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criminalização da política

Verdade, a versão dos fatos, por Assis Ribeiro

Verdade, a versão dos fatos

por Assis Ribeiro

O que é a verdade senão a versão dos fatos que você dá a eles.

Verdade 1 - Lula é dono do triplex

Fatos 
- Foi visto com D. Mariza algumas vezes no prédio,
- D. Mariza tinha cota de aquisição de um apartamento no imóvel,
- Houve reforma milionária no apartamento,
- O dono da OAS afirma, na segunda proposta de delação que o imóvel é de Lula,
- O referido triplex se encontra registado em nome das OAS,
- Em processo de recuperação judicial, o dono da OAS oferece o referido triplex como garantia judicial.

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Xadrez da reação da política e do início do fim do ciclo Lava Jato

 

Cena 1 – o quadro político atual

Têm-se um presidente, Michel Temer, com 5% de aprovação e com viés de baixa, apresentado a toda Nação como chefe de uma organização corrupta, que há vinte anos chantageia presidentes eleitos. Têm-se, também, o Congresso mais corrupto da história, ambos unidos para enfiar goela abaixo do povo reformas profundamente antissociais.

Além disso, um governo que não tem um plano de voo para recuperar a economia, reeditando práticas da ditadura, de manipulação de índices (https://goo.gl/lZG9Ud) .

Sem a menor sensibilidade política, Temer alardeia não ter popularidade, mas ter o Congresso na mão.

Monte a equação:

Governo corrupto, com 5% de aprovação + Congresso corrupto + reforma da Previdência com 90% de desaprovação + declarações de desprezo pelo eleitor = Xn

Onde

X = nível de agitação popular

n = a gradação dessa agitação

O X1 foi o quebra-quebra da policia civil no recinto da Câmara.

Qual será o X2? Invasão do Congresso pela turba? Cerco ao Supremo? A própria segurança do Planalto aderindo às manifestações?

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Vídeos

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Operação Lava Jato

Tema

Operação Lava Jato
Operação Lava Jato

Todo o material produzido sobre a Operação Lava Jato dentro do Jornal GGN e Blog do Luis Nassif

Ausência de ideologia de câmbio e a base para a guinada à direita, por Bruno Lima Rocha

Ausência de ideologia de câmbio e a base para a guinada à direita

por Bruno Lima Rocha

É lugar comum ouvir em análises e expressões vindas de todas as camadas da esquerda e da centro-esquerda, algo como “quando este povo vai se levantar indignado”? Além do sentimento de revolta e frustração – totalmente compartilhado por este que escreve – a afirmação também traz elementos de certa condescendência com o governo deposto e algo da perigosa inocência politica. Neste breve texto, tento demonstrar como a categoria ideologia foi desprezada e, por óbvia consequência, a relação com o oligopólio da mídia – em especial com a empresa líder – foi reificada.   

Se levarmos em consideração os 13 anos de governo petista na Presidência, nos damos conta de que faltaram elementos fundamentais para um projeto de poder prolongado. Quando me refiro a projeção de uma vontade política, não significa perpetuar no Poder Executivo a este ou aquele partido, mas sim a construir condições de conquistas permanentes e não retorno. Não retornar para situações anteriores implica ir além de melhorias materiais – embora estas sejam fundamentais – mas também dar um significado ideológico para a base da sociedade.

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Estado de exceção e criminalização da política, por Rogério Dultra

Do Cafezinho

 
Escrito por Miguel do Rosário

A luta contra o golpe demorará muitos anos, porque não será resolvida apenas com uma vitória eleitoral, em 2018, ou 2022, ou 2026.

Será preciso completar o processo iniciado com a Constituição de 1988 e democratizar os aparelhos repressivos do Estado, para onde refluíram todas as forças e energias reacionárias derrotadas pela volta à democracia.

Esse é o erro da mídia. A vitória de Lula em 2002 não foi apenas uma vitória do PT, e sim o momento culminante de um processo, tão antigo como a própria história brasileira, de afirmação de valores e virtudes nascidos da luta por liberdade e democracia. Esse processo estava nas letras improvisadas dos repentistas nordestinos, nas canções de João do Vale, nos raps agressivos dos Racionais MC, na literatura de Jorge Amado e Graciliano Ramos, no cinema de Glauber Rocha.

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Votos descartados são resultado da criminalização da política, diz Lula

Jornal GGN - O ex-presidente Lula comentou na terça (4), em entrevista exclusiva ao jornalista Marcelo Auler, que o alto índice de votos brancos e nulos e abstenções registrado nessa eleição é resultado de uma campanha de criminalização da política feita pela imprensa brasileira. 

