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Carlos Fernando dos Santos Lima

Procurador de Curitiba ganha mais do que o teto permite, diz jornalista

Foto: Rodrigo Leal/Futura Press
 
 
Jornal GGN - O procurador Carlos Fernando dos Santos Lima, um dos homens-fortes da Lava Jato em Curitiba, recebeu, só em 2016, R$ 137 mil referentes a 170 diárias. O pagamento foi feito porque Lima é membro do Ministério Público Federal lotado em São Paulo, mas foi deslocado para a capital do Paraná por causa da operação na Petrobras.
 
Artigo de Reinaldo Azevedo na RedeTV lembrou que além das diárias, Lima tem direito ao auxílio-moradira de R$ 4,3 mil mensais, mais salário que está na casa dos R$ 30 mil, sem contar o chamados "penduricalhos".
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Procurador que livrou Temer reclama da Câmara, por Luis Nassif

Figura frequente e banalizada da mídia, o procurador regional da República Carlos Fernando dos Santos Lima retorna em entrevista ao Valor Econômico. Nela, admite que irá se aposentar e trabalhar com “complience”, que a advocacia norte-americana transformou no negócio do momento.

Depois, põe-se a analisar a situação do presidente Michel Temer e a decisão da Câmara de não autorizar a abertura das investigações. Defende as delações premiadas, sustentando que não houve banalização das denúncias.

Segundo ele, “o certo mesmo de qualquer acusação é que seja recebida e o Judiciário enfrente o mérito. Se é verdade ou não é verdade o fato relatado pela acusação, é o juiz que tem de dizer. E eles [os deputados] não deixaram isso acontecer”.

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Procurador dá palpite na reforma política e critica TSE: "Papelão"

Foto: Reprodução

Jornal GGN - Depois do juiz Sergio Moro falar mal do Congresso, por causa da falta de "boa vontade" com as 10 medidas anticorrupção e pela intenção de aprovar um fundo público de financiamento de campanha, foi a vez do procurador Carlos Fernando dos Santos Lima, também da Lava Jato, criticar as mudanças discutidas no sistema eleitoral.

Nesta terça (15), em evento em São Paulo promovido pela Jovem Pan, Lima disparou ainda contra a Justiça Eleitoral. Ele disse que o sistema não funciona e chamou de papelão o julgamento da chapa Dilma-Temer pelo Tribunal Superior Eleitoral, hoje comandado por Gilmar Mendes - que virou crítico ferrenho dos abusos da Lava Jato. 

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Procuradores de Curitiba criticam distritão e fundo para campanhas

Foto: Reprodução/Facebook

Jornal GGN - Nas redes sociais, os procuradores de Curitiba Carlos Fernando dos Santos Lima e Deltan Dallagnol, estrelas da Lava Jato, protestaram contra a reforma política aprovada pela comissão especial da Câmara nesta semana. Os deputados devem discutir em plenário o chamado distritão e a criação de um fundo público com mais de R$ 3 bilhões para financiamento de campanhas.

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De olho na carreira de advogado, procurador de Curitiba dá palestra a megaempresas

 
Jornal GGN - Seguindo os passos de Deltan Dallagnol, o procurador Carlos Fernando dos Santos Lima, que também atua na Lava Jato de Curitiba, é uma das estrelas de um seminário sobre combate à corrupção em megaempresas, organizado pela Câmara Americana de Comércio. O evento ocorrerá em São Paulo, na próxima segunda (14), com participação da Siemens, da Queiroz Galvão (alvo da Lava Jato) e Vexia. 
 
Lima Santos, que já revelou à imprensa que pretende se aposentar da função de procurador e trabalhar como advogado em um escritório especializado em compliance, vai proferir uma palestra sobre a Lava Jato. Ele é apresentado pelos organizadores do evento como especialista em delações premiadas.
 
O Ministério Público Federal já tem um caso problemático de procurador ligado aos desdobramentos da Lava Jato que decidiu se aposentar e virar advogado. Marcelo Miller virou alvo de ataques após ter atuado como braço direito da Procuradoria e, depois, ter virado sócio do escritório que negociou o acordo de leniência da JBS.
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Lava Jato usa sistema jurídico e mídia contra Lula, por Cristiano Zanin Martins

Jornal GGN – Em artigo, hoje, na Folha, o advogado do ex-presidente Lula, Cristiano Zanin Martins critica o uso feito pela Lava Jato do sistema jurídico e da mídia para fazer perseguição política. Seguindo o roteiro traçado, o próximo passo seria a condenação do ex-presidente, mesmo que não haja crime e muito menos provas. Disso depende o sucesso da operação!

