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corrupção passiva

MPF tenta condenar Lula por causa de lei criada por Fernando Henrique

Foto: Ricardo Stuckert
 
 
Jornal GGN - A CUT (Central Única dos Trabalhadores) emitiu uma nota nesta terça (12) sustentando que a força-tarefa da operação Zelotes tenta emplacar mais uma ação penal contra Lula por causa de uma lei que nasceu com Fernando Henrique Cardoso, em 1999.
 
Ontem, o Ministério Público Federal denunciou Lula e Gilberto Carvalho por corrupção passiva, alegando que ambos cobraram R$ 6 milhões em propina ao PT para editar a Medida Provisória 471, em 2009. A norma estendeu benefícios fiscais a montadoras que vinham sendo concedidos desde o governo FHC.
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Porque a denúncia do sítio, tecnicamente, jamais deveria ter sido aceita

"Vagueza é a palavra que qualifica adequada e perfeitamente a acusação formulada pelo Ministério Público Federal nestes autos. Pelo entendimento do Juízo, todavia, tudo é abrangido pelo contexto", disparou a defesa de Lula
 

Foto: Reprodução/Lava Jato

Jornal GGN - Denúncia inepta, sem indícios de materialidade, que inverte indevidamente o ônus da prova e se mostra “inábil, omissa e deficitária”. Não resiste a um teste de lógica, afinal, como pode alguém ser acusado de liderar um esquema de desvio de 155 milhões de reais e ter sido, ao mesmo tempo, beneficiado por míseros 1,02 milhão de reais em reformas num sítio? É dessa forma - figurativamente “com os dois pés no peito” do Ministério Público - que a defesa de Lula rebate as acusações feitas pelos procuradores de Curitiba no processo envolvendo o famoso sítio de Atibaia.

No caso em tela, Lula foi acusado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, mas a denúncia, na visão dos defensores, “jamais deveria ter sido aceita” pelo juiz Sergio Moro, pois é “vaga”, “temerária”, “leviana”, “abusiva” e “limita-se a reproduzir as palavras abstratas da lei penal descritiva” dos crimes indicados, já que não conseguiu especificar um único ato sequer cometido pelo ex-presidente.

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IstoÉ será processada por "ofensas rasteiras" à Gleisi Hoffmann, diz PT

Jornal GGN - A direção do PT informou na noite de sexta (11) que a revista IstoÉ será processada por reportagem de capa em que acusa Gleisi Hofmann, presidente nacional da legenda, de "perder totalmente a noção de democracia" por defender a autonomia da Venezuela, além de usar inquéritos da Lava Jato para taxar a senadora de corrupta.

Em nota à imprensa, o PT avaliou que IstoÉ fez "ofensas rasteiras" e baseou-se em um inquérito da Polícia Federal, que aponta corrupção nas eleições de 2008, 2010 e 2014, "sem provas".

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PF diz que Gleisi e Paulo Bernardo cometeram crime de corrupção passiva

Foto: Agência Brasil

Da Agência Brasil

A Polícia Federal (PF) informou, em nota, que a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR); seu marido, o ex-ministro Paulo Bernardo (PT-PR), e mais três pessoas cometeram crime de corrupção passiva qualificada e lavagem de dinheiro qualificada após concluirem um inquérito no Supremo Tribunal Federal instaurado para apurar crimes praticados na campanha eleitoral para o Senado em 2014. Gleisi, Paulo Bernardo e mais duas pessoas também são acusadas de crime eleitoral.

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Temer tem usado Gilmar Mendes como estrategista contra Janot

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - Um dos verdadeiros motivos do encontro fora da agenda oficial entre Michel Temer e Gilmar Mendes, no último domingo (6), foi revelado nesta terça (8): o ministro do Supremo Tribunal Federal tem ajudado o presidente da República a criar uma estratégia para se livrar das denúncias feitas por Rodrigo Janot a reboque da delação da JBS.
 
Segundo informações da Folha, Temer "tem tratado do tema com integrantes de sua defesa e discutiu o assunto (...) com o ministro do STF Gilmar Mendes, em jantar no domingo (6)".
 
À imprensa, Gilmar mandou dizer que o encontro tinha como objetivo discutir a reforma política. A desculpa é recorrentemente utilizada pelo ministro sempre que precisa entrar no Palácio do Jaburu.
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Jornal entrevista Temer, que critica Lava Jato e Janot

Foto Dida Sampaio/Estadão

Jornal GGN – O Estadão dá manchete ao presidente Michel Temer. Pouco depois de ter se livrado de investigação por corrupção passiva, com o Congresso engavetando até que deixe de ser presidente a denúncia, ele diz que ‘nunca pretendeu destruir’ a Lava Jato e quer o caminho do ‘cumprimento da lei’.

