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compra de votos

As más relações entre o denunciado Temer e escrúpulos, por Janio de Freitas

Foto Agência Pública

Jornal GGN – O Tesouro está sendo rapinado para que se salve Michel Temer das denúncias de Rodrigo Janot. Bilhões são empenhados por ele na compra de votos e os deputados se unem, esfregando as mãos e abrindo os bolsos, e preparados para salvá-lo novamente. Quem afirma isso é Janio de Freitas, em sua coluna na Folha deste domingo.

Esses bilhões empenhados para a salvação do denunciado contribuem ativamente ao rombo estimado nas previsões de Meirelles. R$ 4,1 bi foram empenhados dentro de um rombo estimado de R$ 10 bi pela pasta. Esse toma-lá-dá-cá continua enquanto houverem denúncias a serem votadas no Congresso. E o rombo aumenta.

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Câmara retoma votação da denúncia contra Temer em clima de tensão

 
Jornal GGN - A Câmara retomou a votação da denúncia contra o presidente Michel Temer por corrupção passiva por volta das 15h desta quarta-feira (02). Foi preciso recuperar a contagem de votos suficientes para o quorum necessário de 342 deputados, porque a primeira sessão foi encerrada, após cerca de cinco horas de debates e discussões. 
 
Ainda na reabertura da sessão, o cenário apertou para o presidente, com a contagem de apenas 270 presentes no plenário. Uma nova pressão foi necessária para os 456 deputados que estavam na Casa, mas não na sala principal da Câmara. Pouco menos de 20 minutos, e o quórum foi recuperado.
 
Os parlamentares iniciaram a segunda etapa com mais debates, desta vez, sobre como se daria a votação. Partidos estabeleceram que eram preciso dois deputados falarem a favor e outros dois contra. O clima de tensão teve início quando o deputado Wladimir Costa (Solidariedade -PA), do lado governista, chamou o PT de "organização criminosa" e de "imoral". 
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Perto de atingir quórum, Câmara ainda discute emenda e recorre ao STF

Foto: Agência Câmara
 
 
Jornal GGN - Pouco depois das 12h desta quarta (2), o painel da Câmara já registrava que um número bem próximo ao necessário para ter início a votação da denúncia contra Michel Temer. Segundo dado da Folha, 314 deputados registraram presença, ou seja, faltam 28 parlamentares. Alguns já estão no plenário sem terem feito o registro.
 
O jornal afirmou ter flagrado deputados ditos "indecisos" cobrando a liberação de emendas do governo Temer. "O ministro tucano Antonio Imbassahy (Secretaria de Governo) e o deputado Beto Mansur (PRB-SP) foram vistos pela Folha com uma lista de emendas que, segundo a reportagem apurou, já foram liberadas aos parlamentares."
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Um presidente inocente de verdade faria questão de ser investigado, diz Tereza Cruvinel

Foto: Lula Marques/Agência PT
 
 
Jornal GGN - A jornalista Tereza Cruvinel, que cobre Política há 30 anos, classificou esta quarta-feira (2) como dia da "vergonha anunciada", porque todos esperam que Michel Temer tenha conseguido comprar o número de deputados suficiente para barrar a denúncia por corrupção passiva envolvendo a delação da JBS. Na visão colunista do Brasil 247, a vergonha não é só para os deputados, mas principalmente para Temer, que preferiu distribuir cargos e emendas à enfrentar um processo no Supremo Tribunal Federal.
 
"Para não ficar na História coberto de vergonha, qualquer presidente honesto acusado de corrupção faria questão de ser investigado. Mas Temer, o primeiro na história do presidencialismo brasileiro a sofrer tal acusação no cargo, preferiu comprar votos descaradamente para não ser investigado.  Seguro de sua inocência, devia preferir o processo conduzido pelo STF, ao final do qual seria inocentado e retornaria glorioso ao cargo do qual foi afastado."
 
