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desmonte nacional

O mundo parece estar parindo o novo à fórceps, por Assis Ribeiro

O mundo parece estar parindo o novo à fórceps

por Assis Ribeiro

Depois do estrondoso sucesso do livro "O Capital no Século XXI", do economista francês Thomas Piketty, que estarreceu os neoliberais e exultou os esquerdistas ao fundamentar com profundidade inquestionável que a crise econômica mundial não seria resolvida sem desconcentrar o capital e promover a sua redistribuição taxando os mais ricos, o jornalista brasileiro Luís Nassif, no artigo http://jornalggn.com.br/noticia/xadrez-da-revisao-do-projeto-dos-campeoe... , levanta a questão da concentração abordando as causas e consequências da política brasileira na busca de se criar grandes players nacionais, incluindo no seu estudo "as tramoias do capital financeiro e do industrial".

Tornou - se amplamente perceptível até para os de mente avestruz que a corrupção e a deslealdade dominaram os todos os trâmites dos processos econômicos. Que o financiamento da imprensa e de jornalistas para favorecer os seus interesses, a compra de juízes e procuradores e outras "tramoias" são verdadeiros efeitos colaterais na criação das grades empresas, e não é por outra razão que as nossos grupos de alavancagem econômica como a Petrobras, OAS, Odebrecht, OI, JBS estão citadas na operação Lavo Jato.

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Manifesto aponta desmonte do país e propõe projeto nacional

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Foto: Deyvid Setti e Eloy Olindo Setti

Manifesto aponta desmonte do país e lança proposta para projeto nacional

Liderados pelo ex-ministro Luiz Carlos Bresser-Pereira, economistas, professores, físicos, engenheiros, sociólogos, músicos, arquitetos,
cineastas, escritores, intelectuais, políticos, advogados estão lançando o Manifesto do Projeto Brasil Nação.

O texto afirma que o Brasil passa por um desmonte, com o esquartejamento da Petrobrás, a destruição da indústria, a demolição de direitos sociais. Esse processo levará o país “à dependência colonial e ao empobrecimento dos cidadãos, minando qualquer projeto de desenvolvimento. Privatizar e desnacionalizar monopólios serve apenas para aumentar os ganhos de rentistas nacionais e estrangeiros e endividar o país”. 

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Ataque à indústria de carnes é mais um capítulo do desmonte, por Pedro Celestino

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Do Clube de Engenharia

 
Por Pedro Celestino, presidente do Clube de Engenharia

As exportações brasileiras provenientes do agronegócio (soja, açúcar, café, milho, cacau etc.) são realizadas por meio de empresas estrangeiras, tais como Bunge, Cargill e Dreyfus. São essas tradings que formam os preços. Elas compram as safras, muitas vezes, antes mesmo do plantio, travam os preços, e os manipulam nas Bolsas de Chicago, New York e Londres. Têm armazéns espalhados pelo país, e terminais nos nossos principais portos. Em resumo, nos grãos, o empresário brasileiro se resume à atividade agrícola e é refém desses grandes grupos.  Leia mais »
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Livro "A Outra Face de Sérgio Moro" é lançado no Rio de Janeiro

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Jornal GGN - Na semana passada, foi lançado no Rio de Janeiro o livro “A Outra Face de Sérgio Moro”, de Emanuel Cancella, coordenador da Secretaria Geral do Sindicato dos Petroleiros do Estado do Rio de Janeiro (Sindipetro-RJ) e da Federação Nacional dos Petroleiros (FNP).
 
O autor, que está sendo processado pelo juiz federal, defende a tese de que a Operação Lava Jato está a serviço de empresas petrolíferas norte-americanas e que tem o objetivo de “destruir a Petrobras e o patrimônio brasileiro”.
 
O livro reúne crônicas escritas por Cancella entre 2014 e 2016. Leia mais »
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Oposição pede investigação da venda de ativos da Petrobras

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Jornal GGN - Na manhã desta quarta-feira (22), senadores da oposição entregaram uma representação ao Ministério Público pedindo a investigação do processo de venda de ativos da Petrobras, incluindo a BR Distribuidora e a malha de gasodutos da Nova Transportadora do Sudeste. 
 
A ação civil pública pretende suspender a venda de ativos e “anular todos os atos lesivos ao patrimônio público”. A ação também destaca que a própria estatal reconheceu, em manifestação ao Tribunal de Contas da União (TCU), a inadequação dos procedimentos. 
 
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Cerco a Odebrecht pode acabar com o mais avançado míssil da FAB, por Mauro Santayana

Do blog de Mauro Santayana

 
Ou de como a tentativa de assassinato da Odebrecht pode ferir de morte a construção do mais avançado míssil da Força Aérea Brasileira
 
por Mauro Santayana
 
Está dando certo o implacável, mesquinho, totalmente desvinculado da estratégia e dos interesses nacionais, cerco, montado pela Procuradoria-Geral da República, para arrebentar com a Odebrecht, não apenas dentro do Brasil, mas, em conluio com os Estados Unidos, também na América do Norte e, com base em "forças tarefas" conjuntas, nos mais diferentes países da América Latina.
 
