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China

Trump impede que chineses adquiram empresa de semicondutores nos EUA

Foto AP

Jornal GGN – Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, bloqueou as tratativas de uma estatal chinesa na aquisição de uma fábrica americana de semicondutores. Ele afirmou que isso representava uma ameaça para a segurança nacional do país.

O Departamento do Tesouro, em um comunicado, considerou que a aquisição da Lattice Semiconductor Corporation, empresa de capital aberto do Oregon, do Fundo Canyon Bridge, de propriedade chinesa, poderia colocar em perigo a produção de produtos que são sensíveis ao governo dos EUA.

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Temer apresentará 57 privatizações para atrair investidores chineses


Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasi

Da Agência Brasil

Por Yara Aquino 

O presidente Michel Temer embarca amanhã (29) para a China onde fará uma visita de Estado e participa da reunião de cúpula do Brics, grupo formado por Brasil, Rússia, China, Índia e África do Sul. No país, Temer vai apresentar o conjunto de 57 projetos que serão concedidos à iniciativa privada em busca de atrair investidores chineses.

O presidente também buscará ampliar o comércio com a China, que é atualmente o maior parceiro comercial do Brasil. Temer viaja acompanhado por ministros, governadores e cerca de 10 parlamentares.

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China tem como meta tirar 43 milhões da pobreza até 2020

Fotografia: Tian Dafang

Por Ana Cristina Campos

Da Agência Brasil

A China pretende erradicar a pobreza até 2020. De acordo com a Fundação para Alívio da Pobreza, vinculada ao Ministério de Assuntos Civis chinês, existem 43,35 milhões de pobres no país. Em 1978, início da política de reforma e abertura econômicas, eram 250 milhões nessa situação.

Na segunda potência econômica mundial, a pobreza está concentrada nas áreas rurais, em regiões montanhosas e remotas, com minorias étnicas ou atingidas por desastres naturais, como inundações e terremotos, em 22 províncias do Centro e do Oeste do país. A população rural chinesa corresponde a 44% dos mais de 1,3 bilhão de habitantes.

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A síndrome do “great again”, por Daniel Afonso da Silva

A síndrome do “great again”

por Daniel Afonso da Silva

Quando o presidente Barack Obama fixou uma redline para a Síria em agosto de 2012, sua aposta residia em certa convicção do lugar dos Estados Unidos no ordenamento da desordem internacional. O mandatário mais importante do planeta acreditava que o decênio de guerras, iniciado com os ataques de 11 de setembro de 2001, tinha realmente acabado com o assassinato de Osama Bin Laden em maio de 2011 e que a crise financeira mundial de 2008 vivia seus dias finais.

Mas os fantasmas das intervenções no Iraque e no Afeganistão ainda rondavam a Casa Branca. As ignomínias praticadas em Guantanamo em nome da luta contra o terror ainda enfraqueciam a legitimidade da democracia liberal norte-americana. As instabilidades políticas no mundo árabe-muçulmano seguiam efervescentes. E o desemprego estrutural crescia em toda parte.

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Em Pequim, Parente assina memorando para parceria estratégica com chinesa CNPC

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Foto: Tania Rego/Agência Brasil
 
Jornal GGN - Em nota divulgada à imprensa, a Petrobras anunciou a assiantura de um memorando de entendimento para começar a tratar de uma parceria estratégica. Pedro Parente, presidente da estatal, assinou o documento junto com Wang Dongjin, vice-presidente da CNPC e presidente da PetroChina, em Pequim. 
 
Desde 2013, Petrobras e a CNPC são parceiras na área de Libra, no pré-sal da Bacia de Santos,considerada pelo governo a área em exploração mais promissora do país. 
 
De acordo com a petrolífera, a partir do memorando, as empresas se comprometem a avaliar, em conjunto, oportunidades no Brasil e no exterior em áreas de interesse mútuo.

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A cruzada dos norte-coreanos para fugir do país

Documentário produzido por televisão portuguesa mostra a dificuldade dos refugiados para chegar até Coreia do Sul 

Jornal GGN - Um documentário produzido pelo canal português Sic Notícias mostra a dificuldade que os cidadãos norte-coreanos enfrentam para fugir do país que, desde os anos 1950, está sob a ditadura do Partido dos Trabalhadores da Coreia, hoje liderada por Kim Jong-un, filho de Kim Jong-Il e neto de Kim Il-sung, fundadores do único partido permitido naquela nação. 

