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A eleição presidencial de 2018, segundo Ciro Gomes

Jornal GGN - Em entrevista ao canal Ultrajano, no Youtube, o ex-governador e pré-candidato à presidência da República pelo PDT, Ciro Gomes, foi provocado a fazer uma análise do contexto em que se dará a disputa eleitoral de 2018.

Na visão de Ciro - que está convencido de que a atual crise política lhe é favorável - a corrida será superfragmentada, a exemplo do pleito de 1989, e terá ao menos 6 candidatos principais, sendo que a maioria terá condições de arrancar cerca de 10% dos votos válidos no primeiro. Em 1989, Lula, com aproximadamente 17% dos votos válidos, foi ao segundo turno com Collor, que angariou 30%.

Ciro projeta que disputará, no próximo ano, contra Geraldo Alckmin, Jair Bolsonaro, Marina Silva, possivelmente Lula ou outro nome do PT. Ele deixou a sexta vaga em aberto, após avaliar que João Dória Junior, mesmo que ouse deixar o PSDB para ser candidato, sofrerá uma derrota expressiva.

Confiante, ele acredita que pode herdar votos de Lula e ainda ser beneficiado pela divisão da direita, que estará espelhada em vários candidatos que devem querer surfar nas mazelas do PT e, ao mesmo tempo, estarão implicados pela Lava Jato.

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"Tudo que eles fizeram contra nós foi parir o Bolsonaro", diz Lula

Foto: Mídia Ninja

 
Jornal GGN - O ex-presidente Lula disse, em evento com juristas no Rio de Janeiro, que a esquerda precisa "juntar" os casos e se unir na eleição de 2018, para rivalizar contra os adversários políticos que ajudaram a viabilizar a extrema-direta, hoje espelhada na figura de Jair Bolsonaro. "Tudo que eles fizeram no país contra nós foi parir o Bolsonaro", disparou Lula.
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Temer moribundo no governo favorece Lula em 2018


Foto: Marcello Casal JR/ Agência Brasil
 
Jornal GGN - A permanência de Michel Temer no posto de presidente da República é eleitoralmente benéfica a partidos de oposição, sobretudo ao PT e Luiz Inácio Lula da Silva. Isso porque quanto mais o peemedebista tem a sua imagem afetada, com altos níveis de impopularidade, e a associação de seu governo PMDB a de partidos como o DEM e o PSDB, maiores a chances de adesão e apoio a um nome da oposição no Planalto em 2018.
 
A avaliação é de cientistas políticos e pesquisadores, consultados por reportagem do UOL, que entenderam que o sangramento de Michel Temer favorece a candidatura, principalmente, de Lula. O partido nega que tenha a intenção de se aproveitar desse possível fortalecimento às custas da destruição do atual governo.
 
Mas pesquisadores assim vem: enquanto no cenário atual de crise "é difícil imaginar que Temer se recupere e que recupere as condições de administração", "do ponto de vista eleitoral, isso é vantajoso para o PT",  manifestou o cientista político e professor emérito da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), Fábio Wanderley Reis.
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Consolidando falta de pacto da esquerda, eleições no Chile erguem Piñera

De Santiago, Chile
 
Pleito para decidir o novo presidente do país deve fechar a criticada dobradinha do poder nos últimos 16 anos: centro-esquerda (Bachelet) e direita (Piñera)
 

Atual presidente do Chile, Michelle Bachellet, e Sebastián Piñera, seu antecessor e candidato a La Moneda. Foto: Divulgação
 
Jornal GGN - O Chile se prepara para as eleições presidenciais, com a realização das primárias, no próximo 2 de julho, para decidir os candidatos de cada aliança que irão disputar em novembro a sucessão ao governo de Michelle Bachelet. 
 
Até agora, o ex-presidente de direita Sebastián Piñera (2010-2014) lidera as já baixas intenções de votos, com 25% dos votos. Piñera já é dado como vitorioso pela própria centro-esquerda e conta com apoio de seu bloco, ainda que com outros nomes nas prévias da disputa, que será definida em duas semanas.
 
Do bloco Chile Vamos, Piñera traz a maioria das intenções até mesmo frente a postulantes dos outros partidos. Ainda assim, precisará enfrentar os aliados no que é quase considerado o primeiro turno, no domingo 2 de julho, e um dos primeiros sinais mais claros do que está por vir no pleito eleitoral deste ano.
 
Na aliança, o ex-presidente que tenta o segundo mandato disputa as primárias com o deputado e economista Felipe Kast e o senador Manuel José Ossandón. O tom da disputa se viu acirrado nos últimos dias, quando as chances de Kast e de Ossandón tentaram ser esvaziadas com embates de acusações entre os pró Piñera e os dois candidatos.
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Porque Bolsonaro não tem chances em 2018, por Adriano Oliveira

Foto: Fabio pozzebom/Agência Brasil

Jornal GGN - As chances de Jair Bolsonaro sair vitorioso de uma disputa em 2018 são praticamente nulas, aponta Adriano Oliveira em artigo publicado no Poder 360, nesta sexta-feira (5). Isso porque o deputado federal e seu discurso utraconservador só se presta (e, portanto, se alimenta disso) a combater o lulismo. Nesse contexto, Bolsonaro tem de abater um grande adversário de Lula: o candidato do PSDB, que poderá vir a ser João Doria.

