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Em guerra com a Globo, Temer decidiu cobrar as dívidas da emissora

Imagem: Reprodução
 
 
Jornal GGN - Fritado em rede nacional a reboque das revelações da Lava Jato, o governo Michel Temer decidiu declarar guerra à Rede Globo e estaria usando a máquina pública para vencer algumas batalhas. Segundo a coluna de Leandro Mazzini, em O Dia, nesta segunda (17), a União tem cobrado dívidas da empresa dos Marinho até mesmo com o BNDES.
 
"O presidente Michel Temer enviou o ministro Moreira Franco para conversar com a cúpula da TV Globo há dois meses, numa tentativa de trégua. Mas foi em vão. Temer então declarou guerra. E passou a ordenar a execução de eventuais dívidas da emissora com a União, de impostos e de financiamentos no BNDES. No contra-ataque, a emissora determinou a aproximação de seus principais executivos com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, na tentativa de fazê-lo presidente da República. Mesmo que seja por um ano, até a eleição direta."
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Lava Jato usa delação da Odebrecht para criminalizar a imprensa alternativa

Jornal GGN - A revista CartaCapital se diz vítima de "ilações" feitas pela Lava Jato em conluio com o jornal O Globo, numa tentativa de calar a independência da revista que, assim como outros meios alternativos, não abdicou do "dever jornalístico" de apontar os abusos cometidos pela operação.

O jornal O Globo publicou nesta terça (13) mais uma reportagem no âmbito da Lava Jato, agora tentando levantar suspeitas sobre um "empréstimo" de R$ 3,5 milhões que a Odebrecht forneceu à editora da revista CartaCapital em 2007. O montante foi pago regularmente, mas ainda assim o episódio virou objeto de delação premiada do ex-executivo da empreiteira Paulo Cesena.

Cesena disse à força-tarefa da Lava Jato que intermediou as negociações com a equipe de CartaCapital com autorização de Marcelo Odebrecht. Ele diz que a transferência dos recursos se deu no segundo semestre de 2007, e que o montante teria saído do setor da Odebrecht que ficou conhecido como "departamento da propina". Os representantes de CartaCapital, porém, não tinham como saber dessa informação.

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Usado para atrair mídia, caso Celso Daniel virou "irrelevante" para a Lava Jato

Em abril, procuradores da Lava Jato prometiam descobrir por que Ronan Maria Pinto teria sido beneficiado com R$ 6 milhões de um empréstimo fraudulento, intermediado por figuras ligadas ao PT. Às vésperas do impeachment, a imprensa festejou. "(...) os investigadores chegam perto de esclarecer o mistério que mais assombra o PT: afinal, quem matou Celso Daniel?", publicou a Veja. Agora, a Lava Jato diz que o caso é "irrelevante" porque não encontrou provas de extorsão

Jornal GGN - Há anos, a imprensa ventila a versão de que Ronan Maria Pinto, empresário do setor de transporte e dono do jornal Diário do Grande ABC, teria extorquido a cúpula do PT - incluindo Lula - com ameaças envolvendo a morte do ex-prefeito de Santo André, Celso Daniel. Em abril, a Lava Jato decidiu surfar publicamente nessa onda e desenterrar o caso na operação Carbono 14, às vésperas da votação do impeachment de Dilma Rousseff na Câmara.

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CMN altera regras dos bancos para financiamento de imóveis

 
Jornal GGN - O Conselho Monetário Nacional (CMN) deu autorização para que as instituições financeiras possam conceder financiamentos com juros de até 12% ao ano para imóveis novos de até R$ 1,5 milhão. O bancos poderão destinar até 6,5% dos recursos da poupança para essa modalidade de financiamento.
 
Atualmente, as instituições bancárias são obrigadas a destinar 65% dos depósitos na caderneta para o crédito imobiliário, sendo que 13 pontos percentuais destinam-se a operações de mercado e outros 52 pontos percentuais vão para operações do Sistema Financeiro da Habitação (SFH), que financia imóveis com valor mais baixo. 

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Empresário nega chantagem e diz que os R$ 6 milhões não vieram do PT

 
Jornal GGN - O empresário dono do Diário do Grande ABC, Ronan Maria Pinto, acusado de receber os R$ 6 milhões de empréstimo do pecuarista José Carlos Bumlai junto ao banco Schahin, admitiu que tomou o empréstimo, mas disse que o valor não veio nem de Bumlai, nem do PT.
 
