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A manipulação das estatísticas no Brasil, por Luis Nassif

Nesses tempos de big data, de abundância de estatísticas, é chocante a pobreza da discussão econômica do país, especialmente em relação aos gastos públicos, despesas correntes, investimentos e financiamentos.

O jogo ideológico consagrou alguns economistas que se especializaram em contas públicas, Previdência, cálculos de subsídios. Todos eles, invariavelmente, analisam os dados a seco, sem nenhuma preocupação em estender as analises para as chamadas externalidades positivas ou negativas.

Vamos a alguns exemplos.

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Reforma política deve tentar volta de doações por empresas


Foto: Agência Brasil
 
Jornal GGN - A reforma política será posta em pauta pelo Congresso logo na volta dos trabalhos legislativos, em agosto, quando os parlamentares necessitam com urgência definir como as campanhas eleitorais de 2018 serão financiadas. Além da Proposta de Emenda à Constituição para criar um fundo eleitoral que use recursos públicos das Casas Legislativas para alimentar os pleitos, deputados e senadores estudam retomar o modelo de doações por empresas privadas.
 
Os cálculos já estão sendo feitos e desde que o modelo de financiamento a partir de doações de empresas foi proibido pelo Supremo Tribunal Federal (STF), em 2015, com o ápice das investigações da Operação Lava Jato e o jogo de influências deflagrado entre empresários e políticos com a compra de interesses, os parlamentares analisam como sustentar as campanhas.
 
Para isso, necessitam correr contra o tempo. A urgência para o cenário de imprevisibilidade da Lava Jato e de até que ponto a impopularidade de Michel Temer pode segurar a fúria da população faz com que os congressistas agilizem a proposta, unindo diversas partidos, da base e da oposição, para iniciar as votações da medida que estipula o remanejamento de R$ 3,5 bilhões do Congresso para este fim.
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Agência Pública: mulheres se destacam na criação de portais independentes

Da Agência Pública

Furos, perseguições e mulheres no comando: o novo jornalismo na América Latina

Em março de 2016, a Agência Pública lançou o Mapa do Jornalismo Independente. Mapeamos mais de 80 iniciativas de jornalismo nascidas na rede Brasil afora. Perguntamos como essas organizações se financiam, quando foram fundadas e o que elas cobrem. Nesta quinta-feira (20), a SembraMedia, organização parceira que se dedica a apoiar empreendedores de mídia, lançou um relatório ainda mais amplo. Chamado “Ponto de Inflexão”, ele avalia o impacto gerado por organizações de jornalismo digital em quatro países da América Latina.

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Os ataques da Globo ao BNDES

 
Jornal GGN - Não é difícil imaginar como vai acabar a relação BNDES-JBS por causa da Lava Jato, se por exemplo for tomada a devassa que a operação promoveu, em parceria com a mídia, na Petrobras e nas grandes empreiteiras do País. É com essa preocupação em vista que a reportagem do Fantástico sobre o banco, veiculada no último domingo (22), deve ser revisitada.
 
O programa dominical da TV Globo dedicou quase que a edição inteira a relembrar as revelações que Joesley Batista fez sobre Michel Temer e Aécio Neves na última semana. E, em reportagem de quase 4 minutos e meio, contou a história de um funcionário do BNDES que supostamente poderia ter favorecido o grupo JBS em transações bilionárias. 
 
Para dar dimensão ao suposto escândalo, o Fantástico cita o volume de recursos que o BNDES "injetou na JBS" durante o governo Lula (2007-2010): 8,1 bilhões de reais, dando a entender que todo esse montante foi fruto de operações ilícitas.
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Por que a Globo tem obsessão por Lula atrás das grades

Para entendermos o que está sendo jogado é preciso dar mais de atenção aos ex-ministro Antônio Palocci 
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Colocar Lula atrás das grades é uma obsessão não só do juiz Sérgio, mas também – e prioritariamente – das Organizações Globo. A delação fajuta do empreiteiro Leo Pinheiro, da OAS, vem ocupando espaços preciosos nos principais telejornais do conglomerado da família Marinho. Entre os dias 19 e 22, o PT e o ex-presidente mereceram quase três horas na programação global.
 
O massacre não se limitou aos meios eletrônicos, o jornal O Globo, na edição de sábado (dia 22), cravou em um editorial de meia página que “Lula é o chefe” de uma organização criminosa.
 
As tênues evidências apresentadas pelo delator Pinheiro foram apontadas como provas absolutas no jornalão dos Marinhos. São: o registro de que um carro do “Instituto Lula” teria se deslocado seis vezes, entre os anos de 2012 e 2014, ao Guarujá (cidade onde foi construído o tal tríplex) e a agenda pessoal do empreiteiro, na qual foram anotados encontros dele com o ex-presidente e seus familiares.
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Desmonte do BNDES - Desenvolvimento para quem?

do Clube de Engenharia

Desmonte do BNDES - Desenvolvimento para quem?

