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Como a Lava Jato entregará a repatriação de empresas brasileiras ao mundo

Entenda o jogo de interesses que mobiliza um aparente bem-intencionado acordo de cooperação internacional: todos os países e investigadores ganham, menos as empresas brasileiras
 

Lava Jato durante a apresentação da "Car Wash", com procuradores suíços e dos EUA - Foto: Geraldo Bubniak / AGB
 
Jornal GGN - A Lava Jato de Rodrigo Janot está de olho no ex-procurador suíço Stefan Lenz, que se auto caracteriza como o "cérebro" das investigações no país sobre o esquema de corrupção envolvendo a Petrobras e Odebrecht. Por não se sentir reconhecido, financeiramente e por seus superiores, ele pediu demissão. Jornais alemães e suíços acessados pelo GGN dão conta, ainda, que Lenz poderia avançar nas investigações que fazem "estremecer políticos brasileiros e, inclusive, levar à prisão o ex-presidente Lula da Silva".
 
A frase foi reproduzida de uma reportagem no periódico alemão "Aargauer Zeitung", em outubro do último ano, quando Lenz abandonava a sua equipe de investigadores por aparentes conflitos internos. Lá, o investigador teria criado inimizade com o procurador-geral, Michael Lauber. E enquanto uma troca no grupo de delegados da força-tarefa no Brasil foi vista como um desmanche das investigações, o país europeu mostrou-se determinado a fortalecer as investigações que tem como mira as empresas brasileiras.
 
 
Daqui, a força-tarefa de Curitiba e o procurador-geral, Rodrigo Janot, não demonstram preocupação com possíveis interferências de investigadores estrangeiros nas irregularidades ou ilícitos dentro das companhias nacionais, ao contrário, agradecem publicamente a mobilização de mais de uma dezena de pessoal, como advogados, procuradores especialistas em corrupção e técnicos forenses no país, exclusivamente para mirar a Petrobras.
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Temer quer Brasil celeiro do mundo, diz Requião sobre projeto de entrega de terras

Jornal GGN - "Pasmo, horrorizado, indignado, vejo que a Casa Civil da Presidência da República quer mandar uma Medida Provisória autorizando sem limites, ou com limites absurdos, a venda de terras no Brasil para os estrangeiros", denunciou o senador Roberto Requião (PMDB-PR), em vídeo publicado nas redes sociais.
 
Trata-se de um projeto de lei finalizado, pronto para votação no Plenário da Câmara dos Deputados, que libera a compra e o arrendamento de terras por empresas com controle estrangeiro. O único limite estipulado é que os proprietários internacionais não poderão ter mais do que 25% do território de um município.
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Temer, ao lado de Alckmin, diz que confia em base

 
Jornal GGN - Diante de um grande desgaste do governo de Michel Temer e de sua base aliada no Congresso, com a intensificação de ameaças de saída de partidos da Câmara da bancada de apoio ao presidente, Temer ignorou a desestabilização e disse que "francamente, toda a modéstia de lado" ele tem o "apoio maciço" do Congresso.
 
Temer participou, na manhã desta quarta-feira (21), de um evento em Mogi das Cruzes, em São Paulo, para a inauguração de casas do programa Minha Casa, Minha Vida, ao lado do governador Geraldo Alckmin (PSDB).
 
As denúncias das delações Odebrecht, que recaíram sobre toda a equipe de governo Temer, além de seus indicados do PMDB, membros do PSDB e parlamentares da base, agravou a crise da gestão peemedebista. 
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Petrobras deve fazer novos acordos com investidores nos EUA

Jornal GGN - Nas próximas semanas, a Petrobras deve concluir as negociações com investidores que reclamam de prejuízos com ações da empresa. Com isso, a companhia conseguirá isolar a ação coletiva na Corte Distrital de Nova York.

De acordo com o Valor, a empresa tenta conseguir resultados parecidos com o acordo firmado com quatro investidores na semana passada. A Petrobras fez uma provisão de US$ 353 milhões como ressarcimento pelas fraudes reveladas na Operação Lava Jato.

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Oposição tentará reverter entrega do pré-sal nesta terça

 
Jornal GGN - O Plenário da Câmara dos Deputados planeja para esta terça-feira (17) a votação mais polêmica da semana: o Projeto de Lei 4567 que retira da Petrobras a exclusividade como operadora do pré-sal. Aliados de Michel Temer pretendem ocupar a manhã desta terça para negar os destaques, com algumas tentativas de alterar o texto já aprovado pela maioria dos deputados no último dia 6 de outubro.
 
Naquela sessão, em mais de seis horas, o plenário já havia decidido que a Petrobras não tem mais obrigação de explorar o petróleo na camada do pré-sal e tampouco necessita de participação mínima de 30% em cada bloco, além de também retirar a responsabilidade da estatal por todas as atividades de exploração.
 
A votação ficou pendente, contudo, de aprovar ou negar alguns destaques apresentados, além de trechos do texto para concluir a votação do PL 4567.
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Senado acelera projeto de entrega do pré-sal às multinacionais

Uma sessão já foi marcada para às 14h desta quarta para discutir o projeto do senador tucano José Serra, com o apoio do presidente da Casa, Renan Calheiros, e, agora, de Marta Suplicy
 
 
Jornal GGN - Por 33 votos a 31, o PSDB e boa parte do PMDB garantiram a urgência para o projeto do senador José Serra (PSDB-SP), que entrega o pré-sal para multinacionais e tira a exclusividade da Petrobras na extração da camada de petróleo. Se aprovado, o projeto permite que a Shell e a Chevron, por exemplo, explorem a riqueza nacional. A decisão sobre a urgência ocorreu na noite desta terça-feira (23).
 
