversário da decisão do banco francês BNP Paribas de congelar cerca de US $ 2,2 bilhões de fundos do mercado monetário. Aqueles de nós que estavam ativos nos mercados financeiros na época lembram desse evento como o início da pior crise financeira global desde a Grande Depressão.

Muitos economistas e observadores financeiros argumentam que ainda estamos vivendo as consequências dessa crise e com as forças que a incitaram. Isso é parcialmente verdade. Muitas economias desenvolvidas ainda têm políticas monetárias não convencionais, como a flexibilização quantitativa, e tanto a produtividade como o crescimento salarial real (ajustado pela inflação) parecem estar estagnados.

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Como financiar a retomada econômica global, por Andrew Sheng, et al

Para articulistas, falta vontade em resolver questão da demanda reduzida nos países avançados

Jornal GGN - Existe uma percepção crescente de que, no mundo globalizado atual, os mercados financeiros estão além do controle dos formuladores de políticas nacionais. Enquanto algumas economias podem moldar os mercados globais de forma interconectada, elas enfrentam uma série de limitações políticas e econômicas. Como resultado, a economia global está preso em um ciclo financeiro pró-cíclica, com poucas opções para escapar. Leia mais »

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A nova bolha, por Luiz Gonzaga Belluzzo

A nova bolha

Por Luiz Gonzaga Belluzzo

Da Carta Capital

Medida adequadamente, a relação preço/rendimento das ações tem cheiro de crash

Os “mercados” dedicam-se, mais uma vez, ao esporte radical de formação de novas bolhas: as bolsas americanas e os rendimentos nanicos dos bônus do Tesouro fumegam os vapores que sopram às alturas os preços dos ativos. Nas horas vagas (nas outras também), os JP Morgan da vida entregam-se à bulha da recompra das próprias ações e mandam bala na distribuição de dividendos com a grana do Federal Reserve.

Analistas do Office of Financial Research, órgão criado pela lei Dodd-Frank para soar o alarme dos desarranjos financeiros, já antecipam “correções” dos preços inflados. Diz o relatório apelidado “Mercados Mercuriais” (Quicksilver Markets): quem aposta na elevação do juro da senhora Janet Yellen deveria levar em conta os efeitos do Quantitative Easing sobre os mercados secundários de ações e títulos de dívida, os soberanos e os privados. Medida adequadamente, a relação preço/rendimento das ações tem cheiro de crash. A elevação brusca da taxa dos Federal Funds desataria uma forte desvalorização do monumental estoque de ativos financeiros existentes.

Nos emergentes, suas moedas inconversíveis já padecem as dores e as vantagens do “rearranjo de portfólios” que infla a bolha americana e valoriza o dólar. (As vantagens devem ser computadas na conta que apura o saldo líquido entre os ganhos dos exportadores de manufaturas e as perdas dos devedores “desprotegidos” em moeda estrangeira.)

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Prêmio nobel de economia alerta para possibilidade de bolha imobiliária no Brasil

Jornal GGN - vencedor do Prêmio Nobel de Economia em parceria com outros dois pesquisadores, o americano Robert Shiller, acredita que as fortes altas nos preços do mercado de ações dos EUA e do setor imobiliário em algumas cidades do Brasil podem provocar uma perigosa bolha financeira.

Em entrevista concedida à revista alemã Der Spiegel, ele afirmou que, embora ainda não seja o momento de "soar o alarme", está preocupado com as bolsas de valores em nível alto e preços subindo como força em alguns mercados imobiliários, como o brasileiro. Segundo o especialista, "isto pode acabar mal". 
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Nem Dubai escapou: descubra os motivos da bolha imobiliária local

Jornal GGN - Já se comenta no mercado há tempos sobre o boom imobiliário enorme em Dubai, a terra dos sonhos e da riqueza de muita gente. Mas o que não se discutiu até o momento é o porquê.

A primavera árabe resultou em um montante de gente rica na região à procura de um espaço seguro para salvar suas finanças e, claro, Dubai parecia mesmo mais confiável do que seus países de origem.
 
Um relato publicado no portal Business Insider mostra bem como foi este processo: na primavera de 2010, um dos entrevistados ficou preso em Dubai, graças à erupção de um vulcão na Islândia. O país reestruturou  sua dívida, atingindo os mercados financeiros no final de novembro de 2009 - poucos dias antes de preocupações semelhantes surgiram sobre as finanças da Grécia. Isso levou o euro cair de US $1,50 para US $1,20 em questão de meses.

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Vendas habitacionais crescem 1,7% nos Estados Unidos

Jornal GGN - As vendas de imóveis usados nos EUA (Estados Unidos) aumentaram 1,7% durante agosto, atingindo uma taxa anual de 5,48 milhões de unidades, segundo levantamento divulgado pela Associação Nacional de Corretores do país. Foi o nível mais alto desde fevereiro de 2007, quando os valores das propriedades começaram a cair, precedendo a chamada bolha imobiliária norte-americana, que sacudiu a economia do país, em 2008.

As vendas de moradias usadas norte-americanas atingiram um patamar máximo de seis anos e meio, sinalizando contínuo fortalecimento da recuperação do mercado imobiliário - o que tem ajudado a ancorar a economia local. Entretanto, as expectativas de mercado eram um pouco diferentes. Especialistas consultados pela agência de notícias Reuters esperavam que as vendas subissem para 5,25 milhões de unidades.

Com informações da Reuters

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Bolha em formação no Brasil?