Comunicado do Banco Central publicado hoje detalha os procedimentos para modificar item relevante da política operacional do BNDES, a taxa de juros de longo prazo (TJLP) aplicada aos contratos prioritários. É um golpe mortal na atuação do órgão que promove, há mais de sessenta anos, o desenvolvimento brasileiro.

O objetivo da alteração busca assemelhar a taxa de juros cobrada pelo BNDES - órgão de Estado - àquela cobrada pelos bancos privados, a taxa de Mercado. Embora pelas regras estabelecidas essa transição deva ocorrer em cinco anos, a medida constitui o inverso do que seria necessário para a retomada do investimento em atividades produtivas. Vem na contramão da retomada do desenvolvimento sustentável. Leia mais »

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Documento mostra que Criança Feliz, de Marcela, será bancado pelos municípios

 
Jornal GGN - O programa "Criança Feliz", que tem a primeira-dama Marcela Temer como embaixadora, apresentou um "grave subfinanciamento", segundo constatação de estudo da Confederação Nacional dos Municípios (CNM). O documento alerta que o governo federal não repasse nem 30% dos custos com a folha de pagamento nas cidades interessadas em aderir ao programa.
 
Quando foi materializado, Marcela chegou a participar de uma reunião, em janeiro deste ano, incluindo o Ministério do Planejamento e gestores estaduais e municipais para discutir a implantação do "Criança Feliz", voltado para a assistência de crianças pobres de até três anos.
 
Sentando-se ao lado do ministro do Desenvolvimento Social e Agrário, Osmar Terra, Marcela Temer fez o discurso de abertura da reunião, mobilizando os gestores das cidades e estados e indicando que o governo federal daria o suporte necessário ao programa.
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Empresas estrangeiras podem ter créditos públicos do Brasil

 
Jornal GGN - Publicado pelo governo Michel Temer no dia 16 de janeiro deste ano no Diário Oficia da União, o decreto nº 8957 amplia as possibilidade de bancos públicos oferecerem garantias a empresas estrangeiras que querem operar no país. A estratégia de atrair investimentos estrangeiros, por outro lado, aposta na privatização e internacionalização da economia com o dinheiro público.
 
Isso porque, entre as medidas, o decreto permite que empresas de capital estrangeiro que atuam em diversas áreas recebam dos fundos e bancos públicos brasileiros os créditos e financiamentos para atuar no Brasil.
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Crédito do BNDES e revisão de lei são caminhos para a retomada, por Carlos Abrão

Por Carlos Henrique Abrão

No Conjur

Transposta uma década de vigência da Lei de Recuperação e Falências, o Diploma 11.101/05, escasseiam-se, a olho nu, os meios recuperacionais para salvaguarda, preservação e aumento do ambiente da atividade empresarial no Brasil.

A secura do crédito transmite a sensação de grave dificuldade para pequenas e microempresas e, agora, com o abalo daquelas consideradas grandes, afetando a cadeia produtiva, em boa hora, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), para incentivar a reintegração de ativos ao sistema, liberou uma dotação orçamentária de R$ 5 bilhões, a qual vigorará até o próximo dia 31 de agosto de 2017.

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Ex-ativista do PSDB denuncia Aécio e Caiado de financiar impeachment

Dani Schwery revele que políticos enviavam recursos para grupos organizados fazerem processo que tirou Dilma do poder parecer espontâneo 

 
Jornal GGN - Em entrevista ao DCM, a paulista Daniela Schwery, que ganhou repercussão em 2015 por uma série de vídeos contra o PT, afirmou que Aécio Neves e Ronaldo Caiado mantinham um plano de financiamento de grupos pro-impeachment, rebatendo a ideia de que são movimentos espontâneos. A respeito do MBL, Dani afirmou: "Eles são profissionais da comunicação. Eles estudam as massas e tal. Rogério Chequer é um profissional". 
 
Desiludida com o PSDB, a ex-YouTuber se desligou do partido e hoje trabalha como assessora do humorista Juca Chaves.
 
 
 
Por Mauro Donato
 
Um plano encabeçado e financiado por Aécio Neves e Ronaldo Caiado; eleições indiretas são para salvar FHC; movimentos pró impeachment como o MBL são fantoches.
 
Quem afirma é Daniela Schwery, uma das primeiras manifestantes a conclamar a população a ir para as ruas ‘contra a ditadura comunista que seria a reeleição de Dilma’, cujos vídeos atingiam 70 mil views.
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Como se paga uma disputa eleitoral nos Estados Unidos?

