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CCJ

Não tem nada de irregular nas trocas da CCJ, diz Eliseu Padilha


Foto: acervo Ivan Valente

Por Daniel Isaia 

O ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, disse hoje (14) que não houve irregularidades nas trocas realizadas na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados antes da votação que rejeitou a denúncia por corrupção passiva contra o presidente Michel Temer.

Em entrevista à Rádio Gaúcha de Porto Alegre, Padilha disse que a troca de parlamentares foi promovida pelos partidos que fecharam questão contra a aceitação da denúncia.

“Os partidos PMDB, PP, PR, PRB e PSD fecharam questão, ou seja, todos os parlamentares destas legendas eram obrigados a votar conforme a orientação do partido. Como havia alguns com dificuldade de assimilar essa orientação partidária, eles foram substituídos. Colocaram-se outros que tinham posição garantida, porque iriam lá responder conforme a orientação do partido”, explicou.

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Sem votos

Na estratégia de obter quórum e tempo contra Temer, Maia marca votação para o dia 2


Foto: Cleia Viana / Câmara dos Deputados
 
Jornal GGN - Michel Temer obteve uma primeira vitória na Câmara dos Deputados, com a recomendação de arquivamento das acusações de corrupção passiva pela Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania (CCJ), na noite desta quinta-feira (13). Rodrigo Maia (DEM-RJ), entretanto, mostrou que não deve deixar espaços para comemorações ao mandatário.
 
O presidente da Câmara dos Deputados já marcou a data: será no dia 2 de agosto o retorno dos trabalhos legislativos, após o recesso parlamentar, e a sessão para iniciar a votação da denúncia contra Temer. Entretanto, o deputado está articulando para contar com 342 deputados para fechar o quórum. Enquanto isso não ocorre, o tema não será votado.
 
Maia reuniu-se com líderes partidários imediatamente após a rejeição da denúncia pela CCJ, no fim do dia de ontem. O presidente da Câmara já determinou o rito e o calendário da votação. Imediatamente após o resultado de 41 votos a favor do arquivamento contra 24 pelo encaminhamento da denúncia ao Supremo Tribunal Federal (STF), o parlamentar mostrou agilidade.
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Deputados falam em enterrar e esperar brasileiro esquecer denúncia contra Temer

Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

Jornal GGN - Aliados de Michel Temer acreditam que a denúncia por corrupção passiva acabará enterrada por falta de quórum no plenário da Câmara e confiam que, até as próximas eleições, o caso JBS será esquecido pelos brasileiros.

A coluna de Mônica Bergamo informa que, nas contas do governo, há hoje 262 votos para barrar a denúncia contra o presidente no plenário da Câmara. O problema é que ele "não conseguiria colocar no plenário 342 parlamentares, número necessário para iniciar a votação."

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Oposição espera que Temer seja "alvejado por novos tiros" antes da votação na Câmara

Foto: José Cruz/Agência Brasil

Jornal GGN - Após a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara votar contra o relatório que pede que Michel Temer seja invetigado por corrupção passiva, a esperança da oposição ao governo reside na possibilidade de Rodrigo Janot apresentar uma segunda denúncia contra o presidente, o que dê publicidade à delação de Eduardo Cunha.

"Com a votação da denúncia marcada para 2 de agosto, entusiastas da queda do governo esperam que, até lá, Temer seja alvejado por novos tiros, como a delação de Eduardo Cunha ou mesmo uma segunda denúncia de Rodrigo Janot [procurador-geral da República", informa o Painel da Folha desta sexta (14).

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Média: 1 (1 voto)

Por maioria, CCJ vota pelo arquivamento da denúncia contra Temer


Foto: Cleia Viana - Câmara dos Deputados
 
Jornal GGN - Por uma maioria de 40 votos de deputados contra 25, a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara votou pelo arquivamento da denúncia contra Michel Temer. Houve apenas uma abstenção. Um novo relator foi designado, o deputado Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG), para apresentar o voto contrário à investigação de Temer, a partir da denúncia do Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot.
 
Os deputados da Comissão analisaram o relatório do deputado Sergio Zveiter (PMDB-R), que pede a investigação de Michel Temer pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por corrupção passiva. Mas a maioria foi contra investigar o mandatário. É a primeira vitória de Temer sobre a sua denúncia e possível afastamento. Agora, o presidente da República precisará obter a maioria no Plenário da Câmara.
 
