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denúncia contra Temer

Com 263 votos, Temer consegue enterrar denúncia por corrupção passiva

Atualizada às 22h

Jornal GGN – Pouco antes das 22h desta quarta-feira (2), Michel Temer conseguiu os votos necessários para se livrar da denúncia por corrupção passiva apresentada pela Procuradoria Geral da República com base na delação da JBS. Com 263 votos a favor do presidente, o pedido de investigação foi arquivado. Foram 227 votos a favor do inquérito, 19 ausências e 2 abstenções, segundo dados da Agência Câmara. A votação foi transmitida ao vivo pela Rede Globo.

Ao todo, eram necessários 342 votos - ou seja, 2/3 da Câmara - contra o parecer do deputado tucano, Paulo Abi-Ackel, de Minas Gerais, para autorizar o Supremo Tribunal Federal (STF) a investigar Temer. A vitória foi obtida ainda durante a votação da bancada do Rio de Janeiro, por volta das 21h. Assim, no frigir dos ovos, a Casa rejeitou a admissibilidade para que o STF iniciasse o processo contra Temer.

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Temer quer aproveitar recesso parlamentar para abafar denúncia

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Foto: Marcos Correa/PR
 
Jornal GGN - O presidente Michel Temer pretende aproveitar o recesso parlamentar para mudar o foco da agenda política, abafando a denúncia contra ele que deverá ser votada no dia 2 de agosto, na Câmara dos Deputados.
 
Além disso, a ideia é chamar a atenção para um discurso de retomada de reformas, como a previdenciária e a tributária, em um cenário que ainda pode ficar pior para o presidente. 
 
Entre os fatos negativos que podem surgir contra Temer, estão uma nova denúncia da Procuradoria-Geral da República, por obstrução de Justiça, e as possíveis delações premiadas do doleiro Lúcio Funaro e do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha. 

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Votação de denúncia contra Temer terá transmissão ao vivo na Globo, diz colunista

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Foto: @MichelTemer/Twitter

Jornal GGN - Assim como ocorreu na votação do impeachment de Dilma Rousseff na Câmara dos Deputados, a TV Globo irá transmitir ao vivo, e sem interrupções, a sessão que decidirá sobre a denúncia contra o presidente Michel Temer.
 
De acordo com a colunista Monica Bergamo, da Folha de S. Paulo, a emissora carioca vai transmitir do primeiro ao último deputado declarar seu voto, mesmo que, com isso, tenha que deixar de passar novelas e jogos. 
 
A votação está marcada para o dia 2 de agosto, uma quarta-feira, quando geralmente são transmitidos jogos de futebol, às 22 horas. 

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Governo diz que liberação de emendas está prevista na Constituição

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Deputados votam o relatório da denúncia de Temer na CCJ. Foto: Lula Marques/AGPT
 
Jornal GGN - Após diversas matérias na imprensa mostrando o aumento da liberação de emendas parlamentares após a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o presidente Michel Temer, o Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão divulgou nota afirmando que a liberação das verbas é “um procedimento obrigatório previsto na Constituição”. 
 
Matéria publicada neste domingo (16) pelo jornal O Globo afirma que, nas últimas duas semanas, o governo federal anunciou R$ 15,3 bilhões em liberações de verbas e novos programas para Estados e municípios, com o intuito de garantir o apoio contra a denúncia na votação da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
 
Ainda de acordo com o jornal, entre janeiro e junho, os investimentos divulgados pelo governo, com exceção do Plano Safra foram de R$ 96 bilhões. Além disso, também foi acelerada a liberação de emendas parlamentares. Levantamento da Rede afirma que foi empenhado R$ 1,9 bilhão nos últimos 15 dias.

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Não tem nada de irregular nas trocas da CCJ, diz Eliseu Padilha


Foto: acervo Ivan Valente

Por Daniel Isaia 

O ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, disse hoje (14) que não houve irregularidades nas trocas realizadas na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados antes da votação que rejeitou a denúncia por corrupção passiva contra o presidente Michel Temer.

