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Eu sou o PMDB da seriedade, não da 'Ponte para o Futuro', diz Requião


Foto: Fotos públicas
 
Jornal GGN - Roberto Requião (PMDB-PR) também foi alvo de pedido de expulsão pelo Diretório Nacional da legenda, assim como a senadora Kátia Abreu (TO), mas terá seu caso analisado pela Comissão de Ética e e Disciplina do PMDB. No partido desde a década de 1980, Requião afirmou ser "o peemedebista mais fiel neste Congresso Nacional", mas "do PMDB da seriedade".
 
"É evidente que eu não sou do PMDB da 'Ponte para o Futuro'", disse o senador, destacando que o que mudou não foi sua fidelidade, mas os projetos e ideias do partido, hoje comandados por parlamentares "submetidos aos interesses" do governo de Michel Temer.
 
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Desproteção social da Reforma da Previdência, por Joana Mostafa e Mário Theodoro

Por Joana Mostafa e Mário Theodoro

 
Da Plataforma Política Social
 

A proposta de reforma da previdência social consubstanciada na PEC 287/2016 altera diversos parâmetros de concessão de benefícios, como as idades para acesso e as regras de cálculo de seus valores. Contudo, dois aspectos emergem como centrais no que se refere às regras do Regime Geral de Previdência Social (RGPS): (i) o fim da modalidade de aposentadoria por tempo de contribuição e (ii) a ampliação significativa, de 15 para 25 anos, do tempo mínimo de contribuição para o acesso ao benefício da aposentadoria. O artigo mostra que ambas as propostas terão impacto deletério para o regime público de previdência social brasileiro, sua sustentabilidade, inclusão e garantia de benefícios pelos trabalhadores brasileiros.

O texto sustenta 3 argumentos, desenvolvidos em cada uma das suas seções. O primeiro argumento é o de que a uniformidade proposta entre os regimes de aposentadoria tenderá a reduzir o tempo médio de contribuição ao RGPS e estimular a fuga dos trabalhadores com melhores remunerações. Na segunda seção, apresenta-se estimativas de desproteção, mostrando que as novas exigências de tempo de contribuição podem promover altos patamares de exclusão previdenciária, estimando-se que entre 35,5% e 40,6% dos futuros aposentados do meio urbano muito provavelmente não conseguirão cumprir a carência de 25 anos para ter acesso à aposentadoria.

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Ex-ministra da Justiça alemã critica Temer: "Brasil é outro mundo"


Foto: DW Brasil
 
Jornal GGN - Ex-ministra da Justiça da Alemanha entre os anos de 1998 e 2002, Herta Däubler-Gmelin criticou o presidente Michel Temer e afirmou que o Brasil "é outro mundo". Disse, ainda, que a "intromissão" de magistrados em conflitos políticos cotidianos "compromete a neutralidade e a independência do juiz". 
 
Sobre Temer, foi direta: "nunca aconteceria na Alemanha de um presidente sob suspeita de corrupção, com denúncia apresentada pela própria Procuradoria-Geral da República, não renunciar imediatamente ao cargo".
 
A afirmação da advogada, ex-deputada federal e professora na Universidade Livre de Berlim foi dada em entrevista à Deutsche Welle Brasil, que esteve no Brasil para participar de um debate público sobre democracia.
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Manifestações dentro e fora da Câmara pedem #ForaTemer


Manifestações são feitas em São Paulo - Foto: Mídia Ninja
 
Jornal GGN - O quorum mínimo de votação da denúncia por corrupção passiva contra Michel Temer foi obtido pouco mais das 12h desta quarta-feira (02). Mas antes mesmo dos partidos anunciarem orientações para que os deputados concluíssem a discussão, em movimento dos governistas de agilizar os votos, manifestações eram realizadas dentro e fora da Câmara dos Deputados.
 
