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denúncia contra Temer

Temer quer aproveitar recesso parlamentar para abafar denúncia

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Foto: Marcos Correa/PR
 
Jornal GGN - O presidente Michel Temer pretende aproveitar o recesso parlamentar para mudar o foco da agenda política, abafando a denúncia contra ele que deverá ser votada no dia 2 de agosto, na Câmara dos Deputados.
 
Além disso, a ideia é chamar a atenção para um discurso de retomada de reformas, como a previdenciária e a tributária, em um cenário que ainda pode ficar pior para o presidente. 
 
Entre os fatos negativos que podem surgir contra Temer, estão uma nova denúncia da Procuradoria-Geral da República, por obstrução de Justiça, e as possíveis delações premiadas do doleiro Lúcio Funaro e do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha. 

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Votação de denúncia contra Temer terá transmissão ao vivo na Globo, diz colunista

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Foto: @MichelTemer/Twitter

Jornal GGN - Assim como ocorreu na votação do impeachment de Dilma Rousseff na Câmara dos Deputados, a TV Globo irá transmitir ao vivo, e sem interrupções, a sessão que decidirá sobre a denúncia contra o presidente Michel Temer.
 
De acordo com a colunista Monica Bergamo, da Folha de S. Paulo, a emissora carioca vai transmitir do primeiro ao último deputado declarar seu voto, mesmo que, com isso, tenha que deixar de passar novelas e jogos. 
 
A votação está marcada para o dia 2 de agosto, uma quarta-feira, quando geralmente são transmitidos jogos de futebol, às 22 horas. 

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Governo diz que liberação de emendas está prevista na Constituição

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Deputados votam o relatório da denúncia de Temer na CCJ. Foto: Lula Marques/AGPT
 
Jornal GGN - Após diversas matérias na imprensa mostrando o aumento da liberação de emendas parlamentares após a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o presidente Michel Temer, o Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão divulgou nota afirmando que a liberação das verbas é “um procedimento obrigatório previsto na Constituição”. 
 
Matéria publicada neste domingo (16) pelo jornal O Globo afirma que, nas últimas duas semanas, o governo federal anunciou R$ 15,3 bilhões em liberações de verbas e novos programas para Estados e municípios, com o intuito de garantir o apoio contra a denúncia na votação da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
 
Ainda de acordo com o jornal, entre janeiro e junho, os investimentos divulgados pelo governo, com exceção do Plano Safra foram de R$ 96 bilhões. Além disso, também foi acelerada a liberação de emendas parlamentares. Levantamento da Rede afirma que foi empenhado R$ 1,9 bilhão nos últimos 15 dias.

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Não tem nada de irregular nas trocas da CCJ, diz Eliseu Padilha


Foto: acervo Ivan Valente

Por Daniel Isaia 

O ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, disse hoje (14) que não houve irregularidades nas trocas realizadas na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados antes da votação que rejeitou a denúncia por corrupção passiva contra o presidente Michel Temer.

Em entrevista à Rádio Gaúcha de Porto Alegre, Padilha disse que a troca de parlamentares foi promovida pelos partidos que fecharam questão contra a aceitação da denúncia.

“Os partidos PMDB, PP, PR, PRB e PSD fecharam questão, ou seja, todos os parlamentares destas legendas eram obrigados a votar conforme a orientação do partido. Como havia alguns com dificuldade de assimilar essa orientação partidária, eles foram substituídos. Colocaram-se outros que tinham posição garantida, porque iriam lá responder conforme a orientação do partido”, explicou.

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Líder do PMDB não teme efeito de recesso em votação contra Temer

Foto El Pais

Jornal GGN – Baleia Rossi, líder do PMDB na Câmara, acredita que o recesso parlamentar não impactará na votação da denúncia contra o presidente Michel Temer. O Congresso Nacional entra em recesso no dia 18, terça-feira, e só retornará na primeira semana de agosto.

Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara, marcou para o dia 2 de agosto a votação da denúncia contra Temer em plenário. Baleia Rossi acredita que a base governista conseguirá se articular até a data da votação, conseguindo o número mínimo de votos para vencer no plenário.

O líder do governo considera uma importante vitória a votação na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), quando 41 deputados votaram contra a denúncia. Entende que este resultado na CCJ se refletirá no plenário, com importante vitória do governo. “Acho que o recesso não interfere”, disse ele.

Segundo o Regimento Interno da Câmara, uma sessão deliberativa abre-se com, pelo menos, 257 votos, mas este número não contempla a necessidade mínima para autorizar o prosseguimento da denúncia. Na Constituição está definido que, denúncia contra presidente da República precisa da autorização de 342 deputados, o que perfaz dois terços dos 513 parlamentares na Casa.

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Não podemos deixar denúncia contra Temer para agosto, diz Maia

 
Jornal GGN - O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), defendeu mais uma vez a agilidade da resposta da Casa sobre a denúncia contra Michel Temer. Logo após a aprovação da reforma trabalhista pelo Senado e do pronunciamento de Temer de que iria enviar uma Medida Provisória para amenizar alguns pontos polêmicos das mudanças trabalhistas, Maia mostrou-se mais radical a um afastamento da fidelidade ao mandatário.
 
"O meu objetivo, como presidente da Câmara, e tenho seguido isso a risca, não é fazer aqui nem a defesa do governo, nem a defesa daqueles que tem uma posição a favor do relatório apresentado pelo deputado Sergio Zveiter (PMDB-RJ)", disse, em coletiva.
 
