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Epoca

Cunha tem delação premiada rejeitada pela PGR, diz revista

Foto: Lula Marques

Jornal GGN - O ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB) teve o acordo de delação premiada encerrado pela Procuradoria Geral da República. A turma de Rodrigo Janot disse que o deputado cassado é "incapaz" de reconhecer desvios na Petrobras, não entrega os companheiros políticos e tampouco tem provas de corrupção praticada por Michel Temer.

No mesmo dia em que a notícia é publicada pela revista Época, a Polícia Federal confirma que Lúcio Funaro voltou para o presídio onde estava detido. Ele havia sido transferido para a carceragem da PF em Brasília, para fechar um acordo de delação.

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Nassif: A morte de Paulo Nogueira, jornalista

Quando iniciei a série sobre a Veja, quase dez anos atrás, me surpreendeu a anomia total da categoria jornalística. Veja enveredara pelo antijornalismo mais pernicioso, atropelando os princípios mínimos de técnica, ética e seriedade. Afetava a maneira como cada um de nós, jornalistas, exercíamos a profissão. Desmoralizava o trabalho duro dos que tentaram praticar jornalismo no período.

Da Abril, de vez em quando, recebia informações vagas de que havia pelo menos um diretor inconformado com aquele jornalismo. Era Paulo Nogueira, que ocupava um cargo relevante na editora, próximo ao cappo Roberto Civita.

Quando Veja  cometeu o absurdo de um secretário de redação, Mário Sabino, publicar uma resenha consagradora sobre seu próprio livro, foi Paulo quem me passou a informação de como as publicações de respeito, como o Financial Times, colocavam em seus manuais de redação a maneira dos jornalistas tratarem seus próprios livros.

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Joesley “desfia mentiras em série”, diz Temer

Além de processar o delator e empresário da JBS, Temer retrucou as acusações, dizendo que Joesley Batista é “bandido notório de maior sucesso na história brasileira"

Michel Temer e Joesley Batista, em inauguração de fábrica de celulose em Mato Grosso do Sul, em 2012
Foto: Romério Cunha - Vice-Presidência

Por Mariana Tokarnia

Da Agência Brasil

O presidente Michel Temer informou, em nota divulgada hoje (17), que vai protocolar, na segunda-feira (19), ações civil e penal na Justiça contra o empresário Joesley Batista, um dos donos do grupo J&F. Em entrevista à revista Época, Joesley disse que Temer é "o chefe da quadrilha mais perigosa do Brasil".

Na nota, o presidente diz que Joesley "desfia mentiras em série" e que o empresário é o “bandido notório de maior sucesso na história brasileira".

Leia mais: "Temer é o chefe da maior e mais perigosa organização criminosa", diz Joesley

Na entrevista à revista Época, Joesley fala que a relação com o presidente Temer nunca foi de amizade. "Sempre foi uma relação institucional, de um empresário que precisava resolver problemas e via nele a condição de resolver problemas".

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"Temer é o chefe da maior e mais perigosa organização criminosa", diz Joesley

 
Jornal GGN - "Essa é a maior e mais perigosa organização criminosa deste país. Liderada pelo presidente. O Temer é o chefe da Orcrim da Câmara. Temer, Eduardo, Geddel, Henrique, Padilha e Moreira. É o grupo deles. Quem não está preso está hoje no Planalto. Essa turma é muita perigosa. Não pode brigar com eles. Nunca tive coragem de brigar com eles. Por outro lado, se você baixar a guarda, eles não têm limites", disse Joesley Batista, o delator da JBS que entregou documentos e grampeou conversas com o mandatário e seu grupo político.
 
A declaração integra a entrevista exclusiva concedida à revista Época, publicada na noite desta sexta-feira (16). O empresário da JBS, um dos que tiveram maior trânsito entre todos os políticos de quase todos os partidos brasileiros, afirmou que o grupo de Michel Temer, além de ser o mais perigoso, foi o "de mais difícil convívio": "daquele sujeito que nunca tive coragem de romper, mas também morria de medo de me abraçar com ele", descreveu.
 