Dentro da Câmara, os atos já eram feitos 30 minutos após o início da sessão plenária. Nos corredores da Câmara, deputados da oposição traziam faixas e cartazes e gritava "Fora, Temer!", e outras palavras de ordem, como "Diretas já, o povo quer votar". 
 
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Grupos à direita esvaziaram o "Fora, Temer" para impedir o retorno de Lula, diz estudo

Foto: EFE

Jornal GGN - Um estudo feito por uma agência digital mostra que grupos ligados a pensamentos mais à direita decidiram esvaziar os protestos pelo "Fora, Temer" porque não querem que Lula ou o PT seja beneficiado com a deposição do atual presidente. Na visão desse nicho "azul", é melhor um governo corrupto - segundo as declarações da Lava Jato por causa da JBS - do que um governo à esquerda. O estudo ainda mostra que os movimentos de rua que pediram o Fora Temer foram majoritariamente organizados por partidos políticos e aliados. Itamar Garcez trata do assunto em artigo divulgado nesta terça (1), em Os Divergentes.

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Cúpula do Mercosul: Movimentos desmascaram Temer e pedem Diretas

Central de Movimentos Populares realizou protesto nos arredores da reunião do Mercosul (Foto: CMP/ Cadu Bazilevski)Central de Movimentos Populares realizou protesto nos arredores da reunião do Mercosul

do Vermelho

Cúpula do Mercosul: Movimentos desmascaram Temer e pedem Diretas

Manifestantes e membros de diversos movimentos populares brasileiros marcaram presença durante a reunião de cúpula do Mercosul, realizada nesta semana em Mendoza, na Argentina, e pediram a convocação de eleições diretas, denunciando o golpe no Brasil. No encontro, a presidência do bloco passou das mãos do presidente argentino, Mauricio Macri, para as do brasileiro Michel Temer.

Na última sexta-feira (21/07), os manifestantes se reuniram nos arredores do Hotel Intercontinental. Coordenada pela CMP (Central dos Movimentos Populares), a caravana brasileira, que contou ainda com representantes de forças políticas como a Juventude do PT de São Paulo, Movimento de Luta por Moradia e Levante Popular da Juventude, saiu de São Paulo na terça-feira (18/07), percorrendo mais de 3.000 quilômetros. Leia mais »

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Balanço Temer: Faltam 157 deputados para STF julgar o presidente

 
Jornal GGN - Serão necessários 342 votos de deputados na Câmara para a aprovação do processo contra o presidente Michel Temer no Supremo Tribunal Federal (STF). Diante de balanços realizados em diversos jornais, um grupo de artistas defensores do #ForaTemer criou um site com o posicionamento dos parlamentares.
 
O objetivo do "342 Agora", além de ter um balanço isento sobre a resposta de cada deputado, é o de perssionar os parlamentares a votarem "sim" pelo envio da denúncia contra o mandatário à Suprema Corte, deixando ao Judiciário o julgamento se Temer cometeu ou não o crime de corrupção.
 
Descrevendo-se como uma "ação suprapartidária", o site foi divulgado nesta segunda-feira (10), trazendo o placar atual de 185 deputados favoráveis à investigação, 129 contra e 199 indecisos. 
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Movimento lança ação popular pela anulação do impeachment de Dilma

Foto: Divulgação

Da RBA

O Movimento Nacional pela Anulação do Impeachment está recolhendo assinaturas que deverão sustentar ação popular em favor da anulação do afastamento da presidenta eleita Dilma Rousseff. A coleta de assinaturas teve início na última sexta-feira (30) durante o dia nacional de paralisação convocado pelas centrais sindicais e movimentos sociais que protestaram contra as reformas do governo Temer.

Na ação, o grupo contesta o mérito do processo de impeachment, apesar do seguimento dos ritos legais durante o processo, e reafirma não ter havido crime de responsabilidade cometido pela então presidenta Dilma.