Em depoimento ao juiz da Vara Federal de Curitiba, Sérgio Moro, Ronan disse que a quantia foi emprestada da empresa ViaInvest e acusou os procuradores da força-tarefa da Lava Jato de terem se equivocado.
 
"Entendo que o Ministério Público se equivocou. Na verdade, (o empréstimo) não tem nada a ver com o PT, não tenho nem essa relação, não faria algo relacionado ao PT ou a outros partidos. Meu negócio (empresas de ônibus) me colocou em condição de trabalhar com várias administrações públicas, de todos os partidos. Sou empresário político, mas não partidário. Não teria nenhuma razão para pegar dinheiro do PT e colocar em risco meu próprio negócio", disse.
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Corinthians vai pagar pelo menos R$ 1,64 bi por estádio

Jornal GGN – De acordo com reportagem da Folha de S. Paulo, o custo total para o Corinthians do estádio em Itaquera será de pelo menos R$ 1,64 bilhão. Os pagamentos da dívida devem terminar de ser realizados em 2028. Caso o clube atrase alguma parcela, o valor final poderá ser ainda maior. A inflação e mudanças nas taxas de juros também podem impactar a dívida.

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Brasil não tem déficit de moradia, tem déficit de cidades

Jornal GGN - Ao apoiar o programa Minha Casa, Minha Vida, os movimentos sociais acabaram compactuando com o desenvolvimento de uma política de moradia que não é a melhor para atender as necessidades e interesses dos trabalhadores e das populações de menor renda. Essa é a opinião da professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, relatora especial para o Direito à Moradia Adequada do Conselho de Direitos Humanos da ONU, Raquel Rolnik.

Em entrevista ao Sul 21, ela criticou a ideia de que um modelo único de habitação será capaz de solucionar todos os problemas. Não basta uma política de construção de casas, é necessário uma rede de segurança social que construa cidades completas.  “Nosso problema no Brasil não é déficit de moradia. Isso é uma falácia. Nós temos um problema de déficit de cidade. Não temos produção de cidade suficiente para acolher a totalidade das pessoas”, disse.

“Quando você faz um programa de produção em massa de casas sem ter a produção de cidade embaixo dela, você acaba gerando os problemas que foram gerados no Chile e no México, por exemplo, e que estão começando a ser gerados aqui no Brasil com a produção massiva do Minha Casa, Minha Vida faixa um, na extrema periferia”, explicou.

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'FMI Go Home', por Daniel Gros

Vinculação com financiadores europeus reduziria os juros e os custos para os gregos

Jornal GGN - As cortinas subiram para um novo drama da dívida grega: os ministros das Finanças da zona do euro e do FMI (Fundo Monetário Internacional) entraram em acordo para que a Grécia, atendendo aos pedidos do FMI, gere algum alívio para as dívidas do país e libere 10,3 bilhões de euros em fundos de resgate. Por sua vez, os gregos concordaram em adotar uma nova rodada de austeridade e reformas estruturais.

Até recentemente, o FMI afirmou que iria integrar o próximo programa de resgate grego apenas se considerasse a dívida sustentável. "Com base na recente análise de sustentabilidade efetuada pelo FMI, isso não vem ao caso", explica Daniel Gros, diretor do European Policy Studies de Bruxelas, em artigo publicado no site Project Syndicate. "Contudo, a Alemanha insistiu que o FMI continuasse a bordo - e, como o recente acordo parece ter prevalecido, em troca do alívio da dívida ao qual se opôs".

Contudo, Gros acredita que o sacrifício pode não ter valido a pena, e que poderia ter sido melhor deixar o FMI de fora. "Em primeiro lugar, as avaliações do FMI de sustentabilidade da dívida na Grécia são minadas por um profundo conflito de interesses. Segundo, e mais importante, os créditos do FMI são muito caros", pontua o articulista.

