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Eleição: O governo argentino escondeu os resultados para fazer um show

do Página 12

Para Moreau, o governo escondeu os resultados para fazer um show

Na Argentina, o candidato a deputado nacional pela Unidad Ciudadana Leopoldo Moreau, denunciou que o governo "seqüestrou cerca de 300 mil votos" dos bonaerenses para fechar a contagem provisória sem contar com 1.500 mesas em um território onde as pesquisas oficiais mostraram uma diferença de décimos entre o candidato de Cambiemos Esteban Bullrich e a ex-presidente Cristina Fernández de Kirchner. "Eles fizeram aparecer um resultado e o congelaram por quatro ou cinco horas para fazer um show em horário nobre da televisão, quando, na verdade, eles perderam em 14 províncias argentinas. Eles sequestraram os votos de 300.000 bonaerenses", denunciou Moreau.

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A eleição presidencial de 2018, segundo Ciro Gomes

Jornal GGN - Em entrevista ao canal Ultrajano, no Youtube, o ex-governador e pré-candidato à presidência da República pelo PDT, Ciro Gomes, foi provocado a fazer uma análise do contexto em que se dará a disputa eleitoral de 2018.

Na visão de Ciro - que está convencido de que a atual crise política lhe é favorável - a corrida será superfragmentada, a exemplo do pleito de 1989, e terá ao menos 6 candidatos principais, sendo que a maioria terá condições de arrancar cerca de 10% dos votos válidos no primeiro. Em 1989, Lula, com aproximadamente 17% dos votos válidos, foi ao segundo turno com Collor, que angariou 30%.

Ciro projeta que disputará, no próximo ano, contra Geraldo Alckmin, Jair Bolsonaro, Marina Silva, possivelmente Lula ou outro nome do PT. Ele deixou a sexta vaga em aberto, após avaliar que João Dória Junior, mesmo que ouse deixar o PSDB para ser candidato, sofrerá uma derrota expressiva.

Confiante, ele acredita que pode herdar votos de Lula e ainda ser beneficiado pela divisão da direita, que estará espelhada em vários candidatos que devem querer surfar nas mazelas do PT e, ao mesmo tempo, estarão implicados pela Lava Jato.

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Paradoxos da candidatura Lula: conciliação e radicalização, por Aldo Fornazieri

Paradoxos da candidatura Lula: conciliação e radicalização

por Aldo Fornazieri

O impasse político-jurídico que faz de Lula um candidato e não-candidato, só será equacionado pela correlação de forças que o desdobramento da atual crise e novos eventos produzirem. Depois da indignação inicial pela condenação do ex-presidente, as forças políticas progressistas voltaram ao seu estado de letargia. Delegaram a Lula e à sua defesa a tarefa de tentar reverter a condenação. Lula, viajando pelo país e, sua defesa, trabalhando nos tribunais. A decisão do Congresso do PT de defender Diretas Já, mesma bandeira assumida pelos demais partidos de esquerda e por movimentos sociais, não se transformou em movimento de ruas. O "Fora Temer", mesmo que o presidente ilegítimo tenha apenas 5% de apoio, está circunscrito ao Congresso e às redes sociais.

Há um risco enorme em tudo isso, pois os tribunais e os juízes não estão julgando a partir da Constituição e das leis, mas a partir de suas vontades interpretativas. Com a opinião pública apática, desanimada e desmobilizada, a possibilidade da inviabilização da candidatura Lula pode se constituir em tendência dominante.

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Funaro vai confirmar em delação que eleição de Cunha foi comprada pela JBS

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - Numa disputa com Eduardo Cunha para ver quem tem condições de fechar a delação premiada mais poderosa, Lucio Funaro, ex-operador financeiro do PMDB, vai confirmar aos procuradores da Lava Jato que a eleição do ex-presidente da Câmara foi comprada pela JBS. 
 
Joesley Batista, da JBS, já havia dito à Procuradoria Geral da República que deu R$ 30 milhões para Cunha "sair comprando um monte de deputado Brasil a fora. Para isso que servia esses R$ 30 milhões”. Em fevereiro de 2015, após viajar o País em busca de votos, Cunha foi eleito em primeiro turno para presidente da Câmara, com apoio de 267 deputados.
 