Zanin critica as entrevistas concedidas por Sergio Moro juiz de primeira instância e do procurador Carlos Fernando dos Santos Lima à Folha que só reforçam o que, a seu ver, é constatado: citam os processos contra o ex-presidente mesmo exercendo funções púbicas. Ou seja: fazem juízo político, desqualificam instâncias revisoras, violam as garantias fundamentais.

Leia o artigo a seguir.

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O procurador que usou o MPF como escada, por Luis Nassif

A entrevista do procurador  Carlos Fernando dos Santos Lima à Folha é significativa dos males que a Lava Jato causou ao Ministério Público Federal pela falta de comando do PGR (Procurador Geral da República) e do CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público). E mostra como a espetacularização do Judiciário prejudicou a Justiça, em benefício de membros dos dois poderes.

Anos atrás participei de um debate sobre o tema no Encontro Nacional dos Juízes Federais. Eugênio Bucci dizia que os holofotes sobre a Justiça aumentariam a transparência do Judiciário. Eu rebati sustentando que quem participasse desse show da vida acabaria se comportando de acordo com as características do ambiente. Para se manter no show teriam que ceder cada vez mais às exigências do público.

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Procurador de Curitiba: "Só queriam o fim do governo Dilma, não da corrupção"

Jornal GGN - No Facebook, o procurador Carlos Fernando dos Santos Lima, uma das "estrelas" da Lava Jato em Curitiba, admitiu que a operação serviu aos interesses daqueles que queriam derrubar o governo Dilma e disse que, agora que a presidência está nas mãos de outro grupo político, as investigações estão sendo minadas. Além de criticar a fala do deputado Fábio Ramalho - que defendeu um deadline para a Lava Jato - o procurador ainda atacou o Estadão em outro post na rede social, nesta segunda (24).

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Procurador é denunciado ao Conselho Nacional do Ministério Público por ataques a Lula

Jornal GGN - Membro da equipe de Deltan Dallagnol, o procurador da República Carlos Fernando dos Santos Lima foi denunciado pela defesa de Lula ao Conselho Nacional do Ministério Público. De acordo com a representação assinada por Cristiano Zanin, Lima tem usado as redes sociais e seu relacionamento com parte da grande mídia para atacar a reputação de Lula e ferir seu direito à presunção de inocência.

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PT afirma que Força tarefa da Lava Jato persegue o partido dentro e fora dos autos

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Foto: Agência Brasil
 
Jornal GGN - Por meio de nota de sua assessoria de imprensa, o Partido dos Trabalhadores criticou os ataques do procurador Carlos Fernando dos Santos Lima, da Força tarefa da Operação Lava Jato, contra o partido em rede sociais. 
 
Para a legenda, o “descontentamento” do procurador ocorre no mesmo momento em que o Tribunal Regional da 4ª Região absolveu o ex-tesoureiro João Vaccari Neto. O PT reitera que os juízes argumentaram que as delações, sem provas, não são suficientes para a condenação de um acusado. 
 
O partido afirma que esta não é a primeira “demonstração de ódio” de integrantes da Força tarefa, dizendo também que o tratamento dispensado ao PT  “não se compara à benevolência com que esses procuradores tratam outras agremiações partidárias”.

Leia a nota abaixo: 

 
Nota oficial: Força tarefa mantém sua perseguição contra o PT – dentro e fora dos autos
 
A perseguição ao PT, notadamente, não se compara à benevolência com que procuradores tratam outras agremiações partidárias

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'Só MP pode fazer acordos de delação', defende Carlos Santos Lima

Procurador da Lava jato diz que Judiciário não pode substituir função do MP de realizar julgamento de conveniência e acordos 
 
Carlos Fernando dos Santos Lima Foto: Reprodução
Carlos Fernando dos Santos Lima durante uma coletiva para a imprensa Foto: Reprodução 
 
Jornal GGN - O procurador-Regional da República, Carlos Fernando dos Santos Lima, que atua na força-tarefa da Operação Lava Jato defendeu em um artigo publicado neste domingo (25) na Folha de S.Paulo, intitulado "Uma questão de caráter", que somente o Ministério Público deve abrir acusações por crimes graves e fazer acordos de delação premiada, fazendo referência a recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que considerou válida o acordo de delação fechado entre a JBS e a Procuradoria-Geral da República. 
 
