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Celso Amorim

Ex-ministro da Defesa repudia ameaça de Trump à Venezuela

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - O ex-ministro da Defesa Celso Amorim repudiou a declaração de Donald Trump sobre não descartar a hipótese de intervir na Venezuela com a "opção militar".

Na sexta (11), o presidente dos Estados Unidos fez um discurso admitindo que poderia apelar para as armas "se for necessário", porque a Venezuela, em sua visão, estaria afundando em uma "bagunça muito perigosa", com "pessoas sofrendo, morrendo" no governo Maduro.

Para Celso Amorim, as nações vizinhas não podem se calar diante do insulto à soberania da Venezuela e risco de provocação de uma guerra civil.

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Para Celso Amorim, Trump acertou ao deixar Parceria Transpacífico

 
Jornal GGN - O diplomata brasileiro Celso Amorim crê que a aparente falta de interesse de Donald Trump na América do Sul poderia servir como oportunidade para os países da região buscarem uma integração. Entretanto, esta possibilidade esbarra na falta de liderança com este tipo de visão nos países sul-americanos.
 
“Na América do Sul lamentavelmente estamos, nessa fase, desprovidos de lideranças. A integração sul-americana não vai cair do céu”, afirmou. 
 
O ex-ministro das Relações Exteriores considerou acertada a decisão de Trump de retirar os EUA da  Parceria Transpacífico (TPP). “Trump acertou, para os Estados Unidos e para nós. Para nós foi uma coisa muito positiva, para grande decepção da elite brasileira que estava ansiosa para fazer acordos desse tipo com os Estados Unidos. A grande mídia brasileira não falava em outra coisa”, disse. 

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O manual da intervenção militar e o golpe no horizonte

O Manual de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), que este GGN trata como "o ovo da serpente da intervenção militar", foi moldado no seio de um governo que reafirmava, sempre que possível, que preferia "as vaias da democracia ao silêncio da ditadura". Não se sabe se Michel Temer tem o mesmo compromisso

Jornal GGN - No governo Dilma Rousseff, o então ministro da Defesa Celso Amorim tentou garantir que o manual que padroniza as condutas de militares em operações do tipo GLO (de Garantia da Lei e Ordem) - como as que ocorrem em favelas do Rio de Janeiro - estivesse de acordo com as leis e não desse margem a interpretações dúbias que pudessem dar superpoderes às Forças Armadas. Amorim revisou o manual, inclusive, com participação da sociedade civil. O problema é que as autoridades da época não enxergaram a possibilidade de um golpe parlamentar no horizonte.

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Xadrez da volta das vivandeiras dos quarteis

Atualizado às 21:45

Há em andamento uma tentativa de jogar as Forças Armadas na tarefa menor da repressão interna.

Entenda.

Peça 1 – a volta das vivandeiras

Tem-se um quadro completo, com os principais personagens para a montagem desse jogo:

Os black blocs

Um grupo de ultraesquerda infiltrado nas manifestações, promovendo quebra-quebra e sendo tratado com um certo paternalismo por setores da esquerda. No seu primarismo político, os black bloc livram a PM do trabalho sujo de simular quebradeiras.

A PM

Uma PM capaz de bater em adolescentes, mas incapaz de reprimir os black blocs, porque são parte integrante da sua estratégia. Quem assistiu o documentário sobre a batalha de Seattle – as manifestações anti-OMC de 1999 – aprendeu bem as manhas da repressão. Infiltravam agentes para comandar quebra-quebra, visando desmoralizar as manifestações e encontrar álibi para a repressão. É prática corriqueira. Dispondo do apoio dos black blocs, o trabalho fica enormemente facilitado.

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Ao vivo: Celso Amorim fala de política externa

Jornal GGN - O ex-ministro das Relações Exteriores e da Defesa, Celso Amorim, promove neste momento a palestra "Em defesa de uma política externa ativa e altiva", com criticas ao atual cenário da política externa atual. O evento é promovido pelo Instituto Lula, a Fundação Perseu Abramo, a Frente Brasil Popular, o Conselho Latino-americano de Ciências Sociais (Clacso), a Fundação Friedrich Ebert e o Grupo de Reflexão do sobre Relações Internacionais (GR-RI).

Acompanhe, ao vivo:

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Amorim expõe a desinformação da diplomacia de Serra

Jornal GGN – Em artigo para a Folha de S. Paulo, o ex-ministro de Relações Exteriores, Celso Amorim, comenta a guinada à direita do Itamaraty de José Serra. O ex-chanceler observou que o ministro interino veio com palavras “incomumente duras, que fazem lembrar os comunicados do tempo da ditadura” contra os governos de países da América Latina. “Um misto de prepotência e de arrogância pode ser lido nas entrelinhas, como se o Brasil fosse diferente e melhor do que nossos irmãos latino-americanos”.

Para Amorim, o que mais preocupa é o ímpeto de se diferenciar dos governos anteriores, “acusados de ação partidária, como se esta só existisse na esquerda do espectro político. Quando o partido é de direita, e as opções seguem a cartilha do neoliberalismo, não haveria partidarismo. Tratar-se-ia de políticas de Estado”.

