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corrupção passiva

Advogado trabalha de graça para Temer, diz colunista

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - O escritório de Antônio Mariz está trabalhando de graça para Michel Temer, dada a amizade de longa data entre o advogado e o presidente da República. Mais do que isso: Mariz estaria praticamente pagando para trabalhar para Temer. É o que aponta a colunista Clarissa Stycer em O Globo, nesta segunda (17).
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Oposição espera que Temer seja "alvejado por novos tiros" antes da votação na Câmara

Foto: José Cruz/Agência Brasil

Jornal GGN - Após a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara votar contra o relatório que pede que Michel Temer seja invetigado por corrupção passiva, a esperança da oposição ao governo reside na possibilidade de Rodrigo Janot apresentar uma segunda denúncia contra o presidente, o que dê publicidade à delação de Eduardo Cunha.

"Com a votação da denúncia marcada para 2 de agosto, entusiastas da queda do governo esperam que, até lá, Temer seja alvejado por novos tiros, como a delação de Eduardo Cunha ou mesmo uma segunda denúncia de Rodrigo Janot [procurador-geral da República", informa o Painel da Folha desta sexta (14).

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Mariz expõe prática "horrorosa e seletiva" da Lava Jato ao defender Temer na Câmara

Foto: Reprodução

Jornal GGN - O advogado Antônio Cláudio Mariz disse à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, nesta segunda (10), que os procuradores do Ministério Público Federal esconderam depoimentos que mostram que não existe conexão entre a mala de dinheiro recebida por Rodrigo Rocha Loures da JBS e interferências no Cade. 

"Essas provas seletivas não vieram na denúncia. Se tivessem sido citadas, o relator teria feito menção a elas", disse Mariz, comentando o relatório apresentado pelo deputado Sergio Zveiter (PMDB) à CCJ, defendendo que a Câmara conceda autorização ao Supremo Tribunal Federal para processar Temer.
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Denúncia contra Temer "não é fantasiosa" e precisa ser investigada, defende relator

Foto: Lula Marques/Agência PT

 

Jornal GGN - O deputado federal Sergio Zveiter (PMDB-RJ) apresentou à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), na tarde desta segunda (10), um relatório orientando a Câmara a votar a favor da denúncia da Procuradoria Geral da República contra Miche Temer, permitindo, assim, que o Supremo Tribunal Federal decida se o presidente deve ou não ser processado por causa da delação da JBS.

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Relatório sobre Temer será apresentado hoje com parecer favorável à investigação

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - O relatório da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) deve dar a conhecer nesta segunda (10), sobre o caso Temer-JBS, deve ser o primeiro balde de água fria em cima do governo, na Câmara. Michel Temer e aliados tinham expectativa de matar a denúncia da Lava Jato na raiz, mas já admitem que o relatório do deputado Sergio Zveiter [foto], do PMDB, vai ser favorável ao julgamento por corrupção passiva e mais.
 
Temer já teria recebido informações de que o relator "não se limitará a um texto técnico, mas fará considerações políticas sobre o caso."
 
A oposição a Temer tem denunciado que o presidente lança mão de cargos e emendas parlamentares para comprar votos a favo de sua manutenção no cargo.
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Não há provas de que Temer recebeu a propina da JBS, diz advogado

 
Jornal GGN - O advogado Antonio Cláudio Mariz de Oliveira entregará nesta quarta (5), à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, um documento com cerca de 100 páginas questionando ponto a ponto a denúncia da Lava Jato contra Michel Temer por corrupção passiva. Entre os principais argumentos, Mariz vai defender que a Procuradoria Geral da República não tem provas de que Temer era o destinatário final da mala de R$ 500 mil que a JBS entregou ao ex-deputado Rodrigo Rocha Loures.
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Temer não tem votos para barrar denúncia da Lava Jato na CCJ da Câmara

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - O governo Michel Temer enfrenta dificuldades na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara para barrar a denúncia da Lava Jato por corrupção passiva, elaborada com base na delação da JBS. 
 
Segundo relatos da Folha, nesta terça (4), Temer conseguiu 30 votos na CCJ, de um total de 66. Ele precisa de pelo menos 34, mas a meta do governo e atingir 40 para chegar ao plenário com segurança.
 