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Estados e municípios receberão R$ 20 bi de crédito do governo

Da Agência Brasil

Governo libera R$ 20 bilhões para operações de crédito de estados e municípios

Por Wellton Máximo e Mariana Branco

Os estados e municípios poderão pegar emprestados até R$ 20 bilhões no sistema financeiro este ano. A liberação do valor foi anunciada hoje (19) pelo Ministério da Fazenda, após reunião do ministro Nelson Barbosa com governadores.

De acordo com a Fazenda, dos R$ 20 bilhões de crédito a que os governos locais terão direito, R$ 17 bilhões terão garantia do Tesouro Nacional (que assumirá a dívida em caso de calote) e R$ 3 bilhões não terão a garantia da União. Da parcela garantida pelo governo federal, R$ 12,3 bilhões se destinam aos estados e R$ 4,7 bilhões aos municípios.

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Novas fontes de crédito prometem juros mais baixos

Jornal GGN - Novas linhas de empréstimo podem ser uma alternativa para consumidores que querem crédito para pagar suas contas. A venda de crédito online, encontrada em diversas modalidades, oferece juros abaixo do mercado tradicional e outros benefícios, mas tem exigências maiores do que nas empresas que fazem consignados e emprestam para quem está negativado. traímos pessoas que não querem de jeito nenhum pagar os juros habituais e que têm vida financeira saudável", detalha Cristina Junqueira, sócia do Nubank Mastecard Platinum, que teve um aumento médio de 50% ao mês no número de clientes. 

Enviado por Roberto São Paulo - SP

Do iG

Febre nos EUA, crédito a juros de 'pai pra filho' ganha consumidor brasileiro

Por Maíra Teixeira - iG São Paulo

Investidores criam plataformas de empréstimo online e cartão de crédito sem anuidade em um ambiente de crédito escasso

Os consumidores, que agora sofrem com o aperto no crédito, podem encontrar nas novas linhas de empréstimo uma alternativa para colocar as contas em dia ou para simplesmente gastar.

Juros mais justos no cartão de crédito e nos empréstimos pessoais já são possíveis no Brasil, mas será preciso olhar além do universo de bancos e financeiras, que batem recordes nos lucros anualmente. A nova fonte de crédito pode estar na internet, com dispositivos focados em segurança, comodidade e praticidade.

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Eurogrupo autoriza empréstimo emergencial à Grécia

O Eurogrupo deu hoje (16) o aval político para o início das negociações de um terceiro resgate a Atenas, na mesma reunião por teleconferência em que concordou com um empréstimo emergencial de sete bilhões de euros.

Em comunicado, o grupo formado pelos ministros das Finanças da zona euro saudou a aprovação pelo Parlamento grego, na quarta-feira (15) à noite, de medidas de austeridade – a primeira das condições que foi imposta à Grécia, na cúpula de crise no fim de semana passado, para que o país possa receber novo pacote de ajuda financeira. O Eurogrupo também decidiu “conceder, em princípio, um empréstimo de três anos” a Atenas no âmbito do Mecanismo Europeu de Estabilidade, que deverá oscilar entre 82 e 86 bilhões de euros.

O Eurogrupo faz ainda um apelo às autoridades gregas para “adotarem rapidamente o segundo conjunto de medidas até 22 de julho”, tal como acordado na cúpula do euro, e atualizarem a legislação para implementar o primeiro conjunto de medidas. O acordo alcançado na cúpula impõe condições a Atenas, com compromissos de curto prazo. Leia mais »

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Medida provisória aumenta limite do crédito consignado

 

Da Agência Brasil

Editada MP que amplia de 30% para 35% limite de desconto do crédito consignado


Kelly Oliveira

O governo publicou hoje (13) no Diário Oficial da União a Medida Provisória (MP) nº 681 que aumenta de 30% para 35% o limite do desconto do crédito consignado em folha de pagamento. O novo limite de renda é válido para empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), aposentados, pensionistas e servidores públicos. O desconto é para o pagamento de empréstimos, financiamentos, cartão de crédito e operações de arrendamento mercantil (leasing).

A MP estabelece que, do limite de 35%, 5% são reservados exclusivamente para pagamento de despesas contraídas por meio de cartão de crédito. O desconto também poderá incidir sobre verbas rescisórias, se assim estiver previsto no contrato de empréstimo. A medida provisória também prevê que o servidor poderá tomar o empréstimo em favor de terceiros.