Na tarde desta quinta-feira (13), cada um dos parlamentares começou a apresentar seus discursos contra e a favor da denúncia contra o presidente da República. Foram dois deputados de cada posicionamento que se manifestaram. O deputado Carlos Marun (PMDB-MS) defendeu o arquivamento do processo contra o mandatário peemedebista na Câmara, e o deputado Wadih Damous (PT-RJ) defendeu a continuidade da investigação.
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Senado aprova Raquel Dodge para comando da PGR

Foto EBC

Jornal GGN – A sabatina de Raquel Dodge, subprocuradora-geral da República, para que ocupe o lugar de Rodrigo Janot como Procuradora-geral, teve como resultado sua aprovação. Por 74 votos a 1, e uma abstenção, sua indicação feita pelo presidente Michel Temer foi confirmada. A aprovação de Dodge em plenário se deu após ter passado, por unanimidade, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado.

Raquel Dodge assumirá em setembro, no lugar de Rodrigo Janot e carrega consigo o fato de ser a primeira mulher a comandar o Ministério Público Federal. A subprocuradora foi a segunda mais votada na eleição promovida pela ANPR (Associação Nacional dos Procuradores da República) e fazia parte da lista tríplice enviada a Temer.

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Ao vivo: Deputados discutem denúncia de Temer por corrupção passiva

Foto: Agência Brasil

 

Jornal GGN - O relatório do deputado Sergio Zveiter (PMDB) orientando a Câmara a votar a favor da denúncia contra Michel Temer por corrupção passiva está em debate na Comissão de Constituição e Justiça, na manhã desta quarta (12). Temer foi acusado pela Procuradoria Geral da República de ser o destinatário final da mala com R$ 500 mil que a JBS entregou a Rodrigo Rocha Loures.

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Sem votos

Balanço Temer: Faltam 157 deputados para STF julgar o presidente

 
Jornal GGN - Serão necessários 342 votos de deputados na Câmara para a aprovação do processo contra o presidente Michel Temer no Supremo Tribunal Federal (STF). Diante de balanços realizados em diversos jornais, um grupo de artistas defensores do #ForaTemer criou um site com o posicionamento dos parlamentares.
 
O objetivo do "342 Agora", além de ter um balanço isento sobre a resposta de cada deputado, é o de perssionar os parlamentares a votarem "sim" pelo envio da denúncia contra o mandatário à Suprema Corte, deixando ao Judiciário o julgamento se Temer cometeu ou não o crime de corrupção.
 
Descrevendo-se como uma "ação suprapartidária", o site foi divulgado nesta segunda-feira (10), trazendo o placar atual de 185 deputados favoráveis à investigação, 129 contra e 199 indecisos. 
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Mariz expõe prática "horrorosa e seletiva" da Lava Jato ao defender Temer na Câmara

Foto: Reprodução

Jornal GGN - O advogado Antônio Cláudio Mariz disse à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, nesta segunda (10), que os procuradores do Ministério Público Federal esconderam depoimentos que mostram que não existe conexão entre a mala de dinheiro recebida por Rodrigo Rocha Loures da JBS e interferências no Cade. 

"Essas provas seletivas não vieram na denúncia. Se tivessem sido citadas, o relator teria feito menção a elas", disse Mariz, comentando o relatório apresentado pelo deputado Sergio Zveiter (PMDB) à CCJ, defendendo que a Câmara conceda autorização ao Supremo Tribunal Federal para processar Temer.
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Denúncia contra Temer "não é fantasiosa" e precisa ser investigada, defende relator

Foto: Lula Marques/Agência PT

 

Jornal GGN - O deputado federal Sergio Zveiter (PMDB-RJ) apresentou à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), na tarde desta segunda (10), um relatório orientando a Câmara a votar a favor da denúncia da Procuradoria Geral da República contra Miche Temer, permitindo, assim, que o Supremo Tribunal Federal decida se o presidente deve ou não ser processado por causa da delação da JBS.

