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Chico Alencar

"Tropa de cheque" de Temer manobra na CCJ e revolta deputados

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - A sessão da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara que aguarda a leitura do parecer do deputado Sergio Zveiter sobre a denúncia da Procuradoria Geral da República contra Michel Temer, já começou com bate-boca. Isso porque, para garantir que terá os votos necessários à derrubada de um eventual relatório favorável à denúncia, o governo Temer decidiu trocar, à força, parlamentares que participam do colegiado.

Segundo Ivan Valente (PSOL), aliados do Planalto trocaram, nesta segunda (10), pelo menos 12 deputados que não fecharam acordo para salvar o Temer. Um deles, o Delegado Waldir, do PR, deixou a cadeira durante a sessão da CCJ aos berros.

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Chico Alencar diz que teve falas tiradas de contexto em jantar com cúpula

 
Jornal GGN - Após ser questionado por supostamente ter "beijado a mão do senador Aécio Neves (PSDB-MG) ao diferenciá-lo de políticos envolvidos na Operação Lava Jato", conforme assim divulgou reportagem da Folha de S. Paulo, o deputado Chico Alencar (PSOL-RJ) disse que as informações foram "retiradas de contexto" e que a nota do jornal foi "maldosa".
 
"Nesta confraternização, eu era um dos poucos deputados de oposição. Como é de costume meu, usei da brincadeira para descontrair clima às vezes desconfortável. As piadas foram retiradas de contexto, obviamente, para tentar confundir alhos com bugalhos", disse o parlamentar.
 
Segundo a reportagem da Folha, no jantar em comemoração aos 50 anos de carreira do jornalista Ricardo Noblat, Chico Alencar teria diferenciado Aécio Neves, enquanto o senador posicionava-se contra a criminalização do caixa dois, de outros peemedebistas: "Você tudo bem, mas Renan [Calheiros (PMDB-AL)] e [Romero] Jucá (PMDB-RR), não", disse o deputado, que teria beijado a mão do senador tucano.
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Delegado omite à Câmara origem da verba que pagou mordomias no Paraná, por Marcelo Auler

Por Marcelo Auler

Ao responder um Requerimento Parlamentar de Informações (N° 1540/2016) do deputado Chico Alencar (PSOL-RJ), o diretor-geral do Departamento de Polícia Federal (DPF), Leandro Daiello Coimbra, omitiu a principal informação pedida pelo parlamentar: de onde saiu o dinheiro que pagou as mordomias implantadas no prédio que a Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) divide com o Grupo de Investigação Sensível (GISE) da sua Superintendência no Paraná. Daiello Coimbra estará encobrindo alguma irregularidade ou alguém?

Como este blog mostrou em várias reportagens – inclusive algumas que foram alvo de censura – a reforma no prédio do centro de Curitiba, na época em que a DRE/GISE eram, oficialmente e na prática, comandadas pelo delegado Mauricio Moscardi Grillo, implantou verdadeiras mordomias, estranhas a um prédio público.  Na resposta que enviou à Câmara, Daiello não explicou de onde saiu o dinheiro, limitando-se a dizer que:

"Quando as gastos realizados pela Superintendência Regional da Polícia Federal no Paraná, informo que as unidades da PF recebem constante manutenção em suas instalações, as quais são realizadas com recursos próprios da instituição, seguindo as normas aplicáveis ao uso do recurso público”.

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Chico Alencar questiona Cardozo sobre reformas na PF de Curitiba, por Marcelo Auler

Após a reforma o prédio do GISE passou a contar com churrasqueira, ilha gourmet, bar, sofás e carpetes felpudos, na área onde antes funcionavam a cozinha e o refeitório

Do blog de Marcelo Auler

Chico Alencar a Cardozo: “quem pagou mordomias da PF-PR?”

Marcelo Auler

Através de um Requerimento de Informações (RI) a ser encaminhado pela Mesa Diretora da Câmara ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, o deputado Chico Alencar (PSOL-RJ) tentará descobrir aquilo que o Departamento de Polícia Federal (DPF) silenciou quando questionado pelo blog: quem autorizou e quem pagou a reforma no prédio do centro de Curitiba onde funcionam o Grupo de Investigação Sensível (GISE) e a Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), ambos os órgãos subordinados as da Superintendência Regional do DPF no Paraná (SR/DPF/PR)?

Alencar respaldou-se nas informações aqui noticiadas na quinta-feira, dia 11/02, na matéria Polícia Federal, sem verba para a luz, mas com mordomias. Nela mostramos que com essa reforma criaram em um prédio público, com verba de origem desconhecida, uma “área social” com churrasqueira, um bar e uma chamada ilha gourmet.

