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Aldemir Bendine, ex-presidente do BB e Petrobras, é preso na Lava Jato

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - O ex-presidente da Petrobras e do Banco do Brasil Aldemir Bendine foi preso temporariamente na manhã desta quinta (27), em São Paulo, em uma nova fase da Lava Jato, batizada de Operação Cobra. Ele será levado para a Superintendência da Polícia Federal em Curitiba e permanecerão à disposição do juiz Sergio Moro.

Essa investida teve como base a delação da Odebrecht, que afirma que Bendine recebeu até R$ 3 milhões em propina para não prejudicar a empresa em contratos com a Petrobras. "Aparentemente estes pagamentos somente foram interrompidos com a prisão do então presidente do Grupo Odebrecht", diz a Polícia Federal.

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Sentença de Moro contra Lula é inválida, por Haroldo Lima


Foto: AFP
 
Jornal GGN - O próprio juiz Sérgio Moro admitiu que "a responsabilidade criminal há de ser provada acima de qualquer dúvida razoável", sobre a condenação de Luiz Inácio Lula da Silva que impõe 9 anos e seis meses de prisão ao ex-presidente. 
 
"Sendo assim, a própria sentença é nula, pois que a 'responsabilidade criminal' do condenado ficou longe de ser provada", completou o ex-deputado federal e membro da Comissão Política Nacional do Comitê Central do Partido Comunista do Brasil, Haroldo Lima, em artigo ao El País. 
 
Para sustentar que a suposta prática de crimes não foi comprovada pelo juiz da Vara Federal de Curitiba, Lima levantou manifestações de diversos juristas, mestres e doutores em direito, que refutam e que demoliram os fundamentos da condenação de Lula. Leia, a seguir:
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Gebran nega desbloqueio em conta de Lula achando que ele tem "auxílio", mas não tem

Foto: Divulgação/TRF4

Jornal GGN - O desembargador João Pedro Gebran Neto, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, negou, provisoriamente, o desbloqueio das contas do ex-presidente Lula determinado por Sergio Moro. Mas ao negar o pedido em caráter liminar, Gebran cometeu um erro, na visão da defesa: disse que é errado afirmar que a subsistência de Lula está comprometida a partir do sequestro de imóveis, veículos, dinheiro em conta e até previdência porque todo ex-presidente recebe um auxílio em virtude do cargo. Mas não recebe. Há 28 anos, essa aposentadoria foi revogada pela Constituição.

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Sem achar nas contas de Lula, Justiça bloqueia previdência do ex-presidente


Foto: Ricardo Stuckert/ Instituto Lula
 
Jornal GGN - Na sequência do congelamento das contas de Luiz Inácio Lula da Silva, em decorrência da condenação do juiz da Vara Federal de Curitiba, Sérgio Moro, após não encontrar 94% do montante estimado nas quatro contas vasculhadas do ex-presidente, os planos de aposentadoria privada de Lula foram sequestrados.
 
Conforme o GGN divulgou nesta quarta-feira (19), Moro calculou que o triplex não alcançaria a quantia de R$ 16 milhões, faltando restituir R$ 13,7 milhões dos supostos desvios. Para chegar a essa quantia, três apartamentos de Lula foram bloqueados e o juiz de Curitiba pediu que o Banco Central congelasse outros R$ 10 milhões de possíveis contas relacionadas ao ex-presidente, o que também não foi possível pela inexistência dos recursos nas contas.
 
Assim, apenas R$ 606.727,12 foram congelados, o que representa pouco mais de 6% da quantia que o magistrado de primeira instância previa para a condenação do ex-presidente. A Justiça recorreu, então, a pagamentos de previdência. O BrasilPrev, do Banco do Brasil, mirou um total de R$ 9 milhões: R$ 7,19 milhões do plano empresarial de previdência privada da empresa de palestras de Lula, a LILS, e mais R$ 1,84 milhões do plano individual do líder petista.
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Moro não consegue congelar 94% do que calculava de Lula

Quantia foi vasculhada, sem sucesso, nas quatro contas do ex-presidente e até um carro de mais de 30 anos ficou de fora do bloqueio
 

Foto: Ricardo Stuckert/ Instituto Lula
 
Jornal GGN - Ao decidir bloquear as contas e bens do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o juiz da Vara Federal de Curitiba, Sérgio Moro, conseguiu congelar apenas 6% da quantia que previa para a condenação de Lula. O magistrado do Paraná também dispensou reter o carro do lider petista, por ser uma caminhonete antiga, de 1984.
 
