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eleições presidenciais

Lula diz que não desistirá de eleições em 2018


Foto: Nacho Lemus

Jornal GGN - "Não sei se é para o bem ou para o mal, mas você vai ter um pré-candidato com problema jurídico nas costas e eu tenho que fazer várias brigas, primeiro brigar juridicamente para ganhar o direito de ser candidato. Segundo, brigar dentro do PT para ganhar o apoio do PT. Terceiro, brigar a boa briga, a luta democrática, nas ruas, para convencer a sociedade", disse o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, usando o espaço para se manifestar contra a sentença para também reivindicar oficialmente ao partido o desejo de se candidatar à Presidência em 2018.

Mostrando-se tranquilo com o resultado do despacho de Sérgio Moro, Lula escancarou as mesmas críticas que ele e sua defesa vem apontando contra a investigação que mira não somente o ex-presidente, mas a sua candidatura ao governo. "Eu não sei como alguém consegue escrever quase 300 paginas para não dizer absolutamente nada de prova. Vocês vão ouvir muito de processos igualzinho a esse", disse.
 
Diante de uma grande plateia na sede nacional do PT em São Paulo, Lula mostrou-se esperançoso, já calejado dos desgastes que vem sofrendo desde o início da mira da Lava Jato em seu nome. "Os tucanos não aguentaram um capa da Veja, que já caiu todo mundo. A próxima [capa da revista] deve ser minha também, com mais 5 horas de Jornal Nacional. Só da Globo foram 20 horas, eu disse a eles, vocês já me condenaram, a imprensa já me condenou. (...) Estão condenados a me condenar, porque se não me prenderem serão desmoralizados diante da opinião pública", disse.
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Esquerda de verdade a um passo do segundo turno na França, por Lindbergh Farias

"O programa de Mélénchon é radical e sem subterfúgios. É exatamente por falar o que as pessoas querem escutar que sua candidatura cresceu e está às portas do segundo turno. Ela fala abertamente em sair da OTAN. Afirma que um em cada quatro franceses são filhos de imigrantes e o país deve continuar de portas aberta a receber refugiados"


Foto: Divulgação
 
Lindbergh Farias*
 
Esquerda de verdade a um passo do segundo turno na França
 
O passado recente de conciliação da esquerda tradicional está morto. É chegada a hora de abrir um novo ciclo, e no ciclo, uma guinada
 
Oratória possante e clareza programática, de quem sabe que somente uma esquerda de verdade conseguirá deter a avalanche neofascista e vencer. São estas as duas qualidades da vertiginosa ascensão do candidato da esquerda radical, Jean-Luc Mélénchon, na reta final das eleições presidenciais francesas.
 
As eleições acontecem domingo (23/04). O jornal Le Monde publicou uma pesquisa sábado (15/04). Os dados da pesquisa revelam que Mélénchon (20%), que começou a campanha em quarto lugar, arrancou em definitivo do candidato do PS, Benoît Hamon (7,5%), o espaço de candidatura competitiva de esquerda e embolou com Marine Le Pen (extrema-direita, 22%); Emmanuel Macron (direita liberal, 22%); e François Fillon (direita conservadora, 19%).
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Por que é a hora de falarmos de Lula?, por Wadih Damous

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Do blog de Marcelo Auler

Por que é a hora de falarmos de Lula?

por Wadih Damous

O estado de degradação moral, de corrompimento institucional e de dissolução social do Brasil, com destruição de ativos estratégicos em escala nunca dantes vista, é consequência da ruptura do consenso político construído após a ditadura militar e consolidado com a Constituição de 1988.

A ruptura se deu num processo iniciado com o chamado caso do “mensalão” e se completou com a destituição da Presidenta Dilma Rousseff. Para rasgar o voto de 54 milhões de eleitores, recorreu-se fraudulentamente ao instituto constitucional do impedimento. Armaram-se os golpistas com uma maioria de ocasião no parlamento, cevada com recursos públicos desviados por Eduardo Cunha e sua organização de trombadinhas espalhados por partidos sem conteúdo programático nem militância espontânea. O impedimento foi dinamizado pelos perdedores das eleições de 2014 e só logrou ser bem-sucedido graças à omissão imprópria do Ministério Público e do Judiciário.

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Para Ciro Gomes, governo Temer é aliança para assaltar cofres públicos

Jornal GGN - Durante evento na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), o ex-governador do Ceará Ciro Gomes (PDT) defendeu o retorno de Dilma Rousseff para a Presidência da República, mesmo considerando a probabilidade "muitp pequena". Ele afirmou que cinco senadores podem mudar de voto na apreciação do processo de impeachment, o que resultaria na saída do presidente interino Michel Temer (PMDB).