Em entrevista à Rádio Gaúcha de Porto Alegre, Padilha disse que a troca de parlamentares foi promovida pelos partidos que fecharam questão contra a aceitação da denúncia.

“Os partidos PMDB, PP, PR, PRB e PSD fecharam questão, ou seja, todos os parlamentares destas legendas eram obrigados a votar conforme a orientação do partido. Como havia alguns com dificuldade de assimilar essa orientação partidária, eles foram substituídos. Colocaram-se outros que tinham posição garantida, porque iriam lá responder conforme a orientação do partido”, explicou.

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Sem votos

Líder do PMDB não teme efeito de recesso em votação contra Temer

Foto El Pais

Jornal GGN – Baleia Rossi, líder do PMDB na Câmara, acredita que o recesso parlamentar não impactará na votação da denúncia contra o presidente Michel Temer. O Congresso Nacional entra em recesso no dia 18, terça-feira, e só retornará na primeira semana de agosto.

Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara, marcou para o dia 2 de agosto a votação da denúncia contra Temer em plenário. Baleia Rossi acredita que a base governista conseguirá se articular até a data da votação, conseguindo o número mínimo de votos para vencer no plenário.

O líder do governo considera uma importante vitória a votação na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), quando 41 deputados votaram contra a denúncia. Entende que este resultado na CCJ se refletirá no plenário, com importante vitória do governo. “Acho que o recesso não interfere”, disse ele.

Segundo o Regimento Interno da Câmara, uma sessão deliberativa abre-se com, pelo menos, 257 votos, mas este número não contempla a necessidade mínima para autorizar o prosseguimento da denúncia. Na Constituição está definido que, denúncia contra presidente da República precisa da autorização de 342 deputados, o que perfaz dois terços dos 513 parlamentares na Casa.

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Sem votos

Não podemos deixar denúncia contra Temer para agosto, diz Maia

 
Jornal GGN - O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), defendeu mais uma vez a agilidade da resposta da Casa sobre a denúncia contra Michel Temer. Logo após a aprovação da reforma trabalhista pelo Senado e do pronunciamento de Temer de que iria enviar uma Medida Provisória para amenizar alguns pontos polêmicos das mudanças trabalhistas, Maia mostrou-se mais radical a um afastamento da fidelidade ao mandatário.
 
"O meu objetivo, como presidente da Câmara, e tenho seguido isso a risca, não é fazer aqui nem a defesa do governo, nem a defesa daqueles que tem uma posição a favor do relatório apresentado pelo deputado Sergio Zveiter (PMDB-RJ)", disse, em coletiva.
 
Questionado sobre a possibilidade de o recesso parlamentar atrasar a votação da denúncia e da urgência da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), Maia disse que depende do Congresso a votação da LDO nesta quarta-feira (12) e que o processo que pode condenar Temer deve ser votado ainda neste mês pela Câmara.
Sem votos

Se Temer é derrotado na CCJ, Rodrigo Maia ganha apoio uníssono

De fiel aliado, Rodrigo Maia se incomoda com pressões do governo e pode ser levado aceitar corrente dos que o veem como o sucessor ideal de Temer
 

Foto: EBC
 
Jornal GGN - A opção de Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara dos Deputados, tem sido a de apresentar uma discreta institucionalidade. Mas enquanto avançam os rumores, dentro de um forte segmento da base aliada, de que ele é o perfeito substituto de Michel Temer, os receios do outro lado também aumentam e vozes do presidente vem cobrando de Maia a fidelidade a Temer. A reação não foi das mais bem vistas pelo próprio parlamentar, que até agora se dedicou a ser um dos mais fiéis seguidores do mandatário. 
 
Em uma semana, o discurso mudou. A pressão veio grande por boa parte da base aliada, na Câmara e no Senado, apostando no nome de Rodrigo Maia como o sucessor de Temer, em momentos em que a permanência do presidente se demonstra insustentável. A ideia foi endossada por antes apoiadores do mandatário, diante dos riscos de que uma queda de Temer geraria a morte de toda a estrutura atual de governo com a base no Congresso.
 