Só num cenário em que não exista a figura de Lula nem um postulante tucano capitalizando a onda anti-PT é que o discurso de Bolsonaro ganha repercussão. Ainda assim, é preciso considerar se ele tem potencial para atingir a maioria dos eleitores. Pesquisa feita na capital de Pernambuco ajuda a entender o perfil do eleitor e Bolsonaro: endinheirado, com ensino superior e declaramente conservador.

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Vice de Aécio diz que próximo presidente deve ter "história na política"

Foto: George Gianni/PSDB

Jornal GGN - O vice-presidente nacional do PSDB Alberto Goldman rejeitou, em entrevista ao Valor, a fórmula criada por figuras como João Doria Junior para se dar bem em meio à crise política: a de negar a política tradicional. Na visão de Goldman, o partido deve lançar um candidato a presidente tenha trajetória no ramo e assuma isso.
 
"Tem muitas interrogações [sobre 2018]. Alckmin, Serra e Aécio estão abalados pelas denúncias [da Lava Jato], o que não quer dizer que estão fora do páreo. Se será outra alternativa, tampouco há como saber agora. O que eu acho importante é que a alternativa seja alguém com história na política. Você não faz democracia sem os agentes políticos", avaliou.
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Repetições da História: tragédias e farsas, por Fernando Nogueira da Costa

Os eleitores brasileiros tiveram oportunidades históricas de amadurecer, politicamente, ganhando autonomia,isto é, não se deixando enganar e governar pelas farsas moralistas? O candidato engambela, facilmente, os eleitores assumindo rótulo de não-político, gestor, caçador de marajá, incorruptível

do Brasil Debate

Repetições da História: tragédias e farsas

por Fernando Nogueira da Costa

A história aparece como tragédia e se repete como farsa”, escreveu Karl Marx no livro “Dezoito Brumário de Louis Bonaparte”, em 1852. Estudamos História para iluminar o entendimento do presente ou para nos servir como guia a seguir no futuro desconhecido?

heurística – a arte de inventar ou fazer descobertas – mostra que as pessoas fazem seus julgamentos baseadas na similaridade entre situações atuais e outras situações vividas ou protótipos daquelas situações. Essa ligação heurística conduz-nos a acreditar que novo evento “parece igual” a alguma experiência prévia e confundir “aparência” e “realidade”. Porém, “semelhança com a verdade não é o mesmo que a verdade”…

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Descrença na política é cenário ideal para a volta da barbárie, por Helena Chagas

 

Jornal GGN -  O clima de acirramento, radicalismo e ódio que tomou conta da política brasileira contaminou as campanhas municipais. É o que constata a jornalista Helena Chagas, em artigo publicado nesta quinta (29) no portal Os Divergentes.

No texto, a colunista cita a violência que sempre existiu nos grotões brasileiros, e que se espalhou por vários estados até chegar ao Rio de Janeiro, para onde o Tribunal Superior Eleitoral teve de pedir o envio das Forças Armadas para garantir o mínimo de segurança em meio a disputa eleitoral. Agora, tem-se notícia de que um candidato foi morto e o vice-governador ficou gravemente ferido, em Goiás, durante uma agenda de campanha.

Para a jornalista, a descrença na política é o cenário ideal para a volta do retrocesso.

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Debate entre candidatos de SP encurrala Dória, Marta e Russomanno

Tucano tenta explicar polêmica de terreno em Campos do Jordão, e Marta é acusada de apoiar golpe 

 
Jornal GGN - Em debate eleitoral entre candidatos à prefeitura de São Paulo, promovido em parceria entre SBT, UOL e Folha de S.Paulo, os candidatos Fernando Haddad (PT), Luiza Erundina (Psol) e Major Olímpio (SD), mostraram-se mais afiados do que o tucano João Doria, Marta Suplicy (PMDB), e Celso Russomanno (PRB). 
 
Haddad passou a maior parte do tempo no debate ressaltando os avanços da sua gestão, enquanto Erundina investiu contra Doria e defendeu a implantação gradativa do passe livre no transporte público. Já Major Olímpio acusou Marta de apoiar Temer, destacando que o atual presidente limitou gastos com saúde e educação, ele também pediu explicações a João Doria sobre a corrupção do PSDB no cartel do metrô de São Paulo.
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OAB recebe candidatos à Prefeitura de São Paulo

 
Jornal GGN - A OAB de São Paulo recebe nesta terça-feira (13) os candidatos à Prefeitura de São Paulo, para apresentarem seus planos de governo para a gestão dos próximos quatro anos. Acompanhe ao vivo (acima).
 