Cruvinel ainda apontpu que independente do sucesso de Temer hoje, "ele e seu entorno sabem que vem por aí é uma segunda denúncia, que terão de enfrentar com a munição esgotada. Os compromissos foram firmados apenas em relação a esta primeira acusação, de corrupção passiva.  Nem todos estarão dispostos a um segundo desgaste, tendo pouco ou nada mais a ganhar."
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PT denuncia Temer à PGR por compra de votos para barrar denúncia na Câmara

Foto: PT na Câmara
 
 
Jornal GGN - Deputados do PT decidiram apresentar à Procuradoria Geral da República mais uma denúncia contra Michel Temer. Dessa vez, por compra de votos para barrar o pedido da Lava Jato para processar o presidente por corrupção passiva, envolvendo propina da JBS.
 
Paulo Pimenta (RS), Wadih Damous (RJ) e Paulo Teixeira (SP) acusam Temer de usar o cargo para se livrar do processo. Nesta terça (4), o presidente se encontrou com dezenas de deputados que estão indecisos. Além disso, a imprensa revelou que o governo vem liberando bilhões em emendas parlamentares, além de distribuir cargos a quem ajudar a manter Temer no posto.
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Temer distribui cargos e cria prazo para enterrar investigação sobre JBS

Foto: Lula Marques/PT

Jornal GGN - O governo Michel Temer já começou a esboçar um plano para fazer a investigação da força-tarefa da Lava Jato sobre o escândalo da JBS acabar em pizza. Segundo reportagem da Folha, a ação passa pela compra de votos na Câmara com distribuição de cargos e emendas parlamentares, além do estabelecimento de um cronograma de tramitação mais rápida. Por fim, Temer ainda pretende nomear para a Comissão de Constituição e Justiça um relator de sua confiança.

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Eleitores que restaram ao PT recebem Bolsa Família, diz jornal

Jornal GGN - O editorial do Estadão desta segunda-feira (26) diz que o programa Bolsa Família é "muleta eleitoral" do PT e o resultado das eleições 2016 é prova disso. Isto porque o partido perdeu, na média nacional, quase 60% das prefeituras que conquitou em 2012. Em cidades onde a maioria dos eleitores recebem o benefício criado pelo governo Lula, porém, esse índice foi menor: 28%. Para o Jornal, isso é prova de que, não fosse o Bolsa Família, o PT teria reduzido sua representatividade nos municípios brasileiros a um patamar irrelevante.

O editorial do Estadão está no contexto de uma narrativa abraçada pela mídia tradicional para ver o Bolsa Família desfigurado. Desde que assumiu o poder, Michel Temer, com apoio desse setor, adotou critérios para acesso e de atualização de dados que estão esvaziando o programa. Só em novembro passado, após um "pente-fino", o novo Ministério do Desenvolvimento Social retirou mais de 1 milhão de beneficiários da assistência. Reportagem publicada na semana passada mostra que famílias que melhoraram as condições financeiras foram atingidas e nem sabem o porquê.

A pasta ainda projeta corte similar para o início de 2017. A promessa é de também fazer essa vistoria para "detectar irregularidades" mensalmente. A questão é que a avaliação mensal pode revelar uma melhoria de renda falsa, principalmente em meses mais comerciais, quando os chefes de família fazem bicos para complementar os ganhos. 

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Sandro Mabel articulou compra de votos para Temer

Peemedebista prometeu 142 cargos por deputado do PR que disse ‘SIM’
 
 
Jornal GGN - Segundo informações do colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo, o ex-deputado Sandro Mabel foi um dos articuladores entre os parlamentares da Câmara para votarem pelo impeachment de Dilma no último domingo (17). 
 
O dono da empresa alimentícia Biscoitos Mabel, que cumpriu quatro mandatos na Casa pelo PMDB, prometeu ao grupo de quatorze deputados do PR 2 mil dos 30 mil cargos que o PT deverá desocupar caso Michel Temer assuma o Palácio do Planalto - o que equivale a 142 cargos por parlamentar.  
 
O ex-deputado tem um histórico de articulação bastante ativo no Congresso: em abril de 2015, ele trabalhou para aprovação do Projeto de Lei 4330, que altera a legislação trabalhista para flexibilizar a terceirização no pais. Inclusive, Mabel é o autor do PL, protocolado em 2004. Na Câmara conseguiu o voto de 324 deputados para a aprovação do texto-base do projeto de lei.  
 