O procurador que recentemente ironizou a absolvição da mulher de Cunha, Cláudia Cruz, afirmando que o acontecimento se deu por um “coração generoso” do juiz Sérgio Moro, criticou a necessidade de reanálise sobre a legalidade do acordo fechado entre a empresa e a PGR, considerando que, com a ação dos ministros do STF, se "ofendeu os princípios da boa-fé, da confiança e da segurança jurídica", argumentando que a manutenção dessa estrutura preserva o sistema de freios e contrapesos previsto na Constituição.
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"Coração generoso" de Moro foi o que salvou Cláudia Cruz, diz procurador

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - O procurador da República Carlos Fernando dos Santos Lima, membro da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, disse nesta sexta (26) que a única coisa que pode explicar a decisão de Sergio Moro em relação à Claudia Cruz é o "coração generoso" do juiz.

Na noite de quinta, a decisão de Moro sobre a ação penal em que Claudia era acusada de lavagem de dinheiro e evasão de dividas veio a público: o magistrado absolveu a esposa de Eduardo Cunha por falta de provas e não comprovação de dolo. Ele ainda escreveu, no despacho, que a jornalista foi imprudente por nunca se perguntar de onde vinham os recursos que ela despendia com exagero no exterior, já que o marido era apenas um agente público com remuneração limitada.

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Procurador da Lava Jato defende prisões e assume que delação "não é moral"

 
Jornal GGN - "Talvez devêssemos olhar o exemplo de Bucareste, na Romênia, onde o governo tentou descriminalizar a corrupção sob o falso pretexto de liberar espaços em prisões e diminuir a população carcerária", disse o procurador regional da República e um dos coordenadores da força-tarefa da Operação Lava Jato, Carlos Fernando dos Santos Lima.
 
A resposta foi às manifestações de que as prisões preventivas, coerções e mandados ordenados pelo juiz da Lava Jato em Curitiba, Sergio Moro, são abusivas. Assim como Deltan Dallagnol, Carlos Fernando defende que as penas sejam cumpridas, ainda, logo nas condenações das primeiras instâncias.
 
O investigador citou como exemplo da república ao centro-sudeste da Europa e alguns dos êxitos da Lava Jato de manter as decisões de Moro em segunda instância para justificar a tese de maiores penas e restrições às defesas de investigados. Mas ignorou os dados de que, apenas até novembro do ano passado, o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) corrigiram, pelo menos, 20 erros de Moro.
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Distribuição de erros é mais comum que mostrar o culpado, diz Lenio Streek

Jornal GGN - O advogado e ex-procurador de Justiça do Rio Grande do Sul, Lenio Luiz Streek, publicou na Folha um artigo em que rebate o artigo "Medalha de ouro para o habeas corpus", dos procuradores Carlos Fernando dos Santos Lima e Diogo Castor de Mattos. Lenio traz uma pequena história contada por Simone de Beauvoir, em que quando espalhamos a culpa nunca miramos o ator central, o que cometeu o crime ou erro, mas somente os que se omitiram ou volitaram em torno da ação. Assim é se lhe parece!

Lenio Streek coloca em xeque a modalidade "não foi minha culpa" dos procuradores, que criticam o ministro Toffoli por concederem habeas corpus a Paulo Bernardo baseado no fato de que eles erraram em pedir a prisão preventiva. Toffoli não foi um traidor da Pátria, nem eles são os heróis. Eles são agentes do Ministério Público que resolveram tomar nas próprias mãos a história errática da justiça brasileira. Eles banalizam a prisão preventiva quando falham na fundamentação. Seria hora dos procuradores se questionarem e se criticarem? Ou é medalha de ouro para o abuso?

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Corregedoria do MP vai analisar ação de Lula contra procurador da Lava Jato

 
Jornal GGN - Nesta terça-feira (31), o Conselho Nacional do Ministério Público encaminhou para a Corregedoria do MP ação movida pelos advogados do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva contra o procurador Carlos Fernando dos Santos Lima, da força-tarefa da Operação Lava Jato. A Corregedoria vai analisar se Carlos Lima antecipou juízo de valor e realizou prejulgamento ao conceder entrevistas para meios de comunicação.
 
A defesa do ex-presidente pedia que o procurador se abstivesse de antecipar juízos e também fosse afastado no cargo, caso a investigação sobre Lula voltasse para a força-tarefa da Lava Jato no Paraná - atualmente, o caso está sob avaliação do Supremo Tribunal Federal. Os conselheiros julgaram o pedido improcedente e decidiram remeter o caso para a Corregedoria. 

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