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Celso Amorim faz palestra sobre política externa e democracia na UFRJ

Do site de Roberto Amaral

 
Como parte de nossa luta contra o golpe,  o Coletivo de intelectuais  cariocas pela democracia promoverá, com o apoio do Laboratório Antígona de Filosofia e Gênero  do curso de Filosofia do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais-UFRJ,  a palestra ‘Politica externa, soberania e democracia’, seguida de debates, com  embaixador Celso Amorim, ex-ministro das Relações Exteriores de Lula e ministro da Defesa de Dilma Rousseff. O evento ocorrerá no próximo dia 12, terça-feira, às 18 hs, no IFICS, Largo de São Francisco (Metrô Uruguaiana)
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Para a CNN, Celso Amorim diz que Dilma não cometeu crime de responsabilidade

Jornal GGN - Em entrevista para Christiane Amanpour, da CNN, o diplomata e ex-ministro da defesa, Celso Amorim, fala sobre a crise política e a o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Ele considera que a defesa da presidente Dilma é muito forte e afirma que ela não cometeu nenhum crime, ressaltando que o Congresso está muito dividido e que a oposição, com o apoio da mídia, também tem muita força.

Para o ex-ministro diz que a crise econômica é umas das causas da crise política. Ainda havia uma certa tolerância das elites, que nunca aceitaram Lula ou Dilma como presidentes, enquanto a economia estava indo bem. Porém, com a crise, isso mudou, e as “pessoas que perderam as eleições estão tentando tirar Dilma por outros meios”.

Amorim também refuta a tese de que a nomeação de Lula para a Casa Civil  teria sido feito para protegê-lo das investigações da Operação Lava Jato, já que ele ainda pode ser processado pelo Supremo Tribunal Fedeal. Ele diz que o objetivo de colocar Lula no ministério é de ajudar na articulação política, explicando que o sistema político brasileiro é muito complicado, “com vários partidos que só existem para fazer acordos”. Veja a entrevista abaixo:

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O Centro Carter e a democracia, por Celso Amorim

Da Folha

 
Celso Amorim
 
Entre janeiro de 2003 e agosto de 2004, o Brasil esteve profundamente envolvido com a evolução da crise na Venezuela, originada com o golpe abortado contra o presidente Hugo Chávez, em 2002.

Já no período de transição, em meio a greves e locautes, que alimentavam os confrontos de rua, os dois presidentes, Fernando Henrique e Lula, mantiveram estreita coordenação com o objetivo de evitar uma conflagração de grandes proporções naquele país vizinho.

Lula enviou a Caracas aquele que viria a ser assessor para assuntos internacionais, Marco Aurélio Garcia, com quem eu, já indicado para as Relações Exteriores, mantinha contato desde Londres. Nas primeiras semanas de governo, o Brasil tomou a iniciativa de propor a criação de um "grupo de amigos" que deveria ajudar o então secretário-geral da OEA, César Gaviria, na difícil tarefa de encontrar uma solução pacífica, democrática e pela via eleitoral para a crise venezuelana.

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Para Celso Amorim, Brics podem oferecer alternativas ao sistema financeiro

Enviado por alfeu

Da Deutsche Welle

"Brics deixam o mundo menos dependente de uma única fonte de poder"

Francis França

Em entrevista à DW Brasil, ex-ministro Celso Amorim diz que Brics podem oferecer alternativas ao sistema financeiro mundial, diante da falta de vontade dos países do G7 para reformar os organismos internacionais.

Os líderes dos Brics – grupo composto por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul – se reúnem pela sétima vez este ano para discutir como tornar o fórum informal de países emergentes em um instrumento eficaz de desenvolvimento. Um passo decisivo já foi dado: todos os países ratificaram a criação do Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), mais conhecido como banco dos Brics, que deve começara a operar no início de 2016.

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Celso Amorim lança livro sobre os desafios enfrentados na política externa

Antônio Araújo/Câmara dos DeputadosO ex-ministro Celso Amorim

O ex-ministro Celso Amorim

da Carta Capital

Celso Amorim lança livro de memórias e promove palestras em SP

Ex-ministro da defesa fará palestra e participará de noite de autógrafos na cidade no próximo dia 24
 
É por meio de um minucioso relato pessoal que o ex-ministro das Relações Exteriores Celso Amorim narra suas experiências e as crises diplomáticas enfrentadas pelo governo brasileiro durante sua permanência no cargo no livro Teerã, Ramala e DohaA obra trata ainda das negociações articuladas pelo Brasil e Turquia sobre o programa nuclear do Irã, das missões do governo Lula a favor da paz no Oriente Médio, das negociações da Rodada de Doha, e de outros grandes desafios da política externa que protagonizou.

Na próxima terça-feira 24, o diplomata dará uma palestra na FAAP (Fundação Armando Álvares Penteado), às 17 horas, e depois, às 19h30, promoverá o lançamento da obra em São Paulo, na livraria Saraiva do Shopping Pátio Higienópolis. No dia seguinte, ministra uma aula magna na Universidade Federal do ABC, em São Bernardo do Campo, às 19 horas.