Ciro fez duras críticas ao interino, classificando-o de "golpista, traidor e usurpador do poder". "É um governo de quadrilha", disse o pré-candidato à Presidência, também dizendo que o governo Temer é "uma aliança para assaltar os cofres públicos”. 

O ex-governador cearense descartou a possibilidade de realização de um plebiscito para antecipar as eleições presidenciais. Ele também não acredita que uma proposta de antecipação seria aprovada no Congresso Nacional.  Leia mais »

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Segundo turno: balanço da primeira semana, por Wagner Iglecias

Por Wagner Iglecias

E ai vamos nós, rumo a mais um 2º turno entre PT e PSDB pelo comando do país. A campanha segue intensa, com uma primeira semana que tinha tudo para ser de Aécio. Primeiro pela euforia da arrancada final no 1º turno. E segundo pelas denúncias diuturnas que certa mídia tem feito sobre a gestão da Petrobras, que podem fazer Dilma ficar acuada e forçada a perder muito tempo tendo de se defender. Mas nem tudo foram flores para Aécio nesta primeira semana da rodada final. O tão esperado anúncio do apoio de Marina Silva ainda não ocorreu. Talvez nem aconteça. E mesmo se vier o anti-climax já está consumado, com um apoio que terá muito menos impacto do que teria se anunciado logo após o 1º turno. Além disso as pesquisas Ibope e Datafolha, embora apontem Aécio na frente por pequena margem, não repetiram as sondagens de institutos menores e desconhecidos que horas depois da definição dos dois finalistas já davam o direitista como disparado na frente. 

O outro anti-climax da semana para a campanha do tucano foi o tão propalado debate entre Guido Mantega e Armínio Fraga, ocorrido na Globonews. Num primeiro momento pareceu muito temerário ao petismo escalar Mantega para missão tão complicada. Não só porque a economia brasileira já não vive seus melhores dias como pelo fato de que Mantega é praticamente um ex-ministro em atividade. E que de mais a mais estaria diante daquele que, para os operadores do mercado financeiro, é tido como um gênio. Mas qual o que? Ao contrário do que tanta gente esperava o já anunciado ministro da Fazenda num eventual governo Aécio não jantou o já anunciado futuro ex-ministro da Fazenda Guido Mantega. A frustração na direita com o apagado desempenho de Fraga repercutiu até no Financial Times, que afirmou que o tucano se portou de maneira insegura no enfrentamento com Mantega. Para o veículo porta-voz das finanças globais, Armínio decepcionou. 
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A tripolaridade das eleições presidenciais, por Aldo Fornazieri

A última pesquisa Dataflha (9/05/14), colocou as tendências eleitorais nos seus devidos termos e os que julgavam que Dilma poderia vencer no primeiro turno terão que rever suas posições. Ou seja: mantido o atual quadro de candidaturas, dificilmente não haverá segundo turno. Se a pesquisa for levada a sério, o PT e a presidente poderão rever sua estratégia e assentá-la sobre bases realistas para enfrentar seus adversários e buscar meios e caminhos para sair da defensiva política – condição necessária para evitar riscos maiores na busca da reeleição.

Se os petistas e governistas tiverem a competência para definir uma estratégia ofensiva e se navegarem com firmeza e sem precipitações nos mares revoltos da copa do mundo, Dilma, em que pese os erros na condução econômica e os problemas na Petrobrás, poderá adentrar o mês de agosto navegando nas águas calmas do favoritismo. A principal coisa que petistas e governistas terão que fazer é reduzir a ansiedade do eleitorado por mudanças e mostrar que os ajustes necessários que o Brasil terá pela frente serão feitos com maior segurança se a atual coalizão governamental e se a presidente Dilma permanecerem no comando. Quanto mais insegurança o eleitorado sentir em relação à economia e ao futuro, mais propenderá aos candidatos oposicionistas. Além de gerar segurança em relação a si, Dilma terá que gerar insegurança e desconfiança em relação a Aécio e a Campos.

Quem é Inimigo de Quem

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Eleições 2014: três tenores sem partitura

As próximas eleições presidenciais se farão em um vácuo inédito de ideias econômicas e políticas.

Fernando Collor e Fernando Henrique Cardoso foram eleitos com a bandeira da liberalização econômica. Lula foi eleito com a bandeira social. Dilma Rousseff foi eleita com a bandeira do desenvolvimentismo, após a bem sucedida estratégia de enfrentar a crise mundial com crescimento.

