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Caixa Economica Federal

Com PDVs, governo demitiu mais de 50 mil nas estatais nos últimos anos

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Programas de demissão da Petrobras tiveram a adesão de 15 mil funcionários. Foto: Tânia Rego/Agência Brasil
 
Jornal GGN - Com programas de demissão voluntária e aposentadorias incentivadas, o governo federal desligou 50.364 funcionários das empresas estatais nos últimos anos. Este montante é equivalente a 77% do total que os PDVs lançados nos últimos três anos pretendiam demitir.
 
Somente na Petrobras, foram dois programas de demissões com a adesão de 15 mil funcionários. A estatal reduziu em cerca de 30% dos empregados que tem hoje, chegando a 49.385, contra quase 57 mil em 2014. 
 
De acordo com o jornal O Estado de S. Paulo, depois da Petrobras aparece o Banco do Brasil, que desligou 14.285 em dois programas realizados em 2015 e 2015. 

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Caixa espera que mais de 5 mil funcionários entrem no novo PDV

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Foto: José Cruz/Agência Brasil
 
Jornal GGN - Nesta segunda-feira (17), a Caixa Econômica Federal reabriu seu Programa de Desligamento Voluntário (PDVE), com a expectativa de adesão de 5,5 mil funcionários. 
 
O banco abriu um PDV em fevereiro deste ano esperando alcançar 10 mil funcionários, mas somente 4,4 mil aderiram. Com o novo programa, a Caixa pretende completar o objetivo de reduzir 10 mil dos cerca de 30 mil empregados que trabalhavam na empresa no início. 
 
Os trabalhadores terão até o dia 14 de agosto para aderir ao PDV. O incentivo financeiro, de caráter indenizatório, equivalerá a dez remunerações base do empregado, com limite de R$ 500 mil e considerando como referência o dia 31 de junho. 
 
O benefício será pago em parcela única, sem incidência de Imposto de Renda (IR), recolhimento de encargos sociais e contribuição à Fundação dos Economiários Federais (Funcef).

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Caixa volta a suspender financiamento de imóveis da linha Pró-Cotista

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Foto: Bruno Peres/Ministério das Cidades
 
Jornal GGN - A Caixa Econômica Federal voltou a suspender as novas operações da linha de crédito Pró-Cotista, que utiliza recursos do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço), pouco mais de um mês depois da liberação de R$ 2,5 bilhões adicionais para esta linha de financiamento.
 
A Caixa justificou a medida afirmando que a suspensão foi adotada  “em razão do comprometimento total do orçamento disponibilizado pelo Conselho Curador do FGTS para o exercício de 2017”. O financiamento já havia sido suspenso em maio, também por falta de recursos, mas retomado após a liberação do Ministério das Cidades.
 
A linha Pró-Cotista é a mais barata depois do Minha Casa, Minha Vida, com juros de 7,85% a 8,85% ao ano. 

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Nem de Lula, nem da OAS: triplex é da Caixa há pelo menos 7 anos

"Nem Léo Pinheiro, nem a OAS tinham a disponibilidade do imóvel para dar ou oferecer a quem quer que seja", diz Cristiano Zanin
 
Foto: Ricardo Stuckert
 
Jornal GGN - A defesa do ex-presidente Lula apresentou, durante coletiva de imprensa em São Paulo, o teor das alegações finais sobre o caso triplex, cujo prazo para entrega ao juiz Sergio Moro termina nesta terça (20). Durante a exposição, o advogado Cristiano Zanin revelou que encontrou novas provas de que "nem Léo Pinheiro, nem a OAS tinham a dispobilidade do imóvel para dar ou oferecer a quem quer que seja".
 
Isso porque, desde 2010, o triplex, assim como os demais apartamentos do Consomínio Solaris, no Guarujá, foi entregue pela OAS a um fundo controlado pela Caixa Econômica Federal. Como nenhum depósito foi feito em conta bancária sinalizada pela Caixa, o triplex não foi liberado a ninguém, muito menos a Lula. 
 
