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Carlos Araújo

A perda de um companheiro, por Dilma Rousseff

A filha Paula, Dilma, Carlos Araújo, e Leandro (filho de Araújo), em 1992

 

Por Dilma Rousseff

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O mundo é mágico. 

As pessoas não morrem, ficam encantadas.

(Guimarães Rosa)

 

Perdi hoje um parceiro de uma vida.

Carlos Araújo foi um bravo lutador.

Foi um bravo lutador no enfrentamento da ditadura militar, que não conseguiu destruir nem sua força vital, nem seu caráter, nem sua coragem. 

Foi um bravo lutador no esforço pela reconstrução do trabalhismo no Brasil, missão à qual ele e muitos companheiros se dedicaram.

Carlos Araújo amou a vida, e lutou por ela, tanto quanto lutou por uma vida melhor para todos.

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Reveja a entrevista de Carlos Araújo a Luís Nassif

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Morre Carlos Araújo, ex-deputado e ex-marido de Dilma Rousseff

Foto: Reprodução
 
 
Jornal GGN - Morreu na madrugada deste sábado (12) o ex-deputado e ex-marido da presidente deposta Dilma Rousseff, Carlos Araújo. Aos 79 anos, ele estava internado em estado grave no Hospital São Francisco, em Porto Alegre, desde o dia 25 de julho, devido a um quadro de cirrose medicamentosa.
 
Carlos Araújo foi preso durante a ditadura militar, pouco tempo após conhecer a ex-presidente. Assim como Dilma, enfrentou tortuta e até chegou a tentar suicídio para não entregar os companheiros de militância.
 
Fundador do PDT, foi um dos deputados mais bem votados do partido no Rio Grande do Sul. Afastou-se da política parlamentar nos anos 2000, mas nunca deixou de participar dos debates nacionais.
 
Dilma e Araújo - que tiveram uma filha, Ana Paula, e o neto Gabriel - separaram-se nos anos 1990, mas continuaram a amizade e companheirismo ao longo dos anos. Leia mais »
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Ex-marido de Dilma, Carlos Araújo é internado em estado gravíssimo em Porto Alegre

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Foto: Reprodução
 
Jornal GGN - Carlos Araújo, ex-deputado estadual pelo PDT e ex-marido de Dilma Rousseff, foi internado em estado gravíssimo no Hospital São Francisco, em Porto Alegre.
 
De acordo com o jornal Zero Hora, Carlos Araújo deu entrada na casa de saúde no começo da noite de ontem (25) devido a um quadro de cirrose medicamentosa. A ex-presidente acompanha a situação na capital gaúcha.
 
Carlos Araújo, de 79 anos, é ex-guerrilheiro e ajudou a fundar o PDT. Ele se afastou do partido em 2000, junto com Dilma e outros correligionários. Ele foi preso durante o regime militar e, nos anos 80, tornou-se o deputado estadual mais bem votado do Rio Grande do Sul.

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Crise política é motivada pelas eleições de 2018, diz Carlos Araújo

Do Sul 21

Um aparente paradoxo ronda a atual crise política no Brasil. As raízes dessa crise estão no futuro. “Tudo o que está ocorrendo neste momento, desde as eleições passadas, tem como referência 2018. É 2018 que informa todos os movimentos. Os conservadores não admitem, de forma nenhuma, uma nova vitória do Lula, que é um candidato, quer se queira ou não, bastante expressivo e com chance de se eleger em 2018”, assinala Carlos Franklin Paixão de Araújo, político, advogado trabalhista e ex-marido da presidenta Dilma Rousseff. Em entrevista ao Sul21, Carlos Araújo fala sobre a ofensiva conservadora no país para derrubar a presidenta eleita em 2014 e para inviabilizar a possibilidade de uma nova vitória de Lula em 2018.

Araújo reconhece que a situação política e social do país é muito delicada, mas acredita que o governo Dilma tem fôlego para superar a crise atual. E adverte: “Se ocorrer de eles derrubarem a Dilma, acho que vai ficar um fosso social mais profundo do que o que ocorreu após a derrubada de Jango e do suicídio de Getúlio”. Para ele, as elites brasileiras e seus braços midiáticos têm uma postura idealista similar a de grupos de extrema esquerda: “Eles imaginam que a realidade é o que eles pensam que é. Por isso, nunca conseguem traçar uma estratégia mais eficiente. Eles sempre estão anunciando para daqui a pouco uma coisa que não ocorre. Estão nesta aventura de querer derrubar a Dilma, mas derrubar a Dilma é uma aventura inconsequente para eles mesmos. O povo está olhando tudo isso que está acontecendo”, assinala.

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Araújo ao 247: 'Época deve investigar seus patrões', por Paulo Moreira Leite

do Brasil 247

Araújo ao 247: 'Época deve investigar seus patrões'

por Paulo Moreira Leite

Horas depois que a revista Época chegou às bancas, neste sábado, com uma capa tão escandalosa como vazia contra o advogado Carlos Araújo, que foi casado com Dilma Rousseff e é pai da filha de ambos, Paula, ele deu uma pequena entrevista ao 247.

