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FINEP

Finep receberá US$ 1,5 bilhão do BID para financiar pesquisas

 
Jornal GGN - Segundo nota do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, a Financiadora de Estudos e Projeto (Finep) receberá US$ 1,5 bilhão do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) para o financiamento de pesquisas pelos próximos cinco anos.
 
Deste total, US$ 310 milhões serão executados neste ano. Entre os projetos que receberão recursos do BID, o Padiq (Plano de Desenvolvimento e Inovação da Indústria Química) e o Inova Mineral (voltado para o setor da mineração). 

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BNDES e Finep investem R$ 3,5 bi nos setores de química e mineração

Jornal GGN – O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) anunciaram, nesta terça-feira (2), que vão destinar R$ 3,58 bilhões para a inovação, nos setores de química e mineração.

Desse total, R$ 2,4 bilhões irão para o PADIQ (Plano de Apoio ao Desenvolvimento e Inovação da Indústria Química) e R$ 1,18 bilhão para o Inova Mineral (Plano de Desenvolvimento, Sustentabilidade e Inovação no Setor de Mineração e Transformação Mineral).

Já foram selecionados os planos de negócio que vão receber as verbas destinadas ao PADIQ. O lançamento do edital do Inovar Mineral deverá ser realizado esta semana.

Os programas vão financiar investimentos em inovação para projetos sustentáveis, para redução de emissão de poluentes, eficiência energética, recuperação e conversão de resíduos agrícolas e subprodutos industriais em produtos químicos com aplicação em bens de consumo, como tintas, cosméticos e peças de plásticos.

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Maria Inês Fini, criadora do Enem, será nova presidente do Inep

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Da Agência Brasil

A educadora Maria Inês Fini será a nova presidenta do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). O nome foi confirmado hoje (16) pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC). Ela ainda não tomou posse oficialmente.

Maria Inês, entre 1996 e 2002, no governo de Fernando Henrique Cardoso atuou no Inep como diretora de Avaliação para Certificação de Competências, sendo responsável pela criação e implementação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Em 2009, na gestão do petista Fernando Haddad na Educação é que o exame foi modificado e tomou as dimensões que tem hoje, sendo porta de entrada para o ensino técnico, o ensino superior, além de certificação do ensino médio.
 
A educadora foi fundadora da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), onde atuou de 1972 a 1996. Doutora em ciências - educação, pedagoga, professora e pesquisadora em psicologia da educação, psicologia do desenvolvimento, social e do trabalho, especialista em currículo e avaliação, com experiência em gestão educacional na educação básica e superior.

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Coppe/UFRJ lança nesta segunda laboratório mais avançado do país

Núcleo de Microscopia Eletrônica foi desenvolvido com financiamento da Finep, BNDES, CNPq, Cenpes/Petrobras, Vallourec do Brasil e Faperj
 
 
Jornal GGN - Nessa segunda-feira (14) a Coppe/UFRJ inaugura o laboratório mais avançado do país, chamado Núcleo de Microscopia Eletrônica, onde serão estudados materiais de engenharia e bioengenharia. Dentre os equipamentos de última geração reunidos no espaço estão microscópios eletrônicos de transmissão e de varredura, com resolução atômica, capazes de realizar imagens tridimensionais possibilitando, ainda, estudar objetos em escala nanométrica (1 milímetro dividido por 1 milhão). Desse modo, os ensaios realizados no laboratório irão contribuir para o avanço da ciência nacional em diversas áreas.
 
A mídia institucional, Planeta Coppe, adiantou que já estão programados testes para a criação de materiais ligados à fabricação de ligas mais resistentes e com melhor desempenho para o refino de petróleo, os equipamentos ajudarão ainda na produção de novos polímeros e catalizadores para o setor de petróleo e gás natural. 
 