"Se o triplex não é nem jamais foi de Lula, sua absolvição é obrigatória. Não só porque o Ministério Público não produziu prova do que diz, mas porque a defesa produziu provas da inocência de Lula", disparou o advogado.
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Quem tem direito sobre o triplex, desde 2010, é a Caixa Econômica Federal

Jornal GGN - Nesta terça-feira (20), dia em que entregará ao juiz Sergio Moro as alegações finaisi sobre o caso triplex, a defesa de Lula publicou artigo na Folha revelando que quem detém, desde 2010, o direito sobre o apartamento no Guarujá é a Caixa Econômica Federal. Sem fazer a investigação a fundo, diz a defesa, a Lava Jato criou a história de que o imóvel foi dado a Lula pela OAS como forma de pagamento de propina por 3 contratos na Petrobras.

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Grampo indica negociação de entrevista de Temer na Record em troca de patrocínio

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Foto: Beto Barata/PR
 
Jornal GGN - Diálogos interceptadas entre o senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG), o ministro Moreira Franco e Douglas Tavolaro, vice-presidente de jornalismo da TV Record, indicam a negociação de uma entrevista com o presidente Michel Temer em troca do atendimento de demandas da emissora pela Caixa Econômica Federal. 
 
Em umas das conversas, Aécio cobra Moreira Franco para “entrar no circuito com o cara da Caixa”, ao que o ministro diz que já havia encaminhado a demanda da emissora.
 
Segundo reportagem do BuzzFeed, a Caixa confirmou que Moreira Franco pediu um avalição sobre a possibilidade de patrocínio para a Record, “que não foi atendido  por não se enquadrar na política de patrocínio do banco”. 

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Lotéricas sofrem com repasses defasados, enquanto governo prepara privatização de apostas

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Foto: Rafael Neddermeyer/Fotos Públicas
 
Jornal GGN - O governo do presidente Michel Temer pretende privatizar as loterias na expectativa de duplicar o valor arrecadado com impostos sobre as apostas. O objetivo da equipe econômica é atrair investidores para o mercado brasileiro, acreditando que as receitas de tributos sobre as loterias pode aumentar de R$ 6 bilhões para ao menos R$ 12 bilhões. 
 
Atualmente, o setor é um monopólio da Caixa Econômica Federal, e o governo dividiu o conjunto de loterias em duas empresas que irão à leilão: a Lotex, das loterias instantâneas, como a raspadinha, e a “SportingBet”, de apostas esportivas.

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Governo Temer ataca os bancos públicos e se afasta de políticas sociais, por Emir Sader

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Da Rede Brasil Atual

 
por Emir Sader
 
Bancos públicos surgiram e se fortaleceram quando havia governos que assumiam responsabilidades no plano social, mas atualmente somente os interesses mercantis são referência para quem está no poder

O governo do golpe orquestrado por Michel Temer ataca tudo o que tem a ver com a esfera pública, em favor da esfera mercantil. Contra a educação pública e a favor da educação privada. Contra a saúde pública e a favor dos planos privados de saúde. Contra a cultura pública e a favor da cultura mercantil.

Com os bancos essa atitude é central nesse governo, que tem sua política econômica dirigida pelos interesses do capital financeiro, dos bancos privados. A outra face do ataque às políticas sociais é o ataque aos bancos públicos.

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Caixa abre programa de demissão voluntária para até 10 mil trabalhadores

Jornal GGN - Nesta terça-feira (7), a Caixa Econômica Federal vai abrir um programa de demissão voluntária para até 10 mil funcionários. Segundo Gilberto Occhi, presidente do banco, o objetivo com o PDV é economizar R$ 1,8 bilhão.

Atualmente, a Caixa tem 95 mil trabalhadores, 30 mil deles com mais de 15 anos de casa e com possibilidade de aderir ao programa. O prazo para os servidores decidirem vai até o dia 20 de fevereiro.

Para entrar no PDV, é preciso estar em um dos quatro critérios do banco: ser aposentado pelo INSS, estar apto a se aposentar até o dia 30 de junho, ter ao menos 15 anos de trabalho na Caixa ou ter adicional de incorporação de função de confiança até a data do desligamento.

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Governo Temer quer privatizar Caixa aos poucos, diz representante dos funcionários

Jornal GGN - Maria Rita Serrano, eleita representante dos funcionários da Caixa Econômica Federal no Conselho de Administração, acredita que o governo de Michel Temer pretende diminuir o papel de todas as empresas públicas na economia.

