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CPTM

Justiça nega pedido para suspender investigação sobre cartel dos trens

Foto: Divulgação

Jornal GGN - O Tribunal Regional Federal da 3ª Região negou um pedido da CPTM para suspender um inquérito que apura se houve pagamento de propina e lavagem de dinheiro envolvendo empresas que formaram consórcios para executar as obras da Linha 5. 

Segundo o Estadão, o tribunal decidiu que Mário Bandeira, ex-presidente da CPTM, e José Luiz Lavorente, ex-diretor de operação e manutenção da empresa, devem continuar como investigados.

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Justiça aceita denúncia contra cartel dos trens de São Paulo

Jornal GGN -  A Justiça de São Paulo aceitou, na quinta-feira (29), a denúncia do promotor de Justiça Marcelo Mendroni, do Grupo Especial de Delitos Econômicos (Gedec), contra a suspeita de formação de cartel na Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). A cúpula da empresa estadual havia sido denunciado no último dia 12.

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Depois de três anos de investigações, ninguém foi preso no cartel dos trens em São Paulo

 
Jornal GGN - O esquema de cartel em contratos do Metrô e da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), do governo do Estado de São Paulo, vem sendo investigado há três anos, mas até o momento não houve nenhuma prisão.
 
Em torno de 30 pessoas, entre lobistas, empresários e ex-funcionários das estatais, foram denunciados pelo Ministério Público paulista. No entanto, as ações que apuram a participação de políticos no cartel não levaram à nenhuma acusação formal. 
 
De acordo com o jornal o Estado de São Paulo, a Justiça deverá começar as ouvir as primeiras testemunhas em janeiro. Foram marcadas audiências em três das 12 ações penais que tramitam na justiça criminal paulista. 

 

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CPTM de Alckmin terá de indenizar passageiro por trem superlotado

Jornal GGN - A Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), do governo do Estado de São Paulo, foi condenada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) a pagar indenização de R$ 16,5 mil para um advogado que viajou em um trem superlotado. A empresa diz que vai recorrer da decisão.

De acordo com a Folha de S. Paulo, o caso ocorreu em fevereiro de 2012. Felippe Mendonça embarcou na estação Pinheiros, da linha 9-esmeralda, às 18h30, no horário de pico, no sentido Grajaú. Ele diz que o trem já ficou lotado na próxima estação e que os funcionários da CPTM empurravam os passageiros para dentro do vagão.

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TCE apura irregularidades em contrato de manutenção da CPTM

Jornal GGN - A Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) terá até o começo de agosto para explicar seis contratos de manutenção preventiva no valor de R$ 907 milhões. O Tribunal de Contas do Estado aponta indícios de irregularidades na contratação da empresa CAF e do Consórcio TMT, que é formado pela Temoinsa, Trail Infraestrutura e Trans Sistemas de Transportes. 

Antonio Roque Citadini, conselho do TCE, destaca uma possível violação dos envelopes de propostas para a licitação, já que um documento possui data de autenticação em cartório posterio á data em que foi realizada a concorrência. Ele também aponta outros problemas como a própria modalidade da licitação (técnica e preço), a subjetividade de avaliação metodológica e orçamentos com distorções nos preços informados.

A CPTM também diz que não sabe quantas quais empresas realizaram visitas técnicas para analisar os trens, o que Citadini considera "inaceitável". Diretores da CAF e da Temoinsa, que foram contratadas para realizar a manutenção, respondem na Justiça de São Paulo por formação de cartel e fraude em licitações para aquisiação e reforma de trens do Metrô.

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Alckmin cogita privatizar linhas nobres da CPTM

Jornal GGN – O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, cogita a possibilidade de privatizar as duas linhas nobres da CPTM. Juntas, a linha 8 Diamante e 9 Esmeralda transportam mais de 1 milhão de passageiros por dia.

A Secretaria de Governo e uma empresa interessada confirmaram a informação. O secretário de Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, disse que a "aponta potencial redução de custos frente à atual situação". O secretário da Fazenda, Renato Augusto Villela dos Santos, disse que "a racionalização se faz necessária em época de pouco recurso".

Os trabalhadores criticam a condução do processo de concessão. "Não houve qualquer consulta nem articulação para amenizar os reflexos aos trabalhadores. Não sabemos quais serão as consequências disso. Falta transparência e publicidade nesse assunto", disse Rogério Santos, diretor do Sindicato Sorocabana, que representa os 2500 funcionários das linhas 8 e 9.

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Suspeitos de abuso sexual no metrô ficam impunes

Jornal GGN – O Fiquem Sabendo fez um levantamento sobre os casos de abuso sexual no metrô e na CPTM e constatou que dos 55 casos ocorridos, 54 (98%) não foram registrados como crime pela Polícia Civil do Estado de São Paulo. Ao invés disso, os delegados escolheram classifica-los como “importunação ofensiva ao pudor”, uma contravenção que em caso de condenação só resulta em pagamento de multa.