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Compra de votos e distribuição de cargos, por Janio de Freitas

Jornal GGN – Em sua coluna na Folha de S. Paulo, Janio de Freitas comenta o desinteresse da Polícia Federal de investigar crimes no Congresso Nacional, mesmo diante de denúncias como a do jornalista José Casado, do O Globo, de que deputados teriam recebido ofertas de R$ 1 milhão por ausência ou R$ 2 milhões pelo voto no plenário. “Quem forneceu o dinheiro?”, questiona Janio. “O pato do Paulo Skaf há de saber, mas é parte interessada, muito”.

Para ele, a oposição já joga com carta que ainda nem tem em mãos. “É Michel Temer quem agora opera o balcão de cargos. É a sua especialidade. Não só a comprovou no governo Dilma, como detém uma marca pessoal expressiva: o PMDB nunca foi tão fisiológico, chegando mesmo a chantagens explícitas antes de votações, quanto nos últimos cinco para seis anos sob a presidência de Michel Temer”.

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Planalto rebate factoides das revistas semanais

Jornal GGN – O Blog do Planalto compartilhou uma nota afirmando que as matérias das revistas semanais do último final de semana, que abordaram uma suposta compra de votos de deputados para combater o impeachment na Câmara, são uma iniciativa desesperada de uma mídia derrotada.

“Quando o linchamento público fracassa, quando se constata a reação vitoriosa ao ódio, à intolerância e ao rancor como estratégia para o triunfo político, quando são evidentes os sinais de arrefecimento da ação golpista, a saída é recorrer a factoides”, diz o texto.

De acordo com a publicação, o jornalismo foi reduzido a torcida organizada. As matérias não trazem provas nem declarações oficiais de parlamentares que tenham recebido a proposta de compra de voto, nem nenhuma outra evidência que sustente as notícias.

“Embarcam, assim, na onda dos denunciadores, que acusam o governo de fazer exatamente aquilo que – eles, sim – estão fazendo. Como declarou o ministro Ricardo Berzoini na sexta-feira (8), ‘mesmo com todo o esforço de cooptação de parlamentares, com promessas de cargos e vantagens, eles não têm os votos’”, afirmou o Blog do Planalto.

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Gravação levanta suspeitas sobre compra de votos no TRE-AP

Enviado por Adilsonbb

Do Diário do Meio do Mundo

Compra de votos no TRE-AP: em aúdio, prefeito de Laranjal do Jari cita 'Michel JK' e 'dois juízes' do Tribunal

Áudio de dezessete (17) minutos, publicado nas redes sociais, neste domingo (27), ouve-se a possível voz do prefeito do município de Laranjal do Jari, Walber Bode Queiroga de Souza (PDT). Ele teria sido gravado por seu advogado relatando uma suposta compra de votos de juízes do Tribunal Regional Eleitoral do Amapá (TRE-AP), intermediado pelo deputado Michel JK (PSDB).

Na gravação, Queiroga negocia R$50 mil para dividir entre "dois juízes" do TRE em troca do voto favorável em ação que respondia no Tribunal.

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Delegado interrogado por compra de votos apreende material de jornalista

Jornal GGN - A jornalista Cynthia Blink, da Rede Diário de Comunicação, foi alvo de arbietrariedade por parte do delegado da Polícia Federal Leon Emerich. Segundo informações do jornalista Mário Bentes (ex-repórter e redator do GGN), Cynthia cobria uma audiência de Emerich no Tribunal Regional Eleitoral, onde ele prestou depoimento por compra de votos envolvendo o atual governador do Amazonas, José Melo (PROS), quando teve seu material apreendido à força. O caso também foi relatado pelo Diário do Amazonas.

 

Por Mário Bentes

Quero prestar minha solidariedade à jornalista Cynthia Blink, vítima de abuso de poder e arbitrariedade por parte do delegado Leon Emerich, da Polícia Federal, enquanto ela cumpria seu dever como repórter.

O delegado tomou o cartão de uma máquina fotográfica e, literalmente, arrancou o celular das mãos da jornalista alegando que levaria os equipamentos para a perícia.

