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Gebran

Como a desculpa de que não achou propina de R$ 16 milhões a Lula ajudou Moro

 
Jornal GGN - Em um ofício ao desembargador João Gebran Neto, do TRF4, no último dia 8, o procurador regional da República Mauricio Gotardo Gerum explicou como Sergio Moro conseguiu bloquear as contas e bens de Lula que nada têm a ver com as investigações da Lava Jato.
 
O procurador, que se manifestou a favor da manutenção do sufocamente financeiro de Lula, apontou no documento (em anexo) inúmeros artigos do Código de Processo Penal que viabilizaram a ação de Moro.
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TRF4 altera decisão de Gebran a pedido da defesa de Lula

Foto: Divulgação

Jornal GGN - A 8ª Turma do Tribunal Regional Federal (TRF-4) alterou uma decisão tomada pelo desembargador João Pedro Gebran Neto, atendendo a um pedido da defesa de Lula. Gebran havia recebido uma solicitação para que as testemunhas de acusação da força-tarefa da Lava Jato em ação penal contra Lula envolvendo a Odebrecht fossem ouvidas antes das testemunhas de defesa. O recurso acabou sendo analisado depois das audiências, que tiveram de ser refeitas. Gebran, portanto, acatou parcialmente o pedido, mas declarou o recurso ao TRF-4 prejudicado. Agora, a 8ª Turma corrige a decisão.

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Gebran nega desbloqueio em conta de Lula achando que ele tem "auxílio", mas não tem

Foto: Divulgação/TRF4

Jornal GGN - O desembargador João Pedro Gebran Neto, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, negou, provisoriamente, o desbloqueio das contas do ex-presidente Lula determinado por Sergio Moro. Mas ao negar o pedido em caráter liminar, Gebran cometeu um erro, na visão da defesa: disse que é errado afirmar que a subsistência de Lula está comprometida a partir do sequestro de imóveis, veículos, dinheiro em conta e até previdência porque todo ex-presidente recebe um auxílio em virtude do cargo. Mas não recebe. Há 28 anos, essa aposentadoria foi revogada pela Constituição.

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Em possível divergência à Gebran, desembargador paralisa processos no TRF-4

Victor Laus, João Pedro Gebran Neto e Leandro Paulsen - Foto: Sylvio Sirangelo/TRF-4
Turma que revisa a Lava Jato de Moro - Montagem: JC Online - Fotos: Sylvio Sirangelo/TRF-4 
 
Jornal GGN - A 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) que revisa as decisões de Sérgio Moro, da primeira instância, na Lava Jato não é de toda unanimidade. Se para muitos dos casos, o relator João Pedro Gebran Neto é condescendente com Moro, contrariedades também aparecem quando se tratam de outros desembargadores. 
 
É o caso do desembargador federal Victor Luiz dos Santos Laus, que paralisa hoje recursos de nada menos que 12 réus da Operação Lava Jato. Após Gebran concordar com a condenação de sete investigados e querer aumentar a pena para cinco deles, Laos seria o segundo a votar e pediu vista dos processos.
 
Entre os alvos da revisão ou confirmação das penas estão o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, e um dos herdeiros da construtora Mendes Júnior, Sérgio Cunha Mendes. Gebran quis aumentar a pena para este último e também para Rogério Cunha de Oliveira, Alberto Elísio Vilaça Gomes, João Procópio de Almeida Prado e Waldomiro de Oliveira.
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A articulada sintonia de Sergio Moro e desembargador contra Lula

 
Jornal GGN - Ás 15h03 desta quarta-feira (26), o juiz Sérgio Moro decidia que ele próprio tem a competência para seguir no comando das investigações contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Era uma resposta ao recurso de Lula, pedindo que Moro se considerasse suspeito para o julgar na Lava Jato.
 
Na tentativa de verem confirmados os excessos cometidos por Sérgio Moro ao longo deste ano nas tramitações dos processos que envolve o ex-presidente, os advogados recorreram à própria Justiça Federal do Paraná, ao Tribunal Regional Federal da 4a Região (TRF-4), ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) e até ao Supremo Tribunal Federal (STF).
 
Vistos por Moro como tentativas de "embaraço" à Justiça, as peças precisariam ser primeiro julgadas para, somente então, o magistrado do Paraná poder seguir com a mira sobre Lula.
 
A notícia de que o TRF-4 negou o pedido de Lula para considerar Moro suspeito foi divulgada somente nesta quinta-feira (27) pela imprensa. Mas por trás da decisão unânime do colegiado, contradições e movimentações suspeitas registram os bastidores desses despachos.
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TRF-4 nega recurso de Lula contra Sérgio Moro

 
Jornal GGN - O desembargador João Pedro Gebran Neto, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), negou considerar o magistrado federal Sérgio Moro suspeito de julgar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O julgamento, que ocorreu nesta quarta-feira (26), libera os casos referentes a Lula para a continuidade da atuação de Moro nas investigações. 
 
A defesa do ex-presidente alega que o juiz da Operação Lava Jato no Paraná atuou de forma equivocada e política, com a liberação de condução coercitivas, interceptações telefônicas ilegais, incluindo de conversas com o advogado Roberto Teixeira no exercício da profissão, além de ter levantado o sigilo dos grampos dos diálogos do ex-presidente.
 
Concordando com Moro, Gebran defendeu que "a simples verificação dos pressupostos necessários à instauração de medidas cautelares não permite dizer que o julgador seja suspeito ou esteja impedido de continuar na lide" e que a atuação de Sergio Moro foi restrita ao cotidiano jurisdicional.
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Desembargador amigo de Moro negou testemunhas de Lula, dizem advogados

 
Jornal GGN - Os advogados do ex-presidente Lula entraram com novo pedido para que o desembargador João Pedro Gebran Neto do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) esclareça se é padrinho de filho do juiz federal do Paraná, Sergio Moro. Gebran é relator dos processos de Moro na Lava Jato na segunda instância, e se recusa a prestar informações.
 
No último dia 31 de agosto, o desembargador e o TRF-4 negaram que Gebran precise esclarecer a suspeita de relação de amizade íntima com o magistrado do Paraná. Diante disso, a defesa de Lula entrou com recursos especial e extraordinário já no âmbito do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e do Supremo Tribunal Federal (STF).
 
Sem que essas peças fossem analisadas pelas instâncias superiores, o desembargador não deixou de julgar os processos de réus de Sérgio Moro na Lava Jato que recaíram no TRF4, após advogados entrarem com recursos contra as condenações e decisões de Moro.
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