No documentário "Meet the Donors: Does Money Talk?", produzido pela HBO, jornalista mostra que a potência mundial é escola no uso de caixa 2 e dívidas que presidencialistas carregam após o pleito com empresariado
 
 
Jornal GGN - Um dia antes de os norte-americanos decidirem a Presidência entre Hillary Clinton e Donald Trump na agressiva disputa dos Estados Unidos, o canal de televisão HBO apresentava os bilionários financiadores de campanha, no documentário "Meet the Donors: Does Money Talk?" [Conheça os doadores: o dinheiro fala?].
 
Dirigido pela vencedora do Emmy Award Alexandra Pelosi, o filme foi lançado no dia 1º de agosto, transmitido às 21h no canal televisivo, exatamente uma semana antes de os 231,6 milhões de norte-americanos irem às urnas. Mas no restante da América Latina, o documentário foi ao ar ontem (07), às 22h, como uma sentença do que estaria por vir no jogo político dos Estados Unidos.
 
A jornalista vasculhou e tentou conversar com os 100 maiores doadores da atual campanha presidencial do país, que juntos angariaram US$ 6 bilhões para seus candidatos. Com uma câmera na mão e outras conduzidas por profissionais, Alexandra foi a jantares e eventos de arrecadação de recursos, hotéis de luxo, milionárias empresas e suas residências para entender o jogo de influências.
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TCU autoriza Tesouro e BNDES a cometerem imbecilidades, por J. Carlos de Assis

Movimento Brasil Agora

TCU autoriza Tesouro e BNDES a cometerem imbecilidades

por J. Carlos de Assis

O Tribunal de Contas da União, órgão burocrático do Congresso que se tornou na bagunça institucional brasileira a maior autoridade nacional em impeachment, caminha para se tornar também a maior autoridade em finanças bancárias imbecis. Isso caso seja aprovado o voto do relator, Raimundo Carreiro, pelo qual o banco fica obrigado a devolver ao Tesouro, sem problemas legais, R$ 100 bilhões de empréstimos que este último lhe concedeu em 2009 e 2010 para financiar uma economia fortemente atingida pela crise internacional.

Não gosto de festejar medidas  estúpidas quando afetam milhares de empregos dependentes de múltiplas cadeias produtivas na economia, principalmente desempregados e suas famílias. Seria melhor que não acontecessem. Diante desta, porém, minha primeira reação foi: que se fodam! Esses R$ 100 bilhões a serem devolvidos ao Tesouro mergulharão no buraco negro da dívida. Serão esterilizados depois de retirados da economia real através do BNDES. Primeiros  prejudicados serão a base golpista de Temer, os quase falidos empresários paulistas.

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Bispo quer que Temer interfira em bancos públicos para financiar mais igrejas

Jornal GGN - O bispo Robson Rodovalho, fundador da Igreja Sara Nossa Terra - frequentada por Eduardo Cunha (PMDB) - e presidente da Confederação de Pastores pediu a Michel Temer que desse um jeito de direcionar linhas de financiamento de bancos privados e públicos para a construção de igrejas evangélicas.

Segundo informações do Painel da Folha, esse pedido de "lobby" é feito a Temer e ao ministro Henrique Meirelles (Fazenda) desde julho, quando o peemedebista assumiu a cadeira de Dilma Rousseff por decisão do Senado no processo de impeachment.

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Contra reforma eleitoral, Maia quer alternativa para financiamento de campanhas

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Jornal GGN - O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), faz os primeiros movimentos para retroceder na minirreforma eleitoral, promulgada em setembro de 2015, que impôs, entre outras medidas, a impossibilidade de financiamento de campanhas por empresas privadas.
 
Isso porque as eleições municipais deste ano mostraram o contingenciamento das mudanças nos rumos da política, com campanhas consideradas "pobres", diante da inconstitucionalidade das doações de empresas. Com o cenário, Maia afirmou nesta quinta-feira (13) que, se não houver "alternativa" ao financiamento, o sistema eleitoral entrará em colapso.
 
"Qual o sistema pode legitimar a política? E como é que você vai financiar a política? Não haverá financiamento de pessoa jurídica[...]. Então, teremos pessoa física ou financiamento público. Com esses dois modelos, esse sistema vai entrar em colapso em 2018. Só no Rio de Janeiro, são cem deputados do meu partido. Como é que a gente financia isso?", mostrou a preocupação.
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Financiamento imobiliário cai quase 50% nos sete meses de 2016

Jornal GGN  - Nos primeiros sete meses de 2016, o crédito imobiliário teve uma queda de 47,9% em relação ao mesmo período de 2015, totalizando R$ 26,4 bilhões. No mês de julho, os financiamentos imobiliários concedidos pelos agentes financeiros do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) chegaram a R$ 3,8 bilhões, uma redução de 10,6% em relação ao mês anterior e de 35,9% em comparação com julho do ano passado.

Os dados divulgados pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) mostram que, no acumulado de 12 meses (entre agosto de 2015 e julho de 2016), houve uma diminuição de 48,7% em relação ao total apurado nos 12 meses anteriores, somando R$ 51,3 bilhões.

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