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estado do rio de janeiro

UERJ pode se tornar primeira grande universidade fechada pelo PMDB, por Jean Wyllys

 
 
Por Jean Wyllys, via Facebook
 
 
A Universidade do Estado do Rio de Janeiro, uma das maiores e mais conceituadas do país, corre sério risco de não reabrir as portas nesse ano. É isso que diz a carta aberta do Conselho Universitário, divulgada esta semana, endereçada ao governador Luiz Fernando Pezão. Segundo a universidade, faltam condições básicas de manutenção das atividades e os salários de novembro, dezembro e o décimo terceiro dos funcionários não foram pagos.

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Memória da ditadura: MPF obtém no Sul Fluminense o que Cabral não fez na capital, por Marcelo Auler

Antiga sede do 1º BIB, hoje Parque da Cidade, será preservada pelo município que ainda destinará um pavilhão para montar um Centro de Memória. 
 
Do site de Marcelo Auler

Memória da ditadura: MPF obtém no Sul Fluminense o que Cabral não fez na capital

Marcelo Auler
 
Na cidade do Rio de Janeiro, apesar das promessas do então governador Sérgio Cabral, em maio de 2013, na cerimônia de posse da Comissão Estadual da Verdade (CEV-RJ) à qual tive o prazer de assessorar, até hoje não se conseguiu transformar o prédio da antiga Delegacia de Ordem Política e Social (DOPS), na Rua da Relação – no centro – em um local de memória das atrocidades cometidas por militares e policiais civis, durante a ditadura civil-militar instalada no país com o golpe de 1964.

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O Estado do RJ pós fusão com a Guanabara, por Luiz Claudio Pontes

Por Luiz Claudio Pontes

Comentário ao post "Rio: a lógica de exigir que posts sejam teses acadêmicas"

DISCUTINDO A RELAÇÃO OU DE COMO 1974 DESGRAÇOU NOSSAS VIDAS

Sei que parece meio demodè discutir isso aqui no momento, mas ninguém deu jeito no estado do RJ pós 1974. A fusão entre Guanabara e antigo Estado do Rio atrasou a vida dos cariocas (nascidos na Guanabara) e arrasou com o desenvolvimento  dos fluminenses, os nascidos no antigo Estado do RJ. Esses, viram os parcos recursos de seus municípios sendo carreados para a nova capital e desviados para obras bem distantes dos seus olhos. 
 
Essa tragédia foi provocada pela insanidade dos milicos que decidiram a portas fechadas apagar  de uma hora para outra a história de dois povos que levaram mais de 400 anos para construir suas identidades. A chaga deixada pela ditadura no RJ é algo que já dura mais de 40 anos e parece não ter solução próxima. Enquanto isso, o antigo estado da Guanabara (hoje cidade do RJ e capital) esbanja grana e empresta ao governador 100 milhões de reais para pagamento de dívidas e ainda joga prata pro ar com olimpíadas, carnaval e festa de reveillon. É fácil entender o motivo pelo qual o prefeito tem garrafa pra vender: a cidade do RJ não vive só dos benefícios  do petróleo, ela tem uma economia diversificada, calcada principalmente em serviços, comércio  e produção de tecnologia de ponta, situação que não encontramos nos demais municípios fluminenses, pelo menos não com tanta pujança.

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O MANTO DA INVISIBILIDADE E OS QUATRO CAVALEIROS DO APOCALIPSE NA EDUCAÇÃO FLUMINENSE

O artigo abaixo analisa com profunda lucidez a situação absurda por que passa a educação pública no Estado do Rio de Janeiro. Mais do que o descaso das autoridades com os alunos e com os profissionais de ensino, vemos em curso uma política deliberada de destruição do ensino público.

Segue o texto do Professor Eduardo Paparguerius, postado no site Escolas em Luta:

 

O MANTO DA INVISIBILIDADE E OS QUATRO CAVALEIROS DO APOCALIPSE NA EDUCAÇÃO FLUMINENSE Leia mais »

pontal atafona

um filme de Artur Gomes com trilha sonora da banda Riverdies