O modelo de gestão do Núcleo de Microscopia Eletrônica será multiusuário, em parceria com o Centro de Pesquisas e Desenvolvimento Leopoldo Américo Miguez de Mello (Cenpes/Petrobras), o Instituto de Ciências Biomédicas (ICB/UFRJ), Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF), Indústrias Nucleares do Brasil (INB) e o Centro de Pesquisas de Energia Elétrica (Cepel). Porém, 30% do tempo do Núcleo poderá ser utilizado exclusivamente por clientes externos à Universidade.
 
O espaço foi construído e equipado com financiamento da Finep, BNDES, CNPq, Cenpes/Petrobras, Vallourec do Brasil e Faperj, além de recursos da própria Coppe, via emenda parlamentar apresentada pelo deputado federal Miro Teixeira e de projetos coordenados por professores e pesquisadores que representam a instituição no Comitê Gestor do Núcleo. 
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Os desafios da inovação no Brasil

O papel das micro e pequenas empresas no desenvolvimento regional e nacional

Tema

O papel das micro e pequenas empresas no desenvolvimento regional e nacional
Evento discutiu o aumento da formalização do trabalho e a importância das pequenas para que o país se recupere da crise

No dia 25 de agosto, a Agência Dinheiro Vivo promoveu o 62º Fórum de Debates Brasiliana.org, que discutiu o papel das micro e pequenas empresas no desenvolvimento regional e nacional.

Segundo dados levantados pelo IBGE, atualmente mais de 95% das empresas brasileiras são micro e pequenas, respondendo por 27% do Produto Interno Bruto (PIB) e por 52% do total de empregos com carteira assinada - mais de 17 milhões de vagas.

Com o objetivo de discutir o fortalecimento do perfil desse empresariado, o evento reuniu especialistas do governo e da sociedade civil organizada, dentre eles o Ministro da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos; o gerente da Unidade de Atendimento Individual do Sebrae Nacional Enio Pinto e o coordenador do Programa de Empregos Verdes da Organização Internacional do Trabalho (OIT) no Brasil, Paulo Sérgio Muçouçah.  

O Fórum abordou a importância da inovação para a saúde das MPEs e o financiamento público voltado para esse nicho. Também cobriu a Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas e os aspectos tributários que ainda causam insegurança jurídica ao empresariado.

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BNDES aumenta o apoio às pequenas empresas

Jornal GGN - Hoje, sexta-feira (21), o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, esteve em São Paulo para a inauguração da nova sede da Bralyx, fabricante nacional de máquinas para o setor alimentício.

Na ocasião, Coutinho elogiou o empreendedorismo da companhia e a coragem para tomar riscos em um momento de conservadorismo econômico.

Ele também aproveitou para falar das ações do Banco para as micro e pequenas empresas. “Nós sabemos que não podemos aumentar a pressão para o Tesouro, mas fizemos uma reorganização e decidimos preservar as linhas para pequenas empresas”, disse. “O BNDES não é um banco exclusivo dos grandes. As pequenas empresas têm um peso importante para a sociedade, porque criam renda e emprego”.

Também presente no evento, o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ), Carlos Pastoriza, falou sobre a importância do banco estatal para o desenvolvimento de micro e pequenas empresas.

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Fórum sobre MPEs reúne Afif Domingos e representantes da OIT, Fapesp e Sebrae

Evento abordará importância econômica, inovação e o impacto dos impostos sobre as micro e pequenas empresas
 
 
Pela ordem: Ministro Afif Domingos; Sérgio Muçouçah (OIT); Brito Cruz (Fapesp); Luiz Barretto (Sebrae)
 
Na próxima terça-feira (25), em São Paulo, a Agência Dinheiro Vivo promoverá o 62º Fórum de Debates Brasilianas.org para discutir o papel das micro e pequenas empresas (MPEs) no desenvolvimento regional e nacional. Segundo dados levantados pelo IBGE, atualmente mais de 95% das empresas brasileiras são micro e pequenas, respondendo por 27% do Produto Interno Bruto (PIB) e por 52% do total de empregos com carteira assinada - mais de 17 milhões de vagas. Com o objetivo de discutir o fortalecimento do perfil desse empresariado, o evento irá reunir especialistas do governo e da sociedade civil organizada, dentre eles o Ministro da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos; o presidente do SEBRAE Nacional, Luiz Barretto Filho; e o coordenador do Programa de Empregos Verdes da Organização Internacional do Trabalho (OIT) no Brasil, Paulo Sérgio Muçouçah
 