É o segundo dia do evento realizado na sede administrativa da Ordem dos Advogados do Brasil em São Paulo. Nesta segunda (12), estiveram presentes os candidatos João Dória (PSDB), Luiza Erundina (PSOL), Celso Russomano (PRB), Henrique Áreas (PCO) e Ricardo Young (REDE).
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Candidatos a Prefeitura de São Paulo participam de debates no SEESP

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Jornal GGN - O Sindicato dos Engenheiros do Estado de São Paulo (SEESP) promove sessões debates com os candidatos a prefeitura de São Paulo. Nesta segunda, o tema "A engenharia e a cidade" contará com a participação de Levy Fidelix (PRTB), às 16h, na sede do SEESP, na capital paulista.
 
Iniciada no dia 16 de agosto, os debates organizados pelo Sindicato, que também são realizados em outros municípios onde estão sediadas as delegacias sindicais da entidade, recebem os candidatos para abordar os principais problemas e questões da cidade.
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Justiça inclui Temer na lista de pessoas inelegíveis

Jornal GGN – No último mês de junho, o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo incluiu o nome do presidente interino, Michel Temer, no cadastro nacional de pessoas inelegíveis. Ele fez doações durante as eleições de 2014 acima do limite máximo permitido.

Com isso, o interino terá que pagar uma multa de R$ 80 mil e ficará impedido de se candidatar por até oito anos. Isso significa que, caso ele queira chegar ao poder pela via democrática, não poderá nem tentar. 

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Partidos confirmam os principais candidatos em São Paulo e no Rio de Janeiro

Jornal GGN – O final de semana foi marcado por convenções partidárias que oficializaram o lançamento de candidatos às prefeituras das principais capitais do País. Em São Paulo, o PT confirmou a empreitada pela reeleição de Fernando Haddad, com Gabriel Chalida (PDT) como vice. O evento para deslanchar a campanha foi marcado pelo discurso de “Fora Temer”, e contou com as presenças de Lula e Ciro Gomes.

Se, do lado do PT, a disputa terá o tom da luta contra o "retrocesso" representado pelas forças que apoiam o presidente interino Michel Temer (PMDB), do outro, os adversários de Haddad prometem explorar a baixa popularidade do PT. Haddad apareceu com 8% das intenções de voto no Datafolha deste mês. Leia mais »

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Depois de Russomanno, Dória também pode ter candidatura impugnada em SP

Jornal GGN - O empresário João Dória Jr. (PSDB), pré-candidato do PSDB à prefeitura de São Paulo, pode ver seu sonho de chegar ao Paço em substituição a Fernando Haddad (PT) ir por água abaixo. Circula nas redes um vídeo do tucano pedindo votos num evento com empresário, numa afronta à lei eleitoral, que proibe campanha antecipada.

Isso seria motivo para que os concorrentes entrem na Justiça Eleitoral com um pedido para impugnar a candidatura do tucano. Ele seria o segundo grande nome da disputa com problemas na Justiça, logo atrás de Celso Russomanno (PRB), que será julgado pelo Supremo Tribunal Federal pelo crime de peculato.

Num cenário sem Dória e Russomanno, quem seriam os beneficiados? 

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Russomanno lidera eleições em SP com 25% das intenções, diz Datafolha

 
Jornal GGN - A menos de um mês para o início do pleito eleitoral e de três meses para a escolha do novo prefeito de São Paulo, o deputado federal Celso Russomanno, do PRB, lidera com 25% das intenções de voto, segundo pesquisa Datafolha, divulgada nesta sexta (15). Os três seguintes candidatos são o resultado da diluição dos votos da ala menos conservadora da capital: Marta Suplicy (PMDB), com 16%, Luiza Erundina (PSOL), com 10%, e só então o atual prefeito, Fernando Haddad, com 8%.
 
Haddad é equiparado na pesquisa ao nome tucano João Doria, que tem 6%, considerado assim, empate técnico para a eleição municipal. Ainda, o antigo concorrente para as disputas internas do PSDB, Andrea Matarazzo (PSD), aparece mencionado por 3% dos eleitores ouvidos. E Marco Feliciano (PSC) por 4%. 
 
Ficha suja
 
O líder isolado das intenções de voto pode não conseguir disputar as eleições. Isso porque o deputado da Igreja Universal foi acusado de desvio de dinheiro público e seu caso está no Supremo Tribunal Federal (STF) para julgamento.
 
Russomanno já foi condenado pela Justiça Federal do Distrito Federal a dois anos e dois meses de prisão, que foram convertidos em penas alternativas, por ter nomeado entre 1997 e 2001, a gerente de sua produtora de vídeo (Night and Day Promoções) como funcionária de seu gabinete. 
 
Sandra de Jesus recebia, assim, o salário como assessora pela Câmara dos Deputado, mas não cumpria o cargo no Congresso, apenas trabalhando na empresa de Russomanno. O deputado recorreu da decisão, aguardando um posicionamento dos ministros do STF.
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