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Aliado de Cunha, Solidariedade quer cassar líder do PSOL

"Solidariedade está fazendo a disputa política baixa, retaliação, por causa do amigo Cunha", diz Chico Alencar
 
 
Jornal GGN - Em contra-ataque ao processo de cassação do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), enviado pelo PSOL e pela Rede Sustentabilidade, o Solidariedade - partido que se manteve em apoio ao deputado investigado, depois de a oposição anunciar o rompimento - pediu agora a cassação do líder do PSOL, o deputado Chico Alencar (RJ).
 
"Ele [Solidariedade] está fazendo a disputa política baixa, retaliação e tentativa de intimidação por causa do aliado e amigo dele — não sei se de negócios — Eduardo Cunha. Não vai conseguir", manifestou Chico Alencar.
 
Em resposta, o deputado disse que há na representação do Solidariedade "25 mentiras, falsidades, afirmações enganosas e impropriedades". O argumento do partido de oposição é o suposto uso de notas frias para comprovar gastos de sua cota parlamentar e suposta irregularidade em doações à sua campanha eleitoral. 
 
O líder do PSOL disse que irá apresentar ao Conselho o arquivamento da investigação pelo Ministério Público e mostrar correção dos repasses de sete servidores do seu gabinete, que segundo Alencar, fizeram doações voluntárias dentro dos limites permitidos pela Justiça Eleitoral, e das quais ele tem orgulho.
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"Paulinho mandado" quer tumultuar Conselho de Ética, diz Chico Alencar

Jornal GGN - O deputado Paulinho da Força (SD) entrou no Conselho de Ética da Câmara com uma representação contra Chico Alencar (PSOL), pedindo apuração sobre a contratação de uma empresa de propaganda contratada pelo socialista e sobre R$ 65 mil em doações eleitorais feitas por funcionários de seu gabinete.

A investida contra Alencar é esperada desde que o deputado fluminense incitou outros parlamentares a levarem ao Conselho de Ética um pedido que pode culminar na cassação do mandato do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB), em função das denúncias da Procuradoria Geral da República sobre contas na Suíça e participação do peemedebista na Lava Jato.

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"Mínimo respeito pela democracia impõe afastamento de Cunha", diz Chico Alencar

Jornal GGN - "Aos que esperavam 'provas cabais', como a assinatura do parlamentar em operações bancárias no exterior, e outros documentos probatórios de seu envolvimento direto com transações ilícitas, ei-los: inquestionáveis, contundentes, definitivos!", disse o líder do PSOL na Câmara, Chico Alencar, em nota oficial, referindo-se às contas secretas de Eduardo Cunha na Suíça.

O PSOL foi o responsável por encaminhar, ao lado da Rede Sustentabilidade, o pedido de cassação do presidente da Câmara ao Conselho de Ética. Ao todo foram 46 parlamentares que assinaram o requerimento oficial, incluindo Jarbas Vasconcelhos, do partido de Cunha, quatro membros de partidos da oposição, e mais da metade da bancada do PT, que somaram 32 deputados.

No requerimento, além da denúncia que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF), de que Cunha teria recebido, no mínimo, R$ 5 milhões do esquema de corrupção da Petrobras, os deputados também apontaram as "declarações falsas" prestadas pelo parlamentar. Em março deste ano, o presidente da Câmara foi questionado na CPI da Petrobras, e afirmou que não tem "qualquer tipo de conta em qualquer lugar que não seja a conta que está declarada no meu Imposto de Renda". O requerimento lembra, contudo, que o Ministério da Suíça revelou a existência de contas de Cunha e de seus familiares no exterior.

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Cunha estuda atrasar impeachment para se manter na Câmara
Contas suíças de Cunha são comprovadas por autoridades

Com as novas comprovações de que as contas são de Eduardo Cunha, Chico Alencar afirmou que o seu partido considera que "não há mais sequer o 'benefício da dúvida' brandido por alguns em favor do deputado Eduardo Cunha". A manifestação foi apresentada pelo líder do PSDB na Câmara. "O mínimo respeito pela democracia representativa, duramente conquistada, impõe o seu afastamento imediato da presidência da Câmara", completou Chico Alencar.

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Parlamentares pedem que Cunha seja investigado na Corregedoria

Líder do PSOL e outros deputados defendem que Cunha seja investigado para possível afastamento do presidente da Casa por quebra de decoro parlamentar e indícios de corrupção
 
 
Jornal GGN - Um grupo de parlamentares protocola, na tarde de hoje (07), uma representação contra o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), na Corregedoria da Casa, sobre as denúncias contra Cunha na Operação Lava Jato e as recentes informações enviadas pelo Ministério Público da Suíça ao MPF brasileiro.
 
A transferência da investigação do órgão suíço ao Brasil levantam que Eduardo Cunha é titular, junto com familiares, de contas bancárias no país, não declaradas à Receita Federal, sequer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), considerando a sua eleição para o atual mandato.
 