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Ato na Paulista protesta contra reformas e privatizações de Doria

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Foto: Paulo Pinto/AGPT

Da Rede Brasil Atual

Avenida Paulista grita 'Fora, Temer!' e protesta contra reformas e privatizações de Doria

por Gabriel Valery

"Vamos avisar que quem votar contra os trabalhadores não vai ter voto nas próximas eleições", disse o presidente da CUT-SP, Douglas Izzo. Ato saiu do Masp em direção à sede da prefeitura

Parte do dia de lutas e greves, o ato na Avenida Paulista nesta sexta-feira (30), região central da capital paulista, começou pontualmente às 16h. Do carro de som, músicas do cancioneiro popular brasileiro esquentaram os presentes, que foram aumentando em número, até que em menos de uma hora a avenida foi totalmente ocupada nos dois sentidos, em frente ao Masp. O ato político, com falas de lideranças, durou das 17h30 até as 19h, quando a manifestação seguiu em passeata.

Entre os presentes, muitos servidores públicos, ativistas e pessoas não necessariamente organizadas. O ato foi convocado pelas frentes Povo sem Medo e Brasil Popular. Conforme o sol caia no horizonte da avenida, foi anunciado o trajeto do ato, que deve seguir até a sede da prefeitura, onde os presentes, que rechaçam as reformas trabalhista e da Previdência, bem como pedem a queda do presidente Michel Temer (PMDB), devem engrossar o discurso contra a política privatista adotada pelo prefeito João Doria (PSDB). Os presentes também denunciaram que Doria fechou os banheiros públicos nas redondezas para dificultar o ato.

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O fim de Temer, por Jandira Feghali

 
O fim de Temer
 
por Jandira Feghali
 
Com um discurso cínico e nada convincente, Michel Temer expôs esta semana sua pequenez e desafiou o país ao menosprezar as denúncias da Procuradoria Geral da República (PGR) por corrupção passiva. Com trejeitos artificiais e expressões de mafioso, o ilegítimo tentou defender o indefensável e aparentar força reunindo alguns poucos parlamentares, que não pouparam o povo de uma cena patética e desrespeitosa em cadeia nacional de TV. De nada resolveram as urgentes chamadas de vice-líderes por telefone aos aliados horas antes do pronunciamento. Sua base aliada está sendo forçada a responder, mas muitos já não conseguem dar o abraço de afogados.
 
A denúncia contra Temer chegou à Câmara. Aquele que se diz orgulhoso de ser presidente, mesmo lá estando com os 54 milhões votos de Dilma, e que fez questão de trair junto com a Constituição Brasileira.

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Os atos e manifestações programados para o dia de greves contra Temer

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Foto: Mídia Ninja

Da Rede Brasil Atual

 
Em São Paulo, grande público tem concentração a partir das 16h, em frente ao Masp, na Avenida Paulista

Contra as reformas do governo Temer, trabalhadores de diversas categorias paralisarão atividades nesta sexta-feira (30). Além de greves, atos em diversas cidades do país também estão previstos. Segundo o presidente da CUT, Vagner Freitas, a mobilização popular vai pressionar o Congresso Nacional e mostrar a ilegitimidade dos projetos. "Temer não tem moral para propor essas reformas e agora está perdendo o apoio de grande parte dos parlamentares que sempre estiveram ao lado dos empresários."

Bancários, metalúrgicos, professores, químicos, petroleiros, rodoviários e metroviários são algumas das categorias, pelo Brasil, que protestarão contra o governo de Michel Temer. Em São Paulo, um ato público tem concentração prevista para início às 16h, em frente ao Museu de Arte de São Paulo (Masp), na Avenida Paulista.

Há ainda uma manifestação de centrais sindicais programada para as 11h, diante da Superintendência Regional do Trabalho, na região central de São Paulo. 