A equipe de Rodrigo Janot tem feito uma corrida entre Funaro nos mesmos moldes que impôs a Odebrecht e OAS: só tem vaga para um delator, afirma.
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O mercado abandonou Temer, por Elio Gaspari

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - Em artigo na Folha, Elio Gaspari diz que a elite brasileira que forma o chamado "mercado" deveria fazer "política na vitrine" e tentar emplacar um candidato a presidente em 2018. Em vez disso, aponta Gaspari, deu o golpe em Dilma Rousseff e, agora, sonha em fazer o mesmo com Temer. Com exceção dos grupos que defenderam Marina Silva e Aécio Neves em 2014, cujas pretensões estão claras desde a última disputa, diz.
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Incertezas na disputa para sucessão de Janot na Procuradoria-Geral da República

Nomes fortes como Ela Wiecko e, em outra ponta, Nicolao Dino, além dos já postulantes Raquel Dodge, Mario Bonsaglia e Carlos Frederico Santos, oposição a Janot surgem na disputa de 2017
 
 
Jornal GGN - Com Rodrigo Janot fora dos interesses por uma recondução ao comando da Procuradoria-Geral da República, a disputa para a sucessão à chefia do Ministério Público Federal já foi iniciada como a mais incerta do histórico recente da instituição.
 
Isso porque a escolha que determinará o novo procurador-geral da República conta com seis nomes e nenhuma certeza. Da mesma forma, o embate é determinante para a formação da lista tríplice pelos membros do Ministério Público, mas o atual presidente da República, Michel Temer, será o responsável pela indicação e pode não seguir a tradição do mais votado da lista.
 
O nome apontado já como oposição à Janot na última escolha, em 2015, o subprocurador Carlos Frederico Santos era o segundo cotado à PGR e reaparece como candidato este ano. Os outros dois postulantes da última disputa, Raquel Dodge e Mario Bonsaglia, também tentam garantir apoio entre os procuradores da República.

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Lula pode aguardar em liberdade mesmo após sentença em 2ª instância

Foto: José Cruz/Agência Brasil

Jornal GGN - A jornalista Mônica Bergamo publicou, nesta segunda (15), em sua coluna na Folha, a informação de que o ex-presidente Lula, se condenado por Sergio Moro, pode aguardar uma sentença definitiva do caso triplex pelo Supremo Tribunal Federal em liberdade.

A ideia, de acordo com a jornalista, é que o STF entende que a prisão após condenação em segunda instância é permitida, mas não é obrigatória.

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Dirceu acha que PT perderá eleição de 2018 e precisa de "outras estratégias"

Foto: Fabio Pozzebom/Agência Brasil

Jornal GGN - O ex-ministro José Dirceu teria relatado a amigos que não acredita na vitória do PT na eleição de 2018, dada a crise que o partido vivencia muito em função da Lava Jato. Segundo a colunista Mônica Bergamo, Dirceu acha que o PT "precisa pensar em outras estratégias de luta política e eleitoral". 

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Ipsos: Temer bate recorde de rejeição e Lula é o político mais popular

 
Jornal GGN - Mesmo após a liberação do saque do FGTS e inauguração de trecho da transposição do São Francisco, o presidente Michel Temer não ficou nem um pouco mais popular no mês de março. Ao contrário. Pesquisa Ipsos divulgada pelo jornalista José Roberto Toledo, nesta quinta (30), mostra que aumentou de 59% para 62% o volume de pessoas que acham o governo Temer ruim ou péssimo.
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Aécio mistura prescrição de prazo com absolvição

Processo havia sido aberto após acusação de ex-presidente da Transpetro de que senador repassou propinas em troca de apoio na Câmara 

 
Jornal GGN - O senador Aécio Neves misturou prescrição de prazo com absolvição para defender sua inocência no processo aberto no âmbito da Operação Lava Jato para investigar a acusação feita pelo ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, de que o presidente do PSDB teria repassado propinas em troca de apoio na Câmara dos Deputados, na época para viabilizar o apoio da eleição de Aécio no comando da Casa.
 
Segundo Machado, que foi do PSDB, o recurso financeiro arrecadado ilegalmente para ajudar cerca de 50 deputados, em torno de R$ 7 milhões, foi solicitado na época para a campanha nacional de Fernando Henrique Cardoso. Aécio teria recebido parte desses valores por meio de um amigo de Brasília, contou o ex-presidente da Transpetro, sem informar o nome da pessoa. No seu depoimento, Machado também corroborou a denúncia de que o senador teria recebido propinas de Furnas. 
 
"Todos do PSDB sabiam que Furnas prestava grande apoio ao deputado Aécio Neves via o diretor Dimas Toledo, que era apadrinhado por ele durante o governo Fernando Henrique Cardoso e Dimas Toledo contribuiu com parte dos recursos para a eleição da bancada da Câmara à época", disse Machado.
 
A denúncia suscitou a abertura de mais um inquérito para investigar Aécio Neves, porém o processo travou na Justiça e, nessa semana, o ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, determinou o arquivamento por conta da prescrição de prazos. 
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Pós-Carnaval, o desespero da imprensa com as chances de Lula para 2018

 
Jornal GGN - Os jornais amanheceram no último dia de festejos de carnaval anunciando o que aguardam para os próximos acontecimentos do ano: a condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Não à toa ou coincidências, que a Folha de S. Paulo manchetou "Pelo prazo médio da Lava Jato, Lula pode ficar inelegível durante eleição", enquanto o Estado de S. Paulo dedicou editorial à pressão direta.
 