O Fórum Brasilianas.org terá um painel para abordar a importância da inovação para a saúde das MPEs e outro sobre o financiamento público voltado para esse nicho, com a participação, também confirmada, do diretor científico da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), Carlos Henrique de Brito Cruz, do diretor de Desenvolvimento Científico e Tecnológico da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), Fernando Ribeiro, e do diretor de Micro e Pequenas Empresas do Banco do Brasil, Ilton Luís Schwaab.
 
As discussões sobre a formalização das empresas e a Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas não ficarão de fora, com a participação de Gilberto Luiz do Amaral, coordenador do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação que, desde 1992, atua para diminuir o impacto dos impostos sobre as empresas e racionalizar a arrecadação de tributos nos níveis municipais, estaduais e federal. Não perca! 
 
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Veja a programação abaixo.
 

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As políticas de apoio às startups

Montado pelo Secretário de Política de Informática do MCTI (Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação) Virgílio Almeida, o programa Startup Brasil foi a melhor política de incentivo às startups (empresas iniciantes de conteúdo tecnológico) até agora criado pelo governo federal.

Essa foi a conclusão unânime dos painelistas do 61o Fórum Brasilianas, sobre as indústrias criativas.

Antes dele, houve vários programas, como o Inovar, de 2001, o Programa Juros Zero, de 2004, o RHAE Inovação, de 2004, a Subvenção Econômica, de 2006, o Prime, de 2009, o PAPPE Integração de 2010.

Cada um deles significou um aprendizado, mas quase todos pecaram por dois erros: a falta de continuidade e a ausência de sistemas de avaliação.

O Prime (Programa Primeira Empresa Inovadora) nasceu com recursos de R$ 1,3 bilhão e a meta de apoiar 5 mil empresas. A Finep (Financiadora de Estudos e Pesquisas) aportava recursos em incubadoras que apoiavam as empresas. Terminou no primeiro ano, dos quatro previstos, e acabou apoiando 1.380 empresas.

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Para coordenador da Fapesp, investimento em software livre é rentável

Da Agência Brasil

Os softwares livres já se consolidaram como um investimento rentável, disse hoje (27) o coordenador adjunto de Pesquisa para Inovação da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo. De acordo com Fábio Kon, que participou do programa Brasilianas.org, da TV Brasil, o Android, presente nos telefones móveis, é o principal software livre da atualidade e essa condição não impede que ele seja rentável. “Empresas adaptam seus produtos ao Android. Ou seja, não é por ser software livre que não se pode ganhar dinheiro com isso”.

Durante o programa ancorado pelo jornalista Luís Nassif, Fábio Kon falou também sobre investimentos na área de inovação. Ele destacou que os setores de energias renováveis, óleo e gás e tecnologia da informação serão estratégicas para esse tipo de investimentos nos próximos anos.

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Agenda de país 3: para um plano de governo imediato

Se Dilma Rousseff quiser, de fato, implementar a agenda positiva, falta apenas olhar para seu próprio governo.

O Brasil aspira ser uma democracia social. Para tanto necessita ser competitivo, saber como se inserir na economia global e como dosar direitos sociais e competitividade.

Se Dilma quiser montar o mosaico do desenvolvimento social, tem à mão todas as peças.

Competitividade

Infraestrutura – além das concessões, basta recuperar os estudos iniciais da EPL (Empresa de Planejamento e Logística) visando criar condições estruturais para aumentar a eficácia dos investimentos públicos.