No despacho que integra o processo que condenou Lula a 9 anos e meio de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, o juiz federal pediu o sequestro de três apartamentos de Lula em São Bernardo do Campo, no ABC paulista, sendo um deles a própria residência do ex-presidente, e pediu ao Banco Central que congele um limite de até R$ 10 milhões em contas encontradas relacionadas a ele.
 
O pedido de Moro ocorreu no dia 14 de julho e tramitava em segredo de Justiça. Seria uma forma de reparação de danos à Petrobras, no âmbito da Operação Lava Jato. Mas ao vasculhar as quatro contas bancárias de Lula, o Banco Central conseguiu detectar pouco mais de 6% do limite imposto pelo magistrado: 606.727 reais e doze centavos.
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"O problema do Brasil não era a Dilma", diz Lula sobre o golpe


Foto: Ricardo Stuckert / Lula.com
 
Jornal GGN - O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva chamou o juiz que o condenou a 9 anos e 6 meses de prisão, Sérgio Moro, de "czar", em referência aos monarcas dos impérios búlgaro e russo, e os procuradores da força-tarefa de Curitiba, comandada por Deltan Dallagnol, de "jovens mal-intencionados".
 
As declarações foram feitas à rádio Capital, de São Paulo, em entrevista na manhã desta terça-feira (18). Uma semana após a sentença por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, o ex-presidente disse querer "provar que o Moro errou, que a equipe da Lava Jato errou" e que "mentiram demais".
 
"Não vou, depois de 70 e poucos anos de vida, permitir que meia dúzia de jovens mal-intencionados venham tentar jogar a minha imagem na lama. (...) O juiz Moro não pode continuar se comportando como um czar. Ele faz o que quer, quando quer, sem respeitar o direito democrático, sem respeitar a Constituição. E não deixa a defesa falar", disse.
 
O ex-presidente também ressaltou o cenário político atual, como consequência após a queda da então presidente e sua sucessora, Dilma Rousseff. Se antes, em dezembro de 2014, o país apresentava "o menor índice de desemprego de sua história, 4,5% de desemprego", com "padrão Suécia, Dinamarca e Alemanha", com aumento de 74% no salário mínimo, hoje a situação é outra.
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Deputado quer impedir Dilma de viajar e denunciar o golpe

Foto: Wilson Dias/Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - Pautados pelo jornal O Globo e incomodados com as viagens de Dilma Rousseff para denunciar o golpe do impeachment, deputados de oposição ao PT agora querem limitar as despesas de ex-presidentes pagas pela União.
 
Segundo reportagem do jornal dos Marinho, desta terça (18), o deputado Efraim Filho, líder do DEM, está estudando uma maneira de "alterar o decreto [que regula o direito de ex-mandatários] de forma que ele seja mais objetivo em relação aos gastos". Ele disse que fazer campanha contra o impeachment é uma questão "pessoal" de Dilma, que não deve envolver a verba pública.
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Especialistas analisam o cenário pós-condenação de Lula


Foto: Ricardo Stuckert/ Instituto Lula

 
Por Valério Paiva
 
Analistas projetam possíveis efeitos da sentença de Sérgio Moro
 
Do Jornal da Unicamp

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi condenado, em primeira instância, a nove anos e seis meses de prisão em um dos processos que responde na 13.ª Vara Criminal Federal de Curitiba. De acordo com a sentença do juiz Sérgio Moro, Lula recebeu propina de 3,7 milhões de reais da construtora OAS. Ele responderá em liberdade enquanto recorre em instância superior – Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), em Porto Alegre.