São desdobramentos de uma entrevista há quase uma semana do ex-ministro Gilberto Carvalho, afirmando o que todos já sabiam: "Lava Jato fará de tudo para condenar Lula", disse ao Valor. Sintetizava a expectativa do próprio ex-presidente e de todos seus aliados, de que a intenção dos investigadores e do juiz Sérgio Moro era condená-lo na primeira instância, deixando-o inelegível.
 
Entretanto, acrescentava Carvalho, em trecho ainda mais importante da entrevista: "Na primeira instância, podem condená-lo. Mas a repercussão e a nossa guerra será tanta que apostamos que na segunda instância possamos reverter [a condenação], e também nos tribunais superiores. Lula, ao fim e ao cabo, será candidato".
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No comando do Congresso, Eunício promete "não navegar contra correntes"

 
Jornal GGN - Eleito para comandar a Presidência do Senado por ampla maioria de 75% dos parlamentares, Eunício Oliveira (PMDB-CE) ocupará o biênio 2017-2018 prometendo "atender os anseios da sociedade". Referindo-se ao momento atual como de "ventos e marés tempestuosas", disse que não colocará "a nau do Senado contra as correntes", indicando que manterá o Congresso em harmonia e paridade com o governo Temer.
 
Em discurso semelhante ao adotado por Michel Temer nas primeiras declarações ao ocupar a cadeira da Presidência da República, o senador afirmou comprometimento em "unir" o Senado para soluções duradouras e "reconstruir o pacto federativo", além de confirmar que irá "aprovar as reformas que o país precisa".
 
"É hora de unir, de resgatar a confiança neste Parlamento e no Estado e de reaproximar o governo e o Congresso da sociedade. O Senado Federal tem a obrigação de trabalhar, em colaboração com os demais Poderes e instituições da República, para implementar ações que recoloquem o Brasil nos trilhos do crescimento, dos investimentos que geram emprego e mais paz e justiça social", afirmou.
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Repetições da História: tragédias e farsas, por Fernando Nogueira da Costa

Os eleitores brasileiros tiveram oportunidades históricas de amadurecer, politicamente, ganhando autonomia,isto é, não se deixando enganar e governar pelas farsas moralistas? O candidato engambela, facilmente, os eleitores assumindo rótulo de não-político, gestor, caçador de marajá, incorruptível

do Brasil Debate

Repetições da História: tragédias e farsas

por Fernando Nogueira da Costa

A história aparece como tragédia e se repete como farsa”, escreveu Karl Marx no livro “Dezoito Brumário de Louis Bonaparte”, em 1852. Estudamos História para iluminar o entendimento do presente ou para nos servir como guia a seguir no futuro desconhecido?

heurística – a arte de inventar ou fazer descobertas – mostra que as pessoas fazem seus julgamentos baseadas na similaridade entre situações atuais e outras situações vividas ou protótipos daquelas situações. Essa ligação heurística conduz-nos a acreditar que novo evento “parece igual” a alguma experiência prévia e confundir “aparência” e “realidade”. Porém, “semelhança com a verdade não é o mesmo que a verdade”…

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PT desmente matéria da Folha sobre pacto com Renan para aliviar julgamento de Dilma

Jornal GGN - A bancada do PT no Senado emitiu uma nota à imprensa desmentindo reportagem da Folha desta terça (27) sobre um suposto acordo entre Humberto Costa e Paulo Rocha com Renan Calheiros (PMDB), para "aliviar" o julgamento do impeachment de Dilma Rousseff. Na ocasião, Renan encabeçou uma votação para cassar o mandato da presidente reeleita em 2014, mas sem prejuízos aos seus direitos políticos.

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Como a imprensa ajudou a eleger Trump mesmo com cobertura negativa

Jornal GGN - A imprensa estadunidense ajudou a eleger Donald Trump mesmo com uma cobertura negativa da candidatura do republicano ante a da democrata Hillary Clinton, que era a favorita para os grandes veículos.

Um estudo feito por jornalistas dos EUA mostra que a exposição de Trump, ainda que muito negativa, foi tão grande que se fosse comprada em forma de anúncios, custaria o equivalente a 55 milhões de dólares.

Outro fator relevante é que, "Para muitos analistas, a derrota da candidata revelou uma desconexão entre parte da imprensa americana e o americano comum", apontou reportagem da BBC Brasil.

"A distribuição dos votos de Hillary revela certa sintonia entre os jornais e o eleitorado da democrata: ela derrotou Trump em praticamente todas as grandes cidades americanas, onde se concentram os assinantes dessas publicações. Já Trump teve melhores resultados em cidades pequenas e zonas rurais, onde os principais jornais têm menos influência."

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