Junto a Temer, Joesley contou que atuava Eduardo Cunha, o ex-presidente da Câmara pelo PMDB, preso na Operação Lava Jato por Sérgio Moro, juiz da Vara Federal de Curitiba. "Virei refém de dois presidiários. Combinei quando já estava claro que eles seriam presos, no ano passado. O Eduardo [Cunha] me pediu R$ 5 milhões. Disse que eu devia a ele. Não devia, mas como ia brigar com ele?".
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Jornalista da Época tem sigilo telefônico quebrado

Justiça quer descobrir quem vazou lista de brasileiros no escândalo do Swissleaks para colunista da revista 
 
Murilo Ramos
 
Jornal GGN - O colunista da revista Época, Murilo Ramos, teve o sigilo telefônico quebrado em agosto deste ano por determinação na juíza Pollyanna Kelly Alves, da 12ª Vara Federal de Brasília, com o objetivo de tentar descobrir a fonte que teria passado um relatório do Conselho de Controle das Atividades Financeiras (Coaf), que o jornalista vazou e que continha a lista de brasileiros suspeitos de manter contas secretas de filiais do HSBC na Suíça, em 2015. 
 
Ao tomar conhecimento do fato, o veículo de comunicação entrou, junto com a Associação Nacional de Editores de Revista (Aner), com Habeas Corpus com pedido de liminar a favor do jornalista, pedindo a suspensão imediata da decisão da juíza, alegando que o ato é inconstitucional e fere a liberdade de imprensa. A investigação contra Murilo Ramos começou pelo delegado da Polícia Federal João Quirino Florio. Em 20 de abril ele pediu a quebra de sigilo após afirmar que Receita, Coaf e Banco Central não teriam conseguido descobrir a fonte do vazamento do relatório, vendo como única saída quebrar o sigilo telefônico de Ramos.
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Lula é indiciado 2 horas após Lava Jato anunciar investigação no governo FHC

Jornal GGN - Nesta quarta (5), por volta das 10h30, a manchete do Estadão indicava que a Polícia Federal decidiu, a partir da delação de Nestor Cerveró, investigar corrupção no governo FHC. Duas horas depois, a revista Época mudava a direção dos holofotes da velha mídia com a notícia de que Lula foi indiciado novamente, agora por propina suposta propina de R$ 20 milhões que seu sobrinho postiço teria recebido da Odebrecht.

Segundo as primeiras informações, a Polícia Federal entende que Lula teria usado de sua influência como presidente da República para obter contratos da Odebrecht por obras em Angola para a empresa de seu "sobrinho", Taiguara Rodrigues dos Santos, dono da empresa Exergia. Além de Lula e Taiguara, outros sete executivos da empreiteira, incluindo Marcelo Odebrecht, foram indiciados por corrupção e lavagem.

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Desmontando o factoide da aposentadoria "privilegiada" de Dilma

 

Jornal GGN - Mesmo tendo sido arrancada a fórceps da Presidência por meio de um processo de impeachment cheio de controvérsias, Dilma Rousseff segue como um dos alvos preferenciais da velha mídia, como demonstrou a última edição de Época. A revista editada pela Globo - que viu sua receita publicitária saltar 25% desde que Michel Temer assumiu o poder - lançou mão de mais um vazamento - dessa vez, não foi a Lava Jato! - para cravar que Dilma furou a fila do INSS para se aposentar um dia após ter sido derrotada no Senado.

Apenas a leitura cautelosa da reportagem assinada por Bruno Boshossian - que deverá ser processado por Dilma por calúnia e difamação, assim como o veículo para o qual trabalha - já revelaria a fragilidade da denúncia de Época. Mas uma nota enviada ao GGN nesta segunda (3) pela servidora acusada de privilegiar Dilma e a manifestação da entidade que defende os servidores do INSS ajudam a desmontar o factoide.

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Inquérito da PF contra Lula é "fraco" e "falho", diz revista

 
Jornal GGN - Em artigo publicado na noite deste domingo (28), o editor-chefe da revista Época admite que o relatório da Polícia Federal indiciando o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre o triplex é "fraco" e "falho". "Falha no que lhe é mais essencial: demonstrar que o caso do tríplex envolve corrupção e lavagem de dinheiro – e que Lula e os demais indiciados cometeram esses crimes", afirmou Diego Escosteguy na publicação.
 
Conforme mostrou o GGN nesta sexta-feira (26), a principal argumentação que poderia incriminar Lula, que é a tese do recebimento de R$ 2,4 milhões de propina pela OAS, não ficou comprovada.
 
O inquérito de 59 páginas foi marcado por lógicas narrativas, sem comprovações materiais, ilações e apelo a exposições desnecessárias. As reformas no apartamento do edifício Solaris, imputado a Lula, foram calculadas pelos investigadores com documentos, entre eles recibos, mas faltando a comprovação de que foram provenientes de recursos ilícitos ou de favorecimento ao ex-presidente. 
 