Jornal da Unicamp ouviu seis analistas que avaliam os efeitos que a condenação de Lula poderá ter na cena política brasileira, bem como a legitimidade da decisão da Justiça Federal do Paraná.

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Ao vivo: Pronunciamento de Lula sobre condenação da Lava Jato


Foto: Ricardo Stuckert/ Instituto Lula
 
Jornal GGN - O Partido dos Trabalhadores marcou um ato de apoio ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na sede nacional do PT, no centro de São Paulo, a partir das 11h. No evento, Lula irá se pronunciar sobre a sentença do juiz Sérgio Moro, da Vara Federal de Curitiba, despachada nesta quarta-feira (12). Acompanhe ao vivo:
 
 
"Não vamos aceitar esse tipo de condenação política sem nenhuma prova material", disse um dos vice-presidentes da sigla, Marcio Macedo. O PT pretende reunir toda a cúpula do partido e parlamentares em São Paulo, demonstrando solidariedade ao líder petista.
 
Até agora, o ex-presidente se manifestou por meio de sua defesa. Em coletiva concedida na noite de ontem, o advogado Cristiano Zanin criticou a falta de provas do magistrado do Paraná, que ignorou todas as documentações e levantamentos feitos pela própria defesa de Lula, que provariam a sua inocência.
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"Moro também faz parte do golpe", diz oposição; veja repercussão na Câmara


Foto: Luis Macedo / Câmara dos Deputados

Da Agência Câmara

Por Tiago Miranda

Deputados do PT afirmaram que a sentença tem como objetivo afastar o ex-presidente da disputa eleitoral em 2018. Por outro lado, parlamentares de diferentes partidos apoiaram o magistrado responsável em Curitiba pela Operação Lava Jato

Vários deputados do PT criticaram no Plenário a sentença que condenou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a nove anos e seis meses de prisão pelos crimes de corrupção passiva e de lavagem de dinheiro. Segundo os petistas, a decisão é uma tentativa de tirar Lula da sucessão presidencial em 2018. Também no Plenário, parlamentares de outros partidos subiram à tribuna para apoiar a condenação.

A sentença do juiz Sérgio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava Jato na primeira instância, em Curitiba, foi dada no processo que tratou da compra e reforma de um apartamento triplex em Guarujá, litoral de São Paulo. Pela decisão, Lula pode recorrer em liberdade.

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Moro também faz parte do golpe, diz oposição. Veja repercussão na Câmara


Foto: Luis Macedo / Câmara dos Deputados

Da Agência Câmara

Por Tiago Miranda

Deputados do PT afirmaram que a sentença tem como objetivo afastar o ex-presidente da disputa eleitoral em 2018. Por outro lado, parlamentares de diferentes partidos apoiaram o magistrado responsável em Curitiba pela Operação Lava Jato

Vários deputados do PT criticaram no Plenário a sentença que condenou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a nove anos e seis meses de prisão pelos crimes de corrupção passiva e de lavagem de dinheiro. Segundo os petistas, a decisão é uma tentativa de tirar Lula da sucessão presidencial em 2018. Também no Plenário, parlamentares de outros partidos subiram à tribuna para apoiar a condenação.

A sentença do juiz Sérgio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava Jato na primeira instância, em Curitiba, foi dada no processo que tratou da compra e reforma de um apartamento triplex em Guarujá, litoral de São Paulo. Pela decisão, Lula pode recorrer em liberdade.

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Lula afasta tentativa de o envolverem em mais um processo

E chama o atual presidente Michel Temer e seu ministro Moreira Franco de "ingratos"

 
Jornal GGN - Em depoimento à 10ª Vara do Distrito Federal sobre as fraudes no fundo de financiamento do FGTS, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta terça-feira (04) que nunca recebeu pedido do atual presidente Michel Temer para nomear Moreira Franco à vice-Presidência de Fundos e Loterias da Caixa Econômica, em 2010, e ainda chamou a ele e a Temer de "ingratos".
 