Mesmo quando conduzidos até a delegacia, suspeitos de praticarem esse delito não ficam presos nem respondem a nenhum processo criminal por falta de previsão legal. O 55º caso de abuso foi registrado como “violação sexual mediante fraude”. Nenhum estupro foi contabilizado.

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Sem resposta, MP já pediu 10 vezes prisão de executivos em cartel de metrô de São Paulo

 
Jornal GGN - Apesar de não incluir nomes dos políticos do PSDB sobre o cartel de trens e metrôs no Estado de São Paulo, o Ministério Público de São Paulo já pediu dez vezes a prisão de 11 executivos, sem sucesso, há dois anos. Todos eles estrangeiros estão fora do Brasil e, na maioria, sequer prestou informações à Justiça sobre o esquema para fraudar licitações bilionárias entre 1999 e 2009, durante as gestões tucanas no estado.
 
Do Estado de S. Paulo
 
 
Todos os alvos são ex-dirigentes de multinacionais acusados de fraude a licitações em governos do PSDB e estão foragidos no exterior; nove dos dez pedidos já foram rejeitados e um ainda aguarda análise da Justiça
 
Por Mateus Coutinho
 

Há dois anos o Grupo de Atuação Especial de Combate a Delitos Econômicos (Gedec) do Ministério Público de São Paulo tenta, sem sucesso, localizar e prender 11 executivos investigados no esquema de fraude e cartel no setor metroferroviário durante os governos do PSDB no Estado de São Paulo. Ao todo, o Gedec já pediu dez vezes a prisão de vários dos executivos, sendo que nove pedidos foram rejeitados e o último, feito em fevereiro deste ano, ainda aguarda análise da Justiça.

Do grupo de 11 executivos, dez foram denunciados criminalmente em 2014 e um em 2015 e 2016, mas graças a uma série de recursos de outros réus as ações não saem da estaca zero. Ao todo, o Gedec – que investiga os crimes financeiros e fraudes à licitação – já apresentou oito denúncias contra executivos das empresas envolvidas. As investigações envolvendo suspeitas sobre os servidores públicos no esquema estão a cargo do Ministério Público Federal e de outras promotorias do MP estadual.

Todos os executivos que estão na mira do Gedec possuem nacionalidade estrangeira, estão fora do Brasil e, na maioria dos casos, sequer deram explicações à Justiça sobre as acusações de que teriam atuado em conluio com representantes de outras empresas para fraudar licitações bilionárias do Metrô e da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) de 1999 a 2009. O argumento de todos os pedidos de prisão se baseia, em síntese, no fato de que o Gedec não localizou os executivos durante as investigações e de que eles colocariam em risco a “ordem econômica” ao ficarem em liberdade no exterior.

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Em SP, trem falha e PM usa bombas contra passageiros

Jornal GGN - Após uma falha na linha 7-rubi da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), a Polícia Militar usou bombas de gás lacrimogênio contra passageiros em ruas próximas ao terminal Pirituba, na zona norte de São Paulo.

De acordo com a CPTM, uma falha elétrica na linha interrompeu a circulação de trens entre as estações Pirituba e Caieras, na linha que liga a estação da Luz, no centro da cidade, a Jundiaí, no interior paulista.

A Polícia Militar diz que alguns passageiros depredaram ônibus na região do terminal Pirituba. A Secretaria de Segurança Pública afirma que a PM não agiu para dispersar os usuários do transporte público, mas para evitar a depredação dos ônbus. 

Da Folha

Após falha em trem, PM usa bombas para dispersar passageiros em SP

A Polícia Militar usou bombas de efeito de gás lacrimogêneo para dispersar passageiros em ruas próximas ao terminal Pirituba (zona norte de São Paulo), no início da noite desta terça-feira (5).

A confusão ocorreu após uma falha na linha 7-rubi da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), que liga a estação Luz (centro de SP) a Jundiaí, interior.

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Alckmin quer acelerar reparos da Estação da Luz

Da Agência Brasil

Alckmin institui grupo especial para acelerar reparos na Estação da Luz

Por Daniel Mello

Museu da Língua Portuguesa, na Estação da Luz Daniel Guimarães/Governo de São Paulo

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, instituiu um grupo especial para acelerar os reparos no prédio da Estação da Luz. Segundo o decreto publicado hoje (24) no Diário Oficial, os trabalhos serão coordenados pelo secretário de governo, Saulo de Castro Abreu Filho. As atribuições do comitê são, de acordo com o decreto, “supervisionar e formular recomendações necessárias à célere e eficaz concretização dos trabalhos de reparo”

Entre os seis integrantes, foram convocados o secretário da Casa Militar e coordenador estadual de Defesa Civil, coronel José Roberto Rodrigues de Oliveira, e um dos diretores da IDBrasil, a organização social que administra o Museu da Língua Portuguesa, Evandro Hawila Barbosa Pereira.