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"Tropa de cheque" de Temer manobra na CCJ e revolta deputados

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - A sessão da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara que aguarda a leitura do parecer do deputado Sergio Zveiter sobre a denúncia da Procuradoria Geral da República contra Michel Temer, já começou com bate-boca. Isso porque, para garantir que terá os votos necessários à derrubada de um eventual relatório favorável à denúncia, o governo Temer decidiu trocar, à força, parlamentares que participam do colegiado.

Segundo Ivan Valente (PSOL), aliados do Planalto trocaram, nesta segunda (10), pelo menos 12 deputados que não fecharam acordo para salvar o Temer. Um deles, o Delegado Waldir, do PR, deixou a cadeira durante a sessão da CCJ aos berros.

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Ao vivo: Zveiter lê relatório de acusação contra Temer na CCJ

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - O deputado Sergio Zveiter (PMDB), relator da denúncia contra Michel Temer por propina da JBS, deve ler seu parecer na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara na tarde desta segunda (10). 

Segundo Zveiter, o relatório é "predominantemente político", ou seja, analisa não só a denúncia da Procuradoria Geral da República como também o comportamente de Temer desde que foi acusado por corrupção passiva. "O meu relatório de acordo com o que prevê a Constituição e o regimento interno, é predominantemente político, mas com foco muito grande na parte técnica", afirmou.

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Sem votos

Se Temer é derrotado na CCJ, Rodrigo Maia ganha apoio uníssono

De fiel aliado, Rodrigo Maia se incomoda com pressões do governo e pode ser levado aceitar corrente dos que o veem como o sucessor ideal de Temer
 

Foto: EBC
 
Jornal GGN - A opção de Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara dos Deputados, tem sido a de apresentar uma discreta institucionalidade. Mas enquanto avançam os rumores, dentro de um forte segmento da base aliada, de que ele é o perfeito substituto de Michel Temer, os receios do outro lado também aumentam e vozes do presidente vem cobrando de Maia a fidelidade a Temer. A reação não foi das mais bem vistas pelo próprio parlamentar, que até agora se dedicou a ser um dos mais fiéis seguidores do mandatário. 
 
Em uma semana, o discurso mudou. A pressão veio grande por boa parte da base aliada, na Câmara e no Senado, apostando no nome de Rodrigo Maia como o sucessor de Temer, em momentos em que a permanência do presidente se demonstra insustentável. A ideia foi endossada por antes apoiadores do mandatário, diante dos riscos de que uma queda de Temer geraria a morte de toda a estrutura atual de governo com a base no Congresso.
 
Já no setor de dissidentes, a figura mais forte atualmente é a de Renan Calheiros, líder da bancada do PMDB no Senado que pediu a renúncia, e aposta na opção Rodrigo Maia como o sucessor ideial para uma transição até as eleições de 2018. Em entrevista recente, atacou duramente Temer, afirmando que "ninguém aguenta mais o governo". 
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Relatório sobre Temer será apresentado hoje com parecer favorável à investigação

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - O relatório da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) deve dar a conhecer nesta segunda (10), sobre o caso Temer-JBS, deve ser o primeiro balde de água fria em cima do governo, na Câmara. Michel Temer e aliados tinham expectativa de matar a denúncia da Lava Jato na raiz, mas já admitem que o relatório do deputado Sergio Zveiter [foto], do PMDB, vai ser favorável ao julgamento por corrupção passiva e mais.
 
Temer já teria recebido informações de que o relator "não se limitará a um texto técnico, mas fará considerações políticas sobre o caso."
 
A oposição a Temer tem denunciado que o presidente lança mão de cargos e emendas parlamentares para comprar votos a favo de sua manutenção no cargo.
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CCJ aprova PEC que altera escolhas de ministros do STF

Jornal GGN – No Senado, a Comissão de Constituição e Justiça, aprovou ontem proposta de emenda à Constituição (PEC) que altera a regra para escolha de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e define mandato de 10 anos.

No texto, os ministros passam a ser escolhidos pelo presidente da República com base em lista tríplice, como ocorre com o cargo de procurador-geral da República. Este texto aprovado substituirá a PEC 44/2012.

Um colegiado composto pelo presidente do STF, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), do Tribunal Superior do Trabalho (TST), do Superior Tribunal Militar (STM), do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), mais o procurador-geral da República e o defensor público-geral federal, elaborará a lista.

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