A matéria assinada por Carla Araújo, Irany Tereza, Vera Rosa e Tânia Monteiro, no Estadão, no título a queda de braço do atual presidente, Michel Temer, com Rodrigo Janot, o procurador-geral da República: “Sem Janot, Lava Jato terá ‘rumo certo’, afirma Temer”.

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Após votação favorável, Temer faz pronunciamento

Jornal GGN – Quando os votos na Câmara que garantiriam a continuidade de seu governo foram proferidos, Michel Temer fez um pronunciamento na noite de ontem, dia 2. Disse, então, que seguirá com as reformas e ações que “julga necessárias para modernizar e melhorar o país“. Tratou a votação como “eloquente decisão“ e que isso lhe daria sinal verde para seguir em frente “com as ações necessárias para concluir o trabalho que meu governo começou há pouco mais de um ano“.

Ele colocou na conta de modernização a reforma trabalhista, que trouxe um atraso considerável para o país, e celebrou a queda da inflação e de juros. Disse mais. Afirmou que estão colocando as contas em ordem “de forma definitiva e equilibrada“ e que as reformas estruturantes necessárias para o país serão feitas.

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Nas mãos de Fachin o futuro da denúncia contra Temer

Jornal GGN – Edson Fachin, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) declarou ontem que irá decidir como ficará a tramitação das acusações contra o presidente Michel Temer e o ex-deputados federal Rodrigo Rocha Loures. Sua declaração vem de encontro à não autorização, pela Câmara, de que a Corte analise a denúncia contra Temer proposta pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

Na mesa, algumas possibilidades. Uma delas é de que a tramitação da denúncia contra Temer fique suspensa até o final do ano que vem, quando termina seu turno no poder e ele poderá ser investigado na primeira instância da Justiça. Já Loures, que não tem foro privilegiado, continua alvo do inquérito no Supremo, ou Fachin poderá definir que as investigações sigam para a primeira instância.

De todo modo, o Supremo deverá receber os pedidos formais da PGR para decidir.

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Câmara retoma votação da denúncia contra Temer em clima de tensão

 
Jornal GGN - A Câmara retomou a votação da denúncia contra o presidente Michel Temer por corrupção passiva por volta das 15h desta quarta-feira (02). Foi preciso recuperar a contagem de votos suficientes para o quorum necessário de 342 deputados, porque a primeira sessão foi encerrada, após cerca de cinco horas de debates e discussões. 
 
Ainda na reabertura da sessão, o cenário apertou para o presidente, com a contagem de apenas 270 presentes no plenário. Uma nova pressão foi necessária para os 456 deputados que estavam na Casa, mas não na sala principal da Câmara. Pouco menos de 20 minutos, e o quórum foi recuperado.
 
Os parlamentares iniciaram a segunda etapa com mais debates, desta vez, sobre como se daria a votação. Partidos estabeleceram que eram preciso dois deputados falarem a favor e outros dois contra. O clima de tensão teve início quando o deputado Wladimir Costa (Solidariedade -PA), do lado governista, chamou o PT de "organização criminosa" e de "imoral". 
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Perto de atingir quórum, Câmara ainda discute emenda e recorre ao STF

Foto: Agência Câmara
 
 
Jornal GGN - Pouco depois das 12h desta quarta (2), o painel da Câmara já registrava que um número bem próximo ao necessário para ter início a votação da denúncia contra Michel Temer. Segundo dado da Folha, 314 deputados registraram presença, ou seja, faltam 28 parlamentares. Alguns já estão no plenário sem terem feito o registro.
 
O jornal afirmou ter flagrado deputados ditos "indecisos" cobrando a liberação de emendas do governo Temer. "O ministro tucano Antonio Imbassahy (Secretaria de Governo) e o deputado Beto Mansur (PRB-SP) foram vistos pela Folha com uma lista de emendas que, segundo a reportagem apurou, já foram liberadas aos parlamentares."
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Um presidente inocente de verdade faria questão de ser investigado, diz Tereza Cruvinel

Foto: Lula Marques/Agência PT
 
 
Jornal GGN - A jornalista Tereza Cruvinel, que cobre Política há 30 anos, classificou esta quarta-feira (2) como dia da "vergonha anunciada", porque todos esperam que Michel Temer tenha conseguido comprar o número de deputados suficiente para barrar a denúncia por corrupção passiva envolvendo a delação da JBS. Na visão colunista do Brasil 247, a vergonha não é só para os deputados, mas principalmente para Temer, que preferiu distribuir cargos e emendas à enfrentar um processo no Supremo Tribunal Federal.
 