Ainda, mensagens interceptadas de Léo Pinheiro e de Paulo Gordilho, ex-diretor da empreiteira, também foram usadas no inquérito, indicando que as reformas foram feitas, mas novamente sem sustentar as teses de ilegalidades.
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As dúvidas sobre a Operação Norbert, que pegou Aécio

A minuciosa reportagem de Diego Escosteguy na revista Época - sobre as contas de Aécio Neves em Liechtenstein – peca em alguns detalhes importantes.

A primeira, ao informar que em 2009 os procuradores decidiram não aprofundar as investigações:

“De posse do material recolhido e analisado pela PF, e ciente também das revelações do ex-funcionário do LGT, o Ministério Público Federal decidiu não aprofundar as investigações. Em 20 de abril de 2009, os procuradores Fábio Magrinelli e Marcelo Miller ofereceram denúncia apenas contra os três integrantes da família do patriarca Muller, que morrera recentemente”.

Não aprofundaram porque bateram em Aécio Neves, que tinha foro privilegiado. Em vista disso em 2010 enviaram ação penal 209.51.01.813801-0 para a Procuradoria Geral da República (PGR) – na época presidida por Roberto Gurgel.

A reportagem não avança sobre o que ocorreu na PGR depois de recebida a denúncia.

Rodrigo Janot assumiu o cargo de PGR em 17 de novembro de 2013. Até o jantar de posse de Dilma Rousseff – em 1o de janeiro de 2015 – aparentemente a ação penal não havia andado. Na conversa que tivemos, no início Janot sequer se lembrava da ação penal. Depois lembrou-se e garantiu que daria andamento até abril.

Pode ser que não quisesse avançar informações sobre investigação sigilosa. Pode ser que a investigação sequer tivesse iniciado. Agora que o caso deixou de ser sigiloso, o PGR poderá esclarecer os pontos obscuros e comprovar se o MPF prosseguiu ativamente na tarefa de investigar Aécio.

Nota-se que todas as informações da Época tomam por base o relatório da Polícia Federal na época e nenhum fato novo proveniente de investigações atuais do MPF.

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Instituto Lula acusa Época de sensacionalismo com acervo que ela mesmo noticiou

Jornal GGN - Em nota, o Instituto Lula esclarece que os objetos confiados ao Banco do Brasil são parte do acervo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e também diz que a revista Época, do Grupo Globo, faz sensacionalismo sobre o assunto que ela própria noticiou em 2010 e em 2011, quando esclareceu boatos sobre uma escultura de Jesus Cristo. 

Segundo o Instituto, não há "mistério nem novidade" na questão do acervo, apenas uma devassa feita por procuradores "mal informados sobre a legislação que trata da guarda dos acervos presidenciais". A nota afirma que a Lei 8394 diz que o acervo deve ser preservado pelos ex-presidentes, mas não indica como isto deve ser feito. Ainda de acordo com o instituto, Lula catalogou todos os objetos de seu acervo. Leia mais abaixo:

Do Instituto Lula Leia mais »

Imagens

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Nem Lava Jato nem a própria Época lêem Época

Enviado por Romério Rômulo

Do Tijolaço

Mistério do cofre é mistério porque a Lava Jato não lê a Época e nem a Época lê a Época

Por Fernando Brito

Manchete da Época: Exclusivo: PF encontra cofre da família de Lula.

Uau!

E lá, entre outros objetos de arte, destaca-se a foto de uma adaga de ouro, marfim, esmeraldas e brilhantes!

Que furo de reportagem!

É?

Não é.

No dia 18 de dezembro de 2010, o próprio Lula autorizou que fossem mostrada a adaga, presente do Rei Mohammed (VI e não IV, como diz a revista) à repórter  Mariana Sanches, da própria Época, como um dos objetos que integravam o acervo presidencial e que seria levado na saída do presidente!

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BNDES desmente matéria da revista Época

Revista requentou informações para acusar instituição financeira

Jornal GGN - A assessoria do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) divulgou nesse sábado (20) uma nota repudiando a matéria "Lula fez tráfico de influência em favor da Odebrecht, diz MPF", da Revista Época.

A instituição financeira acusa a revista de requentar informações abordadas em outras matérias que atacaram o banco e, ainda, que a Época escondeu no último texto que a obra do porto de Mariel estava em curso desde 2009. Logo seu início não foi selado após visita do presidente do BNDES, Luciano Coutinho, ao Instituto Lula.

Para fazer a matéria, a Época vazou um documento sigiloso do Ministério Público que "a própria revista admite trazer conclusões 'não definitivas'", completa em nota o BNDES.  

Segue a nota de esclarecimento

O BNDES repudia mais um ataque da Revista "Época" à instituição e seu presidente, Luciano Coutinho, desta vez na matéria “Lula fez tráfico de influência em favor da Odebrecht, diz MPF”.