Segundo Lula, a velha mídia se comportou como "cabo eleitoral de conservadores" no pleito deste ano. Ele cita como justificativa a parceria com a Lava Jato para indiciá-lo e deflagrar ações contra os ex-ministros Guido Mantega e Antonio Palocci às vésperas do primeiro turno.

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Quando o Estado de Exceção vira a regra, por Arnobio Rocha

Enviado por Henrique O

Do blog de Arnobio Rocha

O Estado de Exceção virou a Regra?

Arnobio Rocha

“O deus soberano, cujo oráculo está em Delfos, nem revela, nem oculta coisa alguma, mas manifesta-se por sinais”. ( Heráclito)

A criminalização da política virou a ideologia dominante da mídia, dos indignados seletivos, dos políticos, que se dizem “não-políticos”. Agora ganha contornos trágicos (ou seria farsa?), quando um cientista político, militante do PSDB, Bolívar Lamounier, pede ao Ministério Público a “prisão de Lula” por fazer Política; Ele o acusado de “comprar votos dos deputados”, ou seja, Cunha pode ter sua bancada, aliada inclusive ao seu PSDB, mas Lula tentar acordos para barrar o impeachment, é CRIME.

Precisamos ampliar a reflexão dessa loucura, pois ela tem um método. Ultimamente tenho me dedicado a estudar a questão do Estado e da Democracia e, subjacente, a ideologia dominante, que prepara as bases fundantes, não apenas de um novo ciclo do Kapital, que se abriu com a Crise, mas também sob qual Estado ele se edificará.

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A oposição e os "salvadores da pátria", por Mauro Santayana

 
Do blog de Mauro Santayana
 
 
A divulgação de "acusações" de delatores “premiados” contra os senadores Renan Calheiros, Randolfe Rodrigues, Fernando Collor e Aécio Neves vêm corroborar o que afirmamos recentemente em O impeachment, a antipolítica e a judicialização do Estado
 
A criminalização da política, na tentativa e na pressa de retirar o PT do Palácio do Planalto por outros meios que não os eleitorais, iria descambar para a condenação, paulatina, geral e irrestrita, da atividade como um todo.
 
Esse é um processo que parece estar focado, além de, principalmente, no PT, também nos partidos ou candidatos que possam fazer sombra, no campo adversário ao do governo, ao projeto messiânico de um “novo Brasil” que está sendo engendrado à sombra da ambição e do deslumbramento das forças surgidas da “guerra contra a corrupção” e da “Operação Lava-Jato”.

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Quem criminalizou a política que a embale, por Maria Cristina Fernandes

Sugerido por Fabio 

Do Valor

Quem criminalizou a política que a embale

Por Maria Cristina Fernandes

As doações de empresas e sindicatos a campanhas eleitorais foram proibidas por lei de 1971, ano em que a presidente Dilma Rousseff sangrou no pau de arara de Médici.

A ditadura tentou represar o que acabaria acontecendo no final da década, quando um grupo de empresários paulistas insatisfeitos com o regime militar fortaleceu lideranças pemedebistas no combate final à ditadura.

As doações permaneciam proibidas quando, na primeira eleição direta para presidente, o empresário Paulo César Farias montou esquema da campanha de Fernando Collor de Mello que acabaria por derrubá-lo.

Ante a consagração do caixa 2, decidiu-se que o melhor seria tentar trazer o dinheiro para dentro dos canais legais e liberar as doações no teto de 2% do faturamento das empresas.

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A imprensa e a criminalização da política brasileira

Sugerido por Assis Ribeiro

Da Carta Maior

Por que a criminalização da política interessa às grandes corporações?

Os grandes veículos são grandes corporações favoráveis a uma agende de corte liberal e o menos redistributivista possível. Isso explica a criminalização.

Fabiano Santos

O equívoco da criminalização da política brasileira, promovida pela cobertura diária da grande imprensa, e direcionada, sobretudo, para lideranças do Partido dos Trabalhadores, não decorre apenas da desinformação e de um possível viés ideológico em favor de oposicionistas ao governo. Decorre principalmente do fato de serem os grandes veículos de comunicação no país, grandes corporações e, como tal, favoráveis a uma agenda de corte liberal, tanto menos redistributivista quanto possível.
 
Por este motivo, o PT passa a ser o grande inimigo, porque é a mais bem sucedida experiência institucional brasileira de aliar democracia e alocação política, leia-se, através da ação governamental, de bens e valores econômicos e sociais. Ao mesmo tempo, seu relativo sucesso explica resultados de diversas sondagens, segundo as quais a taxa de identificação partidária com o PT, sempre rondando os 25%, é alta, seja em termos internacionais, seja levando-se em consideração a história brasileira. 

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