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“Brasil não pode desperdiçar seu 'soft power'”, diz Celso Amorim

BBC Brasil

Celso Amorim ressalta importância de continuidade de políticas para não perder avanços conquistados

Sugestão de Alfeu

da BBC Brasil

“Brasil não pode desperdiçar seu 'soft power'”, diz Celso Amorim

Júlia Dias Carneiro
Da BBC Brasil no Rio de Janeiro

O ex-ministro da Defesa e das Relações Exteriores Celso Amorim diz que a dimensão do Brasil no exterior não pode ser separada do crescimento interno e que a confiança conquistada pelo país no cenário global é um trunfo que não pode ser desperdiçado.

De volta ao Rio de Janeiro e à vida fora do governo após um longo período em Brasília, Amorim prefere não comentar as políticas da presidente Dilma Rousseff – que vem sendo criticada por uma retração na política externa e pela falta de recursos no Itamaraty.

O ex-ministro, no entanto, reafirma que uma "boa diplomacia" é essencial para uma "boa política externa" e ressalta a importância da continuidade para não perder avanços conquistados na área das relações internacionais.

Amorim lança nesta quarta-feira seu novo livro, Teerã, Ramalá e Doha – Memórias da Política Externa Ativa e Altiva (Editora Benvirá), em que esmiúça três processos de negociação ao longo de seu período como chanceler durante o governo Lula (2003-2010).

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Celso Amorim diz que imprensa nacional tem obsessão por denegrir a imagem do Brasil

 
Jornal GGN - Ex-ministro da Defesa Celso Amorim lança, nos próximos dias, um livro de memória sobre sua passagem pela chancelaria brasileira, obra intitulada "Teerã, Ramalá e Doha - Memórias da política externa ativa e altiva".
 
Em entrevista ao El País, Amorim contou que no livro faz críticas ao rompimento de suas políticas após a sucessão de Lula por Dilma Rousseff (PT), mas também disparou contra a imprensa tupiniquim.
 
Para o ex-chanceler, a imprensa local fez uma cobertura ruim do caso exposto em seu livro, a respeito da tentativa do Brasil e da Turquia de mediar a negociação do programa nuclear irariano, em 2010, que não frutificou.
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Celso Amorim: independência da diplomacia brasileira ajudou a "pensar o impensável"

Obama fez por merecer o Nobel da Paz

Por Celso Amorim

Na CartaCapital

O que as negociações entre os países membros do Conselho de Segurança mais a Alemanha e o Irã; o clamor dos parlamentos europeus pelo reconhecimento do Estado da Palestina; e o restabelecimento dos contatos diplomáticos formais entre os Estados Unidos e Cuba têm em comum? Resposta: todas essas ações vão no mesmo sentido de iniciativas diplomáticas dos governos Lula e Dilma, duramente criticadas pela mídia brasileira. Desnecessário recordar a ira com que foi recebida a Declaração de Teerã, erradamente vista como um gesto de complacência com o regime dos aiatolás e de contestação a Washington. O reconhecimento do Estado Palestino, em um momento em que as negociações de paz estavam paralisadas em decorrência da decisão israelense de permitir novas construções em Jerusalém Oriental, foi vista por muitos como evidência de atitude hostil a Israel. Críticas semelhantes foram levantadas em relação às medidas de aproximação com Cuba, especialmente ao financiamento à construção do porto de Mariel. Poucos perceberam, até muito recentemente, que, além de colocar as empresas brasileiras em posição vantajosa, no momento em que a economia cubana se abrisse de verdade para o mundo, ajudar Havana a ter um porto de grande dimensão era também um incentivo à maior integração da Ilha no comércio internacional.

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Amorim diz à CNV que Forças Armadas não negam violações de direitos humanos

O ministro da Defesa, Celso Amorim, durante coletiva sobre o esquema e estrutura de segurança para a Copa do Mundo (José Cruz/Agência Brasil)

O  ministro  da  Defesa  buscou  respostas das  Forças Armadas  a  questionamentos  feitos  pela  Comissão Nacional  da  Verdade          José  Cruz/Agência  Brasil

O ministro da Defesa, Celso Amorim, recolheu manifestações dos comandos militares sobre os resultados das sindicâncias feitas pela Comissão Nacional da Verdade (CNV) e afirmou que, como parte integrante do Estado brasileiro, o ministério reconhece as violações de direitos humanos ocorridas de 1946 a 1988. No entanto, na transcrição das respostas, os comandos das Forças Armadas evitam admitir as responsabilidades de cada uma delas nessas violações.

Provocado por Amorim a se manifestar, considerando que o Estado brasileiro, em seu ordenamento jurídico, já admitiu sua responsabilidade na morte e desaparecimento de pessoas durante o período da ditadura, o Exército respondeu:  “este comando entende que não lhe é pertinente manifestar-se a respeito dos atos formais e de outras decisões tomadas pelo Estado brasileiro ou, ainda, opinar sobre situações já definidas pelo ordenamento jurídico vigente.”

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