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BTG Pactual

As relações de Palocci e do BTG Pactual, por Luis Nassif

Não tenho motivos pessoais para gostar de Guido Mantega. Pequeno, mesquinho, inseguro, foi o primeiro Ministro da Fazenda, desde que iniciei a carreira de jornalista econômico, a me colocar na lista negra. Ele e Alexandre Tombini, presidente do Banco Central.

Mas não bate bem esta história de Antônio Pallocci, de que Mantega montara uma central de vazamento de informações financeiras.

Vamos entender um pouco mais esse jogo.

Desde que se criou o chamado Open Market brasileiro – venda diária de títulos públicos e privados – há vazamentos de informação. No governo Sarney, Maílson da Nóbrega tinha um esquema de vazamento de informações, não apenas no Banco Central, mas na Receita Federal – que dispunha de um índice de correção.

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Lauro Jardim: Delação de Palocci só sai se tiver Lula e BTG Pactual

 
Jornal GGN - O jornalista Lauro Jardim publicou, neste domingo (4), que na negociação de delação de Antonio Palocci com a Lava Jato, a força-tarefa fez uma exigência: é preciso citar Lula e o BTG Pactual, de Andre Esteves.
 
"O MPF [Ministério Público Federal] fez um pedido explícito: que o ex-ministro fale sobre o BTG Pactual e Lula. Na delação, há anexos sobre a Caoa, Cosan, BVA e o Carf", afirmou. Palocci teria prometido contar esquemas de compra de Medidas Provisórias envolvendo Esteves.
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Palocci promete implicar Lula, André Esteves e Abílio Diniz para obter delação

Foto: Reprodução
 
 
Jornal GGN - O ex-ministro Antonio Palocci já iniciou as tratativas por um acordo de delação premiada na Lava Jato com a Procuradoria Geral da República e com a força-tarefa de Curitiba, informou a Folha desta quarta (31).
 
De acordo com o jornal, os procuradores só aceitaram começar a negociação quando Palocci sinalizou "positivamente" para a possibilidade de confirmar a delação de Marcelo Odebrecht contra Lula.
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Nelson Jobim rechaça possibilidade de ser candidato a presidente

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - O ex-ministro Nelson Jobim negou publicamente, nesta quinta (24), a possibilidade de ser candidato a presidente em caso de renúncia ou cassação de Michel Temer pelo Tribunal Superior Eleitoral. Segundo reportagem da revista Piauí, Jobim, sócio do BTG Pactual, participou de almoço promovido pelo banco, em São Paulo, ocasião em que foi pressionado a comentar as apostas feitas em Brasília em torno de seu nome. Foi quando rechaçou a ideia e colocou a culpa no trabalho e na esposa.
 
Segundo relatos da revista, Jobim disse que, em tom descontraído, que tinha muito trabalho no banco e que sua mulher, Adrianne de Senna, ex-presidente do Coaf (Conselho de Controle das Atividades Financeiras) "não gosta nem de ouvir falar da hipótese".
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Operação da Polícia Federal chega em Silvio Santos

Em 2011, apresentador anunciava a venda completa do Panamericano e afirmava que "seu banco teve um bom comportamento": "Não ganhei nada, não perdi nada"
 
Foto: Divulgação SBT - Roberto Nemanis
 
Jornal GGN - A Operação Conclave, deflagrada nesta quarta-feira (19) pela Polícia Federal, investiga a venda de ações do banco Panamericano, que era da família do apresentador Silvio Santos, para a Caixa Econômica Federal, no ano de 2009. O irmão do apresentador, o empresário Henrique Abravanel, é um dos alvos. 
 
A investigação apura se houve fraude na aquisição das ações do banco, após o caso de rombo nas contas da instituição, ocasionando um aporte, ainda em novembro de 2009, pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC), e levando os bens do grupo Silvio Santos como Garantia. 
 
Á época, descobriu-se que o Panamericano matinha em seu balanço carteiras de créditos já vendidas a outras instituições, além de duplicar registros de venda de carteiras, inflando o resultado do banco. Em dezembro de 2009, a Caixa obteve 49% do capital votante e 35% do capital total por R$ 739,2 milhões.
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Sem divulgar motivo, Fux se declara suspeito para relatar inquérito de Cunha e banqueiro

Jornal GGN - O ministro do Supremo Tribunal Federal Luiz Fux abriu mão de ser o relator do inquérito em que Eduardo Cunha é investigado por suspeita de receber propina para aprovar uma emenda parlamentar de interesse do banqueiro André Esteves, do BTG Pactual.

