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Entenda a prisão de Henrique Eduardo Alves e acusações que miram todos os Poderes

Grampos do celular de Léo Pinheiro indicam influência de Alves e de Cunha junto a representantes de todos os Poderes: além da Câmara, Senado e Presidência, também junto à PGR, STJ e TRF-5
 

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil
 
Jornal GGN - O ex-presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), foi preso na manhã desta terça-feira (06), em um desdobramento da Operação Lava Jato, com as delações da Odebrecht, no âmbito da Justiça Federal do Rio Grande do Norte.
 
Também foram alvos da Polícia Federal o secretário de Turismo de Natal, Fred Queiroz, preso preventivamente, e o cunhado do ex-deputado, o publicitário Arturo Arruda, levado a prestar depoimento coercitivamente. Fred Queiroz é um dos homens de confiança de Henrique Alves, atuante nas campanhas do ex-ministro, e seu cunhado Arruda é publicitário da Art & C, agência que supostamente operava em quase todos os governos do Rio Grande do Norte.
 
Batizada de Manus, a Operação com mira no ex-ministro de Michel Temer apura as práticas dos crimes de corrupção ativa, passiva e lavagem de dinheiro. Com base nos depoimentos da Odebrecht, a acusação é de que Henrique Eduardo Alves e o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) receberam propinas de contratos das obras da Arena das Dunas, estádio em Natal construído para a Copa do Mundo.
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Teori vê fragilidade em delação que sustenta denúncia contra Lula

O Supremo pode anular a acusação sobre o triplex contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, por falta de provas em relato de Pedro Corrêa
 
 
Jornal GGN - O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Teori Zavacski, questionou o acordo de delação premiada do ex-deputado Pedro Corrêa (PP), que sustenta a denúncia da Lava Jato contra o ex-presidente Lula, pedindo mais apurações nos relatos do ex-parlamentar para decidir se aceitará ou não homologar o acordo. 
 
Teori determinou, no final de setembro, que a Procuradoria-Geral da República realize novas diligências para o Supremo analisar se homologará das delações de Corrêa, que impõe no acordo mais de 70 termos a serem abordados pelo ex-deputado aos procuradores da Lava Jato.
 
A medida foi um sinal de alerta para a fragilidade da delação, sem provas específicas ou contundentes e revelações superficiais de Pedro Corrêa. A decisão de Teori também afeta diretamente a força-tarefa da Operação, equipe de Sérgio Moro, já que a rejeição do acordo pelo STF pode anular a validade dos depoimentos que sustentam a denúncia contra Lula.
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STF mantém André Vargas encarcerado

Jornal GGN - A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal negou ontem, dia 2, o pedido da defesa do ex-deputado federal André Vargas, que foi do PT, para que o soltasse. Vargas foi condenado em uma das ações penais da Lava Jato e está preso desde abril do ano passado no Complexo-Médico Penal, em Pinhais, na região metropolitana de Curitiba, e  no mesmo local que Argôlo, ex-deputado pelo Solidariedade.

O ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato, entendeu que, mesmo com o longo tempo de encarceramento, não se pode substituir a prisão preventiva por medidas cautelares, como a tornozeleira eletrônica e a prisão domiciliar. Segundo Teori, Vargas é um risco e pode voltar a cometer crimes de lavagem, sendo que os já desviados não foram recuperados.

O presidente da Turma, Gilmar Mendes, concordou com o relator, bem como os ministros Dias Toffoli, Cármen Lúcia e Celso de Mello.

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Argolo é condenado por "maxipropina e maxilavagem de dinheiro"

 
Jornal GGN - O ex-deputado federal Luiz Argolo (BA) foi condenado a 11 anos e 11 meses de prisão pelo juiz Sérgio Moro, da 3ª Vara da Justiça Federal de Curitiba (PR), por corrupção ativa e lavagem de dinheiro em esquema envolvendo a Petrobras.
 
De acordo com a sentença, Argolo recebeu pelo menos R$ 1,47 milhão de propina de contratos da estatal, entre 2011 e 2014, enquanto exercia mandato na Câmara. De acordo com Moro, o ex-deputado, que já está detido deste abril deste ano, deve continuar preso, por se tratar de integrante de "um esquema criminoso de maxipropina e maxilavagem de dinheiro". Para o juiz, a soltura de Argolo põe em risco a ordem pública e pode permitir a continuidade da prática de atos criminosos.
 
Além disso, apesar de não ser mais deputado, Argolo é ainda suplente de deputado federal pela Bahia, o que poderia fazê-lo assimir mandato parlamentar, em algumas circunstâncias e que, na visão de Moro, seria "intolerável". 
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Morre Prisco Viana, ex-deputado e jornalista

Jornal GGN - Prisco Viana, ex-deputado e jornalista, morreu na madrugada da quinta-feira, dia 26, em Brasília. Luiz Humberto Prisco Viana estava com 82 anos.

Prisco Viana nasceu na cidade baiana de Caetité. Foi sete vezes deputado federal pela Bahia e duas vezes ministro. Em 2002, foi candidato ao governo da Bahia.

Foi também diretor da Imprensa Oficial de Ilhéus e redator na Assembléia Legistlativa da Bahia, sendo nomeado Secretário de Comunicação durante o governo Luís Viana Flho, em 1967, cargo deixada para abraçar a política.

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