Agora, se tem o vácuo.

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Os passos incertos das eleições 2014

Em toda eleição presidencial, há dois tipos de derrotados: aqueles que jogam tudo na eleição e matam as chances em eleições futuras; e aqueles que, mesmo sabendo que serão derrotados, preparam o campo para as eleições seguintes.

Lula representa o segundo caso. Perdeu várias eleições, mas insistiu nos temas do combate à pobreza, extirpou o excesso de agressividade da retórica petista e teve paciência para aguardar o fim do apelo do combate à inflação - a bandeira central da candidatura de Fernando Henrique Cardoso em 1994 e 1998.

José Serra é o primeiro caso típico. Em 2010 assumiu a radicalização, empalmou bandeiras moralistas, montou factoides, como o episódio da bolinha de papel, e não cuidou de plantar uma semente qualquer, um discurso propositivo sequer. Foi derrotado e varrido do mapa da política.

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O quadro atual é pouco claro.

Desde 1994, o PT e o PSDB se revezaram como os partidos hegemônicos. Leia mais »

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O Atlas das Eleições Presidenciais no Brasil

Enviado por Marcelo B

https://sites.google.com/site/atlaseleicoespresidenciais/ 

Em 2011, foi mostrada uma versão preliminar do site Atlas das Eleições Presidenciais no Brasil. Agora, o site teve seu visual melhorado e ganhou novas informações. Atualmente o leitor pode encontrar
 
* Resultados geral e por estado de todas as eleições presidenciais diretas realizadas desde 1945
 
* Resultados por município de todas as eleições presidenciais realizadas desde 1989
 
* Mapas por estado de todas as eleições presidenciais diretas realizadas desde 1945
 
* Mapas por microrregião do segundo turno de 1989, 2002 e 2006. O mapa por microrregião fornece informação melhor para os olhos do leitor do que o mapa por município
 
* Resultados por zona eleitoral dos municípios de São Paulo e Rio de Janeiro desde 1998
 
* Ranking ideológico dos estados, capitais e municípios, de acordo com a média dos resultados das eleições presidenciais
 
* Estatísticas
 
* Sugestão de textos sobre geografia eleitoral
 
* Sugestão de videos históricos sobre eleições presidenciais disponíveis no Youtube

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PSOL tem contas das eleições de 2010 reprovadas pelo TSE

Jornal GGN - O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) reprovou, em sessão realizada na terça-feira (3), a prestação de contas do PSOL (Partido Socialismo e Liberdade) da campanha presidencial de 2010.

Além disso, os ministros suspenderam por quatro meses, a vigorar no próximo ano, o repasse de cotas do Fundo Partidário ao PSOL por este ter apresentado prestação de contas sem qualquer receita ou gasto realizado, quando a própria Justiça Eleitoral detectou que o partido transferiu R$ 171 mil ao comitê financeiro e movimentou R$ 86.044,00 durante a campanha, entre outras irregularidades.

Os ministros, na mesma sessão, aprovaram com ressalvas, as prestações de contas do candidato do PSOL a presidente da República em 2010, Plínio de Arruda Sampaio, e seu vice, Hamilton Moreira de Assis, por conterem apenas vícios formais, não sendo o suficiente para a rejeição das contas. Leia mais »

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Chile define candidatos presidenciais neste domingo

Os seis pré-candidatos à sucessão do atual presidente chileno, Sebastian Piñera, quatro candidatos pela coalizão de centro-esquerda e dois pela direita disputam as primárias neste domingo (30). Da votação sairão os candidatos presidenciais da aliança da direita atualmente no governo, e da coligação opositora Concertação.

Pela aliança da direita, que apoia o governo Piñera, disputam o candidato apoiado pela União Democrata Independente (UDI) Pablo Longueira e Andrés Allamand, pelo partido Renovação Nacional (RN). Entre as pré-candidaturas pela coligação de centro-esquerda Concertação, estão a da ex-presidenta Michelle Bachelet (2006-2010), a do representante do partido Democrata Cristão (DC), Claudio Orrego, a de José Antonio Gómez pelo Partido Radical Socialdemocrata (PRSD) e a do independente Andrés Velasco.

As eleições primárias deste domingo serão a segunda a ser realizada depois que uma reforma legal estabeleceu a inscrição automática e o voto voluntário no Chile cuja estreia. Nas  primeira vez que o sistema foi utilizado, nas eleições municipais e outubro de 2012, foi registrada uma abstenção de cerca de 60%.

Colégios ocupados Leia mais »

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