Já no setor de dissidentes, a figura mais forte atualmente é a de Renan Calheiros, líder da bancada do PMDB no Senado que pediu a renúncia, e aposta na opção Rodrigo Maia como o sucessor ideial para uma transição até as eleições de 2018. Em entrevista recente, atacou duramente Temer, afirmando que "ninguém aguenta mais o governo". 
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Denúncia contra Temer tem que ser votada rapidamente, diz Maia

Jornal GGN – O deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara, defende que o Congresso vote rapidamente se aceita ou não a denúncia contra o presidente Michel Temer (PMDB) por corrupção passiva. A denúncia foi formulada pela Procuradoria-geral da República.

Maia entende que se deve encerrar esse assunto assim que sair da Comissão de Constituição e Justiça, pois “o Brasil não pode ficar parado com o parecer da Comissão de Constituição e Justiça até o mês de agosto“. As declarações foram dadas em coletiva concedida à imprensa brasileira, em Buenos Aires.

Rodrigo Maia participa, na capital argentina, do Primeiro Fórum Parlamentar sobre Relações Internacionais e Diplomacia Parlamentar. Disse, ainda, que não é verdade que tenha saído do Brasil para evitar ter que assumir o lugar de Temer, na viagem rumo à reunião do G20, na Alemanha. Maia afirma que sua participação no evento na Argentina já tinha sido combinado há mais de um mês.

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Ninguém se cerca de Moreiras e Geddeis se não por afinidade, por Janio de Freitas

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Foto: Beto Barata/PR
 
Jornal GGN - No meio da corrosão de uma crise que continua se agravando, a Câmara que deu início ao impeachment contra uma presidente por truques contábeis é a mesma com a óbvia disposição de negar licença para o impedimento de outro presidente, cercado de denúncias.
 
A opinião é do jornalista Janio de Freitas, que pontua que, em sua defesa, o presidente Michel Temer implicitamente negou qualquer relação com a mala de Joesley Batista para Rodrigo Rocha Loures, colocando o  amigo "de total confiança" no papel de único achacador e recebedor da propina.
 
Para o colunista, ninguém se cerca de gente como Geddel Vieira Lima e Moreira Franco “se não tiver o mesmo propósito pelos mesmos meios”, ressaltando que, mesmo assim, Temer ainda tem apoio do Congresso e daqueles que “empurraram o país para o buraco, pela ninharia de uma contabilidade inútil, e hoje calam sua responsabilidade, felizes no elitismo e trêmulos de medo da polícia e da Justiça”. 

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Janot se defende, reafirma denúncia e diz que a lei é para todos

Jornal GGN – Em nota à imprensa, Rodrigo Janot, procurador-geral da República, afirma que cumpre o comando constitucional “à risca” e que ninguém está acima da lei. Sua nota foi motivada pelas declarações dadas por Michel Temer, em pronunciamento (leia mais) na tarde de ontem, terça, dia 27, em que critica a denúncia apresentada por Janot e a validade das provas, principalmente a gravação da conversa com Joesley Batista, que classificou como ilícita.

A nota diz que Janot cumpre, à risca, o comando constitucional de que ninguém está acima ou fora do alcance da lei, e que em caso de transgressão é preciso que as instituições, em pleno funcionamento, busquem as devidas punições. “Se assim não fosse, não haveria um Estado Democrático de Direito”, reza a nota.

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No Senado, CCJ faz audiência esvaziada depois de denúncia contra Temer

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Foto: Agência Senado

Do Vermelho

 
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado realizou nesta terça-feira (27) sessão de audiência pública para tratar da reforma trabalhista. A audiência acontece um dia ante da antes da votação do projeto na Comissão, que está marcada para esta quarta-feira (28).
 
Ainda sob efeito da denúncia feita pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra Michel Temer, a sessão começou esvaziada, com poucos parlamentares em plenário, que foram comparecendo no decorrer da sessão.

Entre os convidados estavam o relator do projeto na Câmara, Rogério Marinho (PSDB-RN), o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas - que falou em nome das centrais sindicais -, e representantes da Justiça do Trabalho, como a ministra do Tribunal Superior do Trabalho, Delaíde Arantes. Leia mais »
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