Segundo informações do Estadão, Fux se declarou suspeito e não divulgou o motivo, pois como é uma decisão de foro pessoal, não existe nenhuma norma interna no Supremo que obrigue o ministro a fazê-lo.

O inquérito foi redistribuído na Corte e agora será relatado pelo ministro Celso de Mello [foto], decano do Supremo.

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Fux é novo relator do inquérito de Cunha por favorecimento ao BTG

Jornal GGN - O ministro Luiz Fux é o novo relator do inquérito contra o deputado federal Eduardo Cunha (PMDB) por suposto favorecimento ao banco BTG Pactual, de André Esteves, com a venda de emendas parlamentares.

O inquérito foi instaurado a partir da delação premiada do ex-senador Delcídio do Amaral. Em seu depoimento à Lava Jato, Delcídio disse que Cunha funcionava como "menino de recado" de André Esteves no Congresso.

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André Esteves tem prisão domiciliar revogada e pode voltar ao BTG

Jornal GGN - Decisão de Teori Zavascki, ministro do Supremo Tribunal Federal, revogou a prisão domiciliar do banqueiro André Esteves e permite que ele volte a trabalhar no BTG Pactual. Esteves também foi dispensado de se apresentar quinzenalmente à Justiça, mas ainda tem restrições para viagens ao exterior.

André Esteves foi preso em novembro de 2015 pela Operação Lava Jato. Seu nome aparece em uma conversa entre o senado Delcídio do Amaral (sem partido-MS) e o filho do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró. Na gravação, o senador afirma que o banqueiro teria aceitado pagar R$ 1,5 milhão para o advogado de Cerveró para que o BTG não fosse envolvido na Lava Jato.

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BTG forma comitê para apurar alegações contra André Esteves

Jornal GGN - Um comitê especial foi montado pelo banco BTG Pactual para investigar as alegações contra André Esteves, reportadas nas ordens de prisão da Operação Lava Jato. Membros independentes do conselho de administração recomendaram a contratação de um escritório de advocacia internacional para conduzir a investigação interna.

O presidente do conselho do BTG, Persio Arida, disse que o banco vai continuar vendendo ativos para garantir a estabilidade dos negócios. Ele se diz satisfeito com o progresso alcançado nos últimos 16 dias para o fortalecimento do BTG, citando a venda de ativos da Rede D'Or e alguns portfólios de crédito.

Do Valor

BTG forma comitê especial para investigar alegações contra Esteves

O BTG Pactual formou um comitê especial para acompanhar e investigar as alegações reportados nas ordens de prisão contra André Esteves. O comitê será presidido por Mark Clifford Maletz e contará com a participação de Cláudio Galeazzi, como membros independentes, e John Huw Jenkins, que é vice-presidente do conselho de administração do banco.

Ao comentar a formação do comitê, Persio Arida, presidente do conselho do BTG, afirmou que o banco continuará vendendo ativos nas próximas semanas, sob a estratégia de garantir a estabilidade dos negócios. “Estou muito satisfeito com o progresso que fizemos em fortalecer o BTG Pactual nos últimos 16 dias. Temos trabalhado incansavelmente para garantir a estabilidade dos nossos negócios. Vendemos vários ativos incluindo Rede D’Or, alguns portfólios de crédito e outras participações societárias. Além disso, contratamos junto ao Fundo Garantidor de Créditos uma linha de crédito de R$ 6 bilhões. Continuaremos nosso programa de monetização de ativos durante as semanas vindouras”, disse por meio de nota.

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BTG Pactual vai investigar atuação de Esteves

 
O Conselho de Administração do Banco BTG Pactual criou um Comitê Especial para supervisionar e dirigir uma investigação interna sobre a atuação do ex-presidente da instituição, André Esteves, preso na Operação Lava Jato.
 
Segundo o banco, o Comitê Especial será formado por maioria de membros independentes do Conselho de Administração e será presidido por Mark Maletz, membro independente do conselho, contando também com Claudio Galeazzi, também independente, e Huw Jenkins, vice-presidente do Conselho de Administração do BTG Pactual. As ações do Comitê Especial serão tomadas por voto da maioria e os membros independentes sempre constituirão a maioria dos membros votantes do Comitê Especial, informou o banco.
 
O BTG diz que contratou o escritório internacional de advocacia Quinn Emanuel, com ampla experiência em investigações dessa natureza, para conduzir a investigação interna independente. O escritório indicará em breve uma empresa de advocacia brasileira para trabalharem em conjunto.
 