Pressionada pela perseguição além fronteiras da Jurisprudência da Destruição da Lava Jato e pela estúpida, desproporcional, multa, de R$ 7 bilhões estabelecida a título de punição, pelo Ministério Público brasileiro, em parceria com o Departamento de Justiça norte-americano, a Odebrecht não está conseguindo vender boa parte dos ativos estratégicos que tenta colocar no mercado, para evitar sua bancarrota e total desaparecimento, com a paralisação de dezenas de bilhões em projetos, muitos deles estratégicos, dentro e fora do país, e a demissão de milhares de colaboradores que trabalham no grupo, que já foi obrigado a se desfazer de mais de 150 mil pessoas nos últimos dois anos.
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A desfaçatez como método de governo, por Aldo Fornazieri

A desfaçatez como método de governo

por Aldo Fornazieri

Desfaçatez é a qualidade de um desfaçado, daquele que não sente nem constrangimento e nem vergonha pelos seus atos condenáveis, publicamente assumidos. Trata-se daquele que, no senso comum, é conhecido como um cara de pau. Pois bem: Temer e, de certa forma, boa parte das autoridades que ocupam cargos superiores nos altos escalões dessa República destroçada, assumiram a desfaçatez como método de conduta e de governo.

Não se trata mais de esconder a verdade, de enganar, de fazer um jogo ardiloso das aparências. Trata-se de assumir a corrupção e o crime como predicados normais de quem governa. Ser acusado, denunciado, processado é como que uma exigência curricular para se tornar ministro, ocupar os altos cargos de comissões no Congresso, ser presidente da Câmara e do Senado, assumir um posto de  conselheiro ou ministro de Tribunais de Constas, se tornar juiz do Supremo Tribunal Federal. Estes requisitos curriculares estão se espalhando nos estados e nos municípios e nos três poderes da República. 

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Lava Jato está esfacelando indústria nacional, diz Pedro Celestino

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Jornal GGN - Engenheiro civil, especialista em transportes e ex-presidente do conselho da Infraero, Pedro Celestino diz que a Petrobras é alvo de um desmonte e deve ser defendida, devido à sua importância no desenvolvimento da indústria brasileira e, consequentemente, na geração de renda e emprego.
 
O presidente do Clube de Engenharia também disse, em entrevista para o Brasil de Fato, que a Operação Lava Jato está provocando o desmantelamento de empresas nacionais. Ele exemplifica a importância da Petrobras como âncora do desenvolvimento citando a Noruega e a Nigéria, que adotaram modelos distintos de exploração e produção de petróleo.
 
“Se a Petrobrás for destruída, as empresas estrangeiras vão se apoderar do nosso petróleo, sem compromisso de prestar qualquer contrapartida”, afirma.

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Engenharia unida reage à destruição da economia brasileira

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Do Clube da Engenharia

Engenharia unida reage à destruição em curso da economia brasileira

O Clube de Engenharia, ao longo dos seus 136 anos, contribuiu permanentemente para o desenvolvimento do município do Rio de Janeiro, do Estado e do País. No Império, no Distrito Federal, como capital da Guanabara e capital do Estado do Rio, a ação do Clube de Engenharia foi, é, e será a de formulador de propostas de desenvolvimento econômico, político e social.

Com Pereira Passos tivemos importante contribuição na modernização do Centro do Rio. Participamos das discussões do Plano Agache, em 1928; discutimos o código de água nos anos 30 e a proposta de eletrificação, de aproveitamentos hidroelétricos do Vale do Paraíba que deram origem ao Complexo de Ribeirão das Lajes. Participamos da defesa do minério de ferro brasileiro; da constituição da Companhia Vale do Rio Doce e, no momento seguinte, da constituição da Petrobras. Atuamos ativamente na discussão do Plano Doxiadis, no governo Carlos Lacerda, e da discussão do Metrô, tanto na década de 60 como na década de 70.

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As graves ilegalidades da PL das empresas de telecomunicações

 
Os posicionamentos do Tribunal de Contas da União, da Procuradoria Geral da República, da Ordem dos Advogados do Brasil, das entidades representativas da sociedade civil e das entidades de defesa do consumidor, já seriam suficientes para evidenciar que o PLC 79/2016 apresenta graves ilegalidades, e que em última análise caracteriza verdadeiro crime de lesa-pátria por conter dispositivos que geram enormes prejuízos ao erário público.
 
Num momento de grave crise econômica, propõe-se pelo projeto entregar a infraestrutura das telecomunicações nacionais, representada por um patrimônio de bilhões de reais, pertencentes à União, a grupos empresariais que não têm demonstrado competência gerencial e operacional na prestação adequada de serviços à população.