Em maio deste ano, a presidenta Dilma Rousseff vetou lei que aumentava o limite de desconto, que passaria de 30% para 40% da renda. Na época, a presidenta entendeu que “sem a introdução de contrapartidas que ampliassem a proteção ao tomador do empréstimo, a medida proposta poderia acarretar um comprometimento da renda das famílias para além do desejável e de maneira incompatível com os princípios da atividade econômica”.

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Sob Serra e Goldman, PM montou "banco" para emprestar R$ 10 milhões em fraudes

"É ilegal, mas não é imoral. Tudo foi feito somente para o bem", disse tenente-coronel suspeito de operar o esquema que pode ter desviado R$ 10 milhões

Jornal GGN - Sob a gestão dos tucanos José Serra e Alberto Goldman no Estado de São Paulo, o Comando-Geral da Polícia Militar fraudou licitações que envolvem ao menos R$ 10 milhões em serviços não prestados. O tenente-coronel suspeito de ser o operador do esquema disse à Folha desta quinta-feira (18) que seus "superiores" sabiam do caso e que tudo foi feito "para o bem" da PM. Na visão dele, um "banco" foi criado a partir de recursos das licitações ilegais, e o dinheiro não foi desviado para proveito de poucos, mas sim para equipar diferentes setores da Polícia.

Segundo a Folha, o descumprimento à Lei 8.666/93 com vistas a montar o caixa dois da PM ocorreu entre 2009 e 2010, foi investigado por uma sindicância interna, que informou os resultados à Secretaria de Segurança Pública do Estado e encaminhou tudo à Promotoria e ao Tribunal de Contas do Estado.

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O Globo inventou o almoço grátis?

Sugerido por Webster Franklin

O Globo inventou o almoço grátis? Ou ainda está naquela de “ouro de Pequim”?

Do Tijolaço

O jornalismo brasileiro produz, na sua ânsia de “ideologizar” o capital e as disputas econômicas mundiais, alguns momentos inesquecíveis.

Hoje, a capa de seu caderno de Economia dedica-se à “ameaça vermelha”: “China exigirá compensação pelo empréstimo de US$ 3,5 bi à Petrobras, dizem especialistas”
Uai, e não é pra querer que paguemos, se estão emprestando?

A reportagem leva exatos 13 parágrafos para deixar  Leonardo Valente, professor de relações internacionais da UFRJ, lembrar o obvio:  que “nenhum empréstimo é de graça, nem os concedidos pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) ou pelas potências ocidentais, nem os concedidos pela China”.

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Empréstimo chinês à Petrobras pode gerar a doença amarela, por J. Carlos de Assis

Empréstimo chinês à Petrobrás pode gerar a doença amarela

J. Carlos de Assis*

Costuma-se chamar de doença holandesa a situação na qual um país exportador em dólar de matérias primas não consegue converter a receita externa em investimentos produtivos diversificados de forma a torná-lo menos dependente daquelas exportações. Em outras palavras, ele se torna indefinidamente dependente de vendas externas de matérias primas e sujeito a suas flutuações de demanda e de preços no mercado internacional, pelo que a acumulação de reservas internacionais não se converte em base do desenvolvimento.

Celso Furtado fez um belíssimo trabalho sobre a doença holandesa na Venezuela, posteriormente convertido em livro pela competente viúva que gerencia o seu legado, Rosa Furtado. Consta que o presidente Chávez o leu. Se é verdade, não entendeu nada. A crise da Venezuela é uma crise de doença holandesa. Enquanto os dirigentes do país perdem seu precioso tempo em insultar o imperialismo ianque, os dólares do petróleo de uma das nações mais ricas do mundo em recursos naturais correm pelo ralo do consumo improdutivo.

Contudo, a questão da doença holandesa me vem à mente por causa do risco de uma nova doença que não tem nada a ver com a holandesa, a que chamo de doença amarela. Ela começa a se manifestar em países em desenvolvimento da África e da América do Sul na forma de crédito farto da China. A própria China, em si, não tem nenhuma culpa no processo. Mas o fato óbvio é que, em termos conceituais, receita em dólares de exportação de matérias primas não tem muita diferença de receita de empréstimos generosos por parte dos bancos chineses.

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