Questionado sobre a possibilidade de o recesso parlamentar atrasar a votação da denúncia e da urgência da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), Maia disse que depende do Congresso a votação da LDO nesta quarta-feira (12) e que o processo que pode condenar Temer deve ser votado ainda neste mês pela Câmara.
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Se Temer é derrotado na CCJ, Rodrigo Maia ganha apoio uníssono

De fiel aliado, Rodrigo Maia se incomoda com pressões do governo e pode ser levado aceitar corrente dos que o veem como o sucessor ideal de Temer
 

Foto: EBC
 
Jornal GGN - A opção de Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara dos Deputados, tem sido a de apresentar uma discreta institucionalidade. Mas enquanto avançam os rumores, dentro de um forte segmento da base aliada, de que ele é o perfeito substituto de Michel Temer, os receios do outro lado também aumentam e vozes do presidente vem cobrando de Maia a fidelidade a Temer. A reação não foi das mais bem vistas pelo próprio parlamentar, que até agora se dedicou a ser um dos mais fiéis seguidores do mandatário. 
 
Em uma semana, o discurso mudou. A pressão veio grande por boa parte da base aliada, na Câmara e no Senado, apostando no nome de Rodrigo Maia como o sucessor de Temer, em momentos em que a permanência do presidente se demonstra insustentável. A ideia foi endossada por antes apoiadores do mandatário, diante dos riscos de que uma queda de Temer geraria a morte de toda a estrutura atual de governo com a base no Congresso.
 
Já no setor de dissidentes, a figura mais forte atualmente é a de Renan Calheiros, líder da bancada do PMDB no Senado que pediu a renúncia, e aposta na opção Rodrigo Maia como o sucessor ideial para uma transição até as eleições de 2018. Em entrevista recente, atacou duramente Temer, afirmando que "ninguém aguenta mais o governo". 
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Denúncia contra Temer tem que ser votada rapidamente, diz Maia

Jornal GGN – O deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara, defende que o Congresso vote rapidamente se aceita ou não a denúncia contra o presidente Michel Temer (PMDB) por corrupção passiva. A denúncia foi formulada pela Procuradoria-geral da República.

Maia entende que se deve encerrar esse assunto assim que sair da Comissão de Constituição e Justiça, pois “o Brasil não pode ficar parado com o parecer da Comissão de Constituição e Justiça até o mês de agosto“. As declarações foram dadas em coletiva concedida à imprensa brasileira, em Buenos Aires.

Rodrigo Maia participa, na capital argentina, do Primeiro Fórum Parlamentar sobre Relações Internacionais e Diplomacia Parlamentar. Disse, ainda, que não é verdade que tenha saído do Brasil para evitar ter que assumir o lugar de Temer, na viagem rumo à reunião do G20, na Alemanha. Maia afirma que sua participação no evento na Argentina já tinha sido combinado há mais de um mês.

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Ninguém se cerca de Moreiras e Geddeis se não por afinidade, por Janio de Freitas

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Foto: Beto Barata/PR
 
Jornal GGN - No meio da corrosão de uma crise que continua se agravando, a Câmara que deu início ao impeachment contra uma presidente por truques contábeis é a mesma com a óbvia disposição de negar licença para o impedimento de outro presidente, cercado de denúncias.
 
A opinião é do jornalista Janio de Freitas, que pontua que, em sua defesa, o presidente Michel Temer implicitamente negou qualquer relação com a mala de Joesley Batista para Rodrigo Rocha Loures, colocando o  amigo "de total confiança" no papel de único achacador e recebedor da propina.
 
Para o colunista, ninguém se cerca de gente como Geddel Vieira Lima e Moreira Franco “se não tiver o mesmo propósito pelos mesmos meios”, ressaltando que, mesmo assim, Temer ainda tem apoio do Congresso e daqueles que “empurraram o país para o buraco, pela ninharia de uma contabilidade inútil, e hoje calam sua responsabilidade, felizes no elitismo e trêmulos de medo da polícia e da Justiça”. 

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Janot se defende, reafirma denúncia e diz que a lei é para todos

Jornal GGN – Em nota à imprensa, Rodrigo Janot, procurador-geral da República, afirma que cumpre o comando constitucional “à risca” e que ninguém está acima da lei. Sua nota foi motivada pelas declarações dadas por Michel Temer, em pronunciamento (leia mais) na tarde de ontem, terça, dia 27, em que critica a denúncia apresentada por Janot e a validade das provas, principalmente a gravação da conversa com Joesley Batista, que classificou como ilícita.

A nota diz que Janot cumpre, à risca, o comando constitucional de que ninguém está acima ou fora do alcance da lei, e que em caso de transgressão é preciso que as instituições, em pleno funcionamento, busquem as devidas punições. “Se assim não fosse, não haveria um Estado Democrático de Direito”, reza a nota.

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No Senado, CCJ faz audiência esvaziada depois de denúncia contra Temer

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Foto: Agência Senado

Do Vermelho

 
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado realizou nesta terça-feira (27) sessão de audiência pública para tratar da reforma trabalhista. A audiência acontece um dia ante da antes da votação do projeto na Comissão, que está marcada para esta quarta-feira (28).
 
Ainda sob efeito da denúncia feita pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra Michel Temer, a sessão começou esvaziada, com poucos parlamentares em plenário, que foram comparecendo no decorrer da sessão.

Entre os convidados estavam o relator do projeto na Câmara, Rogério Marinho (PSDB-RN), o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas - que falou em nome das centrais sindicais -, e representantes da Justiça do Trabalho, como a ministra do Tribunal Superior do Trabalho, Delaíde Arantes. Leia mais »
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