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Eduardo Paes

PMDB: nascido do ventre do MDB, sempre será o velho PSD, por Maria Fernanda Arruda

Foto Guito Moreto/O Globo
 
PMDB: nascido do ventre do MDB, sempre será o velho PSD
 
por Maria Fernanda Arruda
 
Por repetição, usos e costumes, e a imprensa especializada ensina assim, o cenário político brasileiro é entendido como sendo de longa data dominado pelas disputas entre dois partidos, o PT e o PSDB, sempre mirando a Presidência da República. Mas eis que, de repente, não mais que de repente, surge o PMDB e nos impõe um presidente, nascido de um limbo, onde se arquivam os que foram feitos para uma vice-presidência sem brilho e sem graça?
 
PMDB: nascido do ventre patriota do MDB, sempre foi, é e será o velho e sempre vivo PSD, o partido criado por Vargas, para que pudesse depor Vargas e depois convidá-lo ao suicídio, o antro das “raposas da politica brasileira”. Enquanto a UDN produzia oradores com vozes barulhentas, o PSD produziu silêncios conspiratórios, aceitando-se amigo oculto dos golpes de 1945, 1954, 1961 e 1964. De Benedito Valadares, aquele que Vargas escolheu por ser o mais improvável, e que mais adiante criou duas figuras, Juscelino Kubitschek e Tancredo Neves, até Michel Temer, o PSD produziu conspiradores.
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Ciro denuncia esquema de Temer no Porto de Santos

Ex-governador conta também que, desde governo Collor, já alertava para as manobras ilegais de Eduardo Cunha no Congresso

 
Jornal GGN - Nesta segunda parte da entrevista que Ciro Gomes (PDT-CE) concedeu para o GGN, no programa Na sala de visitas com Luis Nassif, o ex-governador conta que já alertava para as manobras ilegais de Eduardo Cunha no Congresso, desde o governo Collor, e chama de "quadrilha" o grupo político composto por Cunha, Eliseu Padilha e outros nomes próximos a Michel Temer e, ainda, anuncia o envolvimento de Temer no esquema de corrupção do Porto de Santos e os embates políticos que evitou maior desgaste do governo Lula no Mensalão. 
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Expulsas pelo Parque Olímpico, famílias lutam por reparação na Justiça

Jornal GGN - No Rio de Janeiro, as famílias que tiveram que sair de suas casas em razão da construção das arenas do Parque Olímpico estão recorrendo à Justiça para receber reparações.

No local onde antes existia a Vila Autódromo, com cerca de 500 famílias próximas ao finado autódromo de Jacarepaguá, agora estão localizadas as arenas utilizadas nos Jogos Olímpicos e que estão abandonadas, pouco mais de seis meses após o fim do evento. Para muitas famílias, a única opção foi um apartamento no condomínio Parque Carioca, do programa Minha Casa Minha Vida. 
 
“Quando a proposta foi apresentada, o ex-prefeito Eduardo Paes garantiu que o apartamento seria entregue quitado, e eles acreditaram nisso. E essa promessa não foi cumprida. Agora a gente quer que eles tenham direito de ter uma negociação administrativa ou judicial desapropriatória”, afirma o advogado Fábio Correa, que representa 110 famílias na Justiça Federal contra a  Prefeitura do Rio de Janeiro, o consórcio RioMais, responsável pela construção do condomínio, e a Caixa Econômica Federal.

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Além de Aécio, Paes também prestou depoimento discreto à PF

 
Jornal GGN - Juntamente com o senador tucano Aécio Neves, o ex-prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, também prestou depoimento na Polícia Federal de Brasília, durante a semana do Natal, sem vazamentos à imprensa e com discrição dos investigadores.
 