Grande maioria dos refugiados são mulheres que são enganadas pelas atravessadores com a promessa de saírem em liberdade da Coreia do Norte pelas rotas ilegais mas que acabam sendo vendidas como trabalhadoras forçadas para prostíbulos na China. A reportagem acompanha também o trabalho de um grupo de religiosos da Coreia do Sul que, com a ajuda de fieis, junta dinheiro para conseguir realizar a travessia de refugiados do país inimigo, fazendo uma rota obrigatória por dentro da China, país parceiro da ditadura do Norte que proíbe a prática. Todos os anos os chineses detém milhares de norte-coreanos que são reenviados ao país de origem onde são condenados por tentarem fugir com penas que vão de trabalhos forçados a execução. 

"Os chineses não têm misericórdia, dão penas muito pesadas", conta Kin Gin, um coreano do norte que trabalha na travessia de refugiados da China para a Coreia do Sul. Ele chegou a ficar três anos detido no campo de concentração mais rígido do seu país de origem por ter sido pego na China. Assim que voltou em liberdade, fugiu novamente. 

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A Nova Rota da Seda e o Brasil, por Adriana Erthal Abdenur e Robert Muggah

 

Sugestão de andre r st

do Le Monde Dilplomatique Brasil

EXPANSÃO COMERCIAL CHINESA

A Nova Rota da Seda e o Brasil

A China já é o principal parceiro comercial do Brasil. O Obor, embora tenha origem no país asiático, ultrapassa os limites do continente. No mínimo, é fundamental que atores brasileiros acompanhem de perto os debates e as iniciativas associadas

por Adriana Erthal Abdenur e Robert Muggah

A China já começou a refazer a globalização à sua imagem. O presidente Xi Jinping anunciou que o seu governo irá investir US$ 124 bilhões (o equivalente a R$ 418 bilhões) em uma nova iniciativa para interligar a China e o resto da Ásia a partes da Europa e da África através de infraestrutura física e digital. A iniciativa Cinturão e Rota (em inglês, One Belt One Road, ou Obor) teria como inspiração a histórica Rota da Seda, que interligava Oriente e Ocidente e contribuiu para o desenvolvimento de civilizações complexas em diversas partes da Eurásia. Apesar da alusão histórica, o Obor é um projeto moderno, idealizado em um mundo já interconectado, e é impulsionado por uma economia emergente que não esconde mais sua ambição de tornar-se uma potência global. Longe de ser uma simples plataforma de cooperação econômica transregional, é um ambicioso projeto geopolítico; caso venha a ser colocado em prática, terá efeito cascata em todo o mundo.

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Ataque à Síria é um recado para a Coreia do Norte, diz EUA

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Foto: US Navy
 
Jornal GGN - Neste domingo (9), o secretário de Estado dos Estados Unidos, Rex Tillerson, afirmou que o bombardeio do país contra uma base aérea na Síria, ocorrido na semana passada, é um recado para a Coreia do Norte e também outros países que sejam considerados uma ameaça internacional.
 
No final de semana, o governo do presidente Donald Trump enviou cinco navios militares para as águas territoriais da Península Coreana, incluindo um porta-aviões nuclear. “Esse é um Estado deliquente que agora tem um regime com capacidade nuclear”, justificou o chefe do Conselho Nacional de Segurança da Casa Branca, H.R. McMaster. 

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Entre muros, por Manoel Dias

Foto - National Geographic

Entre muros

por Manoel Dias

O modelo tradicional político inaugurado com a Revolução Francesa está em crise na democracia global e nos sistemas de representação política. O fracasso capitalista de um mundo de exclusão, guerra, e ganância aguçada gerou, em pleno século XXI, uma das piores crises humanitárias com os refugiados e de acúmulo de riquezas em nossa história, aprofundando ainda mais o abismo social do mundo globalizado.

A inesperada eleição de Donald Trump para a presidência dos Estados Unidos traz apreensão e perplexidade. Dias sombrios para o mundo, onde os vínculos civilizatórios agregados em conexões, união, relações, elos, são substituídos por muros, litígios, descortesias e inseguranças.

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Governo fará videoconferência com chineses por causa do escândalo da carne

Jornal GGN - O ministro Blairo Maggi tentará prestar esclarecimentos sobre o escândalo criado pela operação Carne Fraca a autoridades chinesas, na noite desta segunda (20), com o intuito de destravar a entrada de produtos nacionais naquele que é o país que mais importa carne bovina do Brasil.