Araújo bateu duro, realizando um contra-ataque contra os donos da Globo, proprietária da Época: "A revista deveria preocupar-se em esclarecer por que seus patrões resolveram viver homiziados em Miami, cidade que é um dos endereços preferidos pela máfia internacional."

O advogado diz:

– Fui surpreendido com tanta maldade. Isso é coisa de jornalismo bandido, que não tem fatos, não tem provas, e tenta forjar uma impressão negativa sobre as pessoas que querem atingir. Sou uma pessoa honrada e minha prática sempre foi coerente com minha ideologia.

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Para oposição, desgaste de Lula tem que ser agora, diz Carlos Araújo

Fundador do PDT e ex-marido de Dilma não acredita em impeachment e afirma que sede de poder levará Aécio a se candidatar pelo DEM
 
Jornal GGN - A crise política enfrentada hoje pelo governo Dilma Rousseff decorre de uma conjuntura de fatores que torna mais complexo o processo de restabelecimento da liderança da presidente, entretanto, de forma alguma impossível, na avaliação do advogado trabalhista, militante político e um dos fundadores do PDT, Carlos Franklin Paixão de Araújo. 
 
Hoje, aos 77 anos, ele mantém um importante escritório de advocacia na capital gaúcha e, nos últimos anos, tem recebido os principais protagonistas da política brasileira em sua casa, localizada à beira do rio Guaíba. Araújo é pai da única filha da presidente Dilma, com quem foi casado por mais de 30 anos. Atualmente é companheiro da arquiteta Ana Meira, mantendo fortes laços de amizade com Dilma. 
 
Durante entrevista exclusiva para o apresentador do Brasilianas.org (TV Brasil), Luis Nassif, Araújo definiu que a crise política vivida hoje decorre principalmente das dificuldades econômicas que o país enfrenta, apontando que um dos erros do governo foi não estabelecer em tempo um rumo econômico para sair da recessão. Para ele, portanto, é preciso apenas dar “alguns passos na economia” para se assistir uma redução significativa da crise política.
 
Ele avaliou, ainda, que o cenário para um impeachment é praticamente impossível, mas insuflado, sobretudo, por setores radicais que, ao longo da história do país, tentaram “chegar ao poder por uma via que não seja democrática”. Hoje esses setores - formados sobretudo pelo pensamento de extrema direita - encontraram apoio explícito de uma parte do PSDB, liderada por Aécio Neves, entretanto oposição, também explícita, de outras frações do mesmo partido, sobretudo lideradas por Fernando Henrique Cardoso, Alckmin e Serra. 
 
Para respaldar seus argumentos, o ex-deputado lembrou que os principais “consultores” de Aécio Neves são “dos setores mais atrasados do PSDB e do DEM”, sobretudo o senador Ronaldo Caiado (DEM-GO), o líder do PSDB no Senado, Cássio Lima e o líder do PSDB na Câmara, Carlos Sampaio. “Três homens da extrema direita, e o Aécio navegando nessas águas”, completou o ex-deputado. 
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Carlos Araújo, o guru à beira do Guaiba

 Nos últimos anos, em sua casa à beira do rio Guaíba, o advogado e político Carlos Araújo transformou-se em uma espécie de guru de parte do mundo político. Em parte pelo fato de ser ex-marido, amigo, e um dos conselheiros da presidente Dilma Rousseff. Muito pela visão política e estratégica e pela abertura de se relacionar com políticos de todos os quadrantes.

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Embora não seja muito ouvido – como todos os conselheiros da presidente - coube a ele o aconselhamento para que Dilma levasse para o Ministério o deputado Eliseu Padilha, considerado grande articulador da base.

Meses atrás, quando se montou a enorme frente para derrubar Dilma, Araújo manteve o sangue frio e previu que era questão de tempo para a frente se esfacelar, devido à sua heterogeneidade e aos efeitos futuro da Lava Jato.

Na semana passada, sua previsão se confirmou.

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Em pleno tiroteio, com campanhas pelo impeachment e passeatas monumentais, Araújo se mostra tranquilo. Para tirar Dilma, só atropelando a Constituição e as leis, diz ele. E o país cresceu o suficiente para não aceitar mais essas aventuras. Por seus cálculos, bastariam 171 deputados ou 23 senadores para brecar qualquer tentativa de impeachment.

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No Brasilianas, analista político sugere que Dilma promova conciliação nacional

O advogado e analista político Carlos Araújo defendeu que a presidenta Dilma Rousseff promova “uma grande conciliação nacional” para que o país deixe para trás o momento de instabilidade política. Araújo, que foi militante de esquerda no período da ditadura e é ex-marido de Dilma, foi o entrevistado desta segunda-feira do programaBrasilianas.org, da TV Brasil.

“Está faltando um discurso unificador. Acho que esse discurso tem que ser construído rapidamente e quem tem que assumir isso é a presidenta da República”, afirmou Araújo. Para ele, deve haver um acordo das forças políticas para que os vencedores das eleições de 2018 possam “governar um país estruturado”. Na avaliação de Araújo, a soma de esforços nesse sentido está começando a acontecer, com sinalizações como a de entidades da indústria.e do Senado.

