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Xadrez de Temer e o caso dos 10 negrinhos

Publicado originalmente em 20 de junho de 2016

Lembrando o poema “O caso dos dez negrinhos”

 

Cinco homens no comando

Irmanados em um trato

Levaram Eduardo Cunha

Restaram apenas quatro.

 

Quatro homens planejando

A grande jogada da vez

Levaram Romero Jucá

Agora, só restam três.

 

Três homens bem assustados

Com o que a Justiça expôs

Chegou a vez do Padilha?

Restarão apenas dois.

 

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Rejeitado por Dilma duas vezes no 1º mandato, Marcelo Castro assumirá Saúde

Jornal GGN - Líder da bancada do PMDB na Câmara, Leonardo Picciani confirmou, na noite de quinta-feira (1), que Dilma Rousseff (PT) concordou em nomear para o Ministério da Saúde o deputado federal Marcelo Castro. Em 2011, os correligionários Henrique Alves e Eduardo Cunha tentaram emplacar o parlamentar do Piauí como líder do governo no Congresso e ministro do Turismo, duas vezes. Mas um escândalo envolvendo suspeitas de enriquecimento ilícito fez Dilma rejeitar a indicação.

Àquela época, os jornais noticiaram que o Ministério Público Federal investigava irregularidades em licitações na seção do Piauí do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), comandado por Sebastião Ribeiro, cunhado de Marcelo Castro. A campeã de licitações era a construtora Jurema, de propriedade dos irmãos do deputado. Só em 2010, dos R$ 60 milhões pagos pela manutenção de rodovias no Estado, metade foi repassado para o caixa da companhia. 

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BR-163 será repassada para iniciativa privada

Jornal GGN - O governo federal decidiu repassar para a iniciativa privada sua parte nas obras de recuperação e duplicação da BR-163, no Mato Grosso. Os 371 quilômetros da rodovia estão, atualmente, sob a responsabilidade do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), mas o órgão não tem dinheiro para continuar tocando as obras.

Com uma dívida crescente que já beira os R$ 2 bilhões, o DNIT teve o orçamento cortado em 40% neste ano e vem atrasando vários pagamentos às construtoras que lhe prestam serviço.

Os contratos do Dnit com as empreiteiras contratadas devem ser rescindidos nas próximas semanas. O trecho será assumido pelo Consórcio Rota do Oeste, que já administra outros 453 quilômetros da BR-163. O consórcio, por sua vez, é controlado pela Odebrecht.

No primeiro momento, será realizada uma “recuperação funcional” da pista, que consiste na execução de obras de conservação. O consórcio também vai cuidar da sinalização vertical e horizontal do trecho.

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Governo federal revê custo de obra viária de Campos

Após assumir uma obra da gestão Eduardo Campos (PSB-PE), o governo federal refez parte do projeto enviado pelo Estado de Pernambuco e tornou seu custo R$ 700 milhões mais barato.

Trata-se do Arco Viário, estrada duplicada na região metropolitana do Recife. Com dificuldades para bancar a obra, a gestão Campos recorreu ao governo Dilma Rousseff, que se comprometeu com a duplicação em março do ano passado, época em que Campos ainda era aliado do Palácio do Planalto.

A obra virou alvo de disputa política, já que Campos rompeu com Dilma seis meses depois do acerto e é, hoje, um de seus adversários na corrida presidencial. Leia mais »

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Os crimes financeiros continuam sem punição

 
Do Jornal do Brasil
 
Mensalão prende 17, mas crimes financeiros seguem sem punição
 
Responsáveis por fraudes em bancos, empresas e obras públicas estão livres
 
A Ação Penal 470 levou recentemente 17 políticos e empresários para a prisão, no processo que ficou conhecido como mensalão. Após o anúncio da expedição dos mandados de prisão, os condenados começaram a se apresentar à Polícia Federal e foram transferidos para a Penitenciária da Papuda, no Distrito Federal. Entre os detentos estão o ex-ministro da Casa Civil, José Dirceu, o ex-presidente, do PT José Genoino, e o ex-tesoureiro do PT, Delúbio Soares, ex-deputados e ex-funcionários e ex-dirigentes do Banco Rural.
 
Enquanto isso, escândalos financeiros envolvendo desvio de recursos, fraudes contábeis e outras falcatruas continuam sem solução, e os responsáveis por esses crimes continuam sem punição efetiva. Os bancos brasileiros que sofreram intervenção por conta de rombos nas contas, e entraram em falência, são exemplos da impunidade de figuras que lesaram os cofres públicas e até o bolso de seus clientes e acionários, mas seguem ilesos. 

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Dilma acertou com o novo regime de licitações

A ideia de Dilma Rousseff de estender para as obras públicas o RDC (Regime Diferenciado de Contratação) começa a dar frutos, aprimorando um dos principais obstáculos às licitações públicas. Juntamente com o destravamento das licitações de concessões públicas, poderá ser uma das alavancas para o aumento dos investimentos públicos nos próximos anos.

O RDC foi criado inicialmente para as obras da Copa do Mundo, visando contornar a burocracia interminável da Lei das Licitações, a 8666. Foi estendido, depois, a outras contratações da administração pública. Desde o ano passado, está no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).

Nesse período, foi utilizado em mais de 300 licitações, das quais 230 do DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura em Transporte) e mais de 90 na Infraero.

Na Infraero, a concorrência pública demorava em média 132 dias. Com RDC, em 2012 o prazo médio caiu para 70 dias; em 2013, para 55 dias. A maior economia de tempo ocorreu com a inversão de fase. Antes, havia recursos em 45% dos casos. Com RDC, caíram para 6%. Leia mais »

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