Em nota, o BTG diz ainda que o Conselho de Administração não estabeleceu limites à autoridade do Comitê Especial na condução da investigação e concordou em colocar à disposição do Comitê Especial e do Quinn Emanuel as informações e profissionais do BTG Pactual.

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André Esteves passa controle societário do BTG Pactual

Jornal GGN - O banqueiro André Esteves deixou o controle societário do banco BTG Pactual e da BTG Pactual Participations. De acordo com fato relevante divulgado ao mercado na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), foi feita uma troca de ações entre André Esteves e os chamados Top Seven Partners, grupo composto por Marcelo Kalim, Roberto Balls Sallouti, Persio Arida, Antonio Carlos Canto Porto Filho, James Marcos de Oliveira, Renato Monteiro dos Santos e Guilherme da Costa Paes, sócios e administradores do Grupo BTG Pactual.

Com essa permuta de ações, houve a alteração no controle societária das companhias, que passa a ser exercido pelo grupo. A alteração de controle societário está sujeita a aprovação do Banco Central.

No último final de semana, Esteves renunciou aos cargos de diretor-presidente e de presidente do Conselho de Administração do BTG Pactual e de companhia ligada ao banco. De acordo com comunicado ao mercado, Persio Arida, que estava no cargo de presidente interino, assumiu a presidência do Conselho de Administração das instituições. Foram eleitos Kalim e Sallouti para o cargo e exercício conjunto, por ambos, das funções de diretor-presidente do Banco BTG Pactual e da BTG Pactual Participations.

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Documento acusa Cunha de receber R$ 45 mi para aprovar emenda para o BTG

Jornal GGN - De acordo com um documento descoberto durante as buscas na casa do assessor do senador Delcídio do Amaral (PT-MS), Diogo Ferreira, o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), recebeu um pagamento de R$ 45 milhões para aprovar emenda em medida provisória que beneficiaria o banco BTG Pactual, de André Esteves, que foi preso na última quarta-feira.

O documento cita a MP 608, e que o BTG, dona da massa falida do Bamerindus, "estava interessado em utilizar os créditos fiscais de tal massa". Também diz que participaram da operação Carlos Fonseca junto com Milthon Lyra, pelo BTG Pactual, e que o valor também seria destinado para outros parlamentares do PMDB. Após o acerto, Milton fez um jantar de comemoração com a presença do presidente da Câmara e de André Esteves.

Do Estadão

 
POR BEATRIZ BULLA E DANIEL CARVALHO, DE BRASÍLIA
 
Revelação ocorreu durante buscas na residência do assessor do senador Delcídio Amaral (PT/MS), preso quarta-feira, 25, por tentar barrar Operação Lava Jato; 'eu desminto com veemência', reage presidente da Câmara

Documento colhido em buscas feitas na casa do assessor do senador Delcídio Amaral (PT-MS), Diogo Ferreira, cita pagamento de R$ 45 milhões ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) para aprovar emenda em medida provisória que beneficiaria o BTG Pactual, de André Esteves. O banqueiro, assim como Delcídio, foi preso na última quarta-feira, 25.

“Em troca de uma emenda a medida provisória número 608, o BTG Pactual, proprietário da massa falida do banco Bamerindus, o qual estava interessado em utilizar os créditos fiscais de tal massa, pagou ao deputado federal Eduardo Cunha a quantia de R$ 45 milhões de reais”, diz o texto.

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Prisão de Esteves é tão ou mais importante que a de Delcídio, por Janio de Freitas

Jornal GGN - Em sua coluna na edição de hoje da Folha de S. Paulo, Janio de Freitas analisa as prisões do banqueiro André Esteves, do BTG Pactual, e do senador Delcídio do Amaral (PT-MS), em mais uma fase da Operação Lava Jato. Para ele, a detenção de Esteves é tão ou mais importante do que a do senador, já que ela seria uma pequena parte da "corrupção brasileira em sua verdadeira extensão". Para o colunista, no Brasil, "as relações capitalistas adotam predominantemente procedimentos à margem da lei e da ética". Leia mais abaixo:

Da Folha

O parlamentar e o banqueiro

Janio de Freitas

Apesar de menos escandalosa, a prisão do banqueiro André Esteves é tão ou mais importante, em vários aspectos, do que a prisão do senador Delcídio do Amaral. Até agora, as empreiteiras e um ou outro fornecedor da Petrobras compunham a imagem dos grandes patrocinadores da corrupção. A entrada em cena de um poderoso banqueiro necessitado de silenciar um delator não é a "ponta de um iceberg": é um grão no terreno arenoso da corrupção brasileira em sua verdadeira extensão.

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