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Gestão Doria tem suspeita de fraude em licitação dos semáforos

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - A gestão Doria, em São Paulo, pode virar motivo de escândalo de corrupção se as suspeitas levantadas por edição da Folha de S. Paulo desta quarta (16) forem confirmadas. O jornal fala em fraude na licitação para contratar as empresas que fazem manutenção nos semáforos da capital.
 
Segundo a reportagem, a licitação se arrastou desde maio e precisou ser paralisada pelo Tribunal de Contas porque as diretrizes não estavam adequadas. Quando, enfim, foi concluída, já em julho, as empresas vitoriosas foram uma a uma descredenciadas por motivos questionáveis.
 
No final, a CET deu vitória a empresas que lideravam os consórcios que já vinham fazendo a manutenção dos semáforos para Doria e que tiveram o contrato anterior encerrado no final de 2016.
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Justiça nega pedido para suspender investigação sobre cartel dos trens

Foto: Divulgação

Jornal GGN - O Tribunal Regional Federal da 3ª Região negou um pedido da CPTM para suspender um inquérito que apura se houve pagamento de propina e lavagem de dinheiro envolvendo empresas que formaram consórcios para executar as obras da Linha 5. 

Segundo o Estadão, o tribunal decidiu que Mário Bandeira, ex-presidente da CPTM, e José Luiz Lavorente, ex-diretor de operação e manutenção da empresa, devem continuar como investigados.

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Propina em obra da Sabesp também abasteceu campanha de Alckmin, diz BJ

Foto: José Cruz/Agência Brasil
 
Jornal GGN - O delator Benedicto Junior, o BJ, entregou à Lava Jato uma planilha com pagamento de propina à campanha de reeleição de Geraldo Alckmin (PSDB) e ao deputado João Paulo Papa pela Odebrecht, que tem como contrapartida obras da Sabesp no estado de São Paulo.
 
Segundo reportagem do Estadão, em 5 de agosto de 2014, Alckmin recebeu R$ 1,5 milhão por meio do tesoureiro da campanha, Marcos Monteiro, atual secretário de Planejamento. Esse valor está vinculado a um contrato de R$ 225 milhões, da obra "Emissário Praia Grande", tocada por um consórcio formado entre Odebrecht e Sabesp desde 2007.
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Cunha recebeu R$ 52 milhões em 36 parcelas de propina, diz empreiteiro

 
Jornal GGN - Em meados de junho e julho de 2011, o pai do empresário Raul Pernambuco Júnior, da Carioca Engenharia, e um executivo da empresa reuniram-se com Léo Pinheiro, da OAS, e Benedicto Junior, da Odebrecht, no Hotel Sofitel, em Copacabana. Naquele dia, definiram detalhes de como iriam repassar a propina de R$ 52 milhões - o estimado de 1,5% do total da aquisição dos Cepac's, pelo Fundo de Investimento do FGTS - a Eduardo Cunha (PMDB-RJ). 
 
Decidiram fazer em 36 parcelas mensais, cada uma das empresas - OAS, Odebrecht e Carioca Engenharia - devendo transferir a sua parte diretamente ao hoje presidente da Câmara.
 
Os Cepac's são os Certificados de Potencial de Área Construtiva para as obras do Porto Maravilha, no Rio de Janeiro. Todas as empresas do consórcio tinham um "compromisso" de pagar a Cunha o valor superfaturado. Raul Pernambuco levou aos investigadores da Operação Lava Jato no Supremo o seu depoimento com detalhes dos encontros de negociatas e tabelas com dados de depósitos ao parlamentar. Somente a sua empresa (Carioca Engenharia) foi responsável pela transferência de R$ 13 milhões.
 
Em uma das tabelas, são descritos 22 depósitos somando 4.680.297,05 dólares em propinas transferidas entre 10 de agosto de 2011 e 19 de setembro de 2014. Na primeira parte, os depósitos que somam um montante de US$ 3.984.297,05 são garantidos Eduardo Cunha como remetente: o delator afirmou "ter certeza". A segunda parte, que agregam mais 696 mil dólares é de "altíssima probabilidade de que também eram valores destinados a contas indicadas por Eduardo Cunha", disse o empresário: "em especial porque não fizeram pagamentos deste tipo a outras pessoas e, também, pelo valor das transferências", afirmou.
 