A representação escrita por deputados guiados por Chico Alencar, líder do PSOL na Câmara, usa como base o artigo 4º do inciso V do Código de Ética da Câmara dos Deputados, indicando que Cunha quebrou o decoro parlamentar "com a nítida intenção de omitir informação relevante para os trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras". 
 
Para o grupo de parlamentares, ainda que o deputado tenha ido voluntariamente prestar esclarecimentos à CPI, em março deste ano, suas alegações foram contestadas com as novas informações trazidas pelo Ministério Público Suíço. 
 
Além disso, a representação lembra, ainda, do artigo 18 do Código de Ética da Casa, que impõe declarações obrigatórias nesse tipo de situação. A representação pede que as denúncias sejam investigadas pela Corregedoria, assim como uma análise de conduta do deputado Eduardo Cunha em face do Código de Ética e Decoro Parlamentar.
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PSOL critica tentativa de blindagem de Cunha na Lava Jato

 
Jornal GGN - O PSOL criticou o "corporativismo" e a "blindagem de parlamentares" que estão sendo investigados na Operação Lava Jato. Em nota oficial, o líder do partido na Câmara dos Deputados, Chico Alencar (RJ), comentou a tentativa do presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), de barrar a validade das provas coletadas contra ele na Câmara.
 
Cunha solicitou à Advocacia-Geral da União (AGU) uma ação junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) para não considerar os fatos e as informações investigados no setor de informática da Casa, que podem trazer indícios do envolvimento do deputado no esquema de corrupção da Petrobras.
 
O presidente da Câmara teria insistido na tentativa junto à AGU, por meio de dois ofícios enviados ao advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, e por meio de um telefonema, na última sexta-feira (07). Segundo o próprio advogado-geral, Cunha pediu "agilidade" na entrada dessa ação. O deputado, por sua vez, negou ter pressionado a AGU.
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Sensatez e diálogo, por Chico Alencar

Por Chico Alencar*


 

O PL 4330 não regulamenta a real terceirização do trabalho que há no Brasil, mas, sim, precariza relações e abre portas para se ampliar de 25% para 75% as estatísticas do trabalho terceirizado no país. Por isso, o adiamento e a discussão do projeto de lei revela sabedoria legislativa.

Não é aceitável que o presidente Eduardo Cunha afirme – pressionando o próprio Plenário – que, no caso da vitória da proposta de adiamento, ele recolocaria o projeto em pauta imediatamente. O que viria depois? Um novo pedido de adiamento seria feito, numa espécie de guerra insana que violaria a soberania do Plenário. Há que se ter sensatez e capacidade de diálogo!

É preciso lembrar sempre: o Parlamento é o espaço do conflito civilizado; da divergência, sim; do dissenso — isto é absolutamente fundamental —, mas no patamar racional.

O que estava se propondo com o adiamento da votação dos destaques do texto-base do projeto? Discutir, debater e aprofundar a compreensão de como esta proposição vai afetar a vida de todos os trabalhadores brasileiros.

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O espetáculo do 'desagravo' a Eduardo Cunha, por Chico Alencar

O espetáculo do 'desagravo' a Eduardo Cunha, por Chico Alencar

A sucessão de louvores começou com o PSDB e desfila por todos os partidos, à nossa exceção. Antes mesmo do início da fala de Eduardo Cunha na CPI da Petrobras, alertei ali que não poderia acontecer uma sessão laudatória, de mera manifestação de apoio ao presidente sob investigação. Não é essa a função de uma Comissão Parlamentar de Inquérito!

Também disse que seria um depoimento necessariamente parcial, isto é, de uma só parte, de uma única visão.

A exemplo do que vai acontecer com Sérgio Gabrielli, ex-presidente da Petrobras – que será de fato inquirido, depois do depoimento revelador de Barusco – deveriam ter sido ouvidos antes na CPI aqueles citados na petição de inquérito da Procuradoria Geral da República contra ele: Fernando Baiano, figura central (com quem Cunha reconhece ter tido "relações por ser ele representante de uma empresa espanhola com negócios com Eike Batista"!); Alberto Youssef, o empresário Julio Camargo; o policial Jayme Oliveira; Rafael Angulo (contabilista do doleiro); Francisco Reis; Jorge Picciani.

Também a ex-deputada Solange Almeida teria o que dizer.