As manifestações ocorreram em menos de 10 minutos, nos autos que tramitam na primeira instância do Distrito Federal e que acusa o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) de cobrar e receber R$ 52 milhões do consórcio formado pela OAS, Odebrecht e Carioca Engenharia junto à Caixa Econômica para as obras do Porto Maravilha, no Rio de Janeiro.
 
Lula foi questionado se o atual presidente da República, Michel Temer, foi quem pediu para nomear seu agora ministro Secretaria-Geral da Presidência ao comando de  Fundos e Loterias da Caixa. O ex-presidente negou que o pedido tenha vindo, diretamente, de Temer, mas sim da bancada do PMDB na Câmara.
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Dona Marisa, Cláudia Cruz e a justiça de classe de Moro, por Jeferson Miola

Por Jeferson Miola 

Sérgio Moro foi um caçador implacável da Dona Marisa. O juiz-acusador perseguiu a ex-primeira dama com uma tal e eficiente obsessão que conseguiu, finalmente, condená-la à morte com um AVC.
À continuação, um odioso Moro, ser possuído por sentimentos que são estranhos a pessoas justas e de bem, quis decretar a condenação eterna da Dona Marisa.

Ele descumpriu o Código de Processo Penal e relutou, por mais de 30 dias depois do óbito, a declarar a inocência da Dona Marisa.

O grande crime cometido por Marisa Letícia, na convicção do Moro e dos seus colegas justiceiros de Curitiba, foi ter sido a companheira de vida e de sonhos do ex-presidente Lula; a parceira do sonho de um Brasil digno, justo e democrático.

Neste 25 de maio de 2017, Moro trocou a toga daquele juiz-acusador que persegue obsessivamente Lula, pelo traje de advogado de defesa dos integrantes da sua classe – no caso, a família Cunha/Temer/Aécio.
Moro inocentou Cláudia Cruz, a “senhora” do presidiário Eduardo Cunha [como a burguesia patriarcal se referes às esposas dos “chefes de família”], o integrante da camarilha e sócio de Michel Temer na conspiração que golpeou a Presidente Dilma.

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A Moro, testemunhas não indicam que Lula seria beneficiado em imóvel


Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil
 
Jornal GGN - No processo contra Luiz Inácio Lula da Silva, o ex-diretor da Petrobras, Nestor Cerveró, disse não ter nenhuma informação sobre os dois imóveis, o que supostamente seria do Instituto Lula e o apartamento alugado pelo ex-presidente.
 
Delator, Cerveró prestou depoimento nesta sexta-feira (26) na 13ª Vara Federal Criminal de Curitiba, ao juiz Sérgio Moro, onde não conseguiu trazer nenhum indício no processo em tramitação.
 
Da mesma forma, foram ouvidos o lobista Alberto Youssef, e os operadores Fernando Soares e Milton Pascowitch. Todos as testemunhas foram arruladas pelo Ministério Público Federal, na figura de acusação e tampouco fizeram menção a Lula sobre os imóveis em investigação.
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Indiciamento da Zelotes contra Lula e ex-ministros do PT alarma por acusação sem provas


Foto: Wilson Dias / ABr
 
Jornal GGN - O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi indiciado pela Polícia Federal no andamento das investigações da Operação Zelotes. O documento não tem validade em processos penais e tem peso, apenas, como ferramenta de investigação da PF. Em resposta, a defesa de Lula disse que "repudia toda e qualquer ilação sobre seu envolvimento em atos ilícitos a respeito da edição da MP 471, alvo da Operação".
 
Em nota emitida logo após as publicações noticiosas de que Lula estava sendo alvo de mais um indiciamento, como se o mesmo equivocadamente valesse de forma acusatória no andamento do processo na Justiça, os advogados Cristiano Zanin Martins e Roberto Teixeira alertaramn que nem sequer tomaram conhecimento do indiciamento. 
 
"Desconhecemos o documento emitido hoje pela Polícia Federal, mas reforçamos que Lula foi submetido, nos últimos dois anos, a verdadeira devassa e nenhuma prova foi encontrada, simplesmente porque não houve de sua parte qualquer ato de corrupção, ao contrário do que tem afirmado seus acusadores", afirmou a defesa em comunicado.
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