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O "Fora Temer" tem data marcada para acontecer, por Jeferson Miola

O "Fora Temer" tem data marcada para acontecer

por Jeferson Miola

A denúncia oferecida pela Procuradoria-Geral da República ao Supremo Tribunal Federal contra Michel Temer pelo crime de corrupção contém uma contundência e gravidade tais que limita as possibilidades de sobrevivência do presidente usurpador e da sua quadrilha.

Dessa maneira, a primeira das quatro denúncias do Temer ao STF – além de 1.corrupção, em seguida ele será denunciado por 2.organização criminosa, por 3.obstrução de justiça e por 4.prevaricação – é um fator que contribui para a abreviatura desta tragédia que ele representa na história do Brasil.

Já na primeira denúncia Temer fica emparedado entre três alternativas: ou renuncia, ou se suicida, ou é convertido em réu pela Câmara dos Deputados. Poderá ocorrer, obviamente, a ocorrência simultânea de duas entre as três alternativas.

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PT não é a favor de Maia e quer antecipação de eleições, rebate Zarattini


Foto: Agência PT
 
Jornal GGN - "A bancada do PT tem posição clara: Fora Temer! Diretas Já! Nenhum direito a menos!", afirmou o líder da bancada do PT na Câmara dos Deputados, Carlos Zarattini, em comentário ao GGN, desmentindo matéria publicada por Tales Faria, do Poder 360, e repercutida aqui pelo Jornal.
 
No texto, o repórter aventava a possibilidade de que o PT tomaria decisões controversas sobre o futuro da Presidência da República, no cenário de crise política brasileira. Uma das medidas, apontava Tales Faria, seria a de que a bancada planejaria uma espécie de "fica Temer" entre os caciques. 
 
"Não foi à toa que o ex-chefe da Casa Civil de Dilma Rousseff, o cacique petista Jaques Wagner, declarou à imprensa: 'Temer tem mais legitimidade'  do que qualquer nome de uma eleição indireta. Wagner deu seguimento a um diagnóstico discutido pela cúpula antes da abertura do 6º Congresso Nacional do PT. Segundo os petistas, haverá uma sarneyzação do atual presidente. E o governo chegará em frangalhos a 2018. Isso poderia facilitar a candidatura de um petista à Presidência. Provavelmente o ex-presidente Lula", analisou o repórter.
 
A interpretação foi completamente rebatida por Carlos Zarattini: "como líder da bancada do PT na Câmara dos Deputados tenho gasto um tempo razoável para desmentir esse tipo de matéria que surge sempre nos sites e jornais conservadores (para não dizer golpistas)", informou.
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Centrais sindicais indicam nova greve geral no dia 30 de junho

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Foto: Roberto Parizzoti/CUT
 
Jornal GGN - Após reunião realizada nesta segunda-feira (5), centrais sindicais como a CUT e a Força Sindical indicaram 30 de junho como o dia da próxima Greve Geral. A data ainda será referendada pelas categorias em assembleias estaduais. 
 
Após a confirmação da data, terá início a preparação para a paralisação, com o esquenta marcado para o dia 20, com panfletagem e atos das centrais. 
 
Os líderes sindicais acreditam que a mobilização será maior que a greve do dia 28 de abril, principalmente por causa do agravamento da crise política do governo de Michel Temer. 
 
Além da pauta contra as reformas trabalhista e da Previdência, a greve também levantará a questão da saída do presidente da República e da realização de eleições diretas. 

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"Não queremos esse Temer nem outro Temer", diz Laura Carvalho

Foto: Diretas Já

Da Rede Brasil Atual

O Largo da Batata, na zona oeste de São Paulo, está tomado por manifestantes que acompanham o ato SP pelas Diretas Já, convocado por artistas, ativistas da mídia independente e blocos de carnaval, com a presença de movimentos sociais. A primeira atração do dia ensolarado na capital foi o cantor paraibano Chico César. “O Brasil não suportaria a possibilidade de uma eleição indireta tendo um Congresso completamente contaminado”, disse.

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