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Provas da compra votos pela reeleição de FHC eram "cabais", conta jornalista

Jornal GGN - Fernando Rodrigues, em entrevista cedida à equipe do documentário O Mercado de Notícias, crava: existiam, sim, "provas cabais", denunciadas pela Folha de S. Paulo, da compra de votos no Congresso para garantir a reeleição do então presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), em 1997. "Isso era um fato. Vários jornalistas sabiam. (...) As provas eram incontestáveis. Os deputados diziam [em conversas gravadas] como recebiam o dinheiro, quem pagou e quanto foi", acrescentou.

O jornalista responsável pela reportagem explica, no vídeo abaixo, como conseguiu juntar as informações que culminaram em um dos maiores escândalos da gestão de FHC. Segundo Rodrigues, a estratégia foi entrar em contato com os deputados que demonstravam ter mais caráter e que possivelmente não entrariam no esquema e pedir que eles gravassem as reuniões com os demais parlamentares. Esse processo levou quatro meses para ser concluído, mas resultou, de acordo com Fernandes, em uma coleta de dados que seriam o bastante para que as autoridades tomassem alguma providência.

"O que era necessário na época era que se abrisse um inquérito e um processo na Procuradoria-Geral da República. Mas a CPI não foi instaurada, pois a iniciativa da oposição foi abafada. Os deputados envolvidos imediatamente renunciaram ao mandato e desapareceram", lembrou Rodrigues. Poucos meses depois de ajudar a enterrar a CPI, o PMDB conseguiu emplacar dois ministros no primeiro escalão de FHC: Iris Rezende, que virou titular da Justiça, e Eliseu Padilha, dos Transportes. "O procurador-geral de Justiça, Geraldo Brindeiro, disse que não havia indícios de nada e não abriu inquérito. Indícios não tinha, mesmo. Tinham provas!"

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FHC diz que não existe "cartel do PSDB de São Paulo" no caso Alstom

Jornal GGN - O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, em carta publicada na íntegra pela Folha de S. Paulo nesta segunda (20), rebate acusações sobre escândalos que eclodiram em sua gestão ou atingem seu partido, o PSDB, desvinculando os casos de sua responsabilidade como gestor. Ele também diz que não existe nenhum "cartel do PSDB de São Paulo", em alusão ao caso Alstom, afirma que a compra de votos pela reeleição presidencial não envolvia tucanos e fala da "pasta rosa".

O texto de FHC é uma resposta a um artigo de Elio Gaspari, publicado após a presidente Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição, passar a martelar que sua administração não interfere em investigações ou empurra sujeira para baixo do tapete. Enquanto isso, sustenta Dilma, no governo de Fernando Henrique, a sociedade conheceu a figura do "engavetador-geral da República". Recorrentemente, ela tem questionado, em debates e propagandas eleitorais, onde estão os suspeitos de corrupção dos governos do PSDB, para depois afirmar que estão "todos soltos".

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Em artigo, FHC provoca Lula a dar detalhes sobre o mensalão

Jornal GGN - Começa o segundo round de troca de farpas entre ex-presidentes. Nesta terça (15), Fernando Henrique Cardoso (PSDB) publicou um artigo no Observador Político, abordando, novamente, a pauta "corrupção".

Dessa vez, o tucano tentou rebater declarações do ex-presidente Lula (PT) sobre os escândalos da emenda da reeleição e o caso SIVAM. Na visão de FHC, os dois assuntos ocorreram "há quase duas décadas", e foram "esmiuçados e devidamente esclarecidos". Enquanto isso, diz o ex-mandatário, Lula tangencia os detalhes do processo do mensalão.

Em junho, FHC e Lula dispararam críticas um contra a outro. Primeiro, Cardozo disse que o Brasil está cansado de corruptos no poder. Lula, por sua vez, disse que se o tucano quer falar de corrupção, precisa "começar explicando a compra de votos para sua reeleição". Revidando, FHC escreveu uma nota afirmando que não esperava que Lula vestisse a carapuça.

Leia, abaixo, o artigo de FHC na íntegra.

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