Em primeiro lugar, atribuir ao presidente do BNDES o poder de interferir na concessão de um financiamento na forma relatada na reportagem demonstra ignorância absoluta em relação aos procedimentos do Banco. As operações de apoio a exportação passam por dezenas de técnicos, funcionários concursados do BNDES, e órgãos colegiados internos e externos ao Banco. Todas as operações relatadas na reportagem foram submetidas a esse processo. Se houvesse, de fato, o tal “modus operandi criminoso” envolvendo o BNDES, como acusa Época, seria preciso exercer influência indevida sobre quase uma centena de pessoas.
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Advogado de filho de Lula denuncia manipulação, omissão e vazamento da revista Época

A defesa de Luis Cláudio Lula da Silva desmentiu que o filho do ex-presidente "não consegue explicar como ganhou R$ 2,5 milhões de consultor" em contrato
 
 
Jornal GGN - Após solicitar ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, que investigue os vazamentos de arquivos em sigilo na Justiça Federal do Paraná, a defesa do filho do ex-presidente Lula, Luis Cláudio Lula da Silva, afirmou neste sábado (14) que a suspeita de vazamento se confirmou na reportagem "Ainda Faltam explicações", da revista Época desta edição.
 
"Época dá mostras de ter esquecido os Princípios Editoriais do Grupo Globo do qual faz parte", disse em nota oficial o advogado Cristiano Zanin Martins, que repudiou a "tentativa de manipulação de documentos vazados de uma investigação policial na qual Luís Cláudio já prestou todos os esclarecimentos e afastou qualquer ligação com os possíveis ilícitos investigados".
 
A revista, que fechou a sua redação nesta sexta (13) mais tarde para fazer a cobertura dos atentados terroristas ocorridos em Paris, na França, acabou utilizando o drama vivido pela cidade-luz como capa da edição que foi às bancas neste sábado.
 
Não fossem os atentados, o destaque da revista mirava no "exclusivo" - "O depoimento de Luis Cláudio, filho de Lula, sobre seu negócio de R$ 2,5 milhões com um consultor preso na Papuda". De acordo com a reportagem, o filho do ex-presidente "não consegue explicar como ganhou R$ 2,5 milhões de consultor", afirmando que "admite que cifras pagas eram absurdas". 
 
Alguns trechos da reportagem:
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O lado escuro do "outro lado” no jornalismo sensacionalista de Época

Do Instituto Lula

A revista Época especializou-se em distorcer e manipular documentos, muitos deles vazados de forma ilegal, para difamar e caluniar o ex-presidente Lula. Esta semana, a revista, e o autor da matéria, Thiago Bronzatto, fazem isso novamente.

A revista não tem interesse em entender ou reportar os fatos de forma fiel, quer apenas construir ilações. Não tem o que se chama de jornalistas investigativos: são apenas redatores sensacionalistas, operando documentos vazados ilegalmente. Não apresenta fatos, quer apenas especular e fazer barulho em cima de tais documentos, tentando criar factoides políticos, vender mais revista e fazer audiência em redes sociais.

Não respeita o contraditório e engana os leitores, vendendo como “novidade” matérias requentadas. Por exemplo, colocando a tarja “Exclusivo” na capa desta semana, para um tema tratado em agosto por sua concorrente mais famosa e ainda mais mentirosa.

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Polícia Federal nega explicações sobre pedido para ouvir Lula na Lava Jato

Jornal GGN - Vazou na imprensa na tarde desta sexta-feira (11) um trecho de um pedido assinado pelo delegado Josélio Sousa, do grupo da Polícia Federal em Brasília que atua na Lava Jato, solicitando ao Supremo Tribunal Federal autorização para ouvir o ex-presidente Lula na investigação sobre corrupção na Petrobras.

A revista Época foi o primeiro veículo a publicar, por volta das 12h, que Lula aparece em um trecho do relatório da PF que pede que a "pessoa" do ex-presidente seja investigada sob suspeita de ter sido beneficiada pelo esquema de pagamento de propina na estatal. O delegado fala em benefícios pessoais para Lula, para o governo e para o PT.

O GGN solicitou acesso ao documento, mas a assessoria de imprensa da Polícia Federal informou que a corporação não vai comentar o fato porque trata-se de uma investigação em andamento. Questionada sobre o contexto em que a passagem sobre Lula está inserida no ofício (a mesma publicada por Época, reproduzida acima), a assessoria sublinhou que "não desmente nem confirma" a reportagem e tampouco fornecerá mais detalhes sobre o assunto.

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