As informações são do colunista Lauro Jardim. Segundo publicação desta sexta-feira (06), o ex-prefeito prestou depoimento, aparentemente sem coerção, por suspeita de ter participado da maquiagem de dados do Banco Rural, durante a CPMI dos Correios em 2005.
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Desejar 'feliz 2017' é extravagância cômica, por Janio de Freitas

Jornal GGN - Em sua coluna de hoje (1) na Folha de S. Paulo, Janio de Fretias comenta que é uma “extravagância cômica” desejar feliz 2017, em razão do pessimismo com Temer e seus asseclas e também o medo de que Donald Trump, novo presidente dos EUA, possa “piorar as desgraças do mundo”.

O colunista também comenta a gestão de Eduardo Paes, que deixa a cadeira de prefeito do Rio de Janeiro, afirmando que o “político Eduardo Paes não teve os mesmos êxitos”. Marcelo Crivella, o novo prefeito, “poderá apressar o plano dos evangélicos de ainda maior ascensão política”.

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Revista não divulga íntegra de delação e iguala Pezão e Paes a Lindbergh

 
Jornal GGN - A delação premiada do superintendente da Odebrecht no Rio de Janeiro, Leandro Azevedo, também parece ter sido vazada à imprensa. Desta vez, no entanto, a revista Veja não diferenciou se o conteúdo dos depoimentos que atingem o governador Luiz Fernando Pezão (PMDB), o prefeito Eduardo Paes (PMDB), o ex-governador Anthony Garotinho e sua esposa Rosinha, e o senador Lindbergh Farias (PT) partiram dos acordos ou dos depoimentos prestados aos investigadores da Operação Lava Jato.
 
Por outro lado, enquanto as acusações de repasses como caixa dois a Pezão, Paes e Garotinho são recheadas de maiores descrições e indícios de práticas ilícitas, o trecho que mira o senador petista carece de sustentação ou detalhes.
 
Contra Pezão, o então executivo da empreiteira no Rio relata que o governador teria recebido R$ 23,6 milhões em dinheiro vivo e outros 800 mil euros em contas no exterior durante a campanha de 2014 para, em troca, ajudar na liberação de verbas para a Odebrecht. 
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"Vai trepar muito no quartinho": Paes e a desumanização da mulher negra

Por Djamila Ribeiro

Na Carta Capital

Na última sexta feira 26, circulou pela internet um vídeo com o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PMDB-RJ), fazendo uma entrega de imóveis. Sem data e local não identificados, Paes faz piadas de cunho sexual, ofendendo uma mulher negra visivelmente incomodada com a situação. Ao ser chamada para receber as chaves do imóvel, o prefeito carioca e a mulher entram na casa.

Ao chegarem no quarto, Paes diz: “Vai trepar muito aqui nesse quartinho”. Não satisfeito, pergunta se a moça é casada e emenda: “Vai trazer muito namorado pra cá. Rita faz muito sexo aqui”. Como se a humilhação não fosse suficiente, Paes, do lado de fora, grita para os vizinhos da moça que acompanhavam a entrega. “Ela disse que vai fazer muito canguru perneta aqui. Tá liberado, hein. A senha primeiro”. Visivelmente envergonhada, a moça se afasta e diz que vai trancar a porta de casa.

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Nem só de notícia ruim vive o Rio de Janeiro, diz Janio de Freitas

Jornal GGN - Janio de Freitas, em seu artigo de hoje na Folha, fala da abertura dos Jogos Olíimpicos. Mas não fala somente da beleza da festa de abertura, mas também dos problemas que grudaram na administração da feitura da infraestrutura dos Jogos Olímpicos. Ele lembra dos problemas enfrentados em Londres e na de Atenas. Janio afirma que o Rio é grande, que mesmo sob esta saraivada de críticas soube receber bem os visitantes. E o legado? Como não somos um país extremamente ligados às modalidades olímpicas, só o tempo poderá delinear este prêmio. Leia a coluna de Janio a seguir.

da Folha

O Rio, visto com isenção, está muito melhor com a Olimpíada

por Janio de Freitas

"Só sai notícia ruim" –a observação, não queixa, vale como uma síntese do prefeito Eduardo Paes para os últimos meses que antecederam a Olimpíada. O Rio será sempre uma cidade malhada pelo que em outras grandes cidades é escondido, é disfarçado, como a violência. E, em outras mais, é visto com tolerância ou indiferença. O Rio não é uma cidade vaidosa, não altera por mágoa a sua hospitalidade sincera, nem retribui do mesmo jeito. Como dizem, continua na dela. Mas às vezes essas coisas, de parte a parte, resultam em injustiças propriamente, não raro por interesses políticos ou comerciais.