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Xadrez do conteúdo local e o desmonte de um projeto de nação

Peça 1 – Pedro Parente e as lições esquecidas

Em entrevista recente, o presidente da Petrobras Pedro Parente não viu diferenças entre empresas nacionais e estrangeiras. Deu como exemplo a indústria automobilística

Parente foi um dos grandes quadros gerados no serviço público. Depois, saiu para o setor privado, presidiu multinacionais do setor agrícola e se tornou um quadro da internacionalização. Deixou de ser um homem público. E, por tal, não se entenda apenas o brasileiro que trabalha no setor público. O Brasil já deu diversas vocações esplêndidas de empresários e executivos que, mesmo trabalhando apenas no setor privado, não perderam a dimensão de país: continuaram grandes brasileiros.

Não é o caso de Parente. Depois de uma carreira brilhante no setor público, inclusive como peça central para corrigir os estragos do “apagão”, foi para o setor privado, passou pela RBS, tornou-se presidente da Bunge e perdeu a dimensão de Brasil. Leia mais »

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Governo Temer quer privatizar Caixa aos poucos, diz representante dos funcionários

Jornal GGN - Maria Rita Serrano, eleita representante dos funcionários da Caixa Econômica Federal no Conselho de Administração, acredita que o governo de Michel Temer pretende diminuir o papel de todas as empresas públicas na economia.

“Nosso papel é chamar a sociedade para lutar, porque se não tiver a Caixa para investir em habitação e infraestrutura, como o Banco do Brasil no crédito agrícola, não é o Bradesco e o Itaú que vão fazer", afirma.

Em relação à Caixa, Serrano argumenta que a estratégia é privatizar operações importantes, como a loteria instantânea e a seguradora, e também a gestão do FGTS. "Se privatiza as operações e diminui o quadro de empregados, você está acabando com a empresa sem necessariamente abrir o capital ou vender num leilão da Bolsa”, diz.

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Desmonte do Brasil avança a passos largos, por Roberto Amaral

 
Do site de Roberto Amaral
 
 
por Roberto Amaral
 
A arrecadação federal despenca, a indústria definha e o desemprego galopa, enquanto o governo Temer se desfaz do patrimônio nacional
 
Pedro Parente, presidente da Petrobras, já pode comemorar a queda de nossas reservas para o nível de 2001, após a venda de ativos e a contração dos investimentos em exploração e produção de óleo
 
A cada dia que passa, a cada medida que adota, o governo Temer mais assume, agora sem rebuços, seu projeto mesquinho de desestruturação do País, por meio do desmantelamento do Estado e da desconstrução da economia nacional, a serviço de interesses internacionais e do rentismo. A política recessiva, o neoliberalismo, o monetarismo arcaico não são fins em si, mas instrumentos de que se vale o situacionismo para destruir o que ainda sobrevive de projeto de desenvolvimento.  
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Os presidentes da democracia e os seus legados políticos, por J. Carlos de Assis

por J. Carlos de Assis

Movimento Brasil Agora

Os presidentes da democracia e os seus legados políticos

No  curso da abertura política, o primeiro presidente da democracia, José Sarney, será lembrado tanto pela relativa imparcialidade no acompanhamento da elaboração da Constituição de 88 quanto pela impertinência com que, seguindo o mantra de seu ministro da Fazenda Maílson da Nóbrega, sustentou depois de sua promulgação que, com ela, o país se tornaria ingovernável. Era inconformismo com os fantásticos progressos sociais da Carta de 88.

O segundo presidente da democracia, Fernando Collor de Mello, será lembrado por ter autorizado o congelamento de ativos financeiros, juntando no mesmo saco moeda e poupança, o que levou a uma tremenda contração da economia no ano de 1991. Será lembrado também, naturalmente, por ter sofrido o impeachment, e por dar partida ao programa de privatização de ativos públicos começando pelo setor siderúrgico.

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Considerações sobre reacionarismo brasileiro, por Arkx

Considerações sobre reacionarismo brasileiro

por Arkx

 

Comentário ao post Xadrez do Hommer Simpson e do desmonte nacional

1.  o reacionarismo brasileiro é atávico. desde que o Brasil é Brasil. não nascemos como nação, e sim como empresa exportadora. nosso berço não é a luta de libertação nacional, e sim a escravidão. o que esperar de uma sociedade constituída sobre estas bases?

2. a web apenas amplificou a visibilidade, e portanto retroalimentou, um fascismo latente, mas sempre fortemente presente no tecido social brasileiro. jamais superamos a escravidão, os documentos foram queimados e os “senhores de escravos” receberam indenização pelo prejuízo lhes causado com a “libertação de sua peças”;

3. em nossa História jamais enfrentamos com determinação o elitismo, o autoritarismo, o racismo, o moralismo e a repressão, todos herdados de nossas raízes fundadas na escravidão. foi assim com a Lei da Anistia, e depois com a Comissão da Verdade. foi assim com a não auditoria da privataria tucana, e depois com o abafamento da operação Satiagraha. e está sendo assim agora, com a opção da maior parte da Esquerda pela não resistência ao golpe nas ruas, como se fosse possível derrotar os golpistas apenas dentro de uma lógica eleitoral pautada por eles;

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