“Nosso papel é chamar a sociedade para lutar, porque se não tiver a Caixa para investir em habitação e infraestrutura, como o Banco do Brasil no crédito agrícola, não é o Bradesco e o Itaú que vão fazer", afirma.

Em relação à Caixa, Serrano argumenta que a estratégia é privatizar operações importantes, como a loteria instantânea e a seguradora, e também a gestão do FGTS. "Se privatiza as operações e diminui o quadro de empregados, você está acabando com a empresa sem necessariamente abrir o capital ou vender num leilão da Bolsa”, diz.

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Ataque aos bancos públicos serve para justificar privatizações

Jornal GGN - As negociações entre o governo federal e o governo do Rio Grande do Sul sobre um pacote de recuperação fiscal revelam que a era das privatizações retornou, com o Banco do Estado do Rio Grande do Sul, o Banrisul, na mira para ser vendido para a iniciativa privada. 

“Com a crise dos estados, vão aproveitar para vender o que ainda é público. Estão ressuscitado até a ideia de fundir a Caixa ao Banco do Brasil”, afirma a pesquisadora Maria Cristina Penido de Freitas.

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Ex-ministro de Temer, Geddel é alvo de investigação envolvendo corrupção na Caixa

Jornal GGN - Ex-ministro de Temer em função do escândalo Calero, Geddel Vieira Lima foi alvo da Polícia Federal nesta sexta-feira (13), quando a corporação revistou duas residências do peemebebista, na Bahia, em busca de indícios de fraude na liberação de créditos junto à Caixa Econômica Federal.

A operação Cui Bono? ("A quem beneficia?") foi autorizada pelo juízo da 10ª Vara Federal de Brasília. Antes, o inquérito corria no Supremo Tribunal Federal por envolver pessoas com foro privilegiado por prerrogativa de função.

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Caixa quer que até 10 mil funcionários entrem no plano de demissão voluntária

Jornal GGN - A Caixa Econômica Federal elaborou seu programa de demissão voluntária, que ainda precisa de aval do Ministério do Planejamento e deverá ser lançado no final de janeiro.

De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, até 10 mil trabalhadores poderão entrar no PDV, que será voltado para empregados que já podem se aposentar mas que continuam trabalhando. 20 mil servidores da Caixa estariam dentro dessas regras.

O banco pretende oferecer um bônus de dez salários que irá variar de acordo com o período de trabalho dentro da empresa. Ainda segundo a Folha, a Caixa não comentou oficialmente o assunto.

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Para atender partidos, Temer nomeia seis novos vice-presidentes da Caixa

Jornal GGN - Atendendo a pedidos do PMDB, PSDB, DEM, PR, PRB, PP e PSB, o presidente Michel Temer nomeou seis novos vice-presidente da Caixa Econômica Federal. Outros dois foram exonerados.

Foram nomeados Arno Meyer, José Antonio Eirado Neto, Marcelo Campos Prata, Paulo Henrique Angelo Souza, Roberto Derziê de Sant'anna e Deusdina dos Reis Pereira. Deixaram os cargos Joaquim Lima de Oliveira (Tecnologia da Informação) e Paulo José Galli (Governo).

Quando ainda era interino, Temer disse que iria interromper o aparelhamento político em empresas estatais e fundos de pensão. Depois, ele sancionou a Lei das Estatais, que coloca regras mais rígidas para a nomeação de dirigentes.

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Caixa também fará reestruturação com aposentadoria de 11 mil funcionários

Jornal GGN - Assim como o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal quer adotar medidas para reduzir custos, como aposentadoria incentivada para cerca de 11 mil funcionários. Entretanto, o presidente da instituição, Gilberto Occhi, afirmou que não há a intenção de fechar agências, conforme anunciado pelo BB.

O banco tem 3.700 agências, e, segundo Occhi, cerca de 100 delas não tem resultados satisfatórios. “Há outras medidas possíveis, como redução do tamanho da agência, transformá-las em postos de atendimento, transferência de local. A última alternativa é o fechamento da unidade”, disse, após reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES).

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