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Com ou sem vitória de Cunha, eleição na Câmara trará prejuízo ao Planalto

Jornal GGN - Independente do resultado da eleição do próximo domingo (1/2), para a presidência da Câmara, a leitura nos corredores da política é que o Palácio do Planalto sai perdendo em qualquer cenário. Em menor grau, se o candidato do PT, Arlindo Chinaglia, vencer a disputa contra os adversários Julio Delgado (PSB), Chico Alencar (PSOL) e Eduardo Cunha (PMDB) - este último, dono do favoritismo. Mesmo com sucesso do petista, Dilma levaria para casa um PMDB enfurecido pela derrota e disposto a se deixar liderar, mais uma vez, pelo deputado fluminense que mais causou dor de cabeça durante o primeiro mandato da presidente.

Mas o prejuízo com a vitória de Eduardo Cunha, o principal desafeto do Planalto, seria maior. Afinal, ser presidente da Câmara é dispor de um cargo que só perde em relevância para a presidência e vice-presidência da República. Cunha, além de estar na linha sucessória de Dilma, teria poder para arquivar ou dar prosseguimento a pedidos de impeachment contra a presidente. E ditaria a velocidade com que projetos de lei que interessam ao Planalto seriam tocados na Câmara. 

O conflito declarado e preocupação do governo com Cunha são tão grandes que nesta sexta-feira (30), durante entrevista a uma rádio, Chinaglia afirmou que se não estiver no segundo turno da eleição para presidente da Câmara contra o peemedebista, dará seu voto pessoal em Julio Delgado, oficialmente o candidato de oposição ao PT, com apoio do PSDB. "Não há acordo de apoio [entre PT e PSB], nem pedi reciprocidade, mas eu também sou eleitor", explicou Chinaglia. Segundo ele, mesmo que o PMDB seja da base aliada, é impossível votar em Cunha após a campanha agressiva que ele encabeçou nas últimas semanas.

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Disputa pela presidência da Câmara ganha 4º candidato: Chico Alencar, do Psol

Psol lança Chico Alencar à presidência da Câmara

Da Agência Câmara

O Psol lançou nesta sexta-feira (23) o deputado Chico Alencar (RJ) como candidato à presidência da Câmara. Com isso, já são quatro os candidatos ao cargo, que incluem ainda Eduardo Cunha (PMDB-RJ), Arlindo Chinaglia (PT-SP) e Júlio Delgado (PSB-MG).

Segundo nota divulgada pelo Psol, a candidatura de Alencar “representa uma reação ao discurso de negação da política e à necessidade de que o Legislativo – constituído, predominantemente, por despachantes do grande capital que vertebra o sistema político – se abra aos clamores da população.”

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A guerra em torno da manobra fiscal e a ideia de superávit, por Chico Alencar

Jornal GGN - Após 19 horas de trabalho, o Congresso aprovou o PLN 36/14, que altera a LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) deste ano com o intuito de reajustar o cálculo do superávit primário. O governo Dilma Rousseff (PT) sofreu forte desgaste para conseguir fazer a matéria avançar, e na próxima terça-feira (9) ainda ocorre a análise de uma emenda.

Em sua página pessoal no Facebook, o deputado federal Chico Alencar (PSOL-RJ) publicou um texto criticando a forma como o debate se deu no Congresso. Primeiro, com protestos e o impedimento da entrada de público na Casa. Segundo, sob a pressão do Planalto, que condiciou a liberação de R$ 10 bilhões (incluindo emendas parlamentares) à aprovação do PLN 36.

Mas o ponto central no publicado por Chico Alencar é outro. Grosso modo, defendeu o socialista, os políticos e a sociedade - mal informada pela mídia - deixaram de lado um debate importante sobre o conceito de superávit e sua obrigatoriedade em países emergentes ou subdesenvolvidos, além de sua relação com os gastos públicos, principalmente de caráter social.

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Mensalão é “ponta do iceberg” de um problema maior, diz Chico Alencar

Da CartaCapital
 
 
O deputado federal do PSOL diz ficar triste com detenções de ex-colegas, mas vê escândalo como a "ponta do iceberg" de um problema maior
 
por Piero Locatelli — publicado 19/11/2013 12:40, última modificação 19/11/2013 17:53
 
Em 2005, então deputado federal pelo PT do Rio, Chico Alencar chorou no plenário da Câmara ao ouvir o marqueteiro Duda Mendonça confessar publicamente o recebimento de dinheiro vindo do PT por meio de paraísos fiscais. A imagem se tornou emblemática no caso do chamado "mensalão". Oito anos depois, filiado ao PSOL, o deputado diz que a imagem da prisão dos dirigentes do PT ainda gera tristeza, apesar de não acreditar que tenha sido um julgamento político ou uma armação.
 
“Me dá uma tristeza muito grande ao ver pessoas que têm um passado de luta, de resistência contra a ditadura, de sonho socialista e utopia na política estarem nessa altura da vida atrás das grandes. Não por subversão, mas por adaptação a um sistema. Mas é evidente que eu fico pensando que tanta gente já tinha que estar lá antes dos Josés. Gente da política, que está aí serelepe, solta.”

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