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CPTM não tem previsão para reabertura da estação Luz

Jornal GGN – A CPTM não tem previsão para a reabertura da estação Luz, fechada após o incêndio que atingiu o Museu da Língua Portuguesa na noite de ontem (21). O complexo da estação estava totalmente interditado nesta madrugada e depende de vistoria e liberação do Corpo de Bombeiros.

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Inquérito que investiga cartel de trens está parado há um ano no MPF

Jornal GGN - O inquérito criminal que investiga o cartel acusado de fraudes em licitações dos trens em São Paulo está parado no Ministério Público Federal, um ano após ser concluído pela Polícia Federal.

A investigação vai de 1998 a 2008, em sucessivos gestões do PSDB no Estado de São Paulo. Rodrigo de Grandis, procurador da República responsável pelo caso, não decidiu se vai apresentar denúncia criminal contra os suspeitos. De acordo com a Folha de S. Paulo, o procurador disse que não protolocou a acusação formal porque espera pelo envio de documentos bancários por autoridades estrangeiras, que comprovariam crimes de evasão de divisas e lavagem de dinheiro. A Polícia Federal acredita que indícios reunidos eram suficientes para iniciar uma ação penal.

Da Folha Leia mais »

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Alckmin impõe sigilo de 25 anos em documentos do Metrô e CPTM

Jornal GGN - Centenas de documentos do transporte público metropolitano de São Paulo, incluindo os trens da CPTM e do Metrô e os ônibus da EMTU, se tornaram sigilosos por 25 anos depois de decisão do governo Geraldo Alckmin (PSDB).

Os documentos tem o carimbo de ultrassecreto, que se refereu ao grau máximo de sigilo previsto na Lei de Acesso à Informação, que vigora desde 2012. Com a classificação, fica mais díficil saber os reais motivos de atrasos nas obras de linhas e estações do Metrô. A lista de documentos sigilosos inclui informações como estudos de viabilidade, relatórios de acompanhamento de obras, projetos e boletins de ocorrência da polícia. O governo estadual justifica a decisão alegando riscos à segurança da população.

Da Folha

 
Projetos, relatórios e até mesmo vídeo sobre obras de arte foram classificados como ultrassecretos
 
Decisão dificulta saber motivos reais de atrasos de linhas e estações; governo estadual alega riscos à segurança

O governo Geraldo Alckmin (PSDB) tornou sigilosos por 25 anos centenas de documentos do transporte público metropolitano de São Paulo –que inclui os trens do Metrô e da CPTM e os ônibus intermunicipais da EMTU.

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MP cobra R$ 900 milhões de acusadas de cartel na CPTM

Jornal GGN - O Ministério Público de São Paulo entrou com uma ação na Justiça pedindo a devolução de R$ 918,4 milhões de empresas acusadas de envolvimento em cartel na prestação de serviços na CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos). O MP também pede a dissolução das empresas, que não estariam mais cumprindo sua função social em razão dos atividades ilícitas cometidas.

Na ação são citadas empresas estrangeiras como a Alstom (França), Bombardier (Canadá), CAF (Espanha) e Siemens (Alemanha). MGE, MPE, Tejofran, Temoinsa e Trans Sistemas de Transporte também são acusadas de integrar o cartel.

De acordo com a promotoria, o cartel atuou no contrato de manutenção de 88 trens da CPTM, serviço contratado em 2007, na gestão José Serra, e sofreram aditamento em 2012, na gestão Geraldo Alckmin. Não há acusações contra executivos da CPTM ou do governo estadual.

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Envolvida no cartel do Metrô, Caf pode deixar o país

Enviado por Braga-BH

Do Relatório Reservado

Envolvida no cartel do Metrô pode deixar o Brasil

Os trilhos da CAF no Brasil parecem seguir numa só direção: o caminho de volta para casa, no País Basco. Envolvido no escândalo do cartel do metrô de São Paulo, o grupo estaria arrumando as malas para deixar o Brasil. Segundo informações filtradas junto à própria CAF, a companhia teria aberto conversações para a venda de sua fábrica de vagões em Hortolândia (SP). De acordo com as mesmas fontes, o principal interessado no negócio seria a Hitachi, que, no início do ano, comprou o controle mundial da italiana AnsaldoBreda - também com negócios no Brasil. Consultado, o grupo japonês nem confirmou, nem negou. Disse "não ter informações" sobre a operação. A CAF, por sua vez, garantiu que a fábrica não está à venda e negou a intenção de deixar o Brasil. Está feito o registro.

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