Segundo Carlos Araújo, o Brasil vive uma crise política decorrente da crise econômica: “Nós estamos realmente vivendo uma crise profunda, especialmente na esfera econômica e na esfera política. A [crise] da esfera política é muito decorrente das dificuldades econômicas que o governo enfrenta. O governo está tentando construir um rumo econômico para sair dessa crise. Eu acho que se a gente conseguir dar alguns passos na economia, acalma bastante a crise política”, afirmou Araújo.

Apesar do ambiente turbulento, o advogado disse não acreditar em sucesso de uma eventual tentativa de impeachment da presidenta Dilma Rousseff. “Eu vejo que essa crise política não vai ter golpe”, opinou, acrescentando considerar difícil que a quantidade de votos de deputados e senadores atinja o necessário para um afastamento de Dilma. Araújo comentou ainda a atuação dos partidos de oposição.

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Carlos Araújo concede entrevista exclusiva ao Brasilianas.org

Advogado e ex-líder do PDT avalia democracia no país e atual conjuntura política
 
 
Hoje (10), a partir das 20h00, na TV Brasil, acompanhe a entrevista especial do político, advogado trabalhista e ex-marido da presidente Dilma Rousseff, Carlos Franklin Paixão de Araújo ao apresentador do Brasilianas.org, Luis Nassif.
 
Nos últimos anos, Carlos Araújo converteu-se em um dos mais argutos analistas políticos do país. Em sua casa, à beira do rio Guaíba, Araújo tem recebido os melhores protagonistas da política brasileira.
 
Filho do conceituado advogado trabalhista de Porto Alegre, Afrânio Araújo, Carlos seguiu os passos do pai, incluindo o posicionamento político de esquerda. Nos anos 1950 ingressou na Juventude Comunista e, mais tarde, ajudou a formar uma organização contra a ditadura militar ao lado de colegas de militância, dentre eles a então companheira e atual presidente da República, Dilma Rousseff.
 
Nos anos 1970 foi preso pelo regime militar e, para não entregar os companheiros na tortura, tentou o suicídio. Na década de 1980 tornou-se o deputado estadual mais bem votado no Rio Grande do Sul, pelo partido de Leonel Brizola, o PDT. Em 2000 se aposentou da carreira política, mantendo hoje, aos 77 anos, um importante escritório de advocacia na capital gaúcha.
 
 
Quando: Hoje, segunda-feira (10 de agosto)
Horário: 20h00 às 21h00
Saiba como sintonizar a TV Brasil: Clique aqui.
 
Obs: Como este programa foi gravado, não abriremos espaço para o recebimento de perguntas, como fazemos em todas as edições ao vivo. 
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Oposição se volta para estratégia de desgastar governo, avalia ex-marido de Dilma

 
Jornal GGN - O ex-marido de Dilma, Carlos Araújo, 77, defendeu as manifestações de 15 de março, mas pontuou, em entrevista ao Jornal Folha de S.Paulo, que são as condições econômicas que estão levando as pessoas às ruas. "Quem ascendeu socialmente tem medo de perder as conquistas". Ao mesmo tempo reconheceu como natural o aumento dos ânimos da população contra a corrupção, dado o "temor de perder as conquistas que tiveram".
 
Araújo frisou que a corrupção é um problema endêmico no regime capitalista e criticou a cobertura da mídia nos casos de desvio de dinheiro público no Brasil. "Ninguém fala da corrupção de São Paulo. Dão uns toquezinhos". Ele avaliou, ainda, que a oposição já largou o objetivo de levar o governo Dilma ao impeachment, trocando pela estratégia de desgastar o governo petista. O ex-militante de esquerda também destacou a necessidade do governo ter cuidado em relação a aliança com o PMDB. "Acho quase um milagre que essas alianças consigam se manter. E elas [as alianças] são fundamentais para governar, sem isso não se governa".
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Ex-marido de Dilma fica sob proteção da PF

Sugerido por Alex Prado

Que belo trabalho de quem "divulgou" a informação e de quem publicou, com todos os cuidados de "não identificar" uma possível vítima de crime, dando o endereço e as fragilidades da residência. Isso é jornalismo responsável?

Do O Globo

 
Carlos Araújo, de 76 anos, não é considerado parte da "família presidencial" e, portanto, não tem direito à segurança permanente
 
Denúncia partiu de presidiário que teria ouvido plano de sequestro no Presídio de Mossoró (RN)
 
Simone Iglesias

BRASÍLIA - O advogado Carlos Araújo, ex-marido da presidente Dilma, ficou sob segurança máxima da Polícia Federal nas últimas semanas por risco de sequestro. A denúncia partiu de um iraniano que cumpre pena por tráfico de drogas no Presídio de Mossoró (RN). Ele pede há cerca de dois anos indulto ao governo brasileiro e, como "gesto de boa vontade", como define um delegado da Polícia Federal, passa informações de dentro do presídio para tentar ganhar algum benefício.

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