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Com falhas de segurança e acomodações, Paes disse que é hora de tirar "baixo-astral"

Jornal GGN - Ignorando as recentes falhas na segurança, com equipes de reportagem passando por áreas restritas com objetos metálicos, os problemas da Vila Olímpica, com delegações afirmando a inviabilidade de se acomodarem nos quartos, o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, disse que está ansioso para os Jogos Olímpicos, que não tem dormido direito e que é hora de "jogar o baixo-astral para o lado".

Da Agência Brasil

Por Nielmar de Oliveira

A uma semana do início da Rio 2016, o prefeito Eduardo Paes disse que é hora de “jogar o baixo-astral para o lado, ter orgulho de ser carioca e brasileiro e aproveitar a Olimpíada, maior evento esportivo do mundo, que pela primeira vez é disputada em um país sul-americano".

Paes confessou que se sente ansioso e tem dormido pouco, na expectativa do início dos Jogos. Sobre os problemas que ocorreram na preparação dos espaços destinados aos atletas e à disputa das provas, ele disse que podem acontecer, “em um evento desta dimensão”, mas que o importante é ter capacidade para superá-los a tempo. "É claro que estou ansioso. Durmo bem, mas durmo pouco. Essa ansiedade é natural porque é um momento muito especial da cidade, e as pessoas estão vendo isso. O legado físico [deixado pelos jogos] está aí.”

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O frasista Eduardo Paes e a lista turbinada de autoridades

A política do Rio de Janeiro tem duas singularidades. A primeira, a enorme facilidade com que muda o padrão de vida dos principais homens públicos. A segunda, a inominável capacidade de seus próceres em dizer besteiras.

Agora, é Eduardo Paes, de ex-grande revelação de gestor para um final de governo melancólico. Pelas obras que deixará no Rio, com o amplo apoio do governo federal, a única explicação para esse final de linha é sua verborragia e a insistência inexplicável em um candidato inviável.

A torneira da incontinência verbal começou a jorrar na escuta vazada pela Lava Jato, de Eduardo Paes comentando o sitio de Atibaia com Lula: "Agora, da próxima vez, o senhor me para com essa vida de pobre, com essa tua alma de pobre, comprando esses barcos de merda, sitiozinho vagabundo"

E prosseguiu com críticas à organização das Olimpíadas e, agora, com essa preciosidade sobre os australianos: “Estou quase botando um canguru na frente do prédio deles para ficar pulando e eles se sentirem em casa”. Leia mais »

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PMDB do Rio será esvaziado por disputas com Temer, por Tales Farias

Jornal GGN - Após as Olimpíadas, o interino Michel Temer deve extinguir o Ministério dos Esportes, reduzindo a influência da família Picciani sobre o atual governo. Na mesma linha, os poderes de Pezão e Paes devem ser esvadiados. Ambos "sonharam" em chegar à presidência do PMDB e abafar Michel Temer. Para isso, até compraram briga interna apoiando o racha na bancada do partido na votação do impeachment de Dilma. A retaliação está a caminho, segundo texto de Tales Farias.

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Depois de reclamar de chororô, Paes diz confiar em Dornelles

Jornal GGN – No último sábado (2), o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, se queixou da gestão do Governo do Estado. Depois de uma reunião em um hotel na Barra da Tijuca, ele falou: "Está atrapalhando demais o Rio de Janeiro esse 'chororô'. Agora está na hora de trabalhar. Confio no governador Dornelles e espero que ele coloque o secretariado para arregaçar as mangas e pare de tanto blá-blá-blá".