Inovação – tem um enorme aparato - constituído do MCTI (Ministério de Ciências, Tecnologia e Inovação), Sebrae, Inmetro, Embrapii (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial), Universidades Federais, Finep, BNDES, entidades empresariais, como a CNI – e uma linha já definida no Plano Nacional de Ciência Tecnologia e Inovação.

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Finep anuncia fundo para parques tecnológicos e incubadoras

Jornal GGN – O Primatec, um fundo de investimento em participações para apoiar empresas de parques tecnológicos e incubadoras, será lançado este mês. Quem anunciou a boa nova foi Rodrigo Fonseca, diretor de Desenvolvimento Científico e Tecnológico da Finep (Financiadora de Estudos e Projetos).

“Essa semana vamos assinar a constituição do fundo, que tem patrimônio alvo de R$ 100 milhões”, disse o executivo. O capital comprometido é de R$ 40 milhões. A Finep acredita que a notícia deve atrais potenciais investidores e impulsionar a captação dos R$ 60 milhões restantes.

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Brasil 2015: os novos passos da política industrial

A partir de 2004 o país passou a reaprender a fazer política industrial. Uma falsa ideia de liberalismo havia deixado para segundo plano um elemento central de desenvolvimento, ao qual recorrem todos os países, dos Estados Unidos à China.

A primeira experiência foi a PITCE (Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior), de 2004.

Desinterditou o debate, ensaiou as primeiras ações concatenadas dentro do governo, levantou as novas áreas da fronteira tecnológica, as chamadas áreas portadoras de futuro, como biotecnologia, nanotecnologia, energia renovável. Ajudou a dar consistência à ação da Finep (Financiadora de Estudos e Pesquisas), até então mergulhada em um conjunto de editais soltos.  

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Presidente da Finep defende política de incentivo à inovação

Jornal GGN - Para Glauco Arbix, presidente da Finep (Financiadora de Estudos e Projetos, instituição de fomento à tecnologia e à inovação), a economia brasileira ainda é muito fechada, mas a abertura, por si só, não será responsável pelo desenvolvimento do país. Em entrevista para a Folha de São Paulo, Arbix defende a seleção de setores e a ajuda de subsídios para que as empresas façam investimentos arriscados. Ele diz que o ambiente institucional não é favorável à inovação e que é preciso persistência para mudar este quadro. "Para dar um salto efetivo, o Brasil não depende só de uma política de inovação ou de uma política de financiamento." Leia mais abaixo:

Da Folha

Abertura econômica sozinha não garante avanço, diz sociólogo

ÉRICA FRAGA
 
MARIANA CARNEIRO
 
A abertura da economia é um passo importante para o desenvolvimento de um país, mas não é suficiente.

Para Glauco Arbix, presidente da Finep (Financiadora de Estudos e Projetos, instituição de fomento à tecnologia e à inovação), sem a seleção de setores e a ajuda de subsídios as empresas não fazem investimentos arriscados.

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Inovação deve ter R$ 10 bilhões em investimentos até o fim do ano

Jornal GGN – Os investimentos públicos federais no setor de inovação vão chegar a R$ 10 bilhões ainda este ano, quase dobrando o montante em financiamentos do ano passado. A informação é de Glauco Arbix, presidente da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. O novo aumento consolida o crescimento dos últimos 13 anos: em 2001, foram investidos R$ 1,1 bilhão; já no ano passado, foram R$ 6,3 bilhões.

“Nós conseguimos uma demanda agregada, que está em processamento atualmente, com algumas operações já contratadas, de R$ 93,2 bilhões em projetos de tecnologia. É um volume de recursos muito forte que mostra a vontade trabalhar e entrar nas atividades de desenvolvimento tecnológico e de inovação”, explica Arbix.

A estimativa de financiamentos em inovação se baseia no desempenho do Programa Inova Empresa, lançado há um ano pelo governo federal. O orçamento geral do programa foi de R$ 32,9 bilhões, dos quais R$ 25 bilhões são de recursos da Finep e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Com informações da Agência Brasil.

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