O regime de urgência foi garantido com controversas. Dezesseis senadores estavam ausentes, dentre eles os petistas Walter Pinheiro e Jorge Viana, além de Lídice da Mata, do PSB, que poderiam ajudar a reverter o resultado apertado. Entre os que votaram a favor da rapidez estava Marta Suplicy, agora no PMDB, juntamente com Renan Calheiros (PMDB-AL), José Serra (PSDB-SP) e Aécio Neves (PSDB-MG).
 
O argumento defendido por Serra, e endossado pelo presidente do Senado, Renan Calheiros, é que a estatal não dispõe mais de fundos para seguir com a exploração do petróleo que demanda o pré-sal. Ao definir o tema na agenda do Senado, Renan defendeu: "essa matéria é urgente, a Petrobras já demonstrou que não tem condições de fazer os investimentos necessários para o Brasil". Alegou, por outro lado, que seria necessário "facultar à Petrobras que ela diga qual projeto tem condições de participar". 
 
"Vamos fazer esforço para votar hoje. É urgente, visto que a estatal já demonstrou que não tem condições de fazer os investimentos necessários", concluiu o peemedebista. De acordo com o tucano autor do projeto, é preciso acabar com a exigência de que a Petrobras tenha participação de ao menos 30% na exploração de cada uma das áreas do pré-sal. 
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Dilma diz que governo não vai "apertar o cinto" em programas sociais

Por Luana Lourenço

Da Agência Brasil

A presidenta Dilma Rousseff reconheceu hoje (21) que o governo está enfrentando dificuldades econômicas, mas afirmou que não vai “apertar o cinto” no orçamento de programas sociais. Dilma inaugurou nesta sexta-feira a primeira estação de bombeamento de água do Eixo Norte da obra de transposição do Rio São Francisco, em Cabrobó, no sertão pernambucano.

“Assim como em casa vocês têm, às vezes, algumas dificuldades com o orçamento, o governo federal também teve. Mas, assim como vocês escolhem onde vão apertar o cinto, nós também [escolhemos], e não vamos apertar o cinto em programas essenciais para o país seguir em frente, que são programas sociais como este aqui.”

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O Congresso e a entrega do mercado brasileiro de aviação

Sugestão de Assis Ribeiro

do Viomundo

Congresso quer entregar terceiro maior mercado aeronáutico do mundo

aviao

Bie Bie Brazil

Os EUA e a Europa agradecem: o Congresso e a desnacionalização do mercado aeronáutico brasileiro

Mauro Santayana, no Jornal do Brasil, sugerido pelo Marciano Brito 

Acordo “costurado” ontem, no Senado, permitiu a aprovação, em comissão especial, de medida provisória que prevê subsídios à aviação regional, da forma como pretendia a Azul Linhas Aéreas.

Isso evitou que o projeto viesse a beneficiar indiretamente, fabricantes estrangeiros de grandes aviões, como a Boeing e a Airbus, e ajudou a indústria brasileira, por meio da Embraer, que, no entanto, adquire boa parte das peças de suas aeronaves no exterior.

A surpresa ficou por conta de uma alteração feita de última hora no texto, aprovando a compra de até 100% do capital de companhias de aviação brasileiras por estrangeiros, indo contra o que se pratica em boa parte do mundo.

Se nossas grandes empresas, como a Gol, forem totalmente desnacionalizadas, o que ocorrerá quando gerentes norte-americanos ou europeus começarem a destratar funcionários nacionais de companhias aéreas aqui adquiridas, ou fizerem o mesmo com viajantes brasileiros em nossos aeroportos?

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Aécio promete lançar programa de governo nesta segunda

Jornal GGN - Aécio Neves (PSDB) prometeu anunciar nesta segunda (29) a versão completa de seu programa de governo. Segundo informações do jornal O Estado de S. Paulo, está prevista uma entrevista coletiva no comitê central do tucano, em São Paulo, para a entrega das propostas do postulante ao Palácio do Planalto. Apesar disso, a agenda pública do candidato diz apenas que ele estará em Minas Gerais hoje.

Na sexta-feira passada, cumprindo agenda de campanha em Taboão da Serra, Aécio disse que "a construção do nosso programa de governo, que será divulgado na segunda-feira, deixará claro qual o caminho que nós percorremos para, a partir do resgate  das agências reguladoras, do respeito aos contratos, permitirmos um aumento da taxa de investimentos no Brasil, fundamental à geração de empregos".

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Procon-RJ autua Grupo Galileo por dificultar entrega de documentos de transferência

Rio de Janeiro – O Procon-RJ, órgão da Secretaria de Estado de Proteção e Defesa do Consumidor do Rio de Janeiro (Seprocon), autuou o Grupo Galileo por dificultar a entrega de documentos para a transferência de alunos da Universidade Gama Filho e do Centro Universitário da Cidade (UniverCidade), dos quais é a atual mantenedora. As duas instituições foram descredenciadas pelo Ministério da Educação (MEC) no último dia 13.
 
O diretor jurídico do Procon-RJ, Carlos Eduardo Amorim, disse que a notificação foi encaminhada ontem (15) ao grupo. Ele informou à Agência Brasil que a notificação determina, por ato sancionatório, que a empresa viabilize em dez dias a entrega dos documentos necessários para a transferência dos estudantes da Gama Filho e da UniverCidade para outras universidades. “E notificamos o grupo para que demonstre que estão sendo tomadas medidas neste sentido em 48 horas.”
 
De acordo com Amorim, o documento foi enviado pelos Correios porque o Procon-RJ não conseguiu notificar pessoalmente os dirigentes do Galileo, porque não encontrou nenhum funcionário no edifício-sede do grupo, no centro do Rio. Leia mais »
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