Nessa seguda-feira (4), o prefeito voltou atrás, disse que o Rio passa por um momento ruim, mas confia no governador. “Eu fiz uma reclamação no último sábado com relação à postura e procedimento, mas nós vamos trabalhar aqui em parceria”. “Não sou analista de gestão e nem de política, mas está na hora de olhar para frente. Está na hora de enfrentar os problemas”.

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Paes tenta se descolar dos problemas do Rio, por Bernardo Mello Franco

Jornal GGN - Bernardo Mello Franco, colunista da Folha, comenta a fala de Eduardo Paes (PMDB), prefeito do Rio de Janeiro, que afirmou que o governo estadual do RJ fez um "trabalho terrível na segurança". Paes omite o detalhe de que o Estado fluminense está há mais de uma década sob o comando do seu próprio partido, o PMDB. Para Mello Franco, a estratégia do prefeito carioca é tentar de descolar do noticiário negativo sobre o Rio, olhando para as eleições municipais deste ano.

O colunista aponta que Paes separa os fatos em duas categorias: as boas notícias são obra da prefeitura, e os problemas são de responsabilidade do governo estadual. "A separação é fajuta e ignora mazelas 100% municipais, como o desabamento da ciclovia e a poluição da lagoa Rodrigo de Freitas, que receberá as competições de remo", aponta Bernardo. 

Além do "fiasco olímpico" ter o potencial de frustar as ambições de Paes, outro problema para o prefeito é a revitalização da zona portuária, chamada de Porto Maravilha, que aparece nas investigações da Operação Lava Jato. O suposto pagamento de propina teria beneficiado o deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), "outro aliado que o prefeito preferia exilar em Maricá".

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E agora, Michel: quem vai abrir a Rio 2016?

Jornal GGN - Eduardo Paes (PMDB), prefeito do Rio de Janeiro, diz que a sociedade brasileira foi irresponsável ao apoiar o impeachment da presidente Dilma Rousseff sem crime de responsabilidade fiscal. "A gente não sabe nem quem vai ser o presidente daqui a dois meses, que vai abrir a Olímpiada", afirmou Paes em entrevista ao site Brasil 247, criticando o presidente interino: "Não foi o Michel Temer que fez a Olimpíada. A presidente que fez a Olimpíada comigo foi a Dilma."

Paes crê que ainda há muita incerteza, e que as pessoas estão com medo de "fazer tudo". "Medo de investir, de fazer, de dialogar, de serem mal interpretadas", diz o prefeito. Para o peemedebista, todos os brasileiros estão frustrados, e ele "talvez esteja um pouco mais."

A abertura das Olimpíadas no Rio está marcada para o dia 5 de agosto, três dias depois da votação do mérito no Senado. A votação final do impeachment deve ocorrrer até o dia 16, mas pode acontece em setembro devido aos recursos no Supremo Tribunal Federal.

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Gilmar autoriza investigação sobre Aécio, Paes e Clésio

Jornal GGN – Gilmar Mendes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou abertura de novo inquérito para investigar o tucano Aécio Neves, hoje senador e candidato derrotado nas eleições presidenciais de 2014. Na decisão, são incluídos nesta investigação, o ex-deputado e atual prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB) e o ex-governador de Minas Gerais, Clésio Andrade, também do PSDB. O pedido de investigação foi feito pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

O que norteia esta investigação é um dos depoimentos de delação premiada do ex-senador Delcídio do Amaral. Segundo ele, na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) dos Correiros, que ocorreu em 2005 para investigar denúncias da Ação Penal 470, o processo do mensalão, o tucano Aécio Neves, que era governador de Minas Gerais, "enviou emissários" para que não fossem feitas quebras de sigilos de pessoas e empresas investigadas, entre elas estariam o Banco Rural.

De acordo com Delcídio, um desses emissários seria Eduardo Paes, que era na época o secretário-geral do PSDB. Ainda conforme o relato, o relatório final da CPMI foi aprovado com "dados maquiados" e os emissários tinham conhecimento de todos os fatos e passos, ou seja, Paes e o deputado-federal Carlos Sampaio, do PSDB e um ferrenho defensor do impeachment da presidente eleita e não citada.

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