Segundo informações do MAPA (Ministério da Adricultura, Pecuária e Abastecimento), Maggi fará uma videoconferência, após a China notificar o governo brasileiro sobre a retenção de produtos nos estoques até que a situação seja esclarecida.

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2035, por Daniel Afonso da Silva

2035

por Daniel Afonso da Silva

Global Trends: paradox of progress foi o legado formal do presidente Obama ao seu sucessor em orientação de política externa e percepção prospectiva do meio internacional.[1] Confeccionado pelo conjunto de serviços de segurança e inteligência norte-americanos e publicado pelo National Intelligence Council, esse ensaio de futurologia apresenta linhas-mestras das tendências mundiais dos próximos cinco e dos próximos vinte anos e afirma uma conclusão, no mínimo, desoladora: malgrado todos os avanços presentes e futuros, em todas as frentes da atuação humana, os mundos de 2020 e de 2035 serão menos seguros e mais desiguais, mais violentos e menos amicais.

A hecatombe política de 1989-1991 e a pasmaceira financeira de 2007-2009 modificaram – e continuarão modificando – a essência das relações humanas, nacionais e internacionais, contemporâneas. As fissuras geopolíticas e geoestratégicas oriundas do “9/11” de 2001 e das primaveras árabes de 2011 deixaram o mundo – de hoje e de 2035 – desbussolado. Tudo segue e seguirá confuso e sombrio. As contradições da globalização colocaram em questão a natureza do próprio fenômeno. O destino da interconexão planetária segue uma incógnita.

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China pede que Trump tenha moderação em debate sobre Coreia do Norte

Jornal GGN - Nesta terça-feira (3), o governo da China afirmou que “as partes devem evitar palavras e ações que levem a uma escalada de tensões”, após receber críticas do presidente eleito dos EUA, Donald Trump, sobre a questão nuclear da Coreia do Norte.

Trump afirmou que os chineses estariam agindo de maneira passiva com o programa nuclear norte-coreano. “ "A China vem tomando enormes quantidades de dinheiro e riqueza dos EUA em um comércio totalmente unilateral, mas não ajudará com a Coreia do Norte. Que lindo!", afirmou o republicano.

O porta-voz das Relações Exteriores da China respondeu ressaltando que os esforços do país foram reconhecidos pela comunidade internacional. “"A cooperação econômica entre China e EUA é mutuamente benéfica e, se surgirem problemas nela, estes devem ser tratados apropriadamente, através de diálogo e consultas", afirmou.

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Com isenções e subsídios, China constrói a cidade do iPhone

 
Jornal GGN - Reportagem do New York Times mostra o funcionamento da fábrica da Foxconn, parceira da Apple, na cidade chinesa de Zhengzou, chamada de ‘iPhone City’. Segundo o jornal, mais de US$ 1,5 bilhão foram concedidos em benefícios do governo local para construir seções da fábrica, alojamentos para os funcionários, além de usinas elétricas e pavimentação de estradas. 
 
Custos de energia e transporte são cobertos com a ajuda do governo, que também recruta trabalhadores e paga bonificações para a fábrica quando ela atinge metas de exportação. 
 
A matéria analisa os esforços da China para atrair empresas, com governos municipais e das províncias oferecendo pacotes de incentivos para multinacionais. 

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Eletronuclear procura chineses para concluir Angra 3

 
Jornal GGN - Para tentar concluir a usina nuclear de Angra 3, a Eletronuclear assinou um memorando com a China National Nuclear Corporation (CNNC) para realizar estudos para retomar as obras da unidade. 
 
Devido ao abandono das obras pelas empreiteiras que foram contratadas e são investigadas pela Operação Lava Jato, o projeto está parado desde 2015.

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Petrobras assina financiamento de US$ 5 bilhões com banco da China

Jornal GGN - Nesta quinta (15), a Petrobras assinou um contrato de financiamento com o China Development Bank (CDB) no valor de US$ 5 bilhões. De acordo com nota divulgada pela estatal, o acordo tem prazo de 10 anos e faz parte do Termo de Compromisso divulgado em 26 de fevereiro.

A empresa também assinou acordo comercial com três empresas chinesas: China National United Oil Corporation, China Zhenhua OIl e Chemchina Petrochemichal.

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