Hoje há "21 indecisos que têm demonstrado insatisfação com o Planalto e ameaçam se posicionar contra o presidente".
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Acusado de corrupção, Temer está "abatido, triste e preocupado"

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - A colunista Mônica Bergamo publicou na Folha desta segunda (3) que Michel Temer está "abatido, preocupado e triste", segundo relatos de um dos interlocutores mais frequentes do presidente. Os sinais de desânimo de Temer começaram até a "preocupar" seus amigos mais próximos, diz a jornalista.
 
Antes, Temer vislumbrava até mesmo a possibilidade de disputar a eleição de 2018 e chegar ao segundo turno. Agora, encurralado pela Lava Jato, sente-se numa "guerra sem trincheira nem guarita" e seu futuro político ficou imprevisível.
 
Na semana passada, a Câmara recebeu a primeira denúncia de Rodrigo Janot contra Temer, por corrupção passiva. Embora já dê sinais de fraqueza, Temer terá de enfrentar, ainda, uma segunda e possível terceira denúncias, por obstrução de Justiça (pagamentos a Eduardo Cunha) e favorecimento a empresários amigos envolvendo o decreto dos Portos.
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Base de Temer é frágil para barrar denúncia na Câmara

Apenas 45 deputados disseram votar contra denúncia de corrupção passiva, porém 169 ainda não se posicionaram

Temer e Rodrigo Maia Foto: Agência BrasilFoto: Agência Brasil

Jornal GGN - Antes da delação da JBS o governo Temer contava com amplo apoio na Câmara dos Deputados, somando 413 dos 513 parlamentares. Em apenas dez dias após o escândalo estourar, 4 partidos passaram a fazer oposição: PSB, PPS, PTN e PHS que, juntos, somam 66 deputados na casa.

Com o agravamento da crise política a base governista segue incerta. Pelo menos é isso que aponta um levantamento da Folha de S.Paulo que entrou em contato com cada um dos 513 deputados da Casa para saber quantos deles estarão do lado de Temer não dando aval para que a Câmara receba e julgue a denúncia criminal feita pela Procuradoria-Geral da República (PRG), onde acusa o peemedebista de receber uma mala de R$ 500 mil de propina da JBS, além de promessa de R$ 38 milhões.

Segundo o jornal, apenas 45 deputados responderam que vão votar contra a aceitação da denúncia, enquanto Temer precisaria de apoio de pelo menos 172 deputados. Por outro lado, 130 parlamentares declararam que vão votar pela continuidade das investigações, 212 a menos do que o necessário para que a denúncia seja aceita no plenário. Outros 57 não quiseram se posicionar, e 112 ainda não sabem como vão votar, alguns aguardando a decisão da liderança partidária, somando, portanto 169 que ainda não se decidiram.
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Janot blinda Henrique Meirelles em denúncia contra Temer

Foto: G1

Jornal GGN - Não foi só parte da grande mídia que tratou de blindar o ministro da Fazenda Henrique Meirelles do impacto da gravação de Joesley Batista com Michel Temer, na calada de uma noite de março, no Palácio do Jaburu. A denúncia que o procurador-geral Rodrigo Janot apresentou ao Supremo Tribunal Federal não cita nenhuma linha do que Joesley demandou de Temer em relação a "Henrique", seu antigo colega de Grupo J&F.

Janot apenas informou ao Supremo que a Polícia Federal solicitou o desmembramento da investigação no Cade e que o caso seria enviado à Procuradoria da República no Distrito Federal para averiguação. Isso porque funcionários interrogados pela PF admitiram que foram procuradores por Rodrigo Rocha Loures para discutir uma disputa que envolvia Petrobras e a empresa EPE, do grupo J&F, em torno da compra de gás boliviano. Mas negaram que tenham interferido na questão, já que a Petrobras decidiu refazer o contrato e atender as exigências da EPE.

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Câmara deve receber hoje denúncia contra Temer por corrupção passiva

Foto: Divulgação

Jornal GGN - A presidência do Supremo Tribunal Federal deve enviar nesta quinta (29), à Câmara dos Deputados, a denúncia formulada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, contra Michel Temer. O presidente é acusado de corrupção passiva por ter recebido propina da JBS para favorecer a empresa no Cade, Conselho Administrativo de Defesa Econômica.

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Denúncia de Janot irá ligar Temer ao crime de corrução passiva

PGR prepara denúncia que será protocolada no STF unindo Temer a mala de R$ 500 mil entregue a Loures

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - Até a próxima semana o Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, deverá protocolar no Supremo Tribunal Federal (STF) uma denúncia ligando o presidente Michel Temer ao recebimento de uma mala com R$ 500 mil pelo ex-deputado federal Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) para corroborar a tese de influência e poder de Temer. Caso contrário, o conjunto de provas reunidas sobre a propina acertada com a JBS não fará sentido.

Segundo levantamento da Folha, a investigação não precisa comprovar que o presidente recebeu diretamente o dinheiro da mala, mas que teve atuação no processo de recebimento, por meio de Loures, com isso Temer poderá ser denunciado por Janot pelo crime de corrupção passiva valendo-se do cargo que ocupa para receber vantagem indevida "para si ou para outrem".

Entre os indícios que serão utilizados no processo estão o encontro entre Temer e o dono da JBS, Joesley Batista, em Brasília, onde o presidente trata de assuntos importantes para o empresário como questões do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), indicando o ex-deputado e ex-assessor presidencial como homem de sua confiança. Além disso, a PGR irá indicar também a avaliação do diálogo entre Loures e o executivo da JBS Ricardo Saud, gravado pela Polícia Federal em um café em São Paulo, após o encontro e Temer e Joesley Batista. No café, Loures e Saud acertam o pagamento de R$ 500 mil por semana.
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PGR pede para investigar Agripino por propina a partir de obra da Copa

Jornal GGN - A Procuradoria-Geral da República enviou ao Supremo Tribunal Federal um pedido para investigar o presidente nacional do DEM, senador José Agripino Maia, por suspeita de combinar o recebimento de propina com executivos da construtora OAS a partir de obras da Arena das Dunas, estádio no Rio Grande do Norte que sediou quatro jogos da Copa do Mundo de 2014. Segundo a PGR, há índicios de que Agripino tenha praticado crimes de lavagem de dinheiro e corrupção passiva. As informações são do Estadão desta terça-feira (6).

Na visão da PGR, o caso de Agripino não tem vinculação com a Lava Jato, que investiga crimes que teriam ocorrido na Petrobras, e, por isso, solicitou que o pedido de investigação seja encaminhado ao presidente do STF, Ricardo Lewandowski, e redistribuído. Segundo o Estadão, os documentos são mantidos sob sigilo no sistema do Tribunal.

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Crimes indicados por Janot gerariam 184 anos de prisão para Cunha

Cálculo de reportagem do Valor indica que se somada a pena mínima de cada um dos crimes, separadamente, o presidente da Câmara ficaria recluso por mais de cem anos
 
 
Jornal GGN - Rodrigo Janot sugeriu que Eduardo Cunha seja condenado em duas vezes pela prática de corrupção passiva e em 60 vezes por lavagem de dinheiro. Apesar de a denúncia do MPF não identificar quantos anos gerariam de reclusão, se condenado, reportagem do Valor indica que, somada a pena mínima de cada um dos crimes separadamente, o presidente da Câmara seria sentenciado a 184 anos de prisão. 
 
Do Valor
 
 
Por Maíra Magro e Juliano Basile
 
Com uma enorme quantidade de detalhes descritos em documento de 85 páginas, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, denunciou ontem o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), ao Supremo Tribunal Federal e o acusou de cometer crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro em esquema na Petrobras. 
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Moro abre ação contra Duque, Barusco, Vaccari e mais 24 na Lava Jato

Por André Richter

Da Agência Brasil

O juiz federal Sérgio Moro aceitou hoje (23) denúncia contra 27 investigados na Operação Lava Jato, entre eles o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto. A ação penal inclui o ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque e o ex-gerente da estatal Pedro Barusco, além de outros investigados na décima fase da operação, deflagrada semana passada. 
 
A partir de agora, os envolvidos serão chamados a prestar depoimento, poderão apresentar defesa e indicar testemunhas.

Entre os acusados que  também tornaram-se réus estão o doleiro Alberto Youssef, o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa e executivos de empreiteiras, já investigados em outras fases da Operação Lava Jato. Todos são acusados dos crimes de lavagem de dinheiro, corrupção e formação de quadrilha.

Na denúncia, os procuradores apontam novos desvios de recursos em contratos com a Petrobras. Desta vez, as obras investigadas foram a Refinaria Getúlio Vargas, em Araucária, no Paraná, e a Refinaria de Paulínia, em São Paulo.

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