"Para não ficar na História coberto de vergonha, qualquer presidente honesto acusado de corrupção faria questão de ser investigado. Mas Temer, o primeiro na história do presidencialismo brasileiro a sofrer tal acusação no cargo, preferiu comprar votos descaradamente para não ser investigado.  Seguro de sua inocência, devia preferir o processo conduzido pelo STF, ao final do qual seria inocentado e retornaria glorioso ao cargo do qual foi afastado."
 
Cruvinel ainda apontpu que independente do sucesso de Temer hoje, "ele e seu entorno sabem que vem por aí é uma segunda denúncia, que terão de enfrentar com a munição esgotada. Os compromissos foram firmados apenas em relação a esta primeira acusação, de corrupção passiva.  Nem todos estarão dispostos a um segundo desgaste, tendo pouco ou nada mais a ganhar."
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Leitura contra a denúncia de Temer será feita hoje na Câmara


Foto: Marcos Corrêa/PR
 
Jornal GGN - O recesso parlamentar chegou ao fim e logo no primeiro dia de atividades a Câmara realiza a leitura do parecer da denúncia contra Michel Temer. A sessão que coloca o mandatário na berlinda está marcada para começar às 14h desta terça-feira (1º). O parecer lido será o da Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania (CCJ) da Câmara, pela absolvição do presidente, com o arquivamento da denúncia do Ministério Público Federal (MPF) por corrupção passiva.
 
O parecer alternativo é do deputado tucano Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG), aprovado em julho por 41 votos contra 24, que indefere, ou seja, arquiva a Solicitação para a Instauração de Processo (SIP) contra Temer. A posição defendida significa que o caso sequer chegará ao Supremo Tribunal Federal (STF) para análise.
 
Isso porque se um presidente da República é acusado por crime comum, como o caso em questão de corrupção passiva, o julgamento só chega à Suprema Corte se a maioria do Plenário da Câmara aprovar. Por isso, o próprio presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), um dos aliados de Temer mas também cotado como possível sucessor do peemedebista, vem insistindo em todo o recesso parlamentar para que a maioria dos parlamentares estejam presentes na sessão.
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Ibope: Para 79%, deputado que salvar Temer é "cúmplice de corrupção"

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - Uma pesquisa Ibope encomendada pela Avaaz mostra que o deputado federal que rejeitar a denúncia da Procuradoria Geral da República contra Michel Temer estará cometendo "suicídio político". Isso porque 8 em cada 10 brasileiros acham que Temer deve ser investigado pelo caso JBS, e 7 em cada 10 afirmam que ficarão indignados se isso não ocorrer.
 
Outro dado alarmante para os deputados é que a maioria dos entrevistados admitem que vinculam os parlamentares dispostos a salvar Temer a casos de corrupção. Frente à afirmação “Acho que a denúncia é correta e o deputado que votar contra a abertura do processo é cúmplice da corrupção”, 79% dos entrevistados disseram que concordam com ela, 18% discordam e 3% não sabem ou não respondem. 
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Governo comemora desmobilização social contra aumento de impostos

Planalto avalia que não haverá perdas de votos da base aliada e conseguirá enterrar denúncia de corrupção passiva no Congresso 
 
Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil
Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil
 
Jornal GGN - A falta de mobilização contra o aumento de imposto anunciado pelo governo no dia 20 de julho, portanto há mais de uma semana, está sendo considerada pela equipe do governo Temer como uma vitória. 
 
Pouco antes de anunciar a medida havia uma preocupação de que, com o aumento da insatisfação popular materializada em manifestações nas ruas, Temer perderia apoio da base aliada no Congresso. Agora, com a escassa mobilização popular o governo confia que falta pouco para conseguir engavetar de vez a denúncia de corrupção passiva, com votação marcada para a próxima quinta (03/agosto), e ainda conseguir fazer passar a reforma da Previdência. As informações são do jornal O Globo. 
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Oposição a Temer ainda não definiu o que fazer na votação da denúncia

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - A oposição a Michel Temer ainda não decidiu como proceder no dia 2 de agosto, quando a Câmara colocará em primeira votação a denúncia por corrupção passiva contra o presidente, a reboque da delação da JBS.

Segundo a Folha desta terça (25), na véspera da votação, PT e PCdoB se reúnem para tentar chegar uma estratégia em comum. No momento, eles seguem divididos.

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