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Empreiteiras abandonam consórcio para a construção de Angra 3

 
Jornal GGN - As construtoras Odebrecht, Queiroz Galvão e Camargo Correia responsabilizaram a inadiplência da Eletronuclear e abandonaram o consórcio de construção da usina nuclear de Angra 3. As empresas são investigadas na Operação Lava Jato.
 
O consórcio referido é o Angramon, que inclui também a Andrade Gutierrez, UTC Engenharia, EBE e Techint, contratado para a montagem da usina. O consórcio informou, por meio de assessoria de imprensa, que não se manifestará em nome das consorciadas ou sobre os atrasos de pagamentos da Eletronuclear. 
 
O contrato de Angra 3 foi estimado em quase R$ 3 bilhões, valores de fevereiro de 2013, para a estrutura eletromecânica de sistemas da usina nuclear, com execução prevista em um prazo de 58 meses. 
 
Em julho deste ano, a Camargo Corrêa fechou acordo de leniência para confessar "acordos de fixação de preços, condições e divisão de mercado para frustrar o caráter competitivo do edital" das obras de Angra 3.
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Primeiro semestre com alta expressiva no Sistema de Consórcios

Jornal GGN - O Sistema de Consórcios registrou, no primeiro semestre deste ano, um crescimento de 10,8% no total de créditos liberados ao mercado. Segundo a ABAC (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios) os resultados poderiam ter sido melhores, caso não houvesse tantos feriados, fins de semana prolongados e jogos da Copa do Mundo.

Foram R$ 18,4 bilhões neste primeiro semestre contra R$ 16,6 bilhões em mesmo período do ano passado. O volume apurado decorre do aumento das contemplações nos setores de veículos automotores, imóveis, eletroeletrônicos e serviços, totalizando 667,6 mil unidades nos primeiros seis meses de 2014, 10% maior que as 606,9 mil do primeiro semestre do ano passado. Leia mais »

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Consórcios têm novo recorde em outubro

Jornal GGN - O número de participantes ativos do Sistema Nacional de Consórcios apresentou novo recorde em outubro, quando ultrapassou 5,63 milhões. Esse número representa o dobro do verificado em  2000, quando somou 2,81 milhões de consorciados. O crescimento se consolidou de forma constante tendo as seguintes participações: veículos automores com 86,8%, divididos em 49% de motocicletas, 46,6% em veículos leves e 4,4% em veículos pesados. Imóveis ficam com 12,3%; eletroeletrônicos e outros bens duráveis têm 0,6% e serviços participam com 0,3%.

Ainda no levantamento do setor, houve expansão nas vendas de novas cotas e nas contemplações. As novas adesões acumularam 2,09 milhões nos dez primeiros meses de 2013, com viés de alta sobre as anteriores 2,08 milhões do ano passado, as contemplações aumentaram 3% e saltaram de 1,01 milhão (jan-out/2012) para 1,04 milhão (jan-out/2013), no mesmo período. Leia mais »

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Consórcio Triunfo vence leilão de rodovias com deságio de 52%

Agência Brasil - O consórcio Triunfo Participações e Investimentos foi vencedor do leilão para a concessão do lote de trechos das rodovias BR-060, BR-153 e BR-262 no Distrito Federal, Goiás e Minas Gerais. O grupo fez a proposta de pedágio de R$2,85 para cada 100 quilômetros rodados, com deságio de 52% com relação ao teto de R$5,94 fixado pelo governo. Leia mais »

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A união faz a compra, eis a máxima para definir consórcio

Jornal GGN - O Sistema de Consórcios permite que, unidos em torno de um grupo fechado, pessoas físicas ou jurídicas possam adquirir um bem ou serviço. A finalidade do grupo é formar uma poupança comum, através da contribuição em parcelas, para que todos os associados participantes possam ter acesso àquele bem móvel ou imóvel, até o final do prazo estipulado em contrato.

Assim, as contribuições pagas ao grupo são destinadas a contemplar seus integrantes com o crédito necessário para a aquisição do bem ou serviço, de acordo com as regras previstas. Cada contrato carrega normas que viabilizam o grupo, mas é o Banco Central que normatiza e fiscaliza o setor de consórcios, conforme definido na Lei 11.795/2008. É a autoridade monetária, também, que dará autorização para que uma Administradora de Consórcios opere no mercado